Três meses se passam em um piscar de olhos, cheios de consultas médicas, risadas nervosas e noites de conversas profundas. Sara, João e Rufus prepararam um casamento surpresa para Gislaine, que achava que o casamento seria só após o nascimento do bebê. Ela sabia que haveria uma festa – pra ela, seria apenas um chá revelação, algo simples pra celebrar a gravidez. "Vai ser fofo, né? Mal posso esperar pra saber o sexo", comentava ela, animada, sem suspeitar do plano maior.
Foram poucas pessoas, apenas amigos íntimos e poucos parentes – os pais de Rufus vieram, cheios de abraços calorosos: "Que alegria ver vocês! Essa família tá crescendo.", disse a mãe dele, emocionada, quase nada daquele ranço antigo ainda existia. A mãe de João, Clécia, também estava lá, radiante: "Meu menino… tô tão orgulhosa." Cassia, a amiga trans de Gislaine, era uma das damas de honra, namorando sério com um rapaz chamado Enzo – um cara gentil e estável. Gislaine sabia que Cassia dava umas escapadas, mas como julgar? "Ei, amiga… você tá feliz?", perguntou Gislaine, piscando. Cassia riu: "Tô, Gi… mas a vida é assim, né?" A outra dama de honra era Jaqueline, que também trouxe pra festa sua prima e nova funcionária da loja de Sara, Michele, uma morena de 28 anos gordinha, mas muito simpática, de seios e bumbum fartos. Os padrinhos/testemunhas foram Sara e Rufus (de Gislaine) e Clécia e Jorge (de João). A festa foi pequena, mas linda – ornamentada com flores brancas e rosas e luzes suaves, muita comida e docinhos gourmet, como mini cheesecakes de frutas vermelhas e brigadeiros recheados.
Quando chegam ao local – um jardim charmoso alugado –, Gislaine se emociona ao ver o altar improvisado e o vestido branco esperando por ela: "Meu Deus… isso é… um casamento?" Seus olhos enchem de lágrimas, pernas fraquejando – ela quase desmaia, mas Rufus a segura: "Ei, respira… é pra você, amor." João ajuda à segurá-la: "Surpresa, minha loirinha linda." Quando acorda totalmente, fica toda boba, rindo e chorando: "Vocês são loucos… eu amei isso!" Eles se casam ali, sob o sol poente, fazendo juras de amor no altar. Gislaine, definitivamente diferente da jovem impulsiva de outrora – até mesmo da que tentou Rufus durante o casamento da mãe –, diz com voz firme e olhos brilhantes: "João… você é uma das peças principais que me ensinou a amar de verdade, a ser leal. Prometo te amar, te respeitar e construir nossa família, com honestidade e paixão." João, emocionado: "Gi… você é minha luz. Prometo te apoiar, te amar e ser o pai que nosso bebê merece, em todos os momentos." Rufus e Sara assistem, lágrimas nos olhos – Gislaine havia mudado, tornando-se uma mulher de cabeça no lugar, ainda safada, mas madura.
Enquanto se arrumava, mesmo com a barriguinha de 5 meses saliente, Gislaine continuava uma loirinha linda e maravilhosa – curvas suaves, pele radiante. Mandou várias fotos da arrumação, desde nua (corpo nu e vulnerável, mão na barriga: "Olha como tô crescendo…") até totalmente vestida no vestido branco fluido: "Pronta pro casamento! Amo vocês." Sara e Rufus responderam com corações e elogios: "Delícia… mal posso esperar pra te despir depois", brincou Rufus. João só veria as fotos após o casamento, como surpresa.
E, após dizerem o "sim", a dupla revelação: o bebê de Gislaine era uma menina. "Seu nome será Lara… nossa pequena luz", anunciou Gislaine, chorando de felicidade. Sara, que também estava grávida de 4 meses (descobriram três semanas depois de Gislaine, um susto feliz), surpreende Rufus: "Amor… o nosso será um menino. Seu nome será Alex, como você tinha escolhido." Rufus a abraça forte: "Meu Deus, Sara… um menino? Vocês me matam de amor!"
