A casa estava em silêncio profundo na noite seguinte.
Andréia tinha ido dormir cedo, como sempre, exausta do trabalho. As luzes da sala estavam baixas, apenas o brilho azul da TV iluminando o ambiente. Eu estava deitado no sofá grande, só de short samba-canção, tentando assistir qualquer coisa pra distrair a mente.
Mas a verdade é que eu não conseguia parar de pensar nela. No cheiro e no gosto da bucetinha virgem na calcinha. No gemido abafado quando gozou na minha mão. Na culpa que me consumia depois de cada toque. E depois de saborear seu melzinho… em meus dedos…
A porta da escada rangeu baixinho.
Aline desceu.
Usava apenas uma das minhas camisas velhas, branca, grande demais para ela. As mangas cobriam metade das mãos, a barra batia no meio das coxas magras. E por baixo… nada. Absolutamente nada.
Cada passo fazia a camisa subir um pouco, revelando a curva da bunda e o vislumbre da bucetinha. Os bicos pequenos já estavam marcados no tecido, duros.
Ela parou na frente do sofá, mordendo o lábio, aquele olhar inocente misturado com a curiosidade que eu estava despertando nela.
— Tio… posso deitar com você? Só um pouquinho?
Eu suspirei, o coração acelerando. A culpa já apertava meu peito.
— Vem, Aline. Mas comporta, hein? Sua mãe ta la em cima, temos que ter cuidado minha princesinha…
Ela sorriu docemente e subiu no sofá, se encaixando entre meu corpo e o encosto. Deitou de lado, de frente pra mim, uma perna por cima da minha. A camisa subiu até a cintura. A bucetinha nua, já levemente úmida, encostou na minha coxa quente e Macia.
Em poucos segundos ela pegou minha mão direita e, sem dizer nada, levou direto entre suas pernas. Colocou meus dedos sobre os lábios pequenos e inchadinhos.
— Toca de novo titio… sussurrou, com sua voz manhosa e tremida. — Do jeito que você fez aquela noite. Eu tô precisando…
Porra, Aline… você não tem ideia do que tá pedindo. Eu to a ponto de fazer besteira meu amorzinho. E agora você abre as pernas pra mim como se fosse a coisa mais natural do mundo.?
Sim tio… vem… me toca…
Meu dedo médio deslizou devagar entre os lábios dela. Ela já estava molhada, aquele mel virgem escorrendo quente. Eu circulei o clitóris devagar, sentindo ele pulsar e inchar sob meu toque. Aline soltou um gemidinho baixo, escondendo o rosto no meu peito.
— Isso… bem devagarinho, tio… ai… aí é tão bom… eu fico toda molhada quando você me toca…
Eu massageava com calma, explorando cada dobra delicada. Descia até a entradinha apertada, pressionava de leve sem entrar, voltava pro clitóris. Ela rebolava sutilmente contra minha mão, respirando mais rápido. Uns minutos depois, com os olhos brilhando de curiosidade e tesão, ela se afastou um pouco. Sentou de joelhos ao meu lado. Suas mãozinhas tremiam quando seguraram a barra do meu short.
— Eu quero ver… — murmurou, quase para si mesma.
— Quero sentir você também.
Puxou o short pra baixo. Meu pau saltou, duro, latejando, a cabeça inchada e brilhando, Os olhos dela se arregalaram.
— Nossa… ele é tão grande… e quente… — sussurrou, fascinada.
Ela envolveu o pau com as duas mãos, insegura no começo, mas curiosa. Começou a masturbar devagar, subindo e descendo, espalhando o pré-gozo que escorria. Ao mesmo tempo, abriu mais as pernas e puxou minha mão de volta pra sua bucetinha.
Ficamos assim: eu dedando ela devagar, sentindo a bucetinha virgem contrair e soltar seu melzinho na minha palma, enquanto ela me punhetava com as duas mãos, aprendendo o ritmo, apertando mais quando eu gemia baixo.
— Tá gostoso, tio? — perguntou com a sua voz inocente e safada ao mesmo tempo. — Eu tô fazendo certo? Quero te dar prazer também…
— Tá perfeito, princesinha… porra… sua mãozinha é tão macia…tão delicada… voce ta incrivel…
A curiosidade dela cresceu. Ela olhava pro pau latejando, mordendo o lábio. De repente, sem avisar, ela se abaixou. A boquinha quente e molhada envolveu a cabeça do meu pau. Eu quase gozei na hora.
— Aaaah… caralho, Aline…
A boca dela era quente, macia, molhada, inexperiente mas cheia de vontade. Ela chupava só a cabeça no começo, a língua explorando timidamente, sentindo o gosto. Depois desceu um pouco mais, engolindo uns quatro ou cinco centímetros, os olhos lacrimejando de esforço.
— Assim? — perguntou, tirando um segundo pra respirar, a sua baba estava escorrendo no pau. — Eu quero aprender a te fazer gozar… titio…
Eu estava no paraíso e no inferno ao mesmo tempo e me rasgando por dentro enquanto o prazer era divino.
Sem aguentar mais, eu a puxei, deitei completamente no sofá e a posicionei por cima de mim, de frente pro meu pau. A bucetinha dela ficou bem em cima do meu rosto.
— Vamos fazer juntos minha princesa… — murmurei rouco. — Chama 69, princesinha. Você chupa meu pau enquanto eu chupo bem gostoso sua bucetinha.
Ela obedeceu, curiosa e excitada. Quando minha língua tocou seus lábios pequenos pela primeira vez, ela soltou um gemido abafado e desceu a boca no meu pau com mais vontade. Eu lambia devagar, chupando o clitóris, enfiando a língua na entradinha virgem, bebendo todo o mel doce dela. Ela rebolava no meu rosto, chupando mais fundo, engasgando de leve, mas sem parar.
Nossa tio… que delicia… sua boca é gostosa… me chupa mais… que tesao tio…
O ritmo foi ficando mais rápido. nossos Gemidos abafados, baba, mel escorrendo. Eu sentia ela tremendo, a bucetinha pulsando na minha boca.
— Tio… eu vou… eu tô gozando… — gemeu, com meu pau na boca. To gozaaaando titio…
Ela gozou forte, o corpo inteiro tremendo, soltando mais gozo na minha língua. O gosto dela me fez perder o controle. Eu apertei a cabeça dela de leve e gozei fundo na sua boca, jatos grossos e quentes. Ela engoliu o que conseguiu, o resto foi escorrendo pelos cantos dos lábios.
Ficamos ofegantes, ela deitada por cima de mim, meu pau amolecendo na boca dela, a bucetinha ainda pulsando no meu rosto.
Foi então que ouvimos Passos na escada.
— Aline? — a voz sonolenta de Andréia. — Tá tudo bem aí embaixo? Eu ouvi barulho…
O pânico foi imediato.
Aline congelou. Eu a empurrei rápido pra o lado, puxei o short pra cima, limpei a boca dela com a barra da camisa. Ela se sentou correndo, puxando a camisa pra cobrir as coxas, o rosto vermelho, lábios inchados de tanto me chupar.
Andréia apareceu no topo da escada, descendo os primeiros degraus.
— Filha? Você tá assistindo filme com seu tio? Ta barulhento ai…
Aline respondeu, voz ainda tremida mas tentando parecer normal:
— Tô sim, mãe… o filme tá bom. É de terror, por isso tanto barulho maezinha… Quer vir assistir com a gente?.
— ah nao filha… vou voltar a dormir… só me assustei com o barulho e vim aqui ver o que era… continuem ai…
Eu fiquei quieto, com meu coração martelando, o gosto da bucetinha dela ainda na minha boca. Andréia hesitou um segundo, olhou pra sala semi-escura, mas acabou voltando.
Quando os passos sumiram, Aline olhou pra mim, com os olhos arregalados, era uma mistura de medo e excitação claramente no rosto dela…
— Por pouco… tio… rsrs — sussurrou, ainda com um fio de gozo meu no canto da boca.
Eu passei a mão no rosto, a culpa me acertando como uma avalanche.
— Isso foi perigoso demais, Aline. Quase fomos pegos. Sua mãe… se ela visse… eu avisei pra se comportar rsrsrs…
Mas ela só sorriu, aquele sorriso doce e safado que estava nascendo nela, e sussurrou:
— Mas foi gostoso, né? Eu quero mais… quero aprender tudo com você, tio. Nao quero parar…