Me chamo Peterson, apelido Pepe, e meu relato foi assim: aconteceu com minha madrinha e sua filha Isa.
É o seguinte: eu, desde novo, descobri que tenho uma síndrome rara e, ao mesmo tempo, um pouco chata em alguns casos; eu tenho megalofalia.
Megalofalia: essa síndrome faz com que meu pênis seja avantajado; ele, ereto, tem 23,0 cm e, mole, 17,0 cm. Para algumas pessoas, isso seria o máximo, mas nem sempre é assim.
Mas vamos ao relato. Eu e minha mãe moramos na cidade, e a minha madrinha no interior. No final do ano, vamos para lá. Ela tem uma filha chamada Isa da minha idade, 20 anos, ela é morena, um pouco menor que eu; minha madrinha tem na casa dos 54 anos, um pouco mais nova que minha mãe; Faz um tempo que não vejo minha madrinha.
Esse ano minha mãe decidiu dar um presente para ela, uma panela de arroz automática que minha madrinha sempre quis.
Arrumamos as coisas para a viagem e saímos de manhã.
Chegando lá, minha madrinha e Isa estavam na frente de casa nos esperando. Não lembrava que elas eram tão gostosas. Ao entrar na casa dela, na mesa tinha um café prontinho pra gente. O marido dela, é caminhoneiro e estava sempre na estrada.
Cumprimente minha madrinha e a Isa.
Minha madrinha diz:
— Fiz café. — Vamos comer!
Nos sentamos na mesa e elas começam a conversar, blablablá. Nem percebi o que estavam falando quando minha madrinha olha para mim.
Saindo da cozinha, minha madrinha nos mostra o quarto de hóspedes em que iríamos ficar. Tinha uma cama grande e um colchão de solteiro no chão ao lado da cama.
Deixei a roupa do lado e fui tomar banho. Saindo do banheiro, escuto minha mãe e minha madrinha conversando. Abro a porta de canto e peço para minha mãe pegar minha roupa.
Ela vira para mim e diz:
— Filho, vem cá, quero mostrar para sua madrinha o que o médico falou sobre sua síndrome.
Respondo:
— Mãe, não!
Ela responde:
— Para com isso, menino e sua madrinha.
Eu saio de toalha e sento na cama.
Ela pergunta:
— "Dói, Pepe?"
Eu falo que não; o médico falou que vou ter uma vida normal.
Eu estava com vergonha de mostrar, pois minha madrinha é muito gostosa.
Então minha madrinha diz:
— Calma, Pepe, a madrinha está só curiosa, deixa a madrinha dar uma olhadinha.
Ela encosta a porta do quarto e eu tiro a toalha.
Ela responde:
Nossa, Madá (Madalena, nome da minha mãe).
— É grande assim? É, sim, e ainda está mole.
Ela olha para mim e manda eu abrir as pernas para ela ver melhor.
Na hora em que eu abri as pernas, ela olhou fixamente para ele e vi uma leve mordida no canto da boca.
Ela então responde:
— Posso pegar Pepe?
Eu, vermelho, digo:
— Pode, madrinha, mas ele é sensível.
Quando ela pega no meu pau, ele reage e começa a ficar duro, ela olha para mim e eu digo:
— Calma, madrinha, ele é assim mesmo.
Ela me pergunta:
— E fica de que tamanho?
— Eu, a madrinha, ele chega a 23,0 cm.
Nossa, parece um cavalo e solta um leve risinho. Minha mãe ri e fala:
— "Tenho dó da namorada que ele tiver." Rsrs (risos).
Eu visto minha roupa e saio.
Eu encontro com a Isa e ela vira pra mim e diz:
Pepe vem vou te mostrar a cidade. Ok, eu respondo.
Voltando para casa, eu fui para o quarto. Chegando lá, liguei a TV e fiquei assistindo. Minha mãe aparece com a Isa e diz:
— Que irá ao mercado com ela.
Eu respondo:
— Tá bom.
Nisso, depois de um tempo, minha madrinha me chama para ajudá-la a pegar a roupa e estendê-la lá fora. Eu me levanto e vou ajudá-la. Enquanto estávamos no quintal, ela começou a conversar comigo, dizendo como foi minha reação quando eu descobri essa síndrome.
