O morador de rua pirocudo

Um conto erótico de Fabinho SJC
Categoria: Gay
Contém 1870 palavras
Data: 09/04/2026 18:07:47
Assuntos: Gay, sexo na rua

O trânsito na minha cidade, que nem é tão grande assim, tem pouco mais de setecentos mil habitantes, anda mais louco do que nunca. No final de tarde e começo de noite, aquele horário em que a maioria de nós volta do trabalho, é um verdadeiro exercício de paciência. Um trecho de pouco mais de dez quilômetros, que dá pra fazer em quinze minutos ou menos sem tráfego, leva quase uma hora às vezes. Simplesmente trava tudo.

E, nessas longas paradas, invariavelmente, somos abordados por pessoas em situação de rua nos semáforos. Não chegamos a temer pela segurança, eles não costumam ser agressivos. Ficam ali, simplesmente atrás de uma moeda ou, se derem sorte, um pouco mais para fazerem a cabeça.

Não tenho o costume de ajudar, porque não uso e nem quero financiar o tráfico de drogas. Geralmente subo o vidro e aceno com a mão para avisar que não tenho dinheiro, e não sou incomodado. E também não tenho o costume de observar quem fica pedindo. Mas, naquele dia, o trânsito estava tão ruim que o farol abriu e fechou três vezes sem que quase ninguém conseguisse avançar. Acabei me distraindo com o jovem que estava ali, em um dos cruzamentos mais movimentados da cidade.

E me veio à cabeça, do nada, o pensamento indecente. Até que é gostosinho. De banho tomado, eu pegava. Junto com a frase, uma certa sensação de nojinho... Imagina o cheiro daquela pica sem lavar há não sei quantos dias.

Mas também não foi à toa que me chamou a atenção. Devia ter uns trinta anos, no máximo, apesar da aparência, da barba por fazer e das roupas surradas. A camisa velha de botões estava toda aberta e mostrava uma barriga definida, até com gominhos. A bermuda larga no corpo parecia um trapo, mas uma coisa saltava aos olhos...

Ele estava sem cueca. E tinha uma senhora ferramenta! Nem dura estava, mas claramente dava pra perceber que era uma daquelas grandes e grossas, a não ser que ele tivesse colocado algo ali. Com minha larga experiência em avaliação de potencial, diria que era algo na casa dos vinte e três centímetros. Aquelas que tiram a gente do rumo de casa.

Cheguei a abrir o vidro para tentar ver melhor. A vontade era de chamar pra dentro do carro e conferir de perto. Claro que não o fiz. Imagina a cena, todo mundo vendo o playboy abrir a porta e deixar o noia entrar, com o trânsito parado. No mínimo, iria parar nas redes sociais e viralizar.

Mas a cena ficou na minha mente por um bom tempo. Quando finalmente cheguei em casa e fui tomar um banho, me imaginei abaixando aquela bermuda suja e caindo de boca naquela rola enorme. Quase vomitei só de pensar no cheiro, mas tive que me masturbar com dois dedos enfiados no cu para aliviar aquela tensão. E que delícia foi. Uma das punhetas mais gostosas que eu já bati.

Pensei em pegar o carro e voltar, mas logo desisti. Fui deitar sonhando com paus enormes, que tanto me fazem sofrer, mas que não consigo viver sem. Adormeci rápido.

Mas acordei assustado, com um pesadelo horrível. Estava cercado por vários moradores de rua, todos de pau de fora. Vinham se esfregar em mim, com aquele fedor me deixando inebriado. Um gritava para o outro: fode o cu desse viado. Vamos encher o rabo dessa bichinha de leite. Soca a vara nele. Palavrões, ofensas, tapas na bunda, arranhões nas costas. Cuspindo na mão, lambuzando meu cu de saliva, e metendo sem dó, de uma só vez até o talo. Enquanto um me comia de quatro, os outros enfiavam o pau na minha boca, ora um, ora outro. Ou dois, três ao mesmo tempo. Uma orgia coletiva onde eu era a marmita dos noias.

