Eu o conheci por acaso — como quase tudo que muda a gente.
Era fim de tarde, aquele tipo de dia meio indeciso entre calor e vento, e eu estava sentado num banco de praça tentando organizar pensamentos que já tinham desistido de fazer sentido. Foi quando ele sentou ao meu lado, como se já tivesse escolhido aquele lugar antes mesmo de chegar.
Ele devia ter uns 24 anos. Bonito de um jeito que não parecia esforço — cabelo levemente bagunçado, olhar firme, e algumas tatuagens que subiam pelo braço e desapareciam sob a manga da camiseta. Não era só aparência; havia uma calma nele, uma presença.
Ficamos alguns segundos em silêncio. Não era desconfortável.
— Dia estranho, né? — ele disse, olhando pra frente.
Eu dei um meio sorriso.
— Depende. Pra mim, todos têm sido meio assim ultimamente.
Ele assentiu, como se entendesse mais do que eu tinha dito.
— Às vezes parece que a vida fica… parada. Não parada de calma, mas de confusão mesmo.
Virei o rosto pra encará-lo.
— Você também sente isso?
Ele soltou uma pequena risada, quase sem humor.
— Sinto. Mas aprendi que não é a vida que trava. É a gente que não sabe pra onde ir.
Aquilo ficou no ar por um momento.
— E você sabe? — perguntei.
Ele pensou antes de responder.
— Não exatamente. Mas eu tento não fugir das perguntas difíceis.
Olhei pras tatuagens no braço dele.
— Elas significam alguma coisa?
Ele seguiu meu olhar e sorriu de verdade dessa vez.
— Todas. Algumas são lembranças, outras são erros… e umas poucas são só porque eu gostei do desenho mesmo.
— E você se arrepende de alguma?
Ele balançou a cabeça devagar.
— Não. Até o que deu errado me trouxe até aqui.
Fiquei em silêncio, absorvendo aquilo.
— Eu acho que tenho evitado muita coisa — confessei. — Tipo… decisões, mudanças…
— Medo? — ele perguntou, direto.
— Muito.
Ele encostou as mãos nos joelhos e olhou pro céu que já começava a escurecer.
— Eu também tenho. A diferença é que eu cansei de deixar ele mandar em tudo.
Respirei fundo.
— E como você faz isso?
Ele deu de ombros.
— Um passo de cada vez. E aceitando que nem tudo vai dar certo. Mas pelo menos vai ser real.
Ficamos ali, dividindo aquele silêncio de novo — só que agora parecia mais cheio, mais vivo.
— Qual seu nome? — perguntei.
Ele virou pra mim, com aquele olhar tranquilo.
E, naquele momento, eu tive a estranha sensação de que aquela conversa ainda ia durar muito mais do que aquela tarde.
Encarei suas tatuagens... Ele aceitou a oferta e fomos para a casa dele. Um barracão de quatro cômodos.
Ele tirou a camisa e ficou bem à vontade. Confidenciou que gosta de dominar... Ali começou a minha ruína. Eu estava disposto a obedecer.
Ele fodeu minha garganta como se fosse uma buceta e me batia se eu ousasse engasgar... Tomei seu mijo refrescante.
De quatro, senti sua rola arrebentando meu cu. Era grande, grossa... Rosada e cheia de veias. Por misericórdia, ele cuspiu.
Me fudeu selvagem. Seu cu já estava aberto... Nada era demais e eu queria até o fim... O saco batia na minha bunda e ele gemia gostoso.
Ele foi até um cômodo e voltou com um plug anal grande. Com certeza era brincadeira dele com as mulheres... Ele cuspiu e enterrou em mim... Era só um teste pro que estava por vir. Ele enfiou sua mão e conseguiu deslizar o punho tatuado...