Eu Vou Morar com Ele: O Dia em que Eu Escolhi Ser Puta em Tempo Integral
Meu nome ainda é Letícia. A mesma esposa que ama o Roberto com cada pedaço do meu coração partido, a mesma mãe que beija a testa dos meus filhos toda noite antes de dormir — mesmo quando não estou em casa. Ninguém sabe o que se passa de verdade dentro de mim. Nem o Roberto, que acha que isso é só uma fase de tesão. Nem o Fernando, que pensa que eu sou só a vadia casada que ele come gostoso. Nem o Ramon, que me fode como um animal e acha que me tem só pra ele. Só eu sei a verdade completa: eu amo meu marido. Eu amo meus filhos. Mas eu também amo ser destruída por paus grossos que me fazem esquecer meu próprio nome. A culpa me rasga por dentro toda vez que eu olho pro espelho e vejo a mãe de família com marcas de chupões no pescoço. “Como eu posso escolher isso?”, eu me pergunto chorando no banho. Mas o desejo é mais forte. Ele sempre vence.
Foi numa terça-feira de manhã — ou talvez segunda, eu já nem lembro mais, o tesão borra os dias — que eu cheguei em casa destruída. Vestidinho preto de mangas curtas, sem calcinha, maquiagem borrada, cabelo todo embolado de tanto ele puxar. Entre minhas pernas escorria devagar um fio grosso de porra do Fernando, misturado com o meu gozo da noite inteira. Eu sentia o cuzinho latejando, arrombado, ainda com o gosto dele na boca. Entrei na cozinha, comecei a fazer café como se nada tivesse acontecido. Roberto veio por trás, me abraçou forte, apertou minha cintura ainda marcada pelas mãos do Fernando e me beijou na boca. Ele sentiu o gosto de leite de outro homem e gemeu baixinho. Eu adorei. “Olha amorzinho… eu me decidi”, sussurrei, voz rouca de tanto gemer a noite toda. “Eu vou morar com o Fernando. Aquele que veio me comer aqui em casa, que ajudou na mudança, lembra? A gente tava conversando no carro e eu tomei a decisão. Ele me faz gozar de um jeito que você nunca conseguiu, amor. A porra dele é tão gostosa que eu tomo tudo, toda vez, sem desperdiçar uma gota. Nem com você eu sinto o que sinto com ele. Eu acho que amo ele… ou tô apaixonada pra caralho, sei lá. Só sei que quero ir morar com ele. Vamos alugar uma kitnet a três quadras daqui. Quando ele viajar de caminhão, eu volto pra cá, pra você e pros nossos filhos. Eu já falei com ele. O que você acha, meu amor?”
Eu vi o Roberto paralisar. O choque nos olhos dele me deu uma pontada forte de culpa — meus filhos iam sentir minha falta, a casa ia ficar vazia, eu ia virar a puta que abandona a família. Mas minha bucetinha traidora pulsou forte só de lembrar do pau do Fernando me socando sem parar na noite anterior. Ele não sabe, mas eu já tinha planejado tudo em segredo: as roupas que eu ia levar, o horário que eu ia sair, até o jeito que eu ia contar pro Roberto. Eu queria ver ele aceitar, queria ver ele virar o corno manso que me deixa molhada de vergonha e poder.
Ele aceitou. Claro que aceitou. Como um bom corno feliz. Na quarta-feira eu arrumei minhas coisas — só as roupas de puta: micro vestidos, micro saias, baby dolls transparentes, shorts que sobem na bunda, calças que marcam cada curva. Nada de roupa de mãe de família. Eu queria que o Fernando me visse como a vadia dele 24 horas por dia.
E aí eu sumi. Até hoje, segunda-feira, eu ainda não voltei pra casa. Na sexta-feira, do trabalho, eu liguei pro Roberto. Minha voz estava doce, safada, cheia de porra na garganta ainda. “Oi amorzinho… como estão as crianças sem mim? Você gosta da sua putinha sendo comida por outro, né, meu corno manso? Aqui tá tão bom… O Fernando só sai pra cidades próximas, então ele volta toda noite pra me comer. Ele goza pelo menos três vezes por noite, amor. Uma delas é sempre na minha boca — eu tomo tudinho, engulo devagar, sentindo o leitinho quente descer enquanto penso em você batendo punheta pra mim. Eu mesma gozei só duas vezes… prefiro dar prazer pro meu machão. Imagino você se tocando enquanto eu engulo a porra dele.” Eu ouvi o Roberto gemer do outro lado. Ele gozou só de me ouvir. Eu sorri, molhada de novo.
No domingo eu liguei outra vez, ofegante, porque a gente tinha acabado de fazer um lanchinho rápido. “Oi amorzinho, meu corno manso do meu coração… agora nós estamos tomando uma cerveja, fazendo um intervalinho… porque daqui a pouco vamos voltar pra cama. O Fernando quer comer meu cuzinho ainda hoje. Eu não dei pra ele essa semana inteira, então ele vai tirar o atrasado. Eu prometi que meu cu é só dele, amor. Eu adoro dar meu cuzinho pra ele. Ele me arromba devagar, depois mete forte, me faz sentir cada veia do pau dele pulsando dentro de mim. Pena que eu não consigo gozar no cu… mas eu faço ele me encharcar de porra quente, amor. É maravilhoso. Segunda ou terça eu dou uma passada aí… vou levar minha bucetinha arrombada pra você chupar e limpar tudinho, tá bom? Agora vou desligar… ele já tá passando a rola dele na minha bunda… uiiii… tá roçando gostoso… beijinhos, até mais…”
Eu desliguei e gemi alto porque o Fernando já tava forçando a cabeçona no meu cu de novo, sem gel dessa vez, só com cuspe e o resto de porra da buceta. Ele me socou devagar, depois forte, me segurando pelos cabelos, me chamando de “puta casada do caralho”. Eu mordi o travesseiro e gozei só de sentir ele me rasgando, pensando no Roberto em casa, pau duro, imaginando a cena. A culpa me bateu forte — meus filhos, minha casa, meu marido que me ama de verdade — mas o prazer era maior. Eu sou essa puta. Eu escolhi isso.
Roberto nunca vai saber que, enquanto eu falava aquelas coisas no telefone, eu já tinha gozado três vezes só imaginando ele ouvindo e se masturbando. Ele também não sabe que eu já planejei tudo: quando o Fernando viajar, eu volto pra casa, mas só por um dia ou dois. Depois volto pro pau dele. O Ramon? Eu ainda penso nele às vezes, mas o Fernando… ele me tem por completo agora. Eu amo meu marido. Eu amo meus filhos. Mas eu amo mais ainda sentir um pau grosso me enchendo até transbordar, me fazendo esquecer que eu sou mãe.
Amo essa vida. Amo ser a puta gostosa que o Roberto tanto deseja por dentro. E ninguém — nem ele, nem meus machos — vai saber o quanto isso me destrói e me completa ao mesmo tempo. Agora é só esperar ele voltar da viagem… porque minha bucetinha já tá latejando de novo só de pensar no que ele vai fazer comigo quando chegar.