Minha sobrinha me ajudou a lavar o carro… e tudo mudou

Um conto erótico de Daniel Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1712 palavras
Data: 06/04/2026 14:13:36

Eu sempre soube que era perigoso ter Aline e Andréia morando comigo. Não pelo espaço — a casa é enorme, com quintal murado de quase três metros, piscina, garagem e churrasqueira, tudo escondido do mundo. O perigo era outro. Era o silêncio das noites, o cheiro de shampoo no banheiro que elas dividiam, o som da risada dela ecoando pelos corredores quando eu chegava do trabalho. Eu era o tio. O irmão mais velho do pai dela, o homem que assumiu o papel de provedor quando meu irmão morreu há quatro anos. Eu era o porto seguro delas. O respeito que eu tinha por elas era sagrado. Eu repetia isso pra mim todos os dias, praticamente como uma oração.

Aline tinha 19 anos agora. Um doce de mulher. Delicada, magrinha, pele clara que ficava rosada com o sol. Nada exagerado no corpo — quadril suave, cintura fina, peitos pequenos e firmes que combinavam com o rosto de menina ainda. Mas tinha uma coisa nela que me atormentava desde que começou a crescer: a bucetinha dela era bem desenhada, destacada, quase inocente demais pro tamanho do corpo. Marcava em qualquer roupa. Legging, shortinho, até calça jeans justa. Eu nunca olhava fixamente. Nunca permitia. Eu desviava o olhar, engolia em seco e lembrava: ela é virgem. Pura. Filha do meu irmão. Minha doce Sobrinha. E eu era o tio que cuidava dela como se fosse minha.

Andréia, a mãe, estava trabalhando cedo naquele sábado. Ela saía às seis e meia, uniforme impecável, me dava um beijo no rosto e agradecia mais uma vez por tudo. “Você salvou a gente”, ela sempre dizia. Eu sorria e respondia que era o mínimo.

Quando a porta da garagem fechou atrás do carro dela, eu respirei aliviado. Sozinho no quintal, o sol ainda baixo, o ar fresco de manhã. Peguei a mangueira, o sabão, o pano. O carro precisava de uma lavada. Rotina. Algo normal pra ocupar a minha cabeça.

Eu estava de short samba canção, e camiseta velha, pés descalços na grama molhada. A água gelada batia no para-brisa quando ouvi a voz dela.

—Tio… posso ajudar?

Virei devagar. E lá estava Aline.

Ela apareceu como uma tentaçao, — shortinho de algodão rosa-claro, bem curtinho, daqueles que mal cobrem a curva da bunda, e uma blusinha branca fina, quase transparente, sem sutiã por baixo. O cabelo castanho preso num rabo de cavalo alto, rosto limpo, sem maquiagem. Parecia uma menina pronta pra brincar na piscina. O short marcava tudo: o desenho suave dos lábios da bucetinha, o montinho delicado, até o contorno leve do clitóris quando ela ficava de lado. A blusinha colava nos bicos pequenos, rosados, que eu via perfeitamente mesmo sem água ainda.

Eu fiquei receoso na hora.

— Aline… tá calor, né? Mas você não precisa ajudar não. Eu termino rapidinho. Aproveita o dia princesinha do tio.

Ela deu um sorriso doce, daqueles que iluminam o rosto inteiro, e deu de ombros.

— Quero ajudar! Depois eu tomo banho de piscina. Tá um sol lindo, tio. Deixa eu te ajudar? Por favor…

A voz dela era suave, quase infantil. Pura. Eu engoli em seco.

O quintal era totalmente murado. Privacidade total. Ninguém veria. O problema é que ela nunca tinha se oferecido pra ajudar assim, nao vestida desse jeito. Nunca. Meu pau deu um leve pulsar dentro do short só de imaginar. Eu me odiei por isso.

— Tá bom… mas toma cuidado com a mangueira, hein? A pressão tá forte.

Ela pegou o balde de espuma, rindo, e começou a passar no capô. Os movimentos eram leves, inocentes. Os peitos pequenos balançavam de leve dentro da blusinha fina. Eu tentava focar no pneu, na roda, em qualquer coisa. Mas meus olhos me traíam. Desciam pro short rosa, pro jeito que o tecido se enfiava entre as coxas magras quando ela se inclinava.

A gente conversava normal. Ela falava da faculdade, das amigas, de como era feliz morando aqui. “Você é o melhor tio do mundo, sabia? A mamãe e eu… a gente não sabe o que seria da gente sem você.” Cada palavra dela era uma facada na minha culpa. Eu respondia com voz rouca, tentando manter o tom de tio protetor.

— Vocês são a família que eu tenho, Aline. Eu cuido de vocês com muito amor.

Ela sorriu, limpando o retrovisor com o pano molhado. A espuma escorria pelos braços dela, brilhando no sol.

Em um determinado momento ela quis pegar a mangueira pra enxaguar. Eu avisei:

— Cuidado, a pressão tá alta. Segura firme.

Ela abriu a torneira. A água jorrou forte, como uma cobra viva. Aline se assustou, deu um gritinho agudo, e a mangueira escapou da mão dela, balançando loucamente pra todo lado. A Água gelada acertou meu peito, meu rosto, encharcou minha camiseta. Mas o pior… o pior foi nela rsrsrs pior nao vai, o melhor… confesso.

A mangueira girou e acertou Aline em cheio. A blusinha branca ficou colada no corpo em menos de dois segundos. Os bicos pequenos, rosados, endureceram instantaneamente com o frio, furando o tecido fino como se quisessem escapar. Dava pra ver o formato perfeito deles, a areola escurinha, tudo. O short rosa virou uma segunda pele.

A bucetinha dela — aquela que eu jurava nunca olhar — ficou completamente marcada. Os lábios pequenos, desenhados, divididos pelo pano molhado. O clitóris saltado, um botãozinho evidente, pressionando contra a calcinha que agora era visível por baixo do short. A água escorria pela barriga lisinha, descia pelas coxas, pingava dos pés.

Meu pau reagiu na hora. Ficou duro, latejando, empurrando o short samba canção. Nao tinha como nao reparar…

“ Eu senti vergonha. Nojo de mim. Ela é virgem, caralho. É a filha do meu irmão. O que você tá fazendo?”

Aline riu. Um riso alto, genuíno, sem malícia nenhuma.

— Ai, tio! Olha o que eu fiz! Eu sou um desastre!

Ela tentou pegar a mangueira de novo, mas escorregou na grama molhada e quase caiu. Eu corri, fechei a torneira rápido e voltei. Quando parei na frente dela, a visão era demais. A blusinha transparente deixava os peitos à mostra como se estivesse nua. Os bicos durinhos, arrepiados. A bucetinha marcada, inchadinha do frio, o clitóris tão evidente que eu conseguia imaginar o gosto se eu fosse louco o suficiente pra ajoelhar ali.

Eu senti o coração martelando. Minha Culpa queimando no peito.

Eu dizia pra mim mesmo, Para de olhar. Para agora. Ela confia em você. Você é o pai que ela não tem mais.

Mas meu pau não obedecia. Estava latejando, dolorido, a cabeça inchada roçando o tecido molhado do short.

Ela olhou pra mim, ainda rindo, o rosto rosado, gotas de água escorrendo pelo pescoço.

— Tio… você tá todo molhado também! Kkkk Olha só a gente… parecemos dois patos! Kkkkk

Eu forcei um riso. A voz saiu rouca.

— É… você se molhou feio, princesinha. A blusinha… tá… bem molhada. Ela olhou pra baixo. Percebeu. Os bicos furando o tecido. A bucetinha dividida, marcada. Por um segundo o sorriso dela vacilou. Um rubor subiu pelo rosto. Mas ela era pura demais pra entender o que aquilo causava em mim. Só mordeu o lábio inferior e deu de ombros.

— Aff… agora vou ter que trocar antes da piscina. Mas ainda falta lavar o carro todo. Continuamos né tio?

Eu queria dizer não. Queria mandar ela entrar, tomar banho, se trocar. Mas a boca falou outra coisa.

— Continua… se você quiser.

A gente seguiu lavando. Eu tentava ficar do outro lado do carro. Ela do meu lado. Cada vez que ela se esticava pra passar o pano, a blusinha subia, mostrando a barriga lisinha. O short grudava na bunda, marcando a curva. Eu imaginava — contra a minha vontade — como seria tocar ali. Como seria sentir o calor daquela bucetinha virgem contra meus dedos. Como seria ouvir ela gemer meu nome pela primeira vez, assustada, curiosa, porque nunca ninguém tinha tocado nela.

E mais uma vez eu dizia pra mim mesmo:

Para. Ela é virgem. Inocente. Você criou ela aqui dentro dessa casa como se fosse sua filha.

A culpa me comia vivo. Mas o tesão era mais forte. Meu pau não amoleceu nem um segundo. Quinze minutos depois o carro estava pronto. Brilhando. Aline deu um suspiro satisfeito, jogou o pano no balde e sorriu pra mim, toda molhada, toda exposta.

— Pronto, tio! Missão cumprida!

Eu olhei pra ela. A água ainda escorria pelos cabelos, pelos ombros, entre os peitos. Os bicos ainda duros. A bucetinha ainda marcada, o clitóris ainda visível. Ela era a imagem da inocência molhada. Pura. Minha.

Sem pensar, eu me aproximei. Peguei ela no colo — leve como uma pluma, o corpo quente apesar da água fria. Ela deu um gritinho de surpresa, rindo, os braços envolvendo meu pescoço.

— Tio! O que você tá fazendo? Rsrsrs !

Eu caminhei até a borda da piscina, o coração disparado, o pau duro pressionando contra a coxa dela. Com certeza ela sentia meu pau encostando nela.

— Você disse que queria banho de piscina, né?

E pulei.

Nós caímos juntos. A água gelada engoliu a gente. Ela ainda no meu colo, pernas em volta da minha cintura, corpo colado no meu. A blusinha molhada grudou ainda mais. A bucetinha pressionada contra minha barriga. Meu pau latejando contra a coxa dela.

Quando emergimos, ela estava rindo alto, cabelo grudado no rosto, olhos brilhando.

— Tio… você é louco! Kkkkk

Eu a segurei firme pela cintura. A água batia no peito dela. Os bicos roçavam meu peito. Eu olhava nos olhos dela. aqueles olhos castanhos, inocentes, confiantes.

Eu sentia a culpa me rasgar por dentro.

O que eu tô fazendo? Ela é virgem. É a Aline. Minha sobrinha. A menina que eu criei.

Mas meus dedos apertaram um pouco mais a cintura dela. E eu sorri, com a voz baixa, quase rouca:

— Às vezes a gente precisa se molhar pra sentir vivo, né, princesinha? Um calor desse. É bom aproveitarmos.

Ela mordeu o lábio de novo. Não respondeu. Só ficou me olhando um segundo a mais que o normal. Um segundo que fez meu estômago revirar de desejo e de culpa ao mesmo tempo.

A água balançava em volta da gente. O quintal estava silencioso. Só nós dois. E eu sabia, ali, com ela molhada nos meus braços, que algo tinha quebrado para sempre dentro de mim.

Continua…

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