Macho pra Caralho! (Parte 07)

Um conto erótico de HS
Categoria: Heterossexual
Contém 2112 palavras
Data: 10/04/2026 14:00:47
Última revisão: 10/04/2026 14:27:41

Vamos direto ao ponto. Meti no cu da Camilinha, o pau era grande para o tamanho da garota, mas achei que ela estava bem acostumada a tomar no rabo e não medi a intensidade. Quando a pica foi entrando, a loirinha que parecia desmaiada após ter alargado aquele cu com dois dedos safados, reagiu imediatamente como se houvessem enfiado um fio descapado na buceta.

Camilinha começou a se mexer freneticamente, bufando e tentando escapar da rola, mas a retive usando as duas mãos. Sua cinturinha era tão fina que minhas mãos pareciam enormes segurando-a, enquanto sua bundinha redonda tremia a cada enterrada do pau entre suas nádegas. A garota começou a gritar, gemer, chorar, mas achei que era manha, coisa de piranha fazendo cena. Segui bombando duro e forte sem ceder aos apelos, fiz um estrago naquele cu e só saí de lá quando gozei.

A loirinha parecia que havia sido atropelada, ofegando sobre a mesa onde a deixei largada para ver porque o telefone estava soando sem parar. Eram mais mensagens chegando da minha equipe. Mesmo já de noite, minha máquina de fazer dinheiro não cessava.

Cid reclamava outra vez das contas do projeto na Ilha Grande, Baby queria confirmar a agenda do dia seguinte que envolvia gravações de shorts numa lancha chique e Candy pedia aprovação para as postagens que produziu a partir da live que participei no programa da Glorinha Montanaro, o “Papo das Poderosas”.

Não costumo deixar o trabalho para depois por causa de nenhuma puta, por isso resolvi estes temas e, quando terminei, Camilinha já dava sinais de que estava voltando à vida.

– Ai, HS, você exagerou… Minha bundinha está ardendo toda!

– Garota, minhas vadias não reclamam de tomar no cu. Elas agradecem.

– Mas você podia ao menos pegar leve, ter um pouco de carinho. Meu cuzinho era virgem e você veio com tudo, feito um trator desenfreado derrubando tudo pela frente!

– Virgem? Ah, deixa disso, vagabunda. Vai dizer que nenhum macho já esteve nesse rabinho tesudo? Conta outra!

– Juro, nunca havia tomado pau no cu. E acho que, depois disso, nunca mais vou querer tomar outra vez!

– Bem, se não vai mais dar essa bundinha, tenho que aproveitar, não é? Falando assim, você não me deixa muita opção que seguir fodendo enquanto posso!

Camilinha mal conseguiu reagir, ela tentou correr, mas fui mais rápido. A enlacei pela cintura e suspendi no ar, a garota não pesava quase nada, apesar dos peitões de silicone. Fui carregando com facilidade o corpinho até a cama, onde a atirei sem muito cuidado.

Agora, os olhos estavam arregalados, a respiração acelerada, os cabelos desalinhados e as mãos cravadas no lençol, como uma gata carregada de adrenalina, pronta para saltar de lado ante o ataque de um predador maior.

Adorei vê-la assim, essa loirinha prometia ser a maior conquista da minha coleção de vadias, se conseguisse que ela aceitasse a submissão exclusiva que exigia de todas.

Estava sendo bruto e impositivo? Com certeza, as vadias gostam de ser tratadas assim, dá um tremendo tesão nelas saber que serão dominadas por um alpha sem piedade.

Agia contra sua vontade? Seguramente que não, aquele joguinho todo de se fazer de manhosa e coitadinha era parte do jogo, quando na verdade ela estava ansiosa pra tomar mais da rola no cu do que já tinha levado.

Conheço garotas assim, já comi um monte delas, não me engano com facilidade.

Até parece que uma ninfetinha daquelas ia conseguir fugir de mim, na hora até ri. Pulei em cima e consegui segurá-la pelo pé, puxei de volta para a cama, a dominei e me posicionei por trás de seu corpinho, que se debatia todo como um bichinho apanhado numa armadilha.

Segurando-a com um braço, usei a mão livre para posicionar o pau e fui metendo, aquilo já estava tão lambrecado de gel e porra da primeira vez, que nem precisei lubrificar mais.

