Capítulo 10: A Pousada Isolada

Um conto erótico de Helena
Categoria: Heterossexual
Contém 1632 palavras
Data: 09/04/2026 13:46:52

As férias de meio de ano chegaram como um presente que eu mesma me dei. Depois de meses intensos no consultório e das noites cada vez mais ousadas e apaixonadas com Lucas, senti que precisávamos de um tempo só nosso, longe de São Paulo, longe de olhares conhecidos e da rotina que, mesmo prazerosa, começava a pesar. Após pesquisar bastante, escolhi uma pousada charmosa e isolada no litoral do Ceará, perto de Jericoacoara, mas afastada o suficiente dos grandes resorts e das áreas mais turísticas para evitar qualquer risco de encontrarmos conhecidos ou pacientes meus. Era um lugar discreto, com bangalôs espaçosos de frente para o mar, poucos hóspedes, serviço personalizado e uma privacidade quase absoluta. Reservei sete dias completos em um bangalô premium com vista direta para o oceano.

A viagem foi feita num clima deliciosamente íntimo desde o primeiro momento. No avião até Fortaleza, eu me aconcheguei no ombro largo de Lucas, sentindo o cheiro familiar da pele dele misturado ao perfume leve que ele usava. Ele cobriu nós dois com a manta da companhia e sua mão descansou possessivamente na minha coxa por baixo do tecido, traçando círculos preguiçosos. De vez em quando ele beijava minha testa ou minha têmpora, sussurrando coisas bobas e carinhosas que me faziam sorrir como uma adolescente. No carro particular que nos levou da capital até a pousada, a viagem de quase quatro horas tornou-se ainda mais íntima. Eu tirei os sapatos, coloquei os pés no colo dele e deixei que ele massageasse meus tornozelos e panturrilhas enquanto dirigia. Conversávamos baixinho sobre tudo e sobre nada, ríamos de memórias bobas da infância dele e, de vez em quando, o silêncio confortável era quebrado por um beijo longo e profundo quando parávamos em algum semáforo ou trecho mais deserto.

Ao chegarmos à pousada, o sol já se punha em tons alaranjados e dourados sobre o mar turquesa. O ar cheirava a sal, coco e jasmim. Eu andei de mãos dadas com Lucas até a recepção, os dedos entrelaçados com naturalidade, o corpo dele colado ao meu lado. A recepcionista, uma mulher simpática de cerca de cinquenta anos, pegou nossos documentos e sorriu educadamente ao ler os nomes.

— Helena e Lucas… mãe e filho, correto? — perguntou ela, olhando alternadamente para nós dois com uma breve expressão de curiosidade. — Vocês preferem um quarto com duas camas de solteiro ou algo diferente?

Eu mantive a voz calma, segura e natural, como a psicóloga experiente que sou há tantos anos.

— Eu reservei o bangalô premium com uma cama king size e uma de solteiro auxiliar. Está tudo certo na reserva.

Ela confirmou os dados, entregou as chaves magnéticas e desejou uma excelente estadia, sem fazer mais nenhuma pergunta. Mesmo assim, eu notei o olhar rápido e curioso que ela lançou para nós antes de voltarmos para o carro. Ignorei. Não era da conta de ninguém.

O bangalô era perfeito: amplo, arejado, decorado em tons de branco, azul-claro e madeira clara, com uma cama king size enorme coberta por um mosquiteiro leve e romântico. Havia uma pequena sala de estar com sofá, uma varanda privativa com rede e um deck de madeira com vista direta e privilegiada para o mar. Assim que entramos e fechamos a porta atrás de nós, Lucas me puxou pela cintura com urgência carinhosa e me beijou com calma, explorando minha boca como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, apertando suavemente minha bunda por cima do vestido leve de viagem.

— Finalmente só nós dois… — murmurou ele contra meus lábios.

— Vou tomar um banho rápido, mãe. O voo e a estrada me deixaram suado e grudento.

Ele desapareceu no banheiro espaçoso. Eu me sentei na beira da cama, tirei os sapatos e respirei fundo, sentindo a brisa do mar entrar pela janela aberta e refrescar o ambiente. Quando ele saiu alguns minutos depois, estava apenas com uma toalha branca amarrada na cintura, o cabelo úmido caindo de forma charmosa sobre a testa. Veio até mim, abraçou-me por trás e beijou meu pescoço com lábios quentes.

— Preparei uma surpresa pra você — disse ele, a voz rouca de expectativa.

Lucas deu um passo para trás, soltou a toalha devagar e deixou que ela caísse no chão. Meu olhar desceu imediatamente para o meio das pernas dele.

Ele havia se depilado completamente. O pau, agora totalmente liso e sem um único pelo, parecia ainda maior, mais exposto, mais impressionante. A pele morena clara brilhava limpa e macia. O eixo grosso pendia pesado, a glande rosada e arredondada destacando-se com clareza, o saco escrotal liso e cheio balançando levemente. Tudo parecia mais longo, mais grosso, mais convidativo e vulnerável ao mesmo tempo. Eu me encantei na hora. Um calor líquido intenso se espalhou entre minhas coxas.

— Meu Deus, Lucas… — sussurrei, aproximando-me de joelhos na cama, os olhos fixos naquela visão. — Você está… lindo. Parece ainda maior assim, tão lisinho.

