Aceitei o convite de uma colega de trabalho para acompanhá-la a uma festa. Na verdade, era um pouco mais que colega: depois de quase um ano trabalhando na mesma firma, passamos o último fim de semana trepando — e confesso que precisei me esforçar para saciar seu voraz apetite sexual.
Laura, aos 44 anos, era uma loba no cio. Morena, cabelos negros e cacheados na altura dos ombros, baixa, rosto bonito, seios e quadris generosos — uma delícia de mulher madura, divorciada, mãe de uma filha pré-adolescente, cuja guarda divide com o ex. Pretendo narrar nosso fim de semana em outra ocasião; agora falarei sobre os “amigos” dela.
O carro de aplicativo nos deixou diante de uma casa enorme e inacabada nos Campos Elísios, em Ribeirão Preto. Concluída, certamente ficaria linda; com metade em obras, tinha um ar meio sinistro.
— Lembre-se do que eu disse: não confie no dono da casa, dizem que ele é macumbeiro — advertiu Laura, ao entrarmos pelo portão gradeado.
— Não acredito nessas besteiras — respondi, contendo um sorriso para não magoá-la.
Enquanto nos conduziam ao quintal, lembrei que, embora afastada, minha acompanhante era Testemunha de Jeová — talvez daí suas superstições sobre o anfitrião. Nos fundos, meia dúzia de pessoas bebia e conversava animadamente ao redor de uma mesa rústica — próxima a materiais de construção empilhados —, três casais e uma mulher solo dançavam na varanda gourmet, em cujo canto um homem negro, alto e bonito virava nacos de carne numa churrasqueira. Uma caixa de som cheia de luzes tocava Jorge Aragão e, ao aumentar o volume, o churrasqueiro aproximou-se, cumprimentando-nos com voz e modos afeminados.
Laura me apresentou a Zuleika — a amiga que a convidara: loira, sotaque nordestino, também na casa dos 40, cabelos curtos, pele clara, baixa, levemente acima do peso e muito sorridente. Todos foram simpáticos. O churrasqueiro era o anfitrião, Victor, e o olhar guloso que me lançou não passou despercebido por Laura — senti ali uma pontada do ciúme dela.
A cerveja e o pagode corriam soltos. Ao pegar um pedaço de carne, comentei, despretensioso:
— Uma branquinha de engenho cairia bem com essa gordurinha.
— Pois não seja por isso! — exclamou Victor, sorrindo, deixando a bandeja sobre a mesa.
Sob o olhar reprovador de Laura, seguimos o anfitrião até uma ampla sala decorada, com um bar bem abastecido.
— O que você bebe? — perguntou ele, simpático.
O olhar de Laura me irritou um pouco; respondi com naturalidade:
— Gosto de whisky e vodca, mas hoje prefiro uma branquinha de engenho, se tiver.
— Branquinha não tenho, mas tenho essa amarelinha de Salinas — ele mostrou a garrafa.
— Perfeito — aprovei.
Voltamos ao jardim; ele colocou a garrafa sobre a mesa e ofereceu aos demais. Para minha surpresa, todos — exceto Laura — aceitaram. A cachaça animou a roda e até Laura — que tomara apenas uma taça de vinho — acabou dançando.
As horas passaram e a turma continuava animada. Já na madrugada, a garrafa estava bem abaixo do meio e as latinhas vazias quase enchiam a lixeira. Duas doses não seriam muito para mim, mas a mistura com cerveja fez efeito; eu estava levemente alterado. A maioria tentava cantar, mais do que dançava, e eu me divertia com suas tentativas mal logradas.
Laura e eu dançamos duas músicas românticas e nos beijamos. A faísca do tesão acendeu, mas havia gente demais ali; contive-me, antecipando o que viria quando retornássemos à casa dela.
Sempre desconfiada, Laura pediu a uma bela mulata chamada Paula para acompanhá-la ao banheiro. Aproveitando sua ausência, Zuleika agarrou meu braço e praticamente me arrastou até a varanda, quase gritando:
— Amo Raça Negra! Dança comigo!
Confesso que sou péssimo dançando pagode, mas tentava acompanhar a loira. A música terminou e, em vez de se afastar, ela se grudou ainda mais em mim. A próxima canção fora romântica e parecia escolhida de propósito. O perfume feminino e a proximidade despertaram minha ferramenta e Zuleika percebeu imediatamente, mas em vez de recuar, apertou-se contra mim, provocando ainda mais meu tesão.
Eu já me esquecia de Laura, até ouvir sua voz enraivecida atrás de mim, acompanhada pelo estrondo de uma cadeira plástica contra a parede.
— Que pouca-vergonha é essa!?
Com o susto, Zuleika se afastou. Os olhos faiscantes de Laura pousaram sobre o volume em minhas calças. Um casal parou de dançar, outro continuou se amassando como se nada tivesse acontecido. Os demais apenas observavam.
— Calma, Laura! — falei, envergonhado. — Não aconteceu nada!
— Não aconteceu ainda, seus safados!… — ela gritou, apontando para minha braguilha. — O que é isso aí?!
Descontrolada, Laura começou a chorar e foi amparada por Paula. Zuleika, constrangida, não sabia o que fazer nem dizer.
— Laura, eu…
— Você o quê, sua vagabunda?! Se faz de amiga para agarrar os homens das outras…
— Ei! Espere aí… — interrompi, entre acanhado e irritado. — Não sou de ninguém! Não pertenço a ninguém!
Se olhar matasse, eu teria caído fulminado ali mesmo. Laura saiu apressada para o portão, seguida por Paula. Minutos depois, o carro de aplicativo chegou. Tentei acompanhá-la, mas ela me rechaçou:
— Comigo você não vai! Volte para sua loira tarada ou chame outro carro. Para mim, tanto faz, pode ir até para o inferno!
O carro arrancou e Paula voltou para dentro sem me dirigir a palavra. Perdido, eu procurava o aplicativo no celular — para pedir outro carro — quando ouvi a voz afeminada de Victor:
— Você não vai deixar que esse incidente acabe com sua noite, não é, querido?
Zuleika estava ao lado dele e, antes que eu respondesse, ela tomou o celular da minha mão.
— Laura está muito irritada, Pietro. Hoje não vai te ouvir. Amanhã vocês resolvem. Eu mesma vou conversar com ela, não quero perder minha amiga. Vamos ficar mais um pouco, depois te dou uma carona.
Sem vontade de ficar sozinho, aceitei. Voltamos à festa e todos me receberam com simpatia, até Paula. O som seguia com Raça Negra e, dessa vez, fui eu quem puxou Zuleika para a varanda. Nossas bocas se encontraram num beijo profundo, cheio de tesão. O calor voltou a crescer em mim, e a loira, atrevida, sussurrou palavras safadas ao meu ouvido enquanto me apertava novamente.
O tesão só aumentava e puxei Zuleika para a sala ampla. O bar oferecia diversas opções; servi-me de uma dose generosa de whisky, que desceu queimando mais que a cachaça. A loira me levou até uma sala adjacente, com uma grande poltrona, videogame, TV enorme e almofadas espalhadas pelo carpete.
A pressa do tesão nos dominava. Escorei-me atrás do encosto pesado da poltrona e a ajudei a abrir minha braguilha. Zuleika ajoelhou-se no carpete, baixou minha calça jeans, libertando meu colosso pulsante, levemente arqueado para a esquerda. Ela arregalou os olhos, sorriu e murmurou:
— U-lalá…
Segurou o recém-libertado com firmeza e tocou a cabeça inchada com a língua, sorvendo o líquido pré-goso. Apontou-o para cima com a mão e desceu lambendo toda a extensão até a base, colocando meus testículos em convulsão dentro da boca, um após o outro. Uma dor aguda superou o tesão, arrancando-me caretas, mas para meu alívio ela retornou à glande vermelha — deixando um rastro de saliva — e tornou a sugar líquido transparente que minava do interior da minha vara.
Quando enfiou a cabeçorra vermelha na boca e engoliu a metade do tarugo pulsante, deixei escapar um urro rouco de prazer. Louco de tesão, segurei a cabeça loira com as duas mãos, desencostei do sofá e comecei a foder a boca gulosa com força e agilidade. Havia uma certa perversão em vê-la quase engasgar, com meu pau batendo em sua garganta e provocando um barulho característico. Era como se a castigasse por trair a amiga e — talvez — ter me feito perder a morena gostosa que levei meses para conquistar.
— Assim não, amor! Está me machucando! — ela protestou, se levantando em seguida.
— Desculpe, Loira! É tesão demais!
A puxei pelos ombros e beijei a boca. Sua língua atrevida se enroscava na minha e a mão apertava e punhetava meu colosso babado. Foi minha vez de abrir seu zíper e descer a calça apertada, que só consegui com ajuda. Abaixei-me e livrei uma das pernas, deixando a calça enroscada na outra. Ela usava uma calcinha semitransparente de renda branca, tipo shortinho, meio grande, mas muito sexy e certamente confortável.
Troquei de lugar com Zuleika e a fiz girar nos calcanhares, ficando de frente para a poltrona e de costas para mim. Forcei-a e ela se debruçou para frente, apoiando os braços no acento e o ventre sobre o encosto, ficando com a bunda generosa para cima e as pernas grossas arreganhadas.
A calcinha enterrada separava as nádegas alvas. Senti a umidade nos dedos ao arredá-la, deixando à mostra o cuzinho escuro e a buceta gordinha — tipo capô de fusca — com os lábios semiabertos, escorrendo mel. A vontade de meter a língua e sorver tudo era grande, mas havia muita gente na casa e logo alguém poderia nos procurar.
