Fiquei um tempo olhando para o teto, como era maravilhoso poder voltar a transar com Jessica, mesmo depois de tudo. Porém, o calor dentro daquela edícula era tanto, que botei a bermuda e fui buscar uma água para nós, depois fiquei um tempo do lado de fora, tentando me refrescar. Ficamos conversando amenidades, eu na porta e ela nua do lado de dentro, mas quando a mesma se deitou no colchonete e começou a arrumar o travesseiro ficando de 4, me mostrando aquele rabo e parte da sua boceta, não resisti e sem ela esperar, já cheguei agarrando-a por trás e enfiando minha cara entre suas pernas, o que lhe arrancou um grito e depois um riso travesso. Sempre gostei de cheirar minha ex, até suas axilas, era doido por cheiros, me ativavam um lado mais selvagem. Caí de língua em sua boceta e cuzinho.
Demos mais uma trepada, essa mais demorada. Jessica só reclamava por não poder gritar. Fizemos em várias posições, às vezes, eu tirava meu pau de dentro dela, batia em seu rosto imaginava-a que depois estaria com o namoradinho promotor. Fodemos muito e quando acabamos, estávamos plenamente satisfeitos, mas exaustos, tomamos um banho gelado e fomos dormir.
No sábado cedo, me troquei para voltar para Caraguatatuba, mas quando Jessica me viu, já se sentando na mesa de café ao meu lado, perguntou:
-Ué, já vai embora?
Meu sogro complementou:
-Falei para ele, não sei por que ir para Caraguatatuba, fica o fim de semana.
-Apesar de ter fechado toda a casa antes de vir, preciso ir, porque segunda volto para São Paulo. – Respondi.
-A gente também volta na segunda. Fica com a gente aqui, garanto que vai se divertir. – Respondeu Jessica passando a mão em minha coxa por baixo da mesa.
Acabei aceitando, afinal de contas, a noite passada tinha sido excelente e eu ainda teria o dia todo para curtir com meu filho. Foi um sábado ótimo, calor, praia. Jessica e eu não comentamos nada sobre a noite anterior, muito menos ficamos de mãos dadas ou agindo como se tivéssemos voltado.
À noite, fomos a um parque de diversões e Gustavo quis ir a uma penca de brinquedos e mais de uma vez. A certa, altura, Jessica me disse baixo:
-É bom porque hoje ele vai dormir feito uma pedra e como meus pais também parecem cansados, vamos poder aprontar muiiiiiito. – E gargalhou.
E de fato, foi uma noite e madrugada muito quente. Trepamos, trepamos, trepamos. Perdi as contas de quantas vezes Jessica gozou, eu gozei 3, sendo que a última comi seu cuzinho rosa sem dó. Novamente não tocamos no assunto de reatarmos, do namorado dela ou com quem eu estava saindo (ela sabia que eu tinha alguém, mas não sabia quem).
O domingo foi outro dia bacana, passamos o dia na praia, almoçamos fora, demos uma volta no começo da noite e repetimos a mesma loucura das 2 noites anteriores. No final, criei coragem e perguntei:
-Como é que faremos a partir de agora?
Jessica estava encostada em mim com a cabeça eu no meu peito, ambos nus e suados.
-Acho melhor termos essa conversa em São Paulo. Que tal marcarmos uma noite em seu apartamento esta semana?
Fiquei feliz com a resposta, não que eu tivesse certeza de que deveríamos voltar a morar juntos de cara, mas talvez, passássemos a nos reaproximar aos poucos, aparar arestas e quando realmente estivéssemos certos (especialmente eu), poderíamos tomar uma decisão. Concordei e marcamos para quinta.
Na segunda, ela, Gustavo e os pais voltaram para São Paulo, já eu tive que voltar a Caraguatatuba, pois tinha deixado minhas roupas e pertences pessoais lá.
Conversei com Jessica pelo Whats e ela confirmou que viria ao meu apartamento na quinta à noite. Confesso que passei a temer que minha ex viesse com um papo de que tinha sido só um lancezinho, um remember de ex-marido e mulher, mas que era melhor esquecermos. Não seria absurdo, pois ela estava há meses com Mauro, sinal de que havia algum sentimento. Por outro lado, se a conversa fosse para o lado de reatarmos, pediria que fosse parcialmente, tipo um namoro até vermos se realmente seria possível viver juntos sem ressentimentos.
