Irmãs Médicas – VI

Da série Irmãs Médicas
Um conto erótico de Cialis
Categoria: Heterossexual
Contém 4889 palavras
Data: 06/04/2026 22:18:45

Passaram-se alguns dias daquele sábado agitado, e na terça-feira os pais da Susan, junto com a Sônia, voltaram do casamento no exterior. O Rodrigo se dispôs a pegá-los no aeroporto, mas chegando lá os pais da Sônia tinham outros planos, precisavam comparecer a uma consulta qualquer que quase haviam se esquecido, e aproveitando que chegaram a tempo, iriam direto para lá. O Rodrigo se encarregou de levar a Sônia e as malas para casa, e em retribuição os pais decidiram marcar uma pizza com todos os filhos e agregados, para contarem as histórias da viagem.

O Rodrigo olhou detidamente para a sua “nova” namorada... Por ocasião do casório a Sônia havia pintado seu cabelo, normalmente castanho escuro, em um tom loiro, do meio para as pontas (-“São luzes, Rô...”, ela teve que explicar). Para ele, era loiro, e ponto. Sem complicações. Fora isso, ela estava impressionantemente bela. Um casaco elegante até o meio das coxas, uma legging preta e longas botas negras, cano alto, compunham um conjunto de fazer os homens virarem o pescoço. Literalmente, inclusive, como ele pode comprovar ao andarem pelo saguão do aeroporto. Ela pediu para ele esperar enquanto ia ao banheiro.

Alguns minutos depois, ele quase teve um treco. A Sônia voltou sem a calça legging, fazendo do casaco praticamente um vestido. As torneadíssimas pernas da menina que já chamavam a atenção cobertas, agora estavam para jogo e o aeroporto pareceu reparar. Fora isso, ele notou, ela tirara também a blusa de gola alta que usava, e parecia não usar nada além do casaco. Ignorando os olhares de todos, óculos escuros no rosto, a agora nova loira estava de parar o trânsito, e andava como se não houvesse mais ninguém ao redor.

- “Noooooossa, gata!!!”, ele falou, sincero. – “Você está de parar o trânsito!”, continuou, dizendo o óbvio. Ele a conhecia o suficiente para saber que não adiantava dizer que estava quase pelada, porque se dissesse algo assim era bem provável que ela ficaria mesmo nua, só para mostrar quem mandava.

Ela agradeceu, chegando perto dele para dar um beijo no rosto dele enquanto andavam, fornecendo assim uma visão maravilhosa dos seios dela, sem sutiã. Ela não podia ser mais diferente da irmã, pensou, rapidamente afastando o pensamento. A namorada estava de volta, e ele tinha que parar de pensar na cunhada, para não fazer merda. Mais merda, no caso. Seguiram rumo ao estacionamento e chegaram ao carro dele. Lotaram o porta-malas e o banco de trás com as malas da família, e partiram para a casa dela.

No caminho, bastou ele entrar na Marginal para ela praticamente se jogar sobre o rapaz. Soltou o cinto de segurança e, inclinando-se sobre o rapaz, atacou o pescoço dele e seu pau, alisando-o por cima da calça.

- “Cacete, Môr...”, ela sussurrou junto ao ouvido dele, enquanto começava a abrir a calça dele. – “Eu tô com um tesão, que você não tem ideia!!!”, falou, enfiando na sequência a língua na orelha dele. – “Vem... põe a mãozinha debaixo do meu casaco, para você sentir...”, disse, convidando-o.

Dividindo a atenção entre os deliciosos predicados da menina e o trânsito, logo o Rodrigo sentiu na ponta dos seus dedos o delicado tecido de uma calcinha de renda. Apalpou o bumbum dela, descolado do assento do banco, sentindo seu pau disparar dentro da calça.

- “Gostou?”, ela perguntou, agarrada ao pescoço dele. – “Italiana...”, falou, fazendo-o calcular que aqueles poucos centímetros de renda deviam ter custado mais do que a mesada que recebia dos seus pais em três meses.