Camilinha deu um grito alto e começou a espernear no ar, jogando o corpo para todo lado. Custou um certo trabalho, mas consegui tapar sua boca até o pau entrar todo e ficar cutucando lá no fundo do cu. Só aí ela cedeu, deixou-se largar sobre a cama respirando abafada e permitindo que o cuzinho fosse devassado.

Céus, como era apertadinho, o pau se esforçava para estocar e a cada instante parecia que ia ser expelido por aquela rosquinha. Pensando bem, ela até podia ser virgem de cu como havia afirmado, considerando o esforço que tive que fazer para seguir comendo o botãozinho cor-de-rosa da loirinha por meia hora, até gozar de novo lá dentro.

Caralho, agora as coisas começavam a ficar claras, devia ser por isso que ela fugiu logo na manhã seguinte sem dizer nada… torei o toba da Camilinha sem piedade, achando que ela dava aquilo pra um monte de macho, quando na verdade era um cuzinho intocado!

Essa ideia caiu sobre mim como chumbo, bem no momento em que voltava à gaiola de cristal, acompanhado de Baby e Candy.

Porque não a escutei? Porque preferi ignorar as suas súplicas e fodi o cuzinho de novo? Tudo o que queria era uma loirinha para compor o time de vadias, ia ser o apogeu da minha carreira de influencer aparecer nas redes com três piranhinhas me desejando, uma morena, uma ruiva e a outra loira! A frustração de havê-la perdido por minha própria imperícia me esmagava.

Mas também, como poderia adivinhar que a puta era mesmo virgem de cu? Qual garota da internet com mais de vinte ainda não sentou com a bunda numa pica? Ainda mais a Camilinha, que dava todos os sinais de ser uma safada bem rodada entre os machos! Era totalmente compreensível que me enganasse, quem a visse jamais pensaria que aquele cu era seu último bastião de dignidade ainda intocado.

Bem, não adintava ficar chorado pelo leite derramado - ou pelo cu derramando porra, melhor dizendo. A palavra “derrota” não fazia parte do meu vocabulário e jamais ficaria sofrendo porque uma puta loirinha e tesuda fugiu de mim já na segunda noite de lascívia.

Por isso estava ali com as meninas, essas duas trabalhavam para mim, me conheciam bem e gostavam de foder comigo. Ia afogar a mágoa entre elas, comer as duas gostosas até elas ficarem com dificuldade de andar, esquecer a porra da Camilinha e, quando um novo dia raiasse, minhas funcionárias ainda agredeceriam por tê-las fodido a noite inteira.

Depois de um dia todo passeando pela baía à bordo de uma lancha NX 44 da Pininfarina, tomando espumante Cave Geisse Terroir Nature 2020, vendo as garotas de biquini da Living Cool enfiado na bundinha e gravando shorts para minhas redes sociais com publicidade destes fabricantes (para quem estou fazendo merchan desde o capítulo anterior), fomos os três para a ducha.

Nesse ponto, faço uma observação importante: se você nunca tomou banho com duas mulheres, vendo a espuma escorrer por seus corpos sarados, deslizando as mãos pelas duas ao mesmo tempo, com os dedos se infiltrando nas bucetinhas ao escutar os gemidos de prazer e depois ficar apreciando como elas se agacham no box para revezar lambendo da cabeça do pau até as suas bolas, é porque você é um perdedor.

Sim, isso é bem comum, você ainda não entendeu que está preso num sistema que usa dogmas morais para mantê-lo como um escravo assalariado e nunca vai viver nada parecido com isso se não aprender a virar a própria mesa.

Então, não perca mais tempo, dê uma olhada no meu site, compre ingresso para minhas palestras, adquira o livro e a coleção de vídeos ensinando como ser “Macho pra Caralho!”, que te ajudo a conseguir tudo isso, meu irmão! – e agora fiz merchan dos meus produtos, é assim que o mundo gira: você paga para ser igual a mim e eu fico mais rico e famoso!

Saímos do banheiro a mil, mal nos enxugamos e fomos os três nos agarrando para o sofá, estava imerso entre pernas, coxas, bucetas, peitos e bundas, nem sabia mais o que era de quem no meio do rebuliço com as duas piranhas, uma delícia! Essa era minha recompensa por ter me dedicado a selecionar tão bem minhas funcionárias!

Estava no céu dos machos, deitado na cama e chupando com gosto a bucetinha de uma delas enquanto a outra engolia o pau até a garganta com sua boquinha de veludo, quando ouvimos um estalo que nos fez paralisar no mesmo instante. Era a porta se fechando.

No meio da sala, bem adiante de nós, parada e boquiaberta, carregando duas valises de grife, lá estava ela: Camilinha!

– HS! O que você está fazendo?

– Oi Camy! Acho que é meio óbvio que agora estou ocupado fodendo, não é?

– Mas… Merda, quem são essas garotas?

– Claro, que falta de delicadeza a minha… Candy, Baby, essa é a tal putinha loira que eu arregacei ontem, a Camilinha!

– HS, eu não acredito! Saí por um dia para pegar umas coisinhas lá em casa e você já está me traindo? Mas não era que o negócio era termos exclusividade? – Camilinha falava com os braços cruzados e cara de brabinha.

– Bem, achei que você não voltaria depois de ontem. E quanto a isso de exclusividade, acho que não fui muito claro… exijo que você seja só minha, mas posso comer quem eu quiser. Não é meninas?

– Claro que sim. Eu só dou para o HS, onde e quando ele quiser, só ele! – respondeu Baby.

– E não me arrependo de ser assim. Quem é a doida que vai querer outro homem, quando pode ter o alpha metendo nela? – acrescentou Candy.

– Camy, aqui é assim, loirinha. Te ofereço um emprego como você nunca teve, é pegar ou largar. Mas tem que foder pra caralho, do jeito que eu disser.

– Um emprego? Mas achei que a gente ia namorar e… – ela nem terminou a frase, pois eu, Baby e Candy caímos na gargalhada.

– Namorar? Se liga, garota, sou macho pra caralho! Não namoro vadias, eu fodo!

Baby e Candy não estavam muito interessadas no assunto, elas já me dividiram com várias outras e nem queriam saber quem eram. Por isso, as duas ficaram só chupando o pau pra não deixá-lo cair enquanto desenrolava aquele assunto. Mas a Camilinha pelo visto era nova na machosfera, bem inexperiente mesmo, e parecia assustada com a naturalidade com que tratamos aquela situação.

Estava feliz que ela tinha voltado e queria muito que ficasse para compor o trio que sempre imaginara, a loira, a morena e a ruiva, o sonho de todo homem. Mas, ao mesmo tempo, sabia que se ficasse pedindo e tentando convencê-la, não só a garota ia ficar se achando superior, como também eu poderia decepcionar às outras duas funcionárias que já tinha fidelizado há tempos.

– Olha só queridinha, vou te explicar. Essa ruivinha é minha assistente pessoal e a moreninha cuida das minhas redes. Estou precisando de uma loirinha pra ajudar em serviços gerais e escolhi você a dedo. Pago muito bem, mas só pode dar pra mim. Isso é parte inegociável para obter o pacote de benefícios que ofereço.

– Ai, HS, não sei não, isso é muito estranho…

– Garota, trabalhar pra mim e deixar que te coma é o melhor acordo que vai conseguir na sua carreira! Olha, vou quebrar seu galho. Não precisa responder agora, vamos fazer um test-drive. Se depois disso você não quiser, pode roer a corda.

– Uma experiência? Como assim? É pra ir pra cama com vocês três? É isso?

– Nao, Camy, você ainda não ganhou esse direito. Faz assim, vai na despensa e pega um uniforme que deixei lá. Vai fazer uma limpeza no apart enquanto nos divertimos. Você pode olhar e ver o que está perdendo, daí decide se quer ficar ou não.

– Como é? Você quer que limpe o lugar enquanto você trepa com outras duas? É sério isso ou está me zoando?

– Despensa. Uniforme. Faxina. Agora – repeti em poucas palavras e estalando os dedos, para ficar mais fácil daquele cérebrozinho oxigenado entender.

Nem fiquei esperando sua reação, me virei para o lado e já fui puxando uma das meninas para sentar na minha cara e linguar o seu cuzinho, enquanto mandava a outra sentar na rola e começar a cavalgar. Contudo, ainda que não quisesse dar na pinta, estava rindo por dentro, imaginando a cara que a loirinha deveria estar fazendo ao ver aquilo.

Camilinha era inconstante, já havia dado provas disso. Não tinha a menor ideia se ela ia aceitar, mas, se aceitasse, teria que ser nos meus termos. Nenhuma vadia coloca rédeas em mim, sou eu quem dita o caminho.

Seja lá qual fosse sua decisão, nesse momento pouco me importava. Estava fodendo duas gostosas, e a noite só ia começando…

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