Eu o deitei na cama king size, o corpo dele relaxado contra os lençóis brancos e frescos. Segurei o pau depilado com as duas mãos, sentindo a pele macia, quente e sedosa. Comecei uma punheta lenta e adoradora, admirando cada detalhe: a veia dorsal agora tão visível, a glande inchando a cada deslize da minha mão, o pré-gozo transparente já aparecendo na fenda.

Enquanto movia as mãos ritmadamente para cima e para baixo, meus pensamentos voaram longe. Lembrei-me claramente de como tudo havia começado meses atrás — eu espiando ele se masturbar pela porta entreaberta, depois oferecendo ajuda “terapêutica” com as mãos, tudo ainda disfarçado de cuidado maternal e tratamento para o sono. Agora estávamos aqui, em um bangalô isolado no Nordeste, eu masturbando meu próprio filho com desejo aberto, sem mais desculpas científicas ou máscaras. As coisas eram tão diferentes. O amor maternal havia se transformado em algo muito mais profundo, mais carnal, mais perigoso e, ao mesmo tempo, mais verdadeiro.

— Você lembra quando eu só usava as mãos pra te ajudar a dormir? — murmurei, acelerando um pouco o movimento, o polegar espalhando o pré-gozo pela glande. — Agora olha pra gente… longe de tudo, só nós dois.

Continuei a punheta por vários minutos, depois me inclinei e tomei o pau na boca com vontade. Chupei com dedicação, a língua girando na glande lisa, descendo o máximo que conseguia, engolindo fundo enquanto minha mão massageava a base. Lucas gemia baixo, a mão no meu cabelo, os quadris se erguendo levemente.

— Mãe… que delícia… sua boca está tão quente…

Eu levantei o olhar para ele, o pau ainda meio dentro da boca, e disse com a voz rouca:

— Quero que você goze na minha boca, filho. Enche a boca da mamãe com seu leite quente.

Acelerei os movimentos — mão na base, boca chupando forte e ritmada, língua trabalhando sem parar na glande sensível. Lucas tensionou o corpo inteiro, os quadris subindo, e gozou com um gemido rouco e longo. Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram na minha língua, enchendo minha boca rapidamente. Eu engoli tudo com prazer, lambendo cada gota, limpando o pau liso com a língua até ele ficar brilhando e limpo.

Depois foi minha vez de me refrescar. Entrei no banho, deixando a água morna cair sobre o corpo cansado da viagem. Quando saí, estava completamente nua, apenas com a toalha enrolada no cabelo molhado. Meus seios pesados balançavam livres a cada passo, a buceta depilada ainda sensível do desejo acumulado durante o dia.

Lucas estava deitado na cama assistindo televisão, mas assim que me viu entrar nua no quarto, desligou tudo imediatamente e veio para cima de mim como um predador faminto. Ele me empurrou gentilmente contra a parede fresca, caiu de joelhos e começou a chupar meu corpo inteiro com devoção. Primeiro os seios, sugando os mamilos com fome, mordiscando de leve. Depois desceu pela barriga, beijando o umbigo, até chegar à buceta lisa. Ele inalava profundamente meu cheiro de mulher madura misturado ao sabonete da pousada, gemendo de prazer.

— Você cheira tão bem, mãe… tão gostosa…

Ele me virou de frente para a cama, me penetrou primeiro de pé, segurando uma das minhas pernas erguida enquanto estocava profundo. Depois me colocou de quatro na cama. Nessa posição ele dominou completamente. As mãos fortes seguravam minha cintura larga, puxando-me contra ele enquanto estocava com força e ritmo crescente. Minha bunda grande tremia a cada impacto forte, o som de pele contra pele ecoando no bangalô.

— Me fode, filho… me domina… eu sou toda sua — eu gemia, o rosto pressionado contra o colchão macio.

Gozei primeiro, forte e trêmulo, as pernas tremendo, a vagina apertando o pau dele em espasmos intensos. Lucas não parou. Continuou estocando com vontade até que, com um grunhido rouco, saiu de mim e gozou nas minhas costas — jatos quentes e abundantes espirrando na minha pele, escorrendo pela curva da minha espinha até a bunda.

Caímos na cama juntos, exaustos, suados e satisfeitos. Eu me virei, puxei-o para os meus braços e beijei sua boca com ternura profunda.

— Essa viagem vai ser inesquecível, meu amor.

Lucas sorriu, o corpo jovem colado ao meu, o pau ainda semi-duro contra minha coxa.

— Eu já sei que vai, mãe. Aqui ninguém nos conhece. Podemos ser quem realmente somos… sem medo, sem culpa.

A brisa do mar entrava pela janela aberta, o som das ondas ao fundo. Pela primeira vez em muito tempo, eu me permiti sentir apenas prazer, amor e entrega — sem culpa imediata, sem medo de serem descobertos. Pelo menos por esses sete dias, éramos apenas Helena e Lucas, amantes em uma pousada isolada no Nordeste. E eu queria aproveitar cada segundo daquela liberdade proibida.

---

Contato: helenice_inc6@proton.me. Estou recebendo muito contatos de homens querendo algum envolvimento ou mesmo fotos minhas. Não estou aqui para isso. Quero trocar ideias sobre relações como a minha e também sobre as fantasia que escrevo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Helenice a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários