"O entregador que me macetou por 1.300 reais ( E Eu Pagaria Denovo )"

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Gay
Contém 1532 palavras
Data: 10/04/2026 02:36:26
Última revisão: 10/04/2026 11:06:58

Sempre mando umas camisas mais caras, que uso no trabalho, para a lavanderia. Umas duas vezes por mês. Tem um entregador que vem retirar e outro que vem entregar. Geralmente, quando é a entrega das roupas já limpas e passadas, peço para subirem até o apartamento. Assim evito ficar na portaria, correndo o risco de amassar ou sujar. Sempre agendo para depois das 18h, porque aí já estou em casa.

Uns três rapazes se revezavam nas entregas. Um deles, o Everton – eu nem sabia o nome dele no começo – já tinha me entregado umas três vezes. Sempre na porta do apê, e ia embora. Às vezes eu queria adiantar e ia pegar a roupa na porta do elevador.

Até que um dia ele perguntou se podia usar meu banheiro. Disse que estava muito apertado para urinar e ainda tinha mais entregas na Fiorino. Autorizei. Ele foi ao banheiro. Era o mais educado dos entregadores. Eu tinha acabado de fazer um suco de laranja e estava com bolo na mesa, então ofereci. Ele pediu água.

Juro, gente: eu estava bem de boa nesse dia, nem estava pensando em sexo. Nem estava de shortinho de dormir, que adoro. Eu estava normal. Mas quando aquele rapaz de 23 anos começou a conversar comigo enquanto tomava água e comia bolo, simplesmente foi me encantando.

Sabe aquele cara baixinho, mais simpático? Educado. Sabe aquele cara que se expressa bem e não tem vergonha, alto astral, que começa a falar e você não quer parar de ouvir? É o Everton. Ele falando sobre o trampo, as entregas… foi me subindo um fogo, uma vontade de dar para aquele macho que vocês não têm ideia. Eu, que estava tranquilo, do nada peguei fogo de tesão.

Ele falava gesticulando os braços, hiperdescontraído e educado, e eu sem saber o que fazer para mostrar que estava com o cuzinho cheio de tesão, louco para dar pra ele. A conversa foi acabando, e tive a ideia de pedir o telefone para dar uma gorjeta. Ele me passou. Fui levá-lo até a porta da sala quando não aguentei – olha que nunca fui tão cara de pau assim pessoalmente.

Foi quando ele disse: "O bolo estava muito bom."

Eu soltei na lata: "Bom seria eu mamando a sua pica."

Ele olhou pra mim e já soltou que não curtia. Falei mais algumas besteiras, e ele sempre cortando educadamente. Ele foi embora. Mandei a gorjeta e já chamei no WhatsApp. Mandei o comprovante e comecei a falar minhas vontades. Ele me cortou: falou que se eu não parasse, ia me bloquear, e que tinha namorada. Aí parei.

Mas, gente, eu tava com tanto tesão por aquele entregador que tive que brincar com meu cuzinho pensando nele. Gozei muito. Nunca tinha acontecido de, do nada, ficar com um tesão enorme pelo cara só de conversar.

Depois disso, fiquei com uma vergonha… Ele veio me entregar roupas acho que mais umas duas vezes depois desse episódio, mas só nos cumprimentamos. Educados um com o outro. Até que, ele não veio mais fazer entrega. Também não podia perguntar aos outros entregadores sobre ele.

Uns nove meses depois desse ocorrido, me toca o WhatsApp. Era o Everton. Dando um "oi".

Começamos a conversar. Ele me falou que já fazia seis meses que tinha saído da lavanderia. Nessa conversa, me perguntou se eu podia emprestar R$ 1.300 para ele. Disse que estava com duas prestações do carro vencidas e uma terceira ia vencer. Se lamentou muito. Falou que era o primeiro carro dele, que tinha feito uma sonorização de primeira, que amava o carro e não queria perder de jeito nenhum.

Fui levando a conversa. Até que veio a proposta: se eu ajudasse ele, ele poderia me atender naquele pedido que eu havia feito. Mamar e rebolar bem gostoso nele. Ele toparia. E mesmo assim pagaria o dinheiro de volta depois. Disse que estava desesperado para não perder o carro.

Fui bem taxativo: não queria alguém que viesse trepar só para dar uma rapidinho. Ele foi muito honesto: disse que nunca tinha transado com outro cara, mas que iria me tratar super bem, que eu sabia que ele era um cara da hora e que eu não iria me arrepender. Só falou que não beijaria na boca e nem daria o cu. Mas que ele ia me fazer gozar bem gostoso.

Perguntei se, para ele não brochar (já que era a primeira vez), ele toparia tomar um azulzinho fraquinho de 25 mg. Ele falou que topava, porque já tinha experimentado um com a namorada uma vez.