Jessica chegou no horário combinado. Tinha deixado uma garrafa de vinho para caso as coisas fluíssem bem. Estava usando uma blusinha preta tomara que caia, uma calça jeans bem colada no corpo e um saltinho.
Passamos a conversar, lhe ofereci uma taça de vinho e Jessica aceitou. Decidi entrar logo no assunto, pois a ansiedade era grande.
-Bom, Jessica, a gente teve 3 noites fantásticas na praia, além dos dias, claro, mas isso tudo ficou estranho para mim, queria saber o que pensa.
Estávamos sentados próximos no sofá, virados um para o lado do outro.
-Para falar a verdade, não achei que você toparia ou talvez topasse pelo mero instinto sexual na sexta, quando te peguei de surpresa, mas vi que adorou, tanto que aceitou ficar lá sabendo que teria mais. Eu também achei maravilhoso, essa viagem ficará para a história.
-Sim, mas o que acha que devemos fazer?
Ela suspirou e temi que viesse um foi bom, mas não repetiremos.
-É assim...Não vou negar que ainda sinto uma forte atração por você, um tesão imenso. Depois que terminamos, além de um puta sofrimento, parece que passei a te desejar até mais, exatamente por ser aquela coisa do queremos o que não podemos ter. Você magoado, com razão, bravo, inflexível, mas mesmo depois dessa fase e quando passamos a conversar civilizadamente, me batia uma vontade enorme de transar de novo com você, não só isso, beijar, ficar junto um tempo. Só que agora estou com o Mauro, ele é um cara muito legal, transa bem demais também e essa fase nova na minha vida, está muito gostosa, não sei vai dar certo com ele, mas estou curtindo ficar com ele.
Com cara de tacho, respondi, tentando disfarçar minha frustração:
-Entendi, o que tivemos na praia foi um deslize seu, mas agora você volta a ficar com ele e esquecemos o que rolou. (poderia ter sido sarcástico e dito que as chances dela trair quando viaja são grandes, mas não quis ir para o outro lado).
-Não necessariamente. Você não tem um casinho por aí? Você me disse por alto uma vez, inclusive que estava ótimo.
-Sim, mas não é um namoro como o seu e o do Mauro, é só sexo.
-Então, se você topar, a gente pode...entendeu, seguir transando, de vez em quando, sem ele ou a tua ficante saberem.
-Mas por que isso, Jessica? Você não disse que o Mauro é bom de cama e estão até namorando. Por que chifrá-lo então?
Com uma naturalidade e ao mesmo tempo sensualidade incríveis, Jessica respondeu
-Se o Mauro já tivesse largado da esposa, não vou te enganar, não teria rolado nada entre nós nem na praia nem aqui. Fui infiel uma vez e paguei caro. Só que sei lá, tô curtindo muito ele, mas tem hora que acho que você tinha razão quando disse que tem muito homem que diz que está saindo do casamento, mas, na verdade, só enrola. Talvez, ele acabe virando só um casinho mesmo, então, nós dois podemos nos ver, se você quiser, claro. Eu adoraria, seria algo diferente, tê-lo com um amante, depois de ter sido meu marido, bem louco, mas excitante.
-Mas afinal de contas, o que você sente por ele?
Jessica ergueu a cabeça, respirou fundo e sorriu:
-Ele me fascina pela beleza, inteligência e poder, não digo que é amor, mas é algo além de sexo, pois me pego pensando nele, nas coisas que me disse. Só não quero me iludir, se tiver que ficar sério, bacana, mas se não virar nada, já estou preparada.
Aquelas revelações feitas com tanta naturalidade me derrubaram. Eu achando que Jessica diria que queria voltar logo a vivermos juntos e ela veio com o papo de que estava gostando mesmo de Mauro, mas por não saber onde daria o relacionamento, toparia sair comigo. Tentei disfarçar ao máximo que não tinha gostado da ideia, mas educadamente disse que era melhor não seguirmos transando. Jessica ficou surpresa, talvez tivesse certeza de que eu gostaria do acordo:
-Mas por que não podemos transar? Ficou claro que ainda temos um tesão muito grande pelo outro.
Tentando não entregar que queria reatar, ainda que aos poucos, respondi:
-Até toparia termos sexo sem compromisso, mas esse papo de você namorar outro paralelamente não me deixa confortável.
-Você quer que eu fique só com você?
Com receio de dizer sim e ouvir que ela não poderia me dar exclusividade, neguei:
-Não, na verdade nem sei, acho que sexo sem compromisso funciona bem, mas com pessoas que não tiveram uma história antes.
