Acordei com o corpo pesado e a alma suja.
A culpa me atingiu antes mesmo de abrir os olhos. Ainda sentia o gosto do pau do Adriano na boca, ainda sentia o latejar entre as pernas da masturbação desesperada que tinha feito ao voltar para casa. Meu Deus… eu tinha chupado o filho do meu marido. Tinha gemido o nome dele enquanto meu próprio marido me fodia na noite anterior.
Levantei devagar, o corpo dolorido. Tomei um banho rápido, tentando lavar o pecado, mas a água quente só fazia minha buceta pulsar de novo ao lembrar . Vesti um vestido simples de algodão claro, daqueles que marcavam levemente meus seios médios e a curva da minha bunda. Desci para preparar o café da manhã com as mãos tremendo.
João já estava na cozinha.
Ele estava mais quieto que o normal. Sentado à mesa, bebendo café preto, os olhos escuros fixos em mim. Não era o olhar cansado de sempre. Era um olhar avaliador. Desconfiado.
— Bom dia — murmurei, evitando encará-lo.
— Bom dia — respondeu ele, seco.
Coloquei pão, queijo, manteiga e café na mesa. Sentei-me de frente para ele. O silêncio era pesado, quase sufocante. Lucas desceu logo depois, ainda sonolento, e sentou-se ao lado do pai.
Foi então que começou.
João tomou um gole lento do café e, sem tirar os olhos de mim, perguntou com a voz baixa:
— Você saiu ontem à tarde?
Senti um frio na espinha.
— Saí… só dei uma volta. Fui até a casa da Aline um pouco.
— Hum. — Ele assentiu devagar, sem piscar. — Pra quê?
— Conversar… coisas de mulher. Nada importante.
Minha voz saiu gaguejante. João ficou me olhando por longos segundos, como se estivesse lendo minha alma. Eu sentia o suor começando a descer pelas costas.
Enquanto isso, Lucas… meu próprio filho… começou a me olhar de um jeito diferente.
Não era o olhar inocente de sempre. Era demorado. Quase predatório. Quando eu me inclinei para pegar o pote de mel, senti os olhos dele descendo para o decote do meu vestido, fixando-se nos meus seios. Quando me levantei para pegar mais café, o olhar dele desceu para minha bunda, acompanhando o movimento do tecido contra minhas coxas grossas.
Ele não disse nada. Apenas olhou. Em silêncio. Com uma intensidade que me deixou apavorada.
“Será que ele sabe?”, pensei, o coração martelando. “Será que Adriano contou pra ele? Será que meu filho viu alguma coisa?”
A culpa era esmagadora. Eu tinha chupado o pau do melhor amigo dele. Tinha gemido o nome do Adriano enquanto o pai dele me fodia. E agora Lucas me olhava como se estivesse me despindo com os olhos.
João continuou fazendo perguntas indiretas durante todo o café:
— Você tá dormindo bem? Tá parecendo cansada ultimamente.
— Tá tudo bem com você?
Cada pergunta parecia uma armadilha. Eu respondia gaguejando, sentindo o suor frio escorrendo. Lucas continuava me olhando em silêncio. Quando eu me abaixei para pegar um guardanapo que caiu no chão, senti o olhar dele queimando na minha bunda. Demorou demais. Demorou demais.
Eu não aguentei.
Levantei-me rapidamente, dizendo que ia ao banheiro tomar um banho. Subi as escadas quase correndo, entrei no banheiro da suíte e tranquei a porta.
Sentei na beirada da banheira, o corpo tremendo. As lágrimas começaram a cair. A culpa era insuportável.
Levantei o vestido, abri as pernas e comecei a me depilar com a lâmina, as mãos instáveis. Enquanto passava a lâmina com cuidado na minha buceta, meus dedos escorregaram para o clitóris inchado. Não consegui resistir.
— Adriano… — gemi baixinho, enfiando dois dedos dentro de mim.
Me masturbei com força, imaginando o pau enorme dele me abrindo, imaginando ele me fodendo dos sonhos. Gozei rápido, mordendo o lábio para não gemer alto, o corpo convulsionando.
Mas nem isso aliviou a culpa.
Foi quando ouvi.
A maçaneta da porta do banheiro se mexeu.
Alguém tentou abrir.
Eu gelei. Meu coração parou por um segundo.
— Quem é? — perguntei, a voz trêmula.
Silêncio.
A maçaneta mexeu novamente, devagar, como se testassem se estava trancada.
Fiquei paralisada, os dedos ainda dentro da minha buceta molhada, o vestido levantado até a cintura.
“É o João?”, pensei, apavorada. “Será que ele desconfia? Será que ele vai arrombar a porta?”