A gente estava se falando por volta das 18h. Ele disse que ia jogar futebol de salão com os amigos às 20h, mas que ficaria só um pouco e iria me encontrar. Aí surgiu um problema: ele não queria ir no meu prédio. Os porteiros o conheciam, e os amigos com quem ele trabalhava na lavanderia eram amigos e moravam no mesmo bairro. Para evitar conversa, a gente teria que ir para outro local. Porque, gente, não sou tão afeminado, mas pelas roupas que uso e pela rabeta, os porteiros e as pessoas imaginam que sou gay.

Acertei da gente ir para um motel ali perto da Marginal Tietê, no Tatuapé. Ele ficou meio assim, porque nunca havia ido a um motel. O cara tinha 23 anos, namorada, e nunca foi num motel – rindo até agora. Expliquei como funcionava, e ele aceitou. Já avisei que ali não daria para dar só uma foda. Ele disse que tudo bem, aquele dia não ia encontrar mais a namorada.

Perguntei se podia usar calcinha. Ele disse que sim.

Arrumei minha mochila e fui. Ele iria depois. Cheguei, me arrumei, pedi uma caipirinha, coloquei um pornô e fiquei esperando. Quase às 22h, ele aparece.

Chegou meio estranhando, mas sempre muito simpático. Pegou uma cerveja. Já soquei o azulzinho nele. Ele, muito gente boa, disse que não precisava – que só de olhar para a minha rabeta naquela calcinha já era um estimulante. Eu estava só de calcinha e uma camiseta slim fit bem ajustada ao corpo. Mas ele tomou. Eu queria aproveitar aquela noite – ia me custar R$ 1.300, né?

Ele foi tomar um banho. Fiquei na cama olhando. Gente, que delícia. O corpo daquele cara que trabalha e joga futebol: era dele, bem gostosinho. Ele devia ter 1,70 m no máximo – eu tenho 1,65 m. Era aquele baixinho com tudo no lugar.

Quando ele saiu do banho e começou a se secar, vi que já estava armando uma pika. Não perdi tempo. Caí de boca. Aquela rola foi crescendo na minha boca, que delícia. Saborosa. Aquele baixinho foi ficando safadinho. Joguei ele deitado na cama, fiquei de quatro e comecei a mamar com força. Só ouvia ele gemendo. Eu olhava pra ele e via que ele estava adorando: mandando eu engolir tudo, chupar bem gostoso.

Depois aproveitei e saí chupando aquele corpinho inteiro. Queria usar ao máximo. E aí, vocês sabem: uma das posições que mais amo é deitar de bruços, jogar o travesseiro embaixo do quadril, me abrir e deixar o macho vir com tudo pra me comer e fazer o que quiser bem gostoso.

Foi isso que ele fez. Começou a meter aquela pika sem dó. O gostoso é que ele era tão levinho e socava com uma agilidade que eu amava. Ele se esfregando no meu bumbum com a pika toda dentro do meu cuzinho. O gostoso é que eu erguia ele com a minha rabeta, deixando ela mais empinada, e ele socava – eu só escutava o estalo da barriga dele batendo na minha rabeta.

Depois me pegou de quatro, alisando mesmo, e socava sem dó. Até que decidi que ia sentar em cima. Eu arrebentei aquele dia: do tanto que subi e desci naquela rola, engolindo ela todinha, rebolei muito até ele gozar bem gostoso no meu cuzinho.

Terminamos ali e ficamos tomando umas bebidas. Fui encher a banheira – quando ele chegou, foi a primeira coisa que ele admirou, já estava cheia e com sais de banho. Ele entrou, deixei ele curtir um pouco enquanto eu tomava outra caipirinha. Até que decidi entrar e começar a brincar com a rola dele. Que delícia de pau. Aquele cara, parecendo quase um moleque, com o corpinho delicioso, trocando a maior ideia e me elogiando. Dizia que quando via aquela calcinha toda socada na minha rabeta, o tesão dele foi a 200%.

Fiquei ali até que ele me pegou de quatro novamente naquela banheira. Começou a meter. Do lado da banheira tinha um espelho: ele olhava e eu olhava enquanto ele socava no meu cuzinho. Dava pra ver só uma parte do bumbum pra fora da água, enquanto ele socava e me xingava. Eu pedia pra ele socar com força. Até que, na hora de gozar, ele pediu pra gozar na minha boca. Eu não curto muito, mas ele é tão da hora que deixei. Ele gozou bem gostoso.

Já demos outra foda depois – ele também estava precisando de um din dim, mas dessa vez foi um valor bem menor. Faz tempo que a gente não se fala, mas ele sempre que precisar, vou estar aqui. Ele é um cara muito da hora.

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