Olá, pessoal! Estou muito feliz porque o conto anterior ficou no top 9 dos mais lidos. Muito obrigado a todos!
Vamos para a história
Eu me chamo robson, tenho 26 anos e trabalho na roça, no interior do Ceará. Tenho 1,65 m de altura, sou pardo, de cabelo preto e meio gordinho. Sou casado com a lia, uma mulata de 22 anos, dona de casa. Ela é bem timida e tem 1,55 m, pernas grossas e um bumbum gigante — algo realmente surreal. Ela é linda, o grelo bem saliente e um cuzinho virgem que nunca me deu,
Eu fudia ela todo dia, e ela gemia muito.
Tudo começou quando a sua irmã que mora na capital, ligou para ela e disse que iria passar uns dias mais nós, falou que vinha com o namorado
A expectativa aqui em casa estava grande. A Lia não via a irmã Clara, fazia quase um ano. Enquanto a Lia é aquele pedaço de mau caminho, baixinha e tímida, a Clara é o oposto. Ela chegou num carro, trazendo o ar da cidade grande.
Clara é alta, magra, com aquele jeito de quem vive em academia. Tem a pele mais clara, cabelos lisos até a cintura e um estilo de se vestir que chama a atenção de longe, sempre com roupas coladas e curtas. Ela é expansiva, fala alto e já chegou abraçando todo mundo. Mas quem realmente mudou o clima da casa foi quem desceu do banco do motorista: o tal do Paulo .
O sujeito é um "galego" de respeito. Alto, deve ter quase 1,90 m, uns 28 anos, ombros largos e uma barba muito bem aparada. Ele tem aquele jeito de homem seguro, com uma voz grossa que parece que faz o chão tremer quando fala. Notei na hora: quando a Lia estendeu a mão para cumprimentá-lo, ela ficou vermelha como um tomate e mal conseguiu sustentar o olhar por dois segundos.
No primeiro dia, foi só conversa e recepção. Mas na manhã seguinte, senti que algo tinha mudado na minha mulher. A timidez da Lia, que eu conhecia tão bem, ganhou um tempero novo.
Geralmente, ela fica de camisola velha ou short folgado até tarde, mas hoje não. Quando o Paulo apareceu na cozinha para tomar o café que eu tinha preparado antes de ir para a roça, a Lia já estava lá, toda arrumada.
Ela colocou um short jeans que, de tão curto, parecia que ia sumir naquele bumbum gigante dela.
Notei que, toda vez que precisava pegar algo na prateleira de cima, ela fazia questão de se esticar bem na frente de onde o Paulo estava sentado, deixando as pernas grossas bem em evidência.
Ela, que quase não fala, estava rindo de qualquer bobagem que ele dizia. Vi quando ela passou por ele e, "sem querer", encostou o quadril no braço dele enquanto ia buscar o bule de café.
Eu conheço a Lia. Aquele jeito de abaixar a cabeça e morder o lábio inferior enquanto olhava o Paulo ... era interesse. Ela estava se exibindo, do jeito dela, sutil e perigoso, bem debaixo do nariz da irmã e do meu.
O Paulo, por sua vez, tentava manter a pose de visita, mas vi os olhos dele se perderem naquela curva surreal da Lia mais de uma vez. O clima na roça começou a esquentar, e não era por causa do sol.
O trabalho na roça naquele dia pareceu mais pesada, mas minha cabeça não saía do que vi na cozinha. Voltei para casa mais cedo, o sol do meio-dia castigando, e o silêncio no terreiro estava estranho.
Quando entrei, ouvi o som do chuveiro. A Clara tinha saído com o Paulo para ver o riacho que fica nos fundos da propriedade, mas pelo visto já tinham voltado. Ou pelo menos um deles.
Fui até o quarto pegar uma toalha e passei pela porta entreaberta do banheiro. A Lia estava lá, mas não tomando banho. Ela estava parada em frente ao espelho, só de calcinha — aquela menorzinha que ela raramente usa — e passava um óleo nas pernas grossas.
O Paulo estava sentado na varanda, logo ali do outro lado da janela, fumando um cigarro. Dava para ver que a Lia sabia exatamente onde ele estava.