Por fim, após a festa – risadas, brindes e danças leves –, eles partem em viagem para Bonito, no Mato Grosso do Sul, os quatro juntos. Disseram para todos que seria pra ajudar Gislaine com a gravidez, que passava mal de vez em quando e as vezes até desmaiava, e aproveitariam para tirar umas férias da loja também. Não era mentira aquilo, mas apenas Eliseu e Jorge sabiam a verdade completa, piscando cúmplices: "Divirtam-se… vocês merecem."
Eles chegam na pousada, alugando o maior quarto – duas camas king size e sala própria, afastado dos demais, perfeito pra privacidade. Fizeram isso pois os gemidos foram uníssonos nessa viagem – os quatro se amando e gozando juntos, quando não passeavam por cachoeiras cristalinas ou grutas mágicas. No quarto, o ar enchia de suspiros: Sara e Gislaine se beijando devagar, línguas dançando: "Ahh, Gi… te amo tanto." Rufus e João observavam, excitados – Rufus comendo Sara por trás, estocadas ritmadas: "Ahh, delícia… rebola assim." João fodia Gislaine com carinho, mindful da barriga: "Mmm, amor… sente meu pau?" Elas trocavam, Gislaine chupando Sara enquanto Rufus a comia: "Ahh, me lambe gostoso, filha… tô gozaaaando!" João era chupado por Gislaine e alisava os seios de ambas. Gozos ecoavam – Sara esguichando no rosto de Gislaine: "Aaaahh, siiiiim!" Rufus gozando na boca de ambas: "Delícia… minhas putinhas." João, metendo em Sara: "Ahh, que boceta quente…" Era amor cru, sem inibições, corpos entrelaçados em um quarteto de confiança e tesão, celebrando sua união única.
E assim como Gislaine disse, foi. Gislaine e João compraram uma casa próxima de Sara e Rufus, vivendo juntos – almoços em família aos domingos, com risadas e ajuda mútua: "Ei, Gi… passa o sal? Como tá a Lara chutando?", brincava Rufus. Inclusive, Eliseu e Jorge se tornaram mais presentes, pois João nem sempre podia viajar – então eles vinham nos fins de semana, ficando na casa dele: "Ei, João… pronto pra um fim de semana relax?", dizia Jorge, o abraçando. Enquanto isso, Gislaine, já na sexta à noite, partia pra casa da mãe e curtia ela e seu amado Rufus – noites de carinhos, beijos e sexo calorosos: "Ahh, Rufus… te amo!" Poucos sabiam a verdade – alguns desconfiavam dos olhares longos ou abraços apertados, mas eles nunca davam muita bandeira fora de casa, além de palavras de ternura, caminhadas de braços cruzados, abraços demorados ou juras veladas: "Você é especial pra mim, Gi", sussurrava Rufus em público, disfarçando como afeto familiar.
Não eram perfeitos – às vezes discutiam, como quando Gislaine brigava com João por ciúmes bobos: "Você ficou tempo demais com o Jorge e meu pai… me sinto de lado!" Ou Sara e Rufus debatendo finanças: "Amor, a gente precisa economizar pros bebês…" Mas acima de tudo, se amavam – resolvendo com conversas honestas, abraços e noites de reconciliação. Lara nasceu forte e chorona, Alex veio logo depois, completando a família. Eles criavam as crianças juntos, uma rede de amor: "Olha, Lara… o vô Rufus bobão pulando na piscina!", dizia Gislaine, sorrindo. No fim, era isso – uma família doida, imperfeita, mas unida por laços que iam além do convencional, cheios de paixão, lealdade e felicidade genuína, além de claro, festinhas pontuais com amigos que vez ou outra ainda aconteciam... Acima de tudo, eles se amavam e se respeitavam e lutavam uns pelos outros....