Mas espera aí, era tão terrível assim?

Então por que eu estava de pau duro também? Com babinha saindo do canto da boca e tudo?

Não consegui voltar a dormir, e abri um vídeo pesquisando por "sexo gay morador de rua". Depois outro, e mais outro. Entre eles, ao ar livre, sob viadutos, em becos escuros. Mas também, ou não teriam sido filmados e publicados, pessoas de outras classes sociais com esse fetiche. E era impressionante a quantidade e variedade de cenas. Muita gente "normal" se excitava com esses tesouros escondidos nas ruas da cidade.

Não tinha jeito. Eu iria querer experimentar também. Saí de casa mais tarde na noite seguinte e fui dar um rolê pelos pontos onde eles costumavam se reunir e pedir.

Com o trânsito já bem mais tranquilo, não tinha mais ninguém pedindo no mesmo semáforo onde eu vira o gostoso na noite anterior. Suspirei aliviado. Sem chance de fazer loucuras, iria pra casa bater mais uma ou ligaria para algum amigo com benefícios para fingir que era um da rua. Com um pouco de imaginação, tudo pode acontecer.

Mas olhei melhor no meio da escuridão e vi que havia alguém lá, sim. Deitado no chão, sobre um papelão, com um cobertor, um cachorro e uma garrafa plástica de bebida. Mais cliché, impossível. Mas era exatamente a cena vista. E a bermuda rota não negava. Era o mesmo de ontem. Ainda mais desgrenhado, com aspecto ainda pior, mas o dono daquela benga que me levara até ali. Estremeci. Não podia recuar, voltar sem fazer o que tinha planejado. Mas como abordar alguém assim? Nunca tinha feito isso.

Ainda trêmulo de medo e excitação, parei o carro em uma rua próxima e voltei caminhando. Parei na loja de conveniência do posto de gasolina e pedi os últimos salgados da vitrine, nada apetitosos, aliás. Peguei o saco de papel e atravessei a avenida até a ponte onde meu alvo do dia repousava tranquilamente, sem a menor ideia de que tinha alguém cobiçando o seu pau.

Oi, boa noite, disse eu, sem conseguir pensar em nada melhor. Trouxe pra você, come aí, você deve estar com fome.

Ele resmungou alguma coisa, irritado por ter sido acordado assim, do nada. Mas aceitou a oferta. Sentou encostado na pilastra e começou a mastigar a massa pouco recheada. Jogou um pedaço para o cachorro e comeu o resto de uma bocada só.

E agora, quer o quê? - perguntou, reclamando um pouco mais por eu ainda estar ali.

Saber se você quer mais alguma coisa... - respondi.

Quero dinheiro...

Isso eu não tenho, mas se você quiser outra coisa, quem sabe...

Outra coisa o que, caralho?

Sei lá, um lanche, um boquete...

Ele pareceu assustado com a abordagem direta, mas eu não conseguia pensar em nenhuma tática de paquera que pudesse funcionar.

Cem reais... - disse ele, acendendo um cigarro meio suspeito.

O quê?

Me dá cem que eu deixo você chupar meu pau.

Nada feito!

Eu gozo na sua boca.

Nem assim...

Então me dá trezentos que eu como o seu cu...

Tá doido, irmão? Com trezentos eu pago o melhor michê da cidade...

Então vaza e vai dar o rabo pra outro, viado filho da puta.

Te dou os cem, mas pelo serviço completo.

Mete marcha, porra!

É pegar ou largar...

Duzentos.

Cem, com direito a leitada dentro. Ou tchau...

Tem camisinha?

Que camisinha porra nenhuma, quero no pelo.

Estendi a nota e vi que não tinha mais volta. O mendigo ia me comer.

Mas onde?

Na rua onde eu havia estacionado, havia uma casa abandonada, havia muitos anos, cujo muro eu já havia pulado algumas vezes para mamar ou dar o rabo. Nunca para alguém naquelas condições, mas um verdadeiro playground, com embalagens, preservativos espalhados pra todo lado e chão até escorregadio de tanto leite escorrido.

Agora a velha casa havia sido demolida para a construção de mais um prédio, mas o muro ainda estava parcialmente ali, bem como os escombros. Nem foi preciso pular. Era só escolher um cantinho e mandar ver.

Tirei da mochila um pacote de lenços umedecidos e, antes de qualquer coisa, dei um banho improvisado no menino. Sempre trago um comigo, afinal, nem sempre estamos devidamente limpos, mesmo os machos mais vaidosos. Aquela mistura de perfume delicado com aroma de pica, acreditem, me excita muito.

Sem a roupa suja e com o pau higienizado, não é que meu noia ficou bem apetitoso. O cheiro era de homem, o que eu mais gosto nessa vida. Uma mistura de suor, hormônio e sei lá mais o que... Aquele olor inconfundível que me vira a cabeça e leva às maiores loucuras desde que eu me entendo por gente.

Estava enganado quanto ao tamanho, era um pouco maior do que eu havia estimado. Não tinha régua ali, mas faltava pouco para chegar no tamanho de uma, não mais que uns cinco centímetros. O desgraçado tinha uma das maiores rolas que eu já tinha visto. Não falei, claro, mas valia até os trezentos que ele pediu.

E o bandido ainda manjava dos paranauês... Sabia da pica que tinha e como usar. Deixava lamber a cabeça, passar a língua da ponta à base, chegar nas bolas e até engolir cada uma delas. Mas do nada socava tudo na boca, até o fundo da goela. Daquelas socadas que fazem engasgar e escorrer baba pra todo lado. E que deixam a gente ainda mais louco pra chupar.

Acho que vou voltar aqui toda noite...

Pode vir, putinho, aqui a mamadeira tá cheia o dia todo.

Olha que eu venho, hein? Mas só se for pra levar no cuzinho...

Quer dar pra mim, viadinho?

Agora... Vem.

Encostei as duas mãos na parede e empinei a bunda como só eu sei fazer. É um convite que homem nenhum, de qualquer idade ou classe social, consegue resistir. O cu mais gostoso do mundo, nas palavras de muitos que já provaram.

Como no meu pesadelo sonhado, o lubrificante foi natural. Aquela escarrada nojenta na mão, mas que funciona melhor que qualquer pomada ou gel importado. Entra mais fácil que em qualquer bucetinha, e e muito mais prazeroso, modéstia à parte.

O tesão daquela foda inédita e insólita era tanto, que nem dor eu senti, mesmo com uma tora daquelas invadindo meu rabo. As batidas frenéticas de púbis contra as nádegas não deixavam enganar. Já estava tudo dentro. E a sensação era de plenitude, como só um bom pau enfiado dentro da gente proporciona.

Rapidinha na rua não tem preliminares nem romance, não tem beijo na boca nem dormir de conchinha depois. Mas nem por isso não é uma delícia.

Porque tem o que é mesmo essencial: putaria, suor escorrendo, gemido e sussurro no ouvido, vou gozar.

E goza mesmo, lá dentro, explodindo em jatos e pulsações, que gente não quer que acabe nunca.

Tem aquela tirada de uma só vez, que parece deixar tudo em brasa, arregaçado, parecendo que nunca mais vai voltar ao normal.

Tem aquele caldo quente escorrendo, borbulhando, melando tudo, bunda, pernas, roupa, tênis, chão. Parece um litro e não uma colher de sopa. Deixa aquela sensação gostosa de que ainda não acabou, horas depois.

O parceiro mais improvável me proporcionou uma das melhores experiências sexuais que já tive. Paguei o combinado e um bônus extra de performance. E já deixei combinado.

A próxima vai ser no quarto com cama redonda, espelho no teto e jacuzzi. De banho tomado e fodendo muito.

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Foto de perfil genéricaFabinho/SJCContos: 51Seguidores: 24Seguindo: 2Mensagem Curto sexo de todas as maneiras. Aqui eu conto um pouco mais das minhas aventuras com homens e travestis.

Comentários

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Que delícia!! Tenho maior tesão em ser puta de morador de rua.

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