Eu falei que foi estranho, pois me incomodava no início, mas que agora nem tanto, só que tenho que usar roupas mais folgadas e não uso cueca para não machucar.
Ela fala:
— Nossa, Pepe, que barra.
Fomos nos descontraindo na conversa, mas não iria durar muito, pois minha madrinha abaixa para pegar os prendedores e, quando eu olho para ela, dava para ver o rego e a calcinha amarela dela, e pronto, eu começo a ficar de pau duro.
Ela era uma mulher bem bonita e aquilo começou a me excitar; tentei disfarçar, mas você sabe, né? Não deu.
Bem na hora, ela vira para entregar o prendedor e vê a situação.
Ela dá um sorrisinho malicioso e pergunta:
— Nossa, Pepe, fui eu que te deixei assim. Eu, nervoso e com a voz trêmula, respondendo:
— Sim, amarelo.
Ela ri, e eu falo:
— Madrinha, vou lá pra dentro. Ela se levanta, pega no meu braço e me leva para dentro de casa, em direção ao quarto dela.
Eu respondo:
— Madrinha, pode deixar.
Ela vira e diz:
— Calma, Pepe, fui eu que deixei você assim, vou dar um jeito nisso.
Ela entra no quarto comigo, fecha a porta e pede para eu sente na cama.
Ela começa a tirar o shorts, ficando só de calcinha, e pede para eu tirar o meu.
Ela fica olhando para o meu pau e fala:
— Pepe, esse vai ser nosso segredinho.
Ela pega no meu pau e começa a bater uma pra mim. Vejo-a morder o canto da boca; olho para ela e penso:
— Chegamos até aqui, vou ver até onde vai.
Eu olho para ela e respondo:
— Madrinha, você quer chupar?
Ela olha para mim, e eu digo: "tó",
Ela paga no meu pau com as duas mãos e começa a chupar. No início, ela chupa só a cabeça da minha rola e depois foi enfiando cada vez mais na boca.
Minha nossa, ela babava nele todo.
Eu virei para ela e falo:
— Madrinha, posso te chupar também? Ela olha para mim, deita na cama dela, tira a calcinha e joga em mim. Eu pego a calcinha dela e cheiro na frente dela.
Ela abre a perna e fala:
— Vem, Pepe, cavalão.
Eu subo na cama e vou em direção à buceta dela e começo a chupar. Ela geme bem baixinho e diz:
— Que faz tempo que ela não sente algo assim. Eu começo a subir até o peito dela e começo a chupar os peitos dela dando leves mordidas no bico.
Eu olho pra ela e digo:
— Madrinha, você sabe o que é uma espanhola? — Ela olha para mim com uma cara tipo "não me mostre".
Eu pego os peitos dela e coloco meu pau neles e digo:
— Madrinha, vou foder seus peitos.
Começo a esfregar meu pau no meio deles; vejo que ela está com tesão aflorado.
Depois eu falo:
— Madrinha, vou chupar sua buceta novamente. — Chupa meu pau também. Ficamos na cama tipo 69.
Pensei: "Vou comer minha madrinha agora", mas ouvimos a Isa e minha mãe chegando em casa e tivemos que parar ali.
Minha madrinha olha pra mim fala:
— “Podemos continuar outra hora.”
Eu balanço a cabeça, dizendo sim.
Corri para o banheiro e fechei a porta. Minha madrinha se troca e ouço minha mãe perguntando:
— Cadê o Pepe?
Minha madrinha responde:
— "Ele está no banheiro."
Depois de um tempo, saio do banheiro em direção à cozinha, e lá estavam as três. Chego como se nada tivesse ocorrido e me sento no sofá.
Minha madrinha responde:
— “Pepe, você está namorando ou saindo com alguma menina?”
Eu digo:
— Não, madrinha, eu não estou namorando.
Ela ri e fala:
— Mas também, né, Madá?
— Pepe, cavalão!!!
Kkkkkkkk (risos).
