A “apetitosa carne” de Fê se chama Cris. Chegou meio ressabiado, meio travado, mas instigado pela ideia de uma transa a três. E tanto Fê tinha falado sobre o coroa da mãe dele, que Cris sentiu desejo de me conhecer.
Fui esperá-lo no meu apartamento. Banho tomado, todo lubrificado e turbinado, vesti uma de minhas escrotas mini tangas, fio dental enterrado entre as nádegas, mas o pau sem querer saber de se comportar, armava a parte da frente. Foi assim que me encontraram, quando Fê trouxe o Cris para minha casa. Abracei carinhosa e demoradamente Cris, fazendo-o sentir o quanto meu pau estava rígido. O dele também estava. Depois, abracei com frenesi Fê, beijamo-nos também demoradamente, enquanto Cris explorava o ambiente, inclusive meu corpo, dentro da minúscula vestimenta.
Ele usava uma regata bem aberta – também era peladinho, como Fê – e uma bermuda jeans curta e rasgada. Descobriu a varanda, foi até lá, apreciar a rua molhada do temporal do final de semana. Debruçou-se sobre o parapeito, empinando a bunda e já me fazendo gemer por dentro. Mas o tesão de Fê era incontrolável e em pouco tempo estávamos nós dois nus e nos acariciando inteiros. Arrastamo-nos até o quarto e nos jogamos na cama, aos beijos, amassos e lambidas.
Eu comia avidamente o cuzinho de Fê, deitado sobre ele de costas, quando Cris apareceu na porta do quarto. Completamente nu, a rola babando de tão dura, fazendo caras e bocas. Ao ver meu cu escancarado, subindo e descendo sobre o de Fê, aproximou-se, subiu na cama e me apresentou sua tora; primeiro senti o salgado da babinha, depois fui sugando-a com suavidade, enquanto ele bolinava no meu cu.
Soltei sua rola, babada e lubrificada e abri minhas pernas, escancarando ao máximo meu buraquinho, sem parar de foder Fê. Cris apossou-se de mim, com a língua, junto com ela enfiava o dedo e rodava, me levando às alturas. Eu estava tendo dificuldade para segurar o gozo, mas estava complicado, com minha rola roçando nas paredes anais de Fê e meu cu sendo tão bem tratado assim.
Então senti a cabeça da rola de Cris me penetrando devagar, e depois da pica toda atolada, os movimentos de penetração. Parei os meus no cu de Fê, deixando que a inércia das enfiadas de Cris fossem transmitidas ao rabo que eu comia. Quando Cris parava de me estocar, eu começava, movimentando meu corpo para entrar no de Fê e ser fodido pelo de Cris. De repente, a “apetitosa carne” gemeu mais alto e senti o esguicho quente de seu leite dentro de mim. Ele urrava, enquanto me estocava aos impulsos da gozada.
Agarrei-me com Fê, mas não queria gozar ainda. Eu sonhava com o cuzinho inédito de Cris, e, na minha idade, preciso racionalizar os orgasmos, senão a corrida acaba antes do tempo. Trocamos de posição, Cris se pôs de quatro e eu a chupar seu cu, empinando meu próprio rabo, enquanto agora era Fê quem me enrabava, aproveitando a vasta lubrificação deixada pelo sêmen de seu companheiro.
Cuzinho delicioso da porra tem esse Cris! Por isso que Fê o chama, com toda propriedade, de “apetitosa carne”. E seus gemidos renovavam meu tesão, sua rola novamente se endurecendo, e ele se punhetando, enquanto sentia minha pica entrando devagar, saindo até aparecer a cabecinha e voltando a entrar.
Os três gemíamos: eu empurrando minha madeira no toba de Cris, que, de quatro, se punhetava, e Fê desmanchando-se de prazer, atolado no meu cu encharcado. Foi esse o quadro com que Manu se deparou, ao parar na porta do quarto, após passar no seu apartamento e não encontrar ninguém. Guiada pelos gemidos, desfazia-se de cada peça de roupa, enquanto, parada à porta, assistia àquela cena maravilhosa, de três homens se comendo. Inclusive os seus dois.
Ao olhar para a porta e me deparar com aquela deusa desnuda, com a maior cara de tesão, e eu sendo enrabado por Fê, não consegui mais segurar e explodi dentro de Cris, enquanto sentia os jatos de Fê dentro de mim. Manu se masturbava, agora sentada numa poltrona, pernas abertas, xoxota vermelha vazando, seu corpo aos pinotes e seus gemidos misturando-se com os nossos, até gozar estrepitosamente, enrijecendo as pernas e jogando a cabeça para o alto.
Os três homens gozados e exaustos assistíamos, extasiados, aquela cena maravilhosa: Manu gozando pelos seus dedos, escancarada para nós. Depois do último grunhido, seu corpo agitado por movimentos involuntários, ela voltou os olhos para nós, num sorriso mais belo que o de todos os anjos juntos: “Seus putos adoráveis!”
Fê foi o primeiro que conseguiu se libertar daquele transe hipnótico, retirou-se de dentro de mim, deixando meu cu feito uma cachoeira, e se atirou sobre o corpo da mãe, beijando-a na boca com furor. Depois que ele matou a saudade e voltou para a cama, se agarrando com Cris, de quem eu libertara minha rola, fui até Manu e também vasculhei sua boca, num beijo avassalador, ficando abraçado a ela tempos sem fim, sentindo o perfume do seu recente gozo, imaginando o cheiro das gozadas que decerto recebera de seu colega de trabalho, e ela aspirando o aroma de seu filho que me comera.
E ainda ganhamos uma sessão extra da foda avassaladora de Fê e Cris, diante de nossos olhos – insaciáveis, esses dois. Assistíamos a tudo, agarrados, misturando nossos suores e nossos tesões...