Finalmente chegaram na casa dela, com ela praticamente sentando-se sobre o colo dele, metade do caminho. Uma hora, depois de ter sacado o pau dele para fora da calça, ela simplesmente se pôs de joelhos no banco, bumbum apontado para a janela, enquanto brindava-o com uma chupada em pleno trânsito de São Paulo. Ao ser alertada que havia um ônibus ao lado deles, ela simplesmente puxou o casaco mais para cima ainda, expondo seu belíssimo bumbum muito mal coberto pela calcinha preta. Ela gostava mesmo era de causar, e não havia nada que ele pudesse fazer ou dizer em contrário.

Ele retirou as malas do carro, na sequência eles fecharam o portão e entraram na casa dela. Ela colocou um som nos alto-falantes da sala, e começou a dançar para ele, sensualmente, sem nem se dar ao trabalho de olhar para conferir se estavam sozinhos. ( - “Relaxa, gatinho... O Ron e a Sussu chegam à noite. Meus pais vão passar horas naquela médica, então a casa é nossa, gostosão!”).

O rapaz tentou avisá-la sobre a empregada, mas ela desfez com a mão... ( -“Se estiver em casa, está no quarto dela.”)

- “Caralho, gata... você é muito doidinha...”, ele falou. – “E se ela aparecer?”

- “Afe... Se ela aparecer, você come nós duas, cacete!”, ela retrucou, impaciente. – “Afinal, você quer transar, ou não?”

- “Gatinha... Eu sempre quero transar com você!”, ele respondeu, paciente, abraçando o corpo dela e beijando sua boca. – “Eu só não quero criar problemas na sua casa... Só isso.”, explicou.

- “Porra, velho...”, ela retrucou, nem um pouco delicada. – “Você precisa ser mais decido, meu. Ir pra cima, entende?”

Era até difícil retomar numa boa qualquer coisa, depois das explosões dela, mas ele estava se acostumando. Soltou um – “Esquece isso... deixa eu ver essa maravilha toda...”, puxando-a para perto de si, e começando a beijar o pescoço dela enquanto abria os botões do casaco, revelando seus seios fantásticos. Os seios da caçula eram uma obra da medicina estética, para dizer pouco. Grandes, bem grandes, absurdamente empinados, firmes, eram uma tentação à parte em um corpo já com muitos atributos, frutos de uma dieta rigorosíssima e horas sem fim na academia. A namorada dele era um tesão, digna de uma revista masculina. E ele queria aproveitar aquilo tudo, sim.

Ela o empurrou para um sofá, fazendo-o cair sentado, enquanto retomava seu showzinho particular, encostada no sofá em frente. Ele resolveu entrar de vez naquela dança, como dizia Renato Russo, e abrindo sua calça sacou seu pau para fora, começando a alisá-lo e mostrando-o para ela, que, safada, puxava o casaco para cima, olhando por cima do ombro para ele enquanto mostrava a polpa da sua bunda aparecendo.

Ela seguiu com o strip, abrindo os botões do casaco e aparecendo quase nua por baixo dele, usando apenas a tal calcinha italiana, minúscula, preta. A imagem era, definitivamente, digna de uma punheta, mesmo. Os seios perfeitos da garota eram um convite para ele, que tirando tênis, meia, calça e cueca atravessou a distância que os separavam, o cacete balançando de um lado para o outro. Chegou em frente a ela, o cacete em riste, oferecendo-a aos carinhos da menina, que esticou a mão para tocá-lo, sentindo sua rigidez.

Ela alisou o pau duro por uns momentos, até falar para ele: - “Você quer por ele dentro de mim, gatinho...?”

- “Nossa! Eu quero, muito, gata... Eu vou comer você, bem gostoso.”, disse, alisando o seio dela, sentindo o calor emanar da sua pele.

- “Hummmm... que delícia! Adoro ele, durinho assim, sabia?”, ela falou, aproximando a boca do cacete dele e, caprichosamente, envolvendo-o com seus lábios muito abertos, quase mal tocando a pele dele, até fechá-los ao redor do pau e puxá-lo para fora da sua boca, como se fosse um picolé em uma tarde de verão.