À noite, eu e minha mãe saímos com minha madrinha para ver algumas loja de roupa na cidade.
Vamos com a gente, Isa, minha madrinha responde.
Isa fala:
— Ah, mãe, hoje não, talvez amanhã.
Estávamos na loja e minha mãe e minha madrinha iriam demorar mais um tempo para escolher e provarem todas aquelas roupas.
Então eu falo:
— Estou indo, vocês vão demorar.
Minha mãe responde:
— “Pode ir que eu e sua madrinha vamos em mais 5 lojas.”
Eu:
— Aff!!
Minha madrinha responde:
— Deixa-o ir, madá, “homem é assim mesmo”.
Voltando para casa, entro pelo fundo em direção ao meu quarto, quando escuto um barulho de gemido em direção ao banheiro. A porta estava meio aberta e vi Isa pelada de costas para a porta, e um consolo rosa grudado no vidro do box do banheiro; ela estava se divertindo sozinha.
Dava pra ver o consolo entrando e saindo da buceta dela, quando escuto ela falar:
— Vai, Pepe, me fode!
Ela estava se masturbando pensando em mim!
— Pensei.
Vou fazer o seguinte:
— “Finjo entrar para usar o banheiro.”
— E, quando eu estiver lá dentro, eu falo:
— Isa, me desculpe — não vi que você estava no banheiro.
E vejo qual vai ser sua reação.
Então assim fiz, entrei e falei o que tinha planejado. Ela leva um susto e eu saio do banheiro no mesmo momento e me sento na sala.
Ela vem em minha direção, enrolada em um roupão. Eu olho pra ela e falo:
— Me desculpe Isa. — Não vi que você estava no banheiro.
Ela olha e diz:
— “A culpa foi minha, esqueci de fechar a porta direito.”
Eu aproveito a situação e falo:
— Mas, cá entre nós, você é bem gostosa — rsrs (risos).
Ela me pergunta:
— Cadê a mada e minha mãe?
Eu respondo:
— Estão vendo roupa, vão demorar para voltar.
Ela vira pra mim e fala:
— Posso te perguntar uma coisa que eu fiquei curiosa?
— “Eu falei, pode?”
Porque minha mãe e a Madá ficam chamando você de Pepe Cavalão!! Eu as vejo comentarem isso direto.
Eu rio e digo:
— Elas são tontas e só por causa da minha síndrome. — Ah, eu as ouvi falando sobre isso, mas o que é?
Eu aproveitei a deixa e disse:
— “Eu tenho megalofalia, eu respondo.”
— “Eu tenho o pinto grande”.
Ela arregala os olhos e diz:
— “Grande!” Com um ar de deboche!
Eu falo:
— “Grande!”
Ela diz:
— Deixa eu ver, estou curiosa.
Aqui não, eu viro pra ela e digo:
— Vamos para o seu quarto que eu te mostro.
Chegando no quarto, eu falo:
— Fecha a porta para a madrinha e minha mãe não nos pegarem.
— “Apesar de já ter pego minha madrinha, eu pensei” kkkk (risos).
Ela fala "pronto", eu sento na cama dela e tiro o short; ela fica olhando e fala:
— Ele é grande mesmo.
Eu digo:
— É, mas ele ainda está mole.
Ela olha rapidamente para o meu rosto e diz:
— “Ele pode ficar maior?”
Eu:
— Sim.
Ele duro é bem maior.
Ela fala:
— “Então faz ele fica duro pra eu ver”.
Ah!! Aí foi minha deixa. Está bem, mas você vai ter que me ajudar.
— “Tire o roupão”.
Ela começa a tirar o roupão, enquanto olha para o meu pau. Eu, vendo-a pelada, começo a ficar excitado.
Ela diz:
— Nossa, ele não para de crescer — os olhos dela até brilhavam.
Ela me pergunta:
— Posso tocá-lo — eu falei, claro.
Ela pegava nele como se fosse algo delicado; ela então morde o canto da boca e diz:
— Posso tentar algo que eu vi em um vídeo.
Eu falei o que seria:
— “Ela se ajoelha e põe meu pau sobre seu rosto e começa a cheirar meu pau.”
Ela passa a língua nos lábios dele e então diz:
— “Posso chupar ele?”
Então eu falo:
— “Já chegamos até aqui”.
Ela então começa a chupar ele. Nossa, deve ser de família, pois minha madrinha chupava igual, mas a Isa era mais sagaz. Não demorou muito, ela vira e diz:
— “Me fode!” — “Mas vai devagar, porque não sei se aguento”.
Pode deixar, eu deitei ela na cama em posição de frango assado e começo a chupar ela; em seguida, começo a enfiar o pau na buceta dela devagar. Ela começa a gemer, eu digo:
— Calma, está quase lá.
Eu a beijo e começo um vai e vem, aumentando a velocidade. Eu olho para ela, os olhos dela até viram de prazer, enquanto morde a boca.
Pensei:
— "Tem que ser agora".
Eu tiro devagar o meu pau da buceta dela, viro ela de quatro e falo:
— "Vou lubrificar aqui atrás".
Começo a chupar o cu dela, passando a língua, deixando-o lubrificado para o que viria depois.
Eu pego meu pau e, com carinho, coloco a cabeça do meu pau no cu dela e começo a enfiar.
Ela geme e diz:
— "Não vai caber".
Eu respondo:
— "E agora?"
Ela fala:
— “Espera um pouco”.
Ela abre a gaveta de calcinha e tira um tubo de lubrificante. Eu passo o lubrificante na bunda dela e começo a enfiar o pau novamente, começo a sentir a pressão do cu dela, mas dessa vez foi até metade.
Começo a bombar só com a metade do pau, pois ela não iria aguentar tudo. Ficamos ali assim por um bom tempo.
Até que eu disse:
"Vou gozar".
Ela fala:
— "Pode gozar aí dentro".
Gozei enchendo o rabo dela de porra; depois, ela pega no meu pau e limpa ele todo com a língua e a boca.
Nossa, Isa, você é boa nisso.
Ela responde:
— "Fica só entre nós, eu treino com minha mãe; ela é ótima nisso."
Eu respondo:
Pode deixar, vai ser nosso segredinho, e dou um beijo nela.
No dia seguinte, estávamos nos preparando para voltar, quando minha mãe fala:
— “Pepe, vou levar o carro para troca de óleo.” — “Você termina de arrumar a bolsa?"
Eu, claro, mãe.
Depois de um tempo, minha mãe me liga e fala:
— Pepe vai demorar um pouco, tem dois carros na minha frente, vou ter que aguardar.
Eu:
— "Ok, mãe."
Estava deitado na cama e começo a lembrar do ocorrido entre minha madrinha e sua filha Isa. Olho para um lado, olho para o outro, não vejo ninguém e começo a esfregar o pau por dentro do short.
Quando escuto alguém dizer:
— “Está se divertindo sozinho”.
E, quando eu vejo, era minha madrinha.
Então eu respondo:
— Acho que não estou mais, né?
Ela dá um sorrisinho e se senta do meu lado.
Ela olha em direção à porta e diz:
— “Isa, você está aí?”
Ninguém responde, ela fala:
— Perfeito.
Ela pega no meu pau, ele estava meia-bomba e começa a chupar ele, ele começa a ficar duro, minha madrinha começa a chupar cada vez mais.
Sem ela perceba, a Isa aparece na porta e vê minha madrinha me chupando. Eu olho pra ela e faço shiu!!!
E, com a mão, falo para ela entrar, nesse momento minha madrinha vira e diz:
— “Isa!!”
— Oi, mãe!
Filha, deixa a mãe te explicar.
Ela:
— "Calma, mãe, o Pepe cavalão já me pegou também."
Minha madrinha vira o rosto, olhando para mim, e diz:
— “Já pegou”.
Eu, com a cara mó deslavada, falo:
— Pois é, né? — tao mãe, tao filha.
Ela faz uma cara pra mim e diz:
— Já que estamos aqui. — Isa, me ajuda aqui com o pau do Pepe.
Isa se aproxima e, junto com minha madrinha, tiram a roupa e ficam totalmente peladas. Eu, vendo isso, fico de pau durasso. Então as duas começam a me chupar, revezando uma com a outra.