Ela não fechou a porta. Ela se inclinava para passar o óleo nos pés, deixando aquele bumbum gigante virado estrategicamente para a fresta, de um jeito que quem passasse pelo corredor — ou olhasse pela lateral da janela — perderia o fôlego.
Quando ela me viu pelo reflexo, não se assustou. Pelo contrário, ela deu um sorriso malicioso que eu nunca tinha visto.
-amor, avisa ao Paulo que o banheiro tá livre se ele quiser se refrescar... o calor aqui dentro tá matando", ela disse, a voz mais rouca que o normal.
Na hora do almoço, a mesa era um campo de batalha silencioso. A Clara falava sem parar sobre as festas da capital, mas ninguém prestava atenção. O Paulo estava inquieto. Ele evitava olhar para a Lia, mas toda vez que ela se levantava para servir mais suco, o pescoço dele virava quase por instinto.
A Lia estava impossível. Ela sentou de um jeito que o short subia ainda mais, deixando à mostra o início daquela curva generosa das coxas. Ela começou a comer uma manga, deixando o caldo escorrer de leve pelo canto da boca, limpando com o dedo e olhando fixamente para o Paulo.
— Tá doce, Paulo? A fruta daqui é diferente da cidade, né?
— ela perguntou, com uma inocência fingida que me deu um frio na espinha.
— "É... muito diferente, Lia. Tem mais... sabor", ele respondeu, pigarreando e bebendo um copo de água inteiro de uma vez.
A Clara, percebendo o clima pesado mas sem entender o motivo, segurou a mão do namorado, mas ele nem reagiu. O olhar dele estava preso no decote da blusinha de alça da Lia, que "acidentalmente" caiu de um dos ombros. Eu estava ali, vendo minha mulher tímida se transformar em uma tentação bem na frente do cunhado, e o pior: eu estava ficando louco com aquela situação.
A tarde caiu e o mormaço do Ceará parecia pesar mais que o normal. A Clara, cansada da viagem, resolveu tirar um cochilo no quarto de hóspedes. Eu disse que ia consertar uma cerca ali perto, mas a verdade é que eu não conseguia tirar os olhos do que estava acontecendo na minha própria casa. Fiquei ali pelo terreiro, fingindo mexer nas ferramentas, mas de olho na janela da sala.
Foi aí que a coisa apertou.
O Paulo estava na sala, tentando se concentrar no celular, quando a Lia apareceu na porta da cozinha. Ela tinha trocado de roupa. Agora usava um vestido de algodão fininho, sem sutiã, que marcava tudo por causa do suor do calor.
— Paulo... você me ajuda aqui? O botijão tá falhando e eu não tenho força pra apertar esse registro, ela chamou, com aquela voz mansa que eu sabia que era puro teatro.
O Paulo hesitou, olhou para o corredor onde a Clara dormia, e levantou. Eu me aproximei da janela lateral, onde o pé de manga fazia sombra. Dava para ver tudo.
Na cozinha apertada, a Lia não deu espaço. Quando o Paulo se abaixou para mexer no fogão, ela ficou em pé bem atrás dele.
Quando ele fez menção de levantar, ela não se afastou. Ele acabou encostando as costas com tudo naquele bumbum gigante dela. O Paulo travou. Ficou estático, sentindo a maciez da Lia contra ele.
Em vez de pedir desculpas, a Lia inclinou o corpo para frente, passando o braço por cima do ombro dele para "ver o que ele estava fazendo". O rosto dela ficou a milímetros do pescoço dele. Eu vi o Paulo fechar os olhos e respirar fundo, o peito dele subindo e descendo rápido.
— "Pronto, Lia... acho que agora foi", ele disse, a voz saindo quase num sussurro, tentando se desvencilhar.
Ela deu uma risadinha baixa, aquela que ela só dava entre quatro paredes comigo, e passou a mão de leve no ombro dele, limpando uma "poeira" inexistente.
— "Obrigada, Paulo. Você é bem mais forte que o Robson... ele vive reclamando que as coisas aqui são pesadas demais."
Aquilo me acertou como um soco. Minha Lia, a mulher que sempre foi submissa e calada, estava comparando a minha força com a do cunhado na cara dele. O Paulo se virou de frente para ela, e o espaço entre os dois era quase nenhum. Dava para ver o volume na calça dele aumentando, e a Lia não desviou o olhar. Ela baixou os olhos para a cintura dele e deu aquele sorriso de lado, mordendo o lábio.
— "A gente vai tomar banho no rio mais tarde, quando a Clara acordar... você vem, né?" — ela perguntou, enquanto passava a língua nos lábios devagar.
Ele não respondeu com palavras, apenas assentiu com a cabeça, hipnotizado. Ela saiu da cozinha rebolando de um jeito que o vestido subia a cada passo, deixando o Paulo ali, sozinho, segurando a pia para não cair.
Eu, do lado de fora, sentia um misto de raiva e um fogo que eu não sabia explicar. A minha santinha estava jogando sujo, e o Paulo já estava na rede dela. O banho no rio prometia ser o ponto de não retorno.
O sol começou a baixar, tingindo o céu do sertão de um laranja quase sangue. A Clara finalmente acordou, e a Lia, com uma animação que não era dela, logo arrumou as toalhas. "Vamos pro rio, gente! A água essa hora tá uma delícia", ela dizia, já pegando o caminho da trilha.
Eu fui atrás, carregando um facão e umas coisas, mas meu olho não saía do rastro deles.
A trilha era estreita, cheia de galhos. A Lia fez questão de ir na frente, guiando o Paulo. A cada passo que ela dava, o vestido fino subia, revelando as pernas grossas e o balanço surreal daquele bumbum que parecia ter vida própria. O Paulo ia logo atrás, tentando manter a distância, mas tropeçando nas próprias pernas de tanto que olhava para baixo.
A Clara vinha por último, conversando comigo, sem notar que o namorado dela estava em transe.
Chegamos na beira do rio, num ponto onde a água formava uma piscina natural entre as pedras.
Sem cerimônia nenhuma, a Lia tirou o vestido. Por baixo, ela estava com um biquíni de fita que ela deve ter escondido de mim por meses. Era minúsculo. A mulata estava brilhando sob o sol poente. O Paulo parou de respirar por uns segundos. Vi o pomo de adão dele subir e descer.
Ela mergulhou e saiu da água como uma sereia, passando as mãos pelo cabelo e jogando a água para trás. "Vem, Paulo! A água não morde, não!", ela gritou, rindo alto.
Enquanto a Clara passava protetor solar sentada numa pedra mais afastada, o Paulo entrou na água. A Lia nadou até ele. A água batia na cintura deles.
Eu fiquei na margem, fingindo que cortava uns galhos, mas observando a cena de camarote. Por baixo da transparência da água, vi que a Lia se aproximava cada vez mais.
Num momento em que a Clara se virou para pegar algo na bolsa, a Lia mergulhou. Ela passou por baixo das pernas do Paulo, roçando o corpo inteiro nele. Quando ela surgiu lá do outro lado, o Paulo estava vermelho, segurando-se numa pedra submersa para não perder o equilíbrio.
Ele saiu da água logo em seguida, visivelmente perturbado, e sentou na areia. A Lia veio logo atrás, caminhando devagar, a água escorrendo por aquele corpo que parecia esculpido à mão. Ela parou bem na frente dele, fazendo sombra no rosto dele.
— "Gostou do mergulho, Paulo? Ou achou a correnteza forte demais pra você?" — ela perguntou, com um tom de desafio.
Ele olhou para cima, e a visão que ele tinha — daquele bumbum gigante e molhado bem na altura dos olhos dele — fez o homem perder o juízo. Ele tentou dizer algo, mas só conseguiu gaguejar.
— "É... é... a água é muito boa, Lia."
Ela se abaixou, como quem vai pegar uma conchinha, e sussurrou algo no ouvido dele que eu não consegui ouvir, mas vi o Paulo fechar os punhos com força. A Clara se aproximou e a Lia mudou o semblante na hora, voltando a ser a irmã doce e tímida.
Mas quando ela passou por mim para pegar a toalha, ela piscou. Ali eu entendi: a Lia não queria apenas se exibir. Ela queria o Paulo, e estava disposta a transformar aquela visita num verdadeiro inferno — ou num paraíso proibido.