A maçaneta parou de mexer.
Mas os passos não se afastaram imediatamente. Ficaram ali, do outro lado da porta, por alguns segundos que pareceram eternos.
Depois, finalmente, se afastaram pelo corredor.
Eu desabei no chão do banheiro, chorando baixinho, o corpo ainda tremendo de prazer e terror.
Eu estava cercada.
Meu marido desconfiava de mim.
Meu filho me olhava como se quisesse me comer.
E eu… eu não conseguia parar de desejar o filho secreto do meu marido.
Saí do banheiro com o corpo ainda tremendo. Não tinha ninguém no corredor. A maçaneta que tinha se mexido… talvez tivesse sido só minha imaginação. Ou talvez não. O medo já estava tão grande que qualquer sombra parecia uma ameaça.
A tarde chegou quente e silenciosa. João tinha saído novamente com o Rubens. A casa estava vazia. Só eu e o peso de tudo que havia acontecido.
Sentei no sofá da sala, tentando me acalmar, quando Lucas desceu as escadas. Ele estava só de bermuda, o peito nu, o corpo jovem e forte brilhando de suor depois de um banho.
— Mãe… — disse ele, parando na frente do sofá. — A senhora está muito linda hoje.
Eu agradeci com um sorriso forçado, sentindo um desconforto imediato.
— Obrigada, filho.
Ele não se sentou do outro lado. Sentou-se bem ao meu lado, perto demais. A bermuda fina marcava claramente o volume entre suas pernas. Ele começou a andar pela sala propositalmente na minha frente, como se exibisse o pau de propósito. Cada passo fazia o tecido balançar, mostrando o contorno grosso e longo.
Eu não queria olhar. Ele era meu filho. Mas meus olhos traíam. Senti um calor subir pelo ventre. Era errado. Era imoral. Mas o corpo não obedecia à razão.
Sentei-me novamente no sofá. Lucas sentou do meu lado. Eu fingi olhar o celular. Ele ligou a televisão.
De repente, ele trocou de canal e colocou em um canal adulto. Uma mulher loira estava de quatro, sendo fodida por trás por um homem de pau grande. Gemidos altos encheram a sala.
Eu me assustei.
— Lucas! Que isso? Troca de canal agora!
Ele me olhou calmamente, sem pressa.
— Que que tem, mãe? Somos adultos.
— Isso é imoral! — respondi brava, a voz tremendo. — Desliga isso agora!
Ele não desligou. Apenas sorriu de canto e disse, com a voz baixa:
— E chupar o pau do Adriano, meu meio-irmão, era legal?
O mundo parou.
Eu gelei. Meu rosto perdeu a cor.
— O… o quê? Isso é mentira! — neguei imediatamente, a voz falhando.
Lucas me olhou fixo, sem piscar.
— Eu e a Aline não saímos ontem. Ficamos observando. Vimos até onde a senhora iria. Não adianta esconder. Não estamos te chantageando… mas não precisa mentir pra gente. Sabemos que meu pai é uma pessoa perigosa. Quando cheguei aqui, Adriano me contou tudo. Mas eu já desconfiava há um tempo. Só não tinha contado pra senhora.
Eu fiquei espantada, sem palavras. As lágrimas ameaçavam cair.
— O que… o que você acha disso? — perguntei, a voz quase sumindo.
Lucas respirou fundo.
— A gente precisa ter mais cuidado com o pai. Ele está desconfiado de tudo. Ele sente que algo mudou.
Eu assenti, tremendo.
— Nós temos… eu e Adriano… não vai mais acontecer. Aliás, não aconteceu nada. Foi só um momento de fraqueza. Eu chupei ele… mas isso não vai mais acontecer.
Lucas me olhou com calma.
— Mãe… relaxa. Eu não vou ligar se a senhora der pra ele. Até ajudo a encobrir.
Eu fiquei chocada. Meu próprio filho dizendo aquilo.
— Lucas… eu sempre fui uma mulher de respeito. Como você pode falar essas coisas de mim?
Ele me olhou com uma mistura de carinho e desejo.
— Mas mãe… tenho que te confessar uma coisa. Desde criança eu bato punheta pra você.
Eu me assustei.
— Lucas! Que isso?!
Ele continuou, sem desviar o olhar:
— Sim. Já que sabemos de tudo, somos livres pra contar tudo, né? Essas coxas grossas da senhora… essa bunda… esses seios empinados… chamam muito minha atenção. Eu não consigo me segurar. Bato punheta toda hora imaginando sua boca no meu pau… sua buceta encostada em mim… meu pau penetrando você.
Eu me assustei de verdade. Levantei do sofá, repreendendo ele:
— Sem vergonha! Como você pode falar isso?!