- “Hmmmm... Shhhhhhhhhh...”, ele soltou, reconhecendo a carícia.

- “Você gosta assim, gatinho?”, ela falou, punhetando-o com um pouco mais de vontade, sentindo o cacete vibrar em sua mão. – “Huuummm... gostoso, ele durão.”, falou.

Na sequência ela começou um boquete acelerado, deslizando seus lábios molhados pela lateral do pau do namorado, sabendo que isso o excitava. Ao sentir que o tinha sob controle, interrompeu a chupada, ajoelhando-se na poltrona que ocupava, propositalmente fazendo o casaco subir pelas suas costas no movimento, mostrando assim a sua bundinha tentadora para o rapaz. Seguiu na provocação:

- “Você gostou da minha roupa? Escolhi especialmente para você...”, disse, inflando o ego do rapaz, enquanto a visão da sua bunda inflava ainda mais outra parte da anatomia dele.

- “Você está um tesão!!!”, ele falou, verdadeiro.

Uma coisa, afinal, era ele não gostar de ter sua namorada seminua por aí... Outra, totalmente diferente, era não ficar de pau duro diante daquele visual. Muito lentamente o Rodrigo foi alisando as nádegas redondinhas da namorada, até começar a alisar a parte coberta pela elegante, e muito pequena, calcinha de renda preta. Na sequência ele soltou o laço de cetim na latreral, que a mantinha no lugar, quase como se fosse um biquini. Fez a mesma coisa do outro lado, puxando a peça e revelando o sulco entre as nádegas dela, absurdamente lisinho.

Seu pau socava a sua camiseta, a qual ele tirou e jogou no chão, perto do resto das suas roupas. Sem pudor, encostou atrás da menina, ajoelhada na poltrona, e deslizou seu cacete envergado ao longo do rego dela, vendo seu pau correr entre as polpas da bunda dela. Ela soltou um – “Shhhhhh...”, mostrando que também estava excitada, e bastante.

Ela se levantou e, sensualmente, como se estivesse em um palco, levantou uma vez mais o casaco, de costas para ele, revelando sua bunda tentadora, antes de deixá-lo cair ao chão, de maneira dramática, ficando totalmente nua. O Rodrigo se aproximou dela, colando sua boca na dela, enquanto uma mão sua grudava no seio avantajado da menina, e a outra colava em concha sobre sua xana.

O beijo durou uns minutos, ela com a cabeça virada para cima, tentando diminuir a diferença de altura entre eles, enquanto sua mão voltava a alisar o cacete duro dele, para frente e para trás. Ele desceu sua boca para o pescoço dela, arrepiando-a. Seguiu descendo, até chegar nos seios em formato de pequenos melões, empinados para a frente. Sugou seus mamilos, e desceu, passando pela barriga até chegar à sua xoxota.

Os lábios da boceta eram bem diferentes da irmã mais velha, ele não pode deixar de notar e comparar. A Susan era mais ‘delicada’, sua xoxota parecia uma fina linha cor de rosa, enquanto a Sônia tinha uma boceta mais explícita, lábios carnudos, tentadores, como se tivesse sido desenhada para o sexo. Ele esticou a língua e tocou os lábios, provocando um imediato arrepio na menina.

- “Tá aí...”, ela pensou consigo mesma. – “É por isso, afinal, que eu sigo com ele, com tantas opções por aí.”, prosseguiu no pensamento, enquanto segurava as orelhas dele, mantendo a boca onde ela queria. – “Tinha muito cacete grande por aí, e ela realmente adorava um, mas ninguém chupava uma boceta como seu namorado...”, pensou. – “A menos que...”, ela começou a desenhar uma imagem na mente, mas o rapaz tocou seu grelinho com a ponta da língua, e ela levou um choque elétrico que a trouxe de volta à terra.

Ele sentiu a textura da xoxota da namorada na ponta da língua, inalou o odor delicado, e percebeu a pele arrepiada dela. Fez com que ela se deitasse na poltrona, abriu bem as saus pernas e mergulhou no meio dela, dedicando dez minutos a uma caprichada, molhada e intensa chupada, o quê a deixou a dois degraus de um orgasmo. Parou, então, e rapidamente buscou na carteira caída no chão uma camisinha. Desenrolou-a sobre seu pau, enquanto a Sônia permanecia deitada de costas na poltrona larga, uma mão alisando seu seio e a outra brincando com sua xoxota, aguardando-o.

Ele encostou a cabeça plastificada do seu pau nos lábios molhados da boceta, e gentil, mas firmemente, empurrou ele para dentro dela, arrancando um gemido gutural dela, de puro tesão. Seu cacete deslizou para dentro dela, enquanto ela seguia mexendo nos próprios seios. Ele começou a bombar, logo assumindo um ritmo forte, o cacete deslizando inteiro para dentro da boceta dela, que facilitava a entrada dele, mantendo as coxas encolhidas e o mais abertas possível. Ele martelava a pica nela, e a cara dela parecia demonstrar que ela estava gostando.

Uns minutos se passaram, e ela gentilmente o afastou com a mão, fazendo-o sair de dentro dela. Sem dizer nada, ela apenas sorriu, e virou-se de costas para ele, empinando o máximo que pode a sua bunda, joelhos sobre a poltrona, muito afastados. A visão que o Rodrigo tinha do rabo da sua namorada era, para dizer pouco, matadora. A xoxota dela, semiaberta, convidativa. Mas a bunda dourada da menina, e seu cuzinho exposto, eram dignos de um quadro na parede, ele pensou.

Sabedor que um simples toque no botãozinho dela, mesmo que acidental, poria toda a transa a perder, ele apenas se ajeitou na entrada da boceta da menina, e empurrando o pau duro para dentro, recomeçou a fodê-la. Olhou para baixo, querendo gravar na memória aquela cena, aquele rabo, enquanto via seu pau mergulhar para dentro e para fora da boceta dela, cada vez mais rápido. Em mais cinco minutos dessa bateção, as polpas da bunda dela se chocando contra sua pélvis, ela gozou, escandalosamente:

- “Ahhhhh... Ahhhhhhh... Ahhhh-ahhh-ahh-ah.... Ufffffffssssssssssssssss... Aiiiiiiiiiiiiiiii, caraaaaaalhooooooooo... Ahhhhhhhhhhhhhh...”, gemeu, rebolando a bunda na frente dele,

Ele virou-a de barriga para cima, e sacou a camisinha, começando a se masturbar sobre o corpo dela. Ela ainda mexia na boceta, olhos fechados, quando ele espirrou dois jatos de leite grosso sobre a barriga e seios da menina. Ela esticou a mão em direção ao pau dele, mexendo nele como se quisesse ordenhar mais um pouco de sêmen, quando, como se fosse combinado, ouviram barulho no portão da rua.

- “SEUS PAIS!!!”, ele falou, aflito, começando a recolher suas roupas espalhadas, e procurando onde havia jogado a camisinha.

- “Vai... Quintal... Se veste lá.”, falou ela, levantando-se até que com calma, tal a urgência, e se limitando a pegar seu casaco e calcinha, já que ela ainda vestia suas botas. Depois, com naturalidade, entrou no seu quarto e fechou a porta, resolvendo sua parte do problema, enquanto ia para o chuveiro, o quê era totalmente explicável, tendo acabado de chegar do aeroporto.

Enquanto se escondia na churrasqueira e tratava de se vestir, apressado, o Rodrigo não pode deixar de pensar como a situação dele era curiosa. Sua namorada tinha um corpo divino, capaz de fazer muitos rapazes darem um braço para poder ter, apenas por uma vez, o quê ele podia ter sempre que quisesse... bem, quase isso. No entanto, graças ao gênio intempestivo dela, boa parte das transas entre eles ficava mais no terreno de “muita oportunidade, pouca realidade”, do que o contrário.

De qualquer modo, e era o quê importava, quando o pai da Sônia entrou no quintal para procurar o rapaz, com um copo de uísque na mão, encontrou-o calmamente sentado em um banco, em frente à piscina, “estudando pelo celular”, enquanto aguardava a namorada. O sogro perguntou sobre o curso dele, como estava indo etc. Rodrigo estudava Direito, e isso fazia o pai das meninas nutrir simpatia por ele, gerando sempre bons papos entre eles.

No final da tarde, começo da noite, estavam todos lá, os 8 membros da família... Os pais, e os três filho e filhas, com seus respectivos pares. As pizzas chegaram, as histórias foram se sucedendo, detalhes sobre o casamento e as paisagens da Itália, detalhes da família, histórias engraçadas, e tudo parecia fluir às mil maravilhas, menos para o Rodrigo, que fazendo de conta interesse na conversa, se entretinha em olhar para cada membro da mesa, tentando adivinhar o quê ia pela cabeça de cada um.

Ele se deteve em olhar para a Lívia, a modelo namorada do Ronaldo, irmão mais velho da casa. A menina era realmente linda, uma beleza clássica, limpa, perfeita. Poderia ser atriz, com facilidade, tal a beleza dos seus traços. Como modelo, seu corpo não era páreo para as irmãs, muito mais brasileiras e cheias de curvas, mas ela não fazia o estilo esquelética que se esperaria. Fora isso, seus seios voluptuosos chamavam muito à atenção. Perdiam apenas para a sua discrição.

Ela parecia de outra raça, tal a superioridade natural que exalava. Não que, de maneira alguma, fosse arrogante, ou metida. Apenas parecia ainda mais princesa, do que as próprias princesas da casa. Aquilo tudo parecia um conto de fadas, e o Rodrigo ficou pensando como caíra ali no meio. Mas, mais importante do que isso, ficou pensando no papel que o sexo desempenhava naquela casa... Até onde sabia, deixando o pai e a mãe de fora, ninguém ali era santo... Todos tinham culpa no cartório, a exceção da Lívia. Será que isso seria verdade? Será que a vida de glamour dela não a havia tentado? Teria ela posto os mesmos chifres que recebera, no seu namorado? Ele gostaria de saber.

Antes do fim da noite, os filhos todos planejaram um fim de semana juntos na chácara da família, no interior. O evento rapidamente tomou forma, com promessa de levarem uma turma animada para comemorar a vida em família, já que raramente todos estavam juntos. Marcaram o encontro para dali há 15 dias. Me despedi da Sônia, sutilmente convidado a me retirar, enquanto os irmãos mais velhos, Susan e Ronaldo, seriam brindados com a companhia dos respectivos namorado e noiva, seguindo o critério moral da família, fosse qual fosse.

O Rodrigo havia evitado sequer olhar na direção da Susan, procurando dar muita atenção à Sônia em primeiro lugar, e ao pai dela, na sequência. Porém, não pode deixar de reparar nela segurando na mão do Fábio, conversando muito com ele e, eventualmente, sendo beijada pelo rapaz de barba rala. Ele foi embora, satisfeito pela tarde de sexo com sua própria namorada, e a imagem dela de joelhos na poltrona, de botas e bumbum para cima.

A quarta-feira chegou trazendo o retorno às aulas, para a Sônia. Mas, as lembranças recentes da viagem precisavam ser externadas, com urgência. Puxando sua amiga e confidente, Adriana, para longe das rodinhas habituais de amigos, a convidou para almoçar meio longe do campus da faculdade.

- “Affff... Por que tanto mistério, mulher?”, quis saber a Adriana, estranhando o jeito calado da amiga, mas sabendo que vinha alguma bomba por aí. Ela conhecia bem demais a amiga. – “Desembucha, garota...”, incentivou.

- “Transei com dois caras, lá na Itália...”, ela falou, sem meias-palavras.

- “Puta que o pariu... Sua vadiazinha... Eu não acredito!”, a amiga disse, em um misto de espanto e de inveja disfarçada. – “Conta... Conta tudo... Vai, fala...”, acelerou a amiga. – “Com seus pais lá? Como conseguiu sair do olhar de águia do Imperador?”, perguntou, usando o apelido que dera ao pai da amiga.

- “Ahhh, amiga... Você sabe que quando eu quero, eu dou meus pulos...”, a Sônia respondeu, aumentando a expectativa da ouvinte, mas falando uma verdade.

- “Para de enrolar, caralho...”, a amiga ruiva disparou.

- “Depois do casório, nós saímos da igreja e fomos para uma PUTA festa, em um tipo de lugar muito doido... Tinham umas ruínas, e um jardim gigante, cheio de mesas e com um tipo de riacho iluminado que cortava o lugar em várias direções, meio azul, muito louco.”, ela começou, para ser interrompida pela amiga.

- “Foda-se a porra do jardim... Os ‘ragazzi’, caralho... falas dos carinhas.”, quis acelerar.

- “Calma, porra... vou chegar lá.”. retrucou, antes de continuar. –“Na igreja vi um italiano alto, com barba por fazer, olhos azuis, que não parava de me encarar. Olhava para mim, e para a abertura do meu vestido, na perna. E não parava de sorrir, sabe aquele sorriso cafajeste que eu adoro? Entao...”

- “Sua puta, já está me deixando molhada aqui...”, a amiga respondeu.

- “Antes de irmos embora, ele veio e se apresentou. Cumprimentou meus pais, perguntou de onde éramos, porque não nos conhecia. Só depois falou comigo. Perguntou se eu estaria na festa. Eu, que já estava quase me jogando em cima dela, quase respondi que queria mesmo era ir para o quarto do hotel dele.”

- “Não enrola, que até agora só tem um.”, a Adriana advertiu.

- “Troquei de roupa, como aliás quase todas as mulheres, e fui para a tal festa, torcendo para encontrar o Roberto lá.”, mal sentei na mesa no jardim designada para nós, ele apareceu e me chamou para dançar.

- “Rapidinho, o moço, hein...”, a amiga observou.

- “Você acha? Pois a primeira coisa que ele me falou, no ouvido, foi:”

- “Eu já estava me imaginando tirando aquele seu vestido vermelho, mas agora você veio com uma roupa muito menor... Está poupando o meu trabalho...”

- “Vocês, italianos, são sempre atirados assim?”, eu perguntei para ele.

-“O filho da puta não respondeu. Apenas olhou para mim, e me puxou pela mão, ao longo daquele meio riacho iluminado que cortava o gramado. Me levou até uma parte mais distante, onde umas árvores enormes faziam sombra e meio que escondiam as pessoas do resto da festa, a 50 metros dali. Ali eu já vi uns dois outros casais, na maior putaria, e a festa havia começado não fazia duas horas.”, a Sônia contou.

- “Juuuura?”, a amiga quis saber,

- “Uma loirinha já estava ajoelhada, mamando um cara encostado em uma árvore, a cinco metros de nós. E, do lado, um cara chupava os peitos de uma magrela. Mal acreditei nisso, a música chegava até a gente, super alta, parecia que estávamos no meio do gramado.”

- “E você deu para o cara ali, no meio da festa, sua vaca?”, a Adriana perguntou, incorformada.

- “Claro que não, caralho... Acho que eu sou o quê? Uma puta?”, a Sônia perguntou, cortando seu quiche.

- “Bom... para falar a verdade...”, a amiga começou, sarcástica.

- “Var dar o cu, tonta...”, a Sônia retomou a história. – “Ele me levou lá meio que para mostrar ‘como a banda tocava por lá’, manja? Tipo... Aqui, é do meu jeito, e meu jeito é assim... Ele me puxou para ele, e me deu um beijo que, amiga do céu, achei que ele fosse extrair meu útero pela minha garganta!!! Puta que pariu. A língua daquele italiano parecia uma jiboia louca dentro da minah boca. E, a hora que me dei conta, minha saia estava levantada, e a mão dele estava dentro da minha calcinha, bolinando minha bunda. Tipo, tudo isso, em dez minutos...”

- “Menina!!!”, a amiga falou, quase sem respirar.

- “Menina!!! Caralho, eu precisei atravessar a porra do Atlântico para achar um Homem, com H do tamanho do caralho dele.”

- “Conta...”, a amiga conseguiu dizer.

- “Uns 22, eu calculei... sendo modesta.”, falou.

- “Puta que o pariu,,, Queria saber por que essas rolas caem do céu na sua cabeça... Vai se foder.”, a amiga falou, com inveja. – “E aí?”

- “Ai a gente ficou lá uns dez minutos, nessa putaria... O cara não tinha limites. Achou um espaço entre duas árvores para a gente, e como seu eu fosse a namorada dele, foi me dedilhando, como se estivéssemos juntos há milênios. Aliás, besteira minha... Nenhum dos meus namorados ou ficantes, JAMAIS me tocou daquele jeito. Ele não parava. Pôs o pau para fora, e olha que era um puuuta pau, e pos na minha mão, como se nos conhecêssemos desde a infância. Puxou meu top, mamou meus peitos, pos o dedo dentro da minha xoxota...”, continuou, falando cada vez mais baixo na mesa do canto naquela cantina, certa de que todos estavam ouvindo.

- “Caralho... EU já estou apertando as pernas aqui, imagino você, lá... E aí?”

-“Ele falou ‘Vamos voltar até a sua família... depois a gente pode dar uma volta...’, e passou o dedo, que havia acabado de tirar da minha xana, embaixo do meu nariz, e nos meus lábios. Eu estremeci, e ele falou no meu ouvido: - ‘Não vejo a hora de te chupar, e fazer você gozar na minha boca... Depois eu vou te por de quatro, e comer você até você gozar de novo, com meu ‘catzo’ dentro de você.”, ela falou.

- “Sônia de deus... Para, que eu estou escorrendo aqui...”, a ruiva de cabelos escuros falou, revirando os olhos. – “Que caralho de cara é esse? Um James Bond italiano, é?”

- “Nos ajeitamos, e voltamos até a área das mesas, lado-a-lado, sem nem nos darmos as mãos... Tipo, o maior respeito, tá entendendo? Ele se sentou na nossa mesa, como se fosse um velho conhecido... começou a contar histórias da minha prima, a noiva. Logo, todos riam com ele, tentando falar português, puxando para Portugal. Após 40 minutos fazendo charme, ele me chamou para aproveitar a noite... Na frente dos meus pais e tios, sorrindo, como se fosse me levar para ver a fonte. Eu já levantei da mesa toda arrepiada.”

- “...de volta para o matinho!”, a amiga tentou advinhar.

- “Que mané matinho... Ele me levou para a pista de dança, e dançou cerca de meia-hora comigo, mais ou menos comportado. Depois entendi que era para parecer de boa, se alguém tivesse vindo atrás de nós.”

- “Filho da puta!”

- “Ai, começou a esquentar. Enquanto a gente dançava, senti alguém colar atrás de mim, e não sair mais dali. De repente, eu estava sendo meio ensanduichada por dois caras. O puto do Roberto seguia olhando travado nos meus olhos, sorrindo, os dentes tão brancos que podiam iluminar a noite ali. Atrás de mim, quando me virei, vi um moreno, com cara de moleque, cabelos muito negros, mas olhos azuis iguais aos do Roberto, dentes tão brancos quanto o outro, e me pareceu mais atlético, tipo bombadinho. Muuuuuito bonito, também.”

- “Aaaaahhhh... vá se fuder, sua idiota. Não basta um deus grego, agora tem dois?”

- “Deus romano, sua tapada. Não tem nada de Grécia... O Roberto segurou meus ombros, e falou na minha orelha, por cima da música: - ‘Agora é a hora que você escolhe o quê quer para essa noite... Você pode sair dessa pista só comigo, e eu garanto que você vai adorar...’, falou, sorrindo. – “Ou pode escolher ter uma noite inesquecível, se tiver coragem de chamar o Giovanni aqui, nosso primo também, para vir com a gente...’, ela falou, me virando pelos ombros e fazendo eu ficar de frente para o moreno. – ‘Ou pode só voltar para a sua mesa, jantar com seus pais, e ir embora para o Brasil, pensar no que deixou passar...’

- “Eita, porra... Diretos, hein?”

- “Sem enrolação. Perguntei: - ‘Mas eu tenho que voltar para o hotel com meus pais, senão vou me complicar...’, e o Roberto respondeu: - ‘Então, por que estamos perdendo tempo aqui?’, e me puxou para o fundo da pista de dança...”

- “Com o moreno?”, a amiga quis saber.

- “Com o Giovanni... Passamos pela área do bar. Ahhh, detalhe importante... Até então, e até o final da noite, não bebemos uma gota de álcool... eles, em momento nenhum, me ofereceram, nada. Após o bar passamos por uma porta, um saguão no meio da construção de pedras... Ai deu para ver que era meio fake, sabe... Um lugar construído para parecer meio medieval, e tals. Um corredor, e então entendi que havia, atrás da área de festas, um hotel. O Roberto apresentou um cartão, em dois minutos voltou com um outro cartão, de um quarto. Seguimos por um corredor, ele abriu a porta, entramos em um quarto, todo ornamentado como castelo, parecendo um hotel temático.”

- “Caralho, meu...”

- “O Giovanni, tirando sua gravata borboleta, disse que os noivos teriam sua noite de núpcias em um quarto de Lua-de-Mel, no alto de uma torre... muito louco!”

- “Putz, que viagem...”, a Adriana respondeu, olhando o horário no celular. – “Vai, sal vadia... Acelera essa porra, ou vamos entrar atrasadas em Farmaco... E você não quer ver a Dulce interessada em porque a gente chegou tarde à aula dela.

- “Amiga... Quando eu me dei conta, o Roberto me abraçava pela frente, e o Giovanni por trás. Os dois eram muito mais altos do que eu, mas eu sentia a boca de um no pescoço, de um lado, a do outro no ombro, do outro lado. Eram tantas mãos me alisando, abrindo fecho, zíper, puxando roupa, que eu achei que ia transar com um polvo. Em trinta segundos, eles se afastaram de mim, e começaram a tirar os smokings. De repente, eu tinha dois italianos, lindos, tesudos para caralho, com as picas apontadas para o teto, nus em pelo.”

- “E o Giovanni? Era dotadão, também? Faaaalaaa...”

- “Amiga, pior que não... Quer dizer, no fim das contas, melhor que não. Ele tinha um cacete assim, tipo, igual do meu namorado...”

- “Ahhh... ‘DESCULPA’ se eu não conheço o cacete do seu namorado, hein, amiga... ô-ô-ô....”, ela fez, com a mão sobre a sua testa, como se fosse besta.

- “Tem razão... Ainda não conhece.”, respondeu, fazendo a amiga parar de sugar o suco, com o canudinho parado em sua boca, confusa. – “Mas isso é outro assunto... Ai estavam os dois ali, nus em pelo, e quase nenhum pelo, cacetes empinados para o teto, prontos para segurarem uma bandeira. Sentaram-se na cama, sem mexer nos paus, e pediram para que eu tirasse a roupa. O Giovanni pos uma música no som do quarto, e eu fiz um showzinho para eles. Ai, amiga, você já viu, né? Kkkkk... Representei, modéstia às favas...”

- “Caralho, sua fudida...”, a amiga mal acreditava nas informações que recebia.

- “Aos poucos tirei minhas roupas... Eu já havia decidido, Miga...”

- “O quê????”

- “Olhei para a gente... Eu, na Itália... Duas rolas apontadas para o teto, dois gatos, eu peladinha, nunca mais ninguém ia se ver mesmo... Eu pensei: - Quer saber? FODA-SE... É HOJE!!!”

- “O quê ‘foi hoje’, caralho... faaaaaalaaaa...”, a Adriana perguntou, quase de pé em frente à amiga.

- “Sabe aquela história de nunca ter feito anal na vida???”, a Sônia perguntou, chupando o final do suco pelo canudo, fazendo barulho. – “Então...”

Os olhos da amiga se arregalaram, até não poder mais...

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