David e Golias

Um conto erótico de Tchelo
Categoria: Gay
Contém 1313 palavras
Data: 09/04/2026 17:39:23

Daniel e Gustavo eram namorados. Não foi um começo fácil. Daniel sempre soube que era gay, mas Gustavo sempre se considerou hétero. Teve várias namoradas, comeu quase todas as garotas do colégio. Mas foi se envolvendo com Daniel. Os dois estudavam engenharia juntos. Daniel foi muito paciente com Gustavo, que demorou para aceitar que estava apaixonado por Daniel. Exatamente por isso, eles foram bem devagar.

Mas agora os dois não se desgrudavam. Algumas pessoas pensavam que eles eram irmão, de tão parecidos. Cabelo castanho, pele clara. A mesma barba rala, o mesmo corte de cabelo. Mesma idade, jovens. Mesmo porte físico, os dois magrelos e baixinhos. E nada afeminados. Quem não sabia que eram namorados, diria que eram dois homens héteros.

Mas havia uma diferença muito grande entre eles. Diferença que eles descobriram na primeira vez que foram transar. Daniel tinha um pinto pequeno. Não era um micropênis, estava dentro da normalidade, mas era sem dúvida um pinto bastante pequeno. Gustavo, por sua vez, tinha um pinto grande. Não era “grandinho”, era um pinto enorme. Mole, já parecia um braço.

- Puta que pariu! – berrou Daniel quando viu o pinto de Gustavo.

- Eu sei! Não precisa se preocupar, não vou tentar enfiar em você...

- Até porque vai me rasgar inteiro.

- Pode me comer, eu topo ser passivo pra você. Só me chupa um pouquinho, também.

- Um pouquinho, não. Vou chupar muito!

Assim foi a relação deles por muitos meses. Daniel era ativo e Gustavo, passivo. Daniel comia Gustavo e, depois de gozar em seu cu, idolatrava aquele pinto gigante até Gustavo gozar. Lambia, chupava, acariciava, esfregava.

Aliás, o que Gustavo mais gostava que Daniel fizesse era esfregar seu pinto pequeno e mole, depois de gozar, em seu pinto imenso e duro.

Daniel morria de vergonha, no início. Chegava até a ficar chateado. Com o tempo, se acostumou e até passou a gostar dessa diferença de tamanho. Gustavo fazia questão de dizer o quanto amava o pinto de Daniel, que era o pinto mais lindo e perfeito do mundo, o quanto era incrível sentir seu pinto duro dentro de seu cu. Fazia questão que Daniel gozasse no mínimo duas vezes enquanto transavam: uma em sua boca e outra em seu cu.

Se Daniel estivesse disposto, Gustavo pedia que ele gozasse em seu cu novamente. Só depois de Daniel gozasse o quanto conseguisse, Gustavo se permitia gozar.

Gustavo estava plenamente satisfeito com a rotina sexual deles. Mas Daniel não. Não achava justo só Gustavo ser passivo. Não achava justo Gustavo nunca ser ativo. Gustavo tentou explicar que estava super feliz assim, mas isso não acalmava Daniel. Ele sabia que Gustavo gostava de penetrar, era hétero até pouco tempo atrás e comeu muitas garotas. E Daniel era versátil. Só que nunca tinha dado o cu para um pau tão absurdamente grande.

Então comprou vários pintos de borracha. Desde pequeno, do tamanho do seu próprio pinto, até enormes, do tamanho do pinto do Gustavo. Brincar de enfiar esses pintos de borracha no cu de Daniel, começando pelo pequeno, passou a ser parte da brincadeira dos dois.

Os pequenos, Daniel aguentava com tranquilidade. Quando chegava nos maiores, a coisa ficava mais tensa. Gustavo tentava convencer Daniel a desistir, mas ele não mudava de ideia. Um dia ia conseguir dar o cu para Gustavo.

- Vou dar pra você, ainda. Só preciso relaxar mais pra aguentar!

- Então, por que você não tenta depois de gozar?

As brincadeiras de enfiar pintos de borracha no cu de Daniel então passaram do início para depois dele gozar umas duas ou três vezes, como já faziam.

Realmente, foi uma boa ideia. Não é que resolveu completamente. Daniel ainda sentia bastante dor. Mas era uma dor suportável, conseguia enfim aguentar em seu cu um pinto de borracha do tamanho imenso do pinto do Gustavo.