Coloquei o preservativo às pressas, pincelei o pau entre os lábios e a loira gemeu. Apontei a cabeçorra e enfiei com força, arrancando um gritinho dela. Senti um prazer delicioso quando as pareces úmidas e quentes envolverem minha ferramenta, e iniciei o vai-e-vem num ritmo cadenciado. Fui acelerando e delirando ao ver meu pau melado desaparecer e ressurgir. Os gemidos da fêmea eram entrecortados por palavras como:
— Hunf… Delícia de macho gostoso! Meteee! Arregaça minha bucetaaaa!!!
Estava de pé, mas a posição era confortável e continuei bombando e ouvindo a profusão de sons ininteligíveis. O cuzinho piscava — com ciúme da racha preenchida — e pensei que ele não perdia por esperar. Logo ouvi Zuleika quase gritando que ia gozar e intensifiquei as estocadas. Ela apoiou o rosto numa almofada e abriu as próprias nádegas com ambas as mãos. Não fosse a voz rouca anunciando, os espasmos mostravam o orgasmo intenso.
O corpo finalmente relaxou e continuou debruçado no encosto alto. Tirei o pau, tinindo de duro, da bucetona encharcada — que permaneceu meio aberta — e caí de língua no cu escuro da loira, fazendo-o piscar satisfeito com a atenção. Esperei que ela protestasse, mas em vez disso, apenas gemeu longamente. Sorri satisfeito e cuspi generosamente no buraquinho apertado. Enfiei meu indicador na buceta melada e depois no cuzinho, que apertou meu dedo, mas aceitou a penetração devagar e cuidadosa. Em seguida fiz o mesmo com o polegar e continuei massageando, até senti-lo preparado.
A glande roxa e inchada parecia não caber e — duro que estava — o pau doía ao ser forçado para baixo. Enviei dois dedos na buceta e Zuleika gemeu. Esparramei o mel feminino por toda a extensão da camisinha — deixando-a mais escorregadia — e finalmente consegui enfiar a cabeça, com a ajuda do polegar. O sussurro da fêmea soou rouco e espremido:
— Aiii… Tá doendo, mas tá gostoso! Não para!
As pregas pareciam mordiscar meu cacete e parei na posição, esperando que relaxassem. A amiga da Laura fungava, com o rosto afundado na almofada, e enquanto continuava arreganhando a bunda com a mão esquerda, usou a direita para iniciar uma siririca rápida e vigorosa. Comecei a enfiar e tirar no buraco apertado bem devagar, e a cada estocada o cu aceitava melhor o insistente tarugo. Zuleika já não sentia mais dor e — totalmente entregue ao prazer — gemia e pedia mais. A facilidade que aceitou e as pregas terem relaxado rápido evidenciaram que — embora ainda apertado — não era a primeira vez que aquele cu levava vara.
— Põe tudo, amor! Você gosta do meu cu? É seu! Meteeee… Não me faça arrepender de trair minh… Aaaaahhh… Vou gozar de novo! Meteeeee com forçaaaa!!!
O efeito da bebida tinha retardado meu gozo, mas as bombadas vigorosas no cu gostoso me fez sentir que a porra já estava à caminho. Segurei com força as nádegas brancas e acelerei mais as estocadas. Minhas bolas batiam na buceta melada e o ploc-plo-ploc característico soava alto na sala, suplantando os gemidos e palavrões. O suor molhara minha camiseta e escorria na minha pélvis e na bunda generosa da enfermeira. O corpo dela finalmente relaxou sobre o móvel pesado, mostrando que findara outro orgasmo. Minhas pernas estavam trêmulas, mas continuei bombando até a porra começar a jorrar. Enfiei todo o cacete no buraco alargado, urrando guturalmente de tesão, enquanto jorros de esperma eram cuspidos no túnel precioso. Com os braços totalmente esticados para trás, ela me puxava para si — talvez querendo mais da minha carne rija, mas o pau estava totalmente atolado, cuspindo o resto de gala e curtindo as piscadas do anel de pregas. Debrucei sobre ela e soltei meu peso, arrancando uma fungada alta.
— Porra, que delícia de trepada! Posso participar da brincadeira?
Ouvi — não com pouco assombro — a característica voz afeminada atrás de mim, e arranquei o tolete do cu da loira abruptamente.
— O que você está fazend… — iniciei uma pergunta.
Victor estava escorado na parede junto à porta. Com a bermuda arriada, batia uma punheta. Fungando e com a respiração acelerada, ele me cortou:
— Calma, gostoso! Estava admirando a trepada e não aguentei de tesão. — Percebendo meu desconserto, ele tratou de se justificar rapidamente: — Eu e Lekinha temos nossa história.
“Lekinha” tinha se recomposto e acabou de tirar a calça presa à perna. Só de calcinha, caminhou lentamente até o amigo e, sem cerimônia, ajoelhou no carpete e abocanhou com gula o pau negro — bem maior que o meu.
CONTINUA…
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