Minha madrinha fala:
— “Pepe, deite-se aí.”
Eu deito e minha madrinha fala:
— Isa, mas você consegue aguentar?
Ela responde:
— “Com a minha bucetinha, sim; agora, com o cu, foi só metade.”
Vou tentar responder minha madrinha; ela pega no meu pau e coloca na buceta dela e começa a sentar. Nisso, Isa se senta no meu rosto e diz:
— "Me chupa, Pepe."
Enquanto minha madrinha descia, eu a ouvia gemendo; ela começou a cavalgar na minha rola, minha nossa.
Enquanto isso, eu chupava a Isa, enfiava a língua na sua buceta e dava leves mordiscadas no seu clitóris e ela ia à loucura.
Aí a Isa diz:
Mãe, vamos trocar, então a Isa começa a sentar no meu pau, e eu comecei a chupar minha madrinha.
Então minha madrinha diz:
— “Isa, será que aguento enfiar tudo isso no cu?”
Ela responde:
Tenta mãe, só espera um pouco que vou buscar o lubrificante.
Enquanto isso, minha madrinha diz:
— Nossa, Pepe, fode minha buceta com força.
Eu falei:
— Pode deixar, madrinha.
A Isa volta com o lubrificante, minha madrinha pega e espalha no cuzinho dela, e diz:
— Vai, Pepe Cavalão! —Fode o cu da madrinha!
A Isa se deita na cama, abre as pernas e diz:
— Vem, mãe, me chupa daquele jeito.
Eu seguro no rabo da minha madrinha e começo a enfiar; primeiro coloco a cabecinha devagar, depois vou colocando o resto. Eu começo a sentir o cu dela se contraindo, apertando meu pau e, nossa, diferente da Isa, meu pau entrou todo. Enquanto eu bombava no cu dela, ela chupava a Isa. Teve uma hora em que ela rebolava no meu pau; aquilo me deixava louco de tensão.
Depois a Isa responde:
— Agora é minha vez, mãe, me ajuda. — Claro, filhota.
Nisso a Isa fica de quatro, minha madrinha passa o lubrificante e, com três dedos, começa a massagear o cu dela, dizendo:
— “Isa, assim vai ficar mais fácil para entrar.”
Minha madrinha pega meu pau e diz:
— Vou limpar ele pra você, filhota.
E começa a chupar meu pau, passando a língua devagar na cabeça toda da minha rola.
Então ela diz:
-"Pronto!!".
Eu pego e começo a enfiar no cu dela. Primeiro entra a cabeça, depois vou forçando para enfiar o resto. A Isa começa a gemer, a bunda dela começa a tremer, então minha madrinha fala:
— Calma, Isa, está quase lá.
Vou começar a bombar, eu falo.
Ela responde:
— Vai, mas vai devagar.
Eu começo o vai e vem, aumentando aos poucos a velocidade. A cada estocada, ela dava um gritinho e aquilo me excitava cada vez mais, até que chegou num ponto em que eu disse:
— Vou gozar.
Minha madrinha fala:
— "Segura, Pepe, eu tiro o pau do cu dela".
Minha madrinha e a Isa se ajoelham de frente para mim e falam:
— "Agora pode gozar".
As duas estavam de boca aberta para receber minha porra e não deu outra, eu comecei a gozar na cara, na boca, até no cabelo delas.
Depois as duas se limpam, uma lambendo a outra, depois limpando meu pau.
Nossa, essa visita valeu cada segundo. Depois, tomamos banho juntos; no chuveiro, rolou uma chupadinha, mas foi um banho mesmo.
À tarde, minha mãe volta e diz:
— Pronto, Pepe — já se despediu de sua madrinha e da Isa.
Eu respondo:
— “Já sim mãe, e como!”
Aí ela responde:
Então vamos; entrei no carro e fui embora, lembrando como foi boa essa visita.
E aí, leitores, beleza? Espero que vocês gostem do conto e se excitem tanto quanto eu ao escrevê-lo. Esse será o início de três contos que irei escrever. Espero que vocês curtam.