Gustavo adorava a cena. Tinha tanto tesão em ver Daniel sendo penetrado pelos pintos de borracha enormes enquanto seu próprio pinto pequeno estava molinho, molinho, que Gustavo chegava a gozar sem nem mesmo colocar a mão em seu próprio pinto.

E só porque o tesão de Gustavo era tão verdadeiro que Daniel topou fazer desta forma. De início, não queria ser penetrado de pau mole. Gustavo sempre dava o cu com aquela tora rígida. E agora ele, que já tinha o pinto pequeno, ia dar com ele mole. Mas ele amava tanto Gustavo, e sabia que Gustavo tinha tanto tesão dessa forma, topou.

Enfim, chegou o dia em que Daniel ia finalmente dar o cu pra Gustavo. Como sempre faziam, Gustavo chupou o pinto de Daniel até ele gozar em sua boca. Continuou chupando até endurecer novamente, pra dar o cu pra ele. Depois de Daniel gozar, Gustavo voltou a chupar seu pinto novamente até ele gozar uma terceira vez. Não parou de chupar.

- Já gozei três vezes!

- Vai gozar a quarta no meu cu, de novo!

E assim foi. Daniel, com o pinto já esfolado, comeu Gustavo de frango assado, posição que os dois mais gostavam. Mas Gustavo não deixou Daniel nem tocar em seu mastro. Tinha receio de gozar antes de penetrá-lo.

Depois de Daniel gozar a quarta vez, Gustavo começou a chupar seu cu. Ele adorava chupar o cu de Daniel. Sempre fazia, desde a época que penetrá-lo não era nem uma possibilidade.

Gustavo queria comer Daniel de frango assado, mas Daniel queria estar no controle. Colocou Gustavo deitado na cama e subiu em cima dele. Passou muito lubrificante no pau de Gustavo e em seu cu. Colocou até o fundo, com um pinto de borracha de tamanho médio. Depois, com cuidado, encostou seu cu na ponta da cabeça do pau de Gustavo. Respirou fundo, tentou relaxar o máximo e, aos poucos, foi sentando naquele poste. O pau de Gustavo, aos poucos, ia penetrando o cu de Daniel.

- Puta que pariu, é maior que o maio dildo que compramos!

Mesmo assim, Daniel foi até o fim. Encostou suas nádegas nas pernas de Gustavo. Seu saco sentiu os pentelhos dele. O pau gigante estava inteiro em seu cu. Começou a rebolar suavemente. Seu pinto pequeno e mole balançava aos olhos de Gustavo. Não conseguia fazer movimentos fortes, a dor era grande. Mas nem precisava. Em poucos segundos, Gustavo jorrou jatos e jatos de porra em seu cu.

- Caralho! Nunca gozei tão forte na minha vida!

Daniel, com cuidado, saiu de cima do pau de Gustavo. Gustavo foi beijar aquele cu que ele tanto desejava em segredo. Ele estava aberto, era um buraco enorme. Beijou aquele cu apaixonadamente como beija a boca de Daniel. Engoliu sua própria porra, que escorria do cu aberto.

Daniel ficou muito feliz por enfim conseguir aguentar o pau do seu namorado. Mas precisou de uma semana pra se recuperar.

Esse novo evento passou a integrar a rotina sexual deles. Mas só uma vez por mês. Para não machucar demais Daniel. Nos outros vinte e nove dias, permanecia a rotina anterior.

E como eu sei tudo isso?

Eu sou o melhor amigo de Gustavo. Conhecia seu pinto imenso desde o alistamento militar. Os dois me contaram tudo.

A diferença de tamanho do pinto dos dois, que no início era um motivo de vergonha para Daniel, passou a ser uma grande diversão para eles. Tanto que passaram a filmar essa transa mensal, na qual Daniel come Gustavo loucamente e depois dá o cu pra ele, balançando seu pinto mole e pequeno. Filmam pra postar na internet. Gostam de se exibir.

Sou eu quem filma os dois, quando eles pedem. Eu e meu namorado, o Felipe, também amigo de Gustavo do colégio. A exigência de Daniel e Gustavo é que eu e Felipe fiquemos pelados, também. Depois da filmagem deles, os dois assistem enquanto a gente transa.

Nós ainda ficamos só no gouine. Ainda não temos coragem de penetração, mas depois de ver o que Daniel aguenta, eu e Felipe já estamos pensando em da um passo à frente.

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Comentários

Foto de perfil de Jota_

Tchelo, fico bobo com sua criatividade e sua capacidade de escrever tão gostoso!! Tô que nem uma rocha aqui hahaha

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