Ele não se mexeu. Apenas abriu um pouco as pernas e disse calmamente:
— Olha como eu fiquei só de pensar.
Ele puxou a bermuda para baixo. O pau saltou para fora.
Era enorme. Grosso. Venoso. Quase igual ao de Adriano. Um pouco mais claro, mas negro e pesado. As veias saltadas. A cabeça larga brilhando. Os dois não tinham puxado nada do pai. Eram muito maiores.
Eu tentei desviar o olhar, mas fiquei olhando. Não conseguia parar.
— Lucas… guarda isso. Isso é errado.
Ele se aproximou mais no sofá, nu da cintura para baixo, o pau duro apontando para cima.
— Mãe… só mostra pra mim. Igual a Aline fez.
— Não.
Ele sentou ainda mais perto. Encostou o corpo no meu. Deu um beijo carinhoso no meu rosto e disse baixinho, quase suplicante:
— Você sempre vai ser minha mamãe… mas mãe… só mostra pra mim. Ajuda seu filho com esse tesão.
A voz dele era tão carinhosa, tão sincera, que eu acabei cedendo. Em partes.
— Tá bom… só olhar.
Levantei o vestido devagar até a cintura. Tirei a calcinha. Fiquei exposta, a buceta depiladinha brilhando de umidade. Sentei novamente, o vestido cobrindo meus seios.
Lucas começou a bater punheta lentamente, bem perto de mim, olhando fixamente para minha buceta.
— Nossa, mãe… que buceta linda… tão rosada… tão molhada…
Eu admitia para mim mesma: aquilo me deu um tesão absurdo. Ver meu próprio filho se masturbando olhando para mim me deixava louca. Queria me masturbar também, mas não podia. Não podia deixar ele saber que eu estava gostando.
— Mãe… posso pôr a mão? — pediu ele.
— Não.
Ele insistiu, a voz doce:
— Só um pouquinho…
Eu deixei.
Ele passou os dedos delicadamente no meu clitóris. Começou a masturbar o próprio pau com uma mão e massagear minha buceta com a outra. Deixei por uns cinco minutos. Os dedos dele eram habilidosos, circulando, pressionando.
Não aguentei.
Um calor forte subiu. Gozei segurando a mão dele, o corpo tremendo violentamente. Ele percebeu e enfiou um dedo dentro de mim. O orgasmo aumentou ainda mais. Eu me desfalei no sofá, satisfeita, ofegante.
Mas nesse momento eu não percebi.
Lucas veio por cima de mim, o pau duro como pedra. Colocou a cabeça grossa na entrada da minha buceta.
Quando percebi, ele já tinha dado um toquinho e entrado a cabeça.
— Lucas! Não! — repreendi, tentando afastar.
Ele não tirou. Segurou meus quadris com firmeza e entrou mais um pedacinho.
Eu tentei empurrar, mas ele me segurou e me deu um beijo na boca. Um beijo profundo, carinhoso e ao mesmo tempo faminto.
Não sei o que aconteceu comigo.
Acabei cedendo.
Retribuí o beijo.
Ele viu que eu tinha me rendido e começou um vai e vem lento naquele sofá. Eu resisti o que pude, mas a sensação de ter um pau daquele tamanho dentro de mim era insana. Só conhecia o pau de João. Isso era novidade. Era grosso, duro, me rasgando. Eu sentia as pregas da minha buceta esticando ao máximo. Mas eu estava tão excitada que não sentia dor. Só prazer.
Ele enfiou já metade dentro de mim. Eu queria saber se aguentava mais. Mudei de posição: fiquei em cima, ele sentado, eu cavalgando. Assim eu controlava o quanto entrava.
Eu ia para cima e para baixo devagar. Ele gemia. Eu gemia ainda mais, igual louca.
Coloquei o máximo que deu naquela posição. Senti uma dorzinha, mas era prazerosa. Pensei: “É a primeira vez que um pau chega a este ponto dentro de mim… pode doer agora, mas na próxima eu já acostumo”.
Iniciei um vai e vem frenético. Logo em seguida gozei forte, o corpo inteiro tremendo. Lucas gozou junto comigo, litros de porra quente jorrando dentro de mim.
Ficamos ali, abraçados, suados, ofegantes, sentindo a porra dele escorrendo pelas minhas pernas.
Não dissemos nada.
Levantei lentamente. A porra dele escorria grossa pelas minhas coxas. Baixei o vestido e saí em direção ao banho, sem olhar para trás.
Lucas ficou sentado no sofá, o pau ainda semi-duro, olhando para mim em silêncio.
Eu entrei no banheiro, fechei a porta e encostei na pia.
O que eu tinha acabado de fazer?
Meu próprio filho…