Jessica ficou pensativa e concordou:
-É, pode ser, admito que fiquei incomodada quando vi aquela morena aqui, Ana Paula, é isso? Achei que fosse uma ficante sua, e mesmo já estando bem com o Mauro, senti um ciuminho, uma raivinha (rindo).
-É melhor ficarmos como antes, mas sem brigas agora. – Disse tentando enganar a mim mesmo.
Tomamos mais duas taças de vinho, enquanto falávamos sobre outros assuntos. Até que ela se levantou, foi em direção à cozinha e disse:
-Deixa eu ver se você ainda continua comendo aquelas porcarias ou se tomou jeito.
Ela abriu o armário e viu que eu tinha mudado meu tipo de alimentação, depois olhou o freezer e constatou o mesmo. Nesse momento, eu estava em pé entre a porta da cozinha e a da sala e ao ver seu bumbum bem marcado pela calça jeans, não resisti, me aproximei já a encoxando, passando as mãos em seus seios e a beijando no pescoço.
Apesar do susto inicial, Jessica não se soltou de mim, ao contrário, virou-se e me beijou, e eu meti a mão em sua bunda com força. Fomos para o meu quarto num átimo de segundo, fui tirando sua blusa de maneira até brusca, minha ex riu e disse:
-Você muda de opinião depressa.
Eu nada falei, na verdade, estava sentindo uma agonia pelo que ouvi, mas um tesão incrível por aquela mulher que já fora minha esposa e que agora dizia que queria ter o Mauro e eu para transar.
Após fazermos um 69 caprichado, coloquei-a de 4 e passei a socar forte. Num dado momento, resolvi me soltar e falei com voz de raiva:
-Quer dizer que não se contenta só com um, quer trepar com namorado e com o ex-marido?
Jessica respondeu ofegante e levando trancos fortes do meu pau:
-Quero...quero muito.
-E você já encontrou com ele depois de ter lhe botado chifres por 3 dias na praia?
-Já.
-Quando?
-Ontem.
-Deu para ele?
-Claro! Ele tava doido para me comer após tantos dias.
-E você gozou na rola dele, safada?
-Sim, o Mauro também é gostoso na cama, me fez gozar bastante.
Aquilo me deixou transtornado de tesão e ciúme, comecei a fodê-la como um louco. Jogando-a na cama de um lado para o outro, parando no meio da transa para chupá-la. Imaginei-a dando para o Mauro, depois de 3 dias fodendo comigo e agora novamente se entregando a mim. Eu a xingava de safada, puxava seus cabelos, mesmo conhecendo e amando minha pegada, Jessica ficou surpresa. Acabamos trepando 2 vezes naquela noite e cada orgasmo foi mais intenso que o outro quando finalmente ficamos saciados, minha ex exibiu seu sorriso de vitoriosa.
Aquele acerto não me agradou, mas a verdade é que era melhor seguir transando com minha ex, mesmo sabendo que ela estava com Mauro e talvez até se apaixonando pelo cara, do que não voltar a fodê-la. Aquela noite, me deixou pirado de tesão, era uma nova Jessica e decidi que aceitaria os termos dela.
Combinamos de transar uma ou duas vezes por semana, mas aos olhos de todos os conhecidos, não passaríamos de um ex-casal, ou seja, ela seguiria namorando o Mauropara todos os efeitos.
Não colocamos dia ou dias certos para nos encontrarmos, geralmente, ela e o cara se encontravam 2 ou 3 vezes na semana. Sábado à tarde era sempre certo, já os demais dias dependiam da disponibilidade de ambos.
Vieram os primeiros encontros após o “acordo”. Um mais quente que o outro. O mais estranho é que Jessica me tratava agora como amante e tinha todo cuidado para que Mauro não descobrisse. Se por um lado era excitante para mim, por outro, me deixa um pouco triste, pois passava a sensação de que o importante era ele, apesar de estar sendo o “traído”.
Continuei saindo 1 ou 2 vezes com Ana Paula também, mas Jessica continuava sem saber quem era e eu despistava dizendo que não adiantava dizer, pois ela não conhecia e que também era só sexo.
Aos poucos, fui criando coragem e perguntando algumas coisas sobre como era o sexo entre Mauro e minha ex, com a maior naturalidade do mundo, ela me contou que seu “namorado” trepava bem demais, tinha praticamente o mesmo dote que o meu, gostava de gozar na boca dela, faziam anal de vez em quando, que o cara ejaculava fortemente, etc. Aquilo me dava um ciúme tremendo, mas também ficava excitado.
Certa noite, após já termos dado 2 e estarmos soltos pelo vinho, contei algo que a surpreendeu:
-Sabe, sei que você sempre passa as tardes inteiras de sábado fodendo com o Mauro e em algum outro dia da semana à noite. Às vezes, fico imaginando que naquele momento você está levando rola de outro, me bate um ciúme, mas, estranhamente, fico excitado, não querendo ver os dois transando, mas ver você, antes e depois das fodas com outro. Fico imaginando como se apronta para ele e como fica detonada depois. Cheguei a tocar umas punhetas pensando nisso e olha que minha vida sexual está bem agitada, até 4 fodas na semana.
Jessica estava nua, suada, descabelada e vermelha, em pé na sala com uma taça de vinho e ficou de boca aberta com a minha confissão:
-Caramba! Sério mesmo que te excita ficar pensando se estou transando com outro e que queria me ver me aprontando para o Mauro e depois como fiquei? Que tesão que me deu agora, me senti poderosa (rindo).
Jessica deixou a taça de vinho na mesinha e veio me beijando e pegando no meu pau, já o punhetando:
-Será que esse pau aguenta uma 3ª? Porque agora fiquei com vontade, seu safado. – Ela disse e já se agachou dando início a uma bela mamada.
Acabamos transando no sofá mesmo. Ela estava tão excitada que gozou duas vezes seguidas, e eu, após um bom tempo, gozei socando fundo em seu cuzinho.
No encontro seguinte, Jessica veio me perguntar sobre eu ficar excitado pensando nela estar com outro, expliquei novamente, mas fiz questão de ressaltar:
-Não me sentiria bem vendo você transando com outro, especialmente o Mauro, sei que tem maridos, namorados que curtem isso (e como sabia, depois de me envolver com Ana Paula e Giuliani). Porém, admito que saber que está transando com outro naquele momento, me deixa excitado, ver você antes e depois, mas sem o cara.
Ela ficou pensativa e tivemos mais uma noite de muito sexo.
Dois dias depois, abro meu Whats no começo da noite e vejo 2 fotos de Jessica em seu quarto com uma lingerie rendada e preta e uma cinta-liga. Ele estava de frente para o espelho, então primeiro tirou uma de frente depois de costas, mostrando a bunda com um fiozinho só no rego. A mensagem dizia:
“Indo agora encontrar o Mauro”
“Acha que ele vai gostar da lingerie?”.
Uma hora depois, Jessica me mandou outra foto dentro de um carro estacionado aparecia apenas seu colo e joelhos e parte do painel do mesmo e junto a seguinte legenda?
“Chegando no motel”.
Pode parecer bobagem, mas aquilo me deixou com o coração acelerado e de pau duro, ao mesmo tempo que sentia ciúmes, me dava um tesão inexplicável. Respondi dizendo que esperava que aproveitasse muito.
Naquela noite, eu tinha um encontro com Ana Paula, foi muito bom, mas confesso que minha cabeça estava pensando na transa de Jessica. Tanto que ao ir embora, já altas horas, abri meu whats e vi que havia mais algumas fotos. A primeira era da minha ex com um roupão de motel meio aberto onde dava para ver boa parte dos seios. Exibia um sorriso enigmático, os cabelos bagunçados, rosto vermelho e parecendo estar suada, deixavam claro que ela tinha acabado de transar. Resumindo, Jessica resolveu atender ao que eu queria, ainda que não tivéssemos combinado. A 2º era dela totalmente nua em pé no banheiro do motel, dava para ver seus seios e boceta, mas não aberta, já que a mesma estava de pé na frente de um espelho. A 3ª, foi tirada por Mauro, mas do celular dela, minha ex de 4, com as nádegas vermelhas de tapas e bem aberta, creio que até no cuzinho tinha levado. Também tinha um vídeo dela abrindo o roupão rapidamente e mostrando o corpo com marcas vermelhas, ela era muito branquinha, então qualquer coisa já ficava assim. Vi que tinham marcas leves no pescoço seios e no ventre, depois ela ainda filmou um pouco os pelos da boceta.
As fotos tinham sido mandadas bem antes, pois eles foram transar mais cedo, por isso, horas depois, tinha um emoji de choro enviada por ela e a mensagem
“Pensei que iria gostar”.
Na verdade, eu não gostei, pirei de tesão tanto que cheguei em meu apartamento, e mesmo já tendo dado 2 caprichadas comecei a tocar uma punheta no sofá. Tive uma ideia maluca, mandei uma foto do meu pau me masturbando e com a seguinte legenda.
“Só vi agora, estava num encontro, mas se quer saber se gostei, olhe a foto”.
Jessica não visualizou na hora creio que já estava dormindo, porém eu gozei alucinadamente e sem entender por que algo como aquilo tinha me deixado com tanto tesão.
Dormi algumas horas e depois fui buscar Gustavo, mas antes de descer, Jessica entrou no carro e disse:
-Depois você pega o Gustavo, falei para minha mãe ficar com ele, porque precisamos conversar, vamos para o teu apartamento preciso dar uma rapidinha. Fiquei com um puta tesão em te mandar as fotos e depois ver a “baita” reação que você teve.
Sem pensar duas vezes, voltei para o meu apartamento, ela arrancou o vestidinho em segundos, assim como a calcinha e o sutiã jogando-os pelo chão, depois, praticamente pulou em mim, esfregou sua boceta que horas antes tinha sido de outro em minha cara, chupei-a com vontade, isso me deixou tão louco que nem cheguei a tirar a camisa, apenas a parte de baixo e já comecei a fodê-la primeiro de 4, depois no papai e mamãe no sofá. Jessica verrava como uma louca, dava tapas estralado em minhas costas, mordia meu ombro. Gozamos juntos, urrando. Foi uma rapidinha, mas sensacional.
Tomamos um banho e ficamos rindo daquilo. Naquele sábado, ela não se encontraria com Mauro, então, à noite, voltou para treparmos mais, só que tomando cuidado para não acordar nosso filho.
Jessica disse que me mandaria mais fotos de vez em quando, só pedi a ela que sempre apagasse tudo depois, pois eu faria o mesmo e que não contasse ao Mauro que eram para mim. Minha ex concordou.
Dois meses após esse acordo maluco e excitante, estava passando perto do Museu do Ipiranga e decidi de supetão fazer uma visita, pois o mesmo ficou fechado por anos e anos (incompetência de quem o administra), mas dizem que agora estava melhor.
Bem, estava mais moderno, porém, vários itens da época do Brasil Império e até de antes não estavam lá, o que me causou uma grande decepção. Desci até a famosa Casa do Grito, dei uma olhada, como tantas vezes já tinha feito e depois parei para tomar um caldo de cana com limão na saída do Parque da Independência. Nesse momento, levei um baita tranco nas costas que me fez derrubar o copo no chão e ainda espirrar em meu sapato e parte da calça. Virei pensando em xingar o desastrado, mas eis que me deparo com uma tremenda mulheraça que devia estar correndo no parque, mas ao sair acabou trombando comigo e me fazendo pagar um mico. Ela se desculpou prontamente ao ver o estrago que causou e começou a conversar comigo, dizendo que estava distraída.
Seu nome era Renata, parecia ser uma personal trainer de tão perfeito que era seu corpo. Tinha 27 anos, 1,73m, morena clara, cabelos castanhos claros, mas com luzes, olhos verdes, rosto fino, nariz também fino e lábios sensuais levemente carnudos. Estava usando um top branco de alcinha, calça de legging preta e tênis branco. Seu corpo era absolutamente perfeito e todos que passavam quebravam o pescoço. Ela aproveitou o “acidente” e pediu uma água de coco na barraca ao lado e se ofereceu para me pagar outro caldo de cana, mas eu disse que não precisava.
Não sei se para ser gentil depois do papelão que me fez passar ou se porque gostou do meu jeito, mas fato é que Renata ficou um bom tempo conversando comigo, disse que era advogada, gostava de vir àquele local e outras coisas. Também falei um pouco sobre mim e no final, decidi arriscar e disse se poderia me passar o seu Whats e sem cerimônia, ela me passou. Nos despedimos, mas depois caí na real e disse. “Um peixão desses, certamente, tem namorado ou marido (apesar de não estar de aliança). Acho melhor não fazer o papel de idiota e invasivo, puxando papo pelo Whats, certamente, levarei um fora daqueles”.
Esqueci de Renata, entretanto, 3 dias depois, recebo um “Oi” dela pelo Whats. Uma nova mulher estava perto de entrar em minha vida.
