Elias ainda estava no escritório, o monitor piscando com as imagens da câmera, o coração acelerado de um misto de incredulidade e uma excitação que o envergonhava. Sua amada esposa apenas de lingerie diante de seu pai, além de ter sido toda esporrada pouco antes. Mas não conseguia parar – resolveu assistir aquele dia, o presente, pulando para o momento atual. O que viu o congelou: Juliana apenas de lingerie novamente, dessa vez rosa, sobre a cama, punhetando o pai dele devagar, os olhos dela fixos no pau ereto. Elias não entendia – como chegara àquilo? Curioso e levemente excitado, apesar do nó no estômago, voltou os minutos no vídeo, o áudio crepitando baixinho.
Ela começara vestida, o banho iniciando casual – Juliana lavando o corpo de José com movimentos familiares, elogiando: "Sogro, você tem um corpo forte apesar de tudo… a idade não te derruba." José zoou de volta: "Ah, nora… achava que você seria mais gostosa." Riu, corrigindo: "Mentira, você é dez vezes mais bonita que a Caroline, minha outra nora – aquela branquinha magrela, cabelos pretos longos, baixinha... ela até uma gracinha, mas não chega aos seus pés." Juliana agradeceu, voz leve, mas Elias percebeu algo no tom dela – uma excitação sutil, os olhos brilhando no vídeo, o peito subindo mais rápido. Eles se olharam calados durante o restante do banho, o ar carregado, e quando chegou a hora de limpar o pau dele, ela o surpreendeu: tirou a roupa devagar, ficando apenas de lingerie, pequena se sensual, uma nova que ela usara com Elias apenas uma vez, o corpo lindo exposto – seios pequenos marcando o sutiã, bumbum grande e coxas torneadas à mostra. "Você já me viu assim, sogro… sem drama", disse ela, voz brincalhona mas íntima.
Elias sentiu um aperto no peito – a conversa entre eles estava ainda mais conectada, Juliana mais solta, como se uma barreira invisível tivesse caído. Aquilo dava um nó nele, uma angústia que misturava ciúme com algo mais sombrio. Ela punhetou devagar, mão ritmada no pau de 20cm: "Relaxa, sogro… deixa eu cuidar de você." José gemeu baixinho: "Ahh, nora… como eu queria sentir o que vejo." Enfim ele gozou, jatos sujando as coxas e a barriga dela. José riu, sem graça: "Desculpa, Ju… ah, olha só, se você ficar nua por causa disso, vou ter que voltar a andar pra fugir dessa gostosa tarada." Ambos gargalharam, ela retrucando: "Não é esse papinho que vai me deixar nua, sogro… você sonha muito alto haha." Terminou o banho mesmo suja de porra, saindo do quarto após vesti-lo – nesse momento, pouco falaram, mais se olharam, olhares longos e carregados que fizeram Elias pausar o vídeo, o pau endurecendo involuntariamente.
Aquilo tinha 40 minutos que ocorrera. Elias desligou o computador, o estômago revirando, e correu pra casa, a mente um turbilhão: "O que tá acontecendo? Ela… com ele?" Chegou e encontrou Juliana de banho tomado, recém-saída do banheiro, o cabelo úmido e os olhos brilhando, flertando com ele de um jeito que o deixou alerta: "Ei, amor… demorou hoje." Somado ao trajeto, dava 50 minutos desde que ela fora pro banheiro no vídeo – um banho demorado demais, pensou ele, uma suspeita rastejando.
Entrou no banheiro pra tomar seu banho, tentando organizar os pensamentos, mas Juliana o seguiu, entrando no meio do processo logo depois. Despiu-se lentamente pra ele – blusa caindo, saia escorregando, estava sem lingerie, nua, linda e maravilhosa: "Deixa eu te ajudar, amor… tô com saudade." Entrou no box, corpos colados sob a água, e começou a punhetá-lo devagar, beijando seu pescoço: "Mmm, sente isso… delícia." Elias ofegava, o pau de 18cm grosso pulsando na mão dela: "Ahh, Juliana… minha linda." Ficou ali vários minutos, apenas eles dois se beijando e ela o punhetando, línguas se entrelaçando, até ele gozar – jatos quentes na barriga e pernas dela. Os olhos dela brilhavam vitoriosos: "Te amo… quero ser pra você uma esposa foda igual minha sogra foi pro seu pai."
Ela perguntou, voz rouca: "Aguenta brincar mais?" Elias, com tesão e confusão misturados, a jogou contra a parede do box, metendo fundo na boceta enxarcada dela: "Ahh, linda… minha safada!" Ela gemia: "Mete gostoso… ahh, te amo." Logo gozou, quase duas vezes seguidas, corpo tremendo contra o dele: "Ahh, sim… delícia! Me faz gozar gostoso!" Curiosamente, naquela foda, ela pedia pra ele fodê-la gostoso, mas não dizia o nome dele em momento algum – Elias percebeu, um frio na espinha, mas deixou quieto. Ao menos, o sexo era com ele – quente, urgente, os corpos se chocando na água. Gozaram juntos, ele pulsando dentro: "Ahh, minha preta linda… toma tudo." - Ela gemia, quase gritando: "Isso, meu pauzudo, me come! Fode essa minha bocetinha!"
Depois, abraçados na cama, Elias refletia em silêncio, enquanto ela o beijava e dizia amá-lo. Tinha que resolver aquilo antes que desse problemas – mas, apesar de tudo, se em troca de um sexo maravilhoso com sua amada ele tivesse que deixá-la aliviar o pai na punheta… talvez não fosse uma troca muito ruim. O juramento à mãe ecoava em sua mente, agora torcido por sombras que ele mal compreendia.