Capítulo 6: O Gosto que Corrói uma Promessa Esquecida

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 675 palavras
Data: 10/04/2026 09:46:28

Algumas semanas se passaram. Elias acordou em uma quarta-feira com um peso no peito, a mala pronta ao lado da cama. Tinha que viajar – uma reunião crucial com fornecedores em outra cidade, três dias que não podiam ser adiados. Estava receoso, a mente voltando às imagens da câmera, à conexão crescente entre Juliana e o pai, uma troca de favores e afetos que parecia cada vez mais pesada para si. "Vai dar tudo certo, amor… eu cuido de tudo aqui", disse ela, beijando-o na porta, voz leve. Zoou: "Seu pai tá em boas mãos… relaxa." Aquilo não melhorou a situação – Elias sentiu um aperto no estômago, imaginando aquelas "mãos" em contextos que o atormentavam. Mas não tinha escolha; a empresa dependia dele. Antes de sair, ligou para Alessandra: "Irmã, dá uma ajuda pra Juliana enquanto tô fora? Ela tá sobrecarregada." Alessandra aceitou: "Claro, Elias… passo lá todo dia."

A viagem foi um borrão de reuniões e hotéis impessoais, mas à noite, no quarto solitário, a curiosidade – ou o medo – venceu. Elias acessou o app da câmera, o coração acelerado, pulando para as gravações do dia. Viu Alessandra chegando na hora do almoço, ajudando com tarefas – cozinhar, limpar, trocar fraldas –, mas dizendo: "Banho eu não dou, Ju… isso é com você." Juliana assentiu: "Fica tranquila, faço depois." Após a saída de Alessandra, Juliana correu da porta pro quarto de José, visivelmente ansiosa, o rosto corado, passos apressados.

José a tranquilizou com bobeiras: "Ei, nora… respira, parece que viu um fantasma." Mas a conversa tomou outro rumo – falavam sobre cuidados, carinhos, sexo, Juliana relaxando aos poucos, mas excitada, a respiração mais curta no vídeo. "Obrigada por me ouvir, sogro… meus problemas, sabe? Elias nem sempre tem tempo." Aquilo foi uma facada no coração de Elias, assistindo do hotel – ele se sentia culpado, sabendo que o trabalho o consumia, mas ouvir aquilo dela, para o pai dele, doía como traição. Juliana continuou: "Ele já me deixou mais de um mês sem sexo algumas vezes… parece que não existo. Foi só aquilo acontecer que o fogo voltou." José perguntou: "Aquilo... o quê?" Ela apontou pro pau dele, rindo baixinho. Elias sentiu o estômago revirar – era culpa dele? O juramento o prendia ao cuidado à seu pai, a responsabilidade à empresa, mas custaria seu casamento?

José riu, meio sem graça: "Que tal meu banho agora?" Juliana: "Dou, mas tô com tanto calor…" Tirou a roupa devagar, ficando apenas com uma calcinha verde minúscula, os seios pequenos expostos, mamilos duros. Os olhos de José se arregalaram, sorrindo: "Nora… você é incrível." Elogiava, tecendo uma conversa envolvente: "É louco como a gente se aproximou… apesar de tudo, amo esses momentos com você." Juliana ficou emocionada, sorrindo toda boca: "Eu também, sogro… você me entende." Elias via aquilo, o peito apertando – a intimidade deles crescia, perigosa, como uma rachadura que estava corroendo seu casamento.

Ela deu o banho, lavando o corpo com toques familiares, e quando chegou ao pau, subiu na cama, punhetando devagar: "Relaxa, eu cuido de você." José pedia gentilmente: "Mais perto, nora…" Ela ria, aproximando-se aos poucos, o rosto descendo até ficar sobre o pauzão de 20cm, em ebulição. Falava bobeiras: "Você é safado, hein? Olha isso pulsando…" Mas em momento nenhum fechava a boca, lábios entreabertos. De repente, os jatos vieram – invadindo sua boca "desprevenida", porra quente escorrendo. Juliana não se aguentou, reclamou: "Ai, sogro…" Se aproximou rapidamente, encaixando a boca na cabeça do pau, bebendo tudo: "Mmm…" Após, ela diz: "já tinha terminado o banho! Não poderia deixar você se sujar..." José a elogiou, ofegante: "Você é nota mil, nora… Uma delícia."

Ela então se levanta e parece perceber que tinha feito algo errado, ela se desculpa, o veste rapidamente e sai correndo do quarto.

No quarto do hotel, Elias se masturbava, mão no pau grosso, não acreditando no que via – Juliana literalmente bebera a porra do pai dele. O tesão o consumia, mas o choque o paralisava: "E agora? Isso… isso é o fim?" O juramento à sua mãe parecia uma maldição, puxando todos para o abismo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Alucardmaru a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários