Swing com minha prima

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 2019 palavras
Data: 06/04/2026 09:47:06

Maria foi, por muito tempo, meu sonho inalcançável. Sempre a achei uma garota linda, não importa o momento da vida. Durante anos, felizmente, tive a oportunidade de sair com diferentes mulheres, mas sempre que via uma foto sua, meu coração batia diferente.

Quando ela foi morar comigo, pensando, claro, na faculdade, eu me senti o cara mais sortudo do planeta, especialmente quando as coisas começaram a caminhar para nós.

Foram anos de um sexo maravilhoso, uma relação bem tranquila e todo tipo de aventura. Porém, findada a minha faculdade, me vi numa posição complicada: a empresa em que me estabeleci pós estágio, me ofereceu uma vaga híbrida, numa cidade próxima de onde nasci. Foram longos dias de conversas sobre o que fazer e decidimos seguir com nossa relação à distância.

Maria era bem safada e sempre me mandava fotos peladas, vídeos se tocando e me ligava para assistir eu bater uma punheta. Ainda assim, faltava alguma coisa, infelizmente.

Nesse contexto, aconteceram as histórias que narrei com minha prima, Eva. Ela e sua namorada, Josi, transaram comigo quando as ajudei com uma questao pessoal. Não só isso, mas a dose se repetiu quando Josi resolveu tirar a virgindade do cu da minha prima.

Evidentemente, não contei disso para Maria e, apesar do leve arrependimento, as experiências valeram a pena.

No final de semana seguinte ao último menage com Eva e Josi, recebi uma ligação inesperada da minha namorada. Maria estava na rodoviária, esperando para que eu a buscasse. Minha alegria foi enorme, busquei ela o mais rapido que pude.

Era bem cedo, então tomamos um café da manhã e fomos para casa. Chegando lá, uma trepada daquelas de cinema, eu nem tive tempo de fechar a porta direito e ela já estava em cima de mim, faminta.

Meu pau desaparecia em sua boca, apesar dos meses sem usá-lo ela ainda me dominava assim.

Arrastei-a para o quarto e chupei sua buceta, o gosto parecia ainda melhor que nunca, eu mal conseguia me controlar. Maria ficou de quatro e eu enterrei meu pau fundo nela, num movimento só. Estocava com toda a força, batia e apertava sua bunda. O quarto era tomado pelo som dos nossos corpos se chocando e nossos gemidos ecoavam juntos.

Quando ela forçou o corpo contra mim, eu entendi imediatamente, Maria ia gozar. E eu também.

Segurei firme seu quadril e no primeiro gemido mais intenso, eu enterrei-me por completo na sua buceta. Gozei deliciosamente, naquela mistura de tesão e saudade, sentindo minha namorada linda me engolindo.

Saí de dentro dela, que desabou sobre a cama. Eu fui me lavar e deitei ao seu lado, quando peguei no sono.

Quando acordei, senti cheiro de comida e ouvi os barulhos da cozinha. Fui até lá e Maria estava preparando nosso almoço. Perguntei da viagem, do TCC e os detalhes da formatura que se aproximava. Batemos um papo sobre tudo, nos atualizando e conectando um pouco mais.

Após o almoço, ainda sentados a mesa, eu nos servi um café, procurando um meio de a levar para a cama outra vez. Foi aí que tudo começou a ficar estranho.

- Você tem conversado bastante com sua prima Eva não é? - perguntou Maria.

Eu gelei, minha cabeça desligou da conversa momentaneamente, pensando em um milhão de cenários. Nunca me importei de Maria ver meu celular, na verdade até a estimulava a responder algumas mensagens, em especial se eu estivesse dormindo, com medo de perder algo importante.

- Ela mandou uma foto indo pro banho com uma menina. Vai me explicar? - seguiu.

Eu não tinha muita escolha, apenas comecei a explicar do que se tratava e contei tudo que tinha acontecido. Maria não reagia ao que eu falava, estava estranhamente calma, apenas acenando para sinalizar que seguia atenta.

- Você se arrepende? - perguntou-me após ouvir toda a explicação.

- Para ser sincero, não. Me sinto mal de ter feito isso sem conversar contigo, você sempre foi super parceira e compreensiva comigo.

Maria deu um sorriso e veio até mim, sentou no meu colo e me deu um beijo levinho.

- Eu imaginei que talvez você não se controlasse, não tem masturbação no mundo que compense a falta de uma boa trapada. - começou - Porém, me chateei, não quero um relacionamento aberto, mas nessa situação talvez a gente pudesse resolver de outra maneira.

Enquanto Maria estava no meu colo, meu pau comecou a endurecer, ainda mais quando descobri que não perderia aquela mulher deliciosa.

- Isso não vai se repetir, amor. - prometi.

- Você é um puto mesmo, de pau duro achando que essa cara de cachorro sem dono vai me convencer? Nada disso, vai ficar sem buceta. - retrucou.

Nesse momento me bateu a decepção, achei que isso seria superado rapidamente, mas não era o caso.

- Me dá seu celular. - ordenou.

Eu estiquei a mão e alcancei meu celular que estava bem atrás dela, sobre a mesa. Entreguei, ela desbloqueou e levantou para tirar uma foto de cima, depois ficou mais alguns segundos digitando algo. Ouvi uma notificação quase que imediata, ela respondeu com um áudio:

- Venham pra cá, não temos compromisso hoje.

Depois disso ela ficou com meu celular e saiu dizendo que ia tomar banho. Eu já imaginava do que se tratava, então relaxei. Fui pro sofá e me sentei pra jogar videogame.

Meia hora depois, ouço a campainha e, ao abrir, me deparo com Eva e Josi. As duas super animadas, me cumprimentam e entram sem muita cerimônia. Eu aviso Maria que temos visitas e ela sai do quarto completamente pelada, me deixando em choque.

- Caralho, primo. Eu tinha ouvido que essa menina era bonita, mas achei que era mais exagero do povo. Que gata.

Josi riu olhando minha cara de besta, ainda incrédulo. Passado o choque inicial, Maria tomou a frente.

- Bom, já que você aprontou com as duas, agora vai aguentar ver sua mulher participar tambem. - disse.

Ela veio até mim e me colocou sentado no sofá, em seguida virou-se para Josi e Eva, começando uma pegação bem excitante. Maria não era bi, de fato, mas parecia estar gostando de tudo aquilo. Ajudou ambas a se despir, depois as puxou ate o quarto, me avisando meio que de ombros:

- Quer ver o que tem em mente? Vem pra cá também.

Antes de eu reagir, meu corpo o fez primeiro. Não dava pra disfarçar o pau duro e o tesao que eu sentia naquele momento. Entrei no quarto e as três seguiam se pegando. Eva segurava uma bolsa e, na primeira oportunidade, abriu ela para mostrar o que tinha planejado.

Era o cintaralho que Josi usara nela. Minha prima se levantou e veio até mim, para que eu a ajudasse e assim o fiz. Depois, um beijo gostoso em mim e um sorriso sacana, quando se virou para a cama. Maria já estava de quatro, sendo dedada por Josi, que a preparava para o consolo que viria.

Lubrificante, uma leve espalhada e Eva logo estava comendo minha mulher. Para ser sincero, aquilo tudo era tão louco que me excitava demais. Eu arranquei a roupa, me posicionei de lado para elas e comecei a me masturbar. Josi estava pelada na minha frente fazendo o mesmo e quando parou de olhar Eva e Maria, reparou em mim ali, então acenou para que eu fosse meter nela.

Evidentemente, eu logo me posicionei para tal. Porém, quando ia enfiar, Maria me parou:

- Espera, amor. Antes de comer ela, pega meu brinquedinho dentro da mala.

Eu fui até lá e busquei um daqueles estimuladores de ponto g sem fio. Já haviamos usado para algumas brincadeiras.

Eva tirou o consolo de dentro e eu coloquei o brinquedo e liguei, depois enterrei a pica em Josi que não tinha parado de se masturbar nem um segundo.

Eu metia em Josi que gemia bastante, mas nós dois observavamos nossas mulheres fodendo ali, bem na nossa frente. Josi estava com as pernas bem abertas, deitada de costas abaixo da minha namorada. Maria estava de quatro, com a bunda empinada e a buceta cheia do vibrador. Foi então que, quando Eva ia voltar a penetrar na buceta dela, ela segurou e reposicionou para o cu.

- Vai, fode meu cuzinho, Eva. - disse, Maria, alto e claro para que todos ouvissemos.

O que veio em seguida foi um grito de dor e prazer, Eva não mediu esforço e enterrou o consolo no rabo da minha mulher.

Maria já estava acostumada a ser enrabada e gostava que fosse violento, então nem reclamou muito.

Quando o vai e vem no seu cu começou, ela abocanhou os peitos de Josi, que saltavam enquanto eu a comia. De vez em quando, ela ou Eva falavam alguma sacanagem, as duas estavam bem envoltas na coisa:

- Que delícia, Eva. Fode meu cuzinho com força, com raiva. Desconta o que esse safado tá fazendo com sua mulher. - Maria.

Josi gemia mais e mais e eu metia com força nela, que parecia se abrir ainda mais a medida que eu intensificava.

- Que rabo gostoso. Esse seu pau passa muito bem hein, primo. Vou deixar esse cu bem relaxado pra quando você usar denovo. - Eva.

Josi, quando ouviu isso, travou as pernas ao meu redor e me agarrou.

- Ela vai gozar, Maria. Olha minha putinha gozando no pau do seu macho. - Eva.

E era fato, Josi gozou intensamente, enquanto ouvia as sacanagens que a mulher falava. Assim que seu corpo relaxou eu saí de dentro e me levantei, voltando a me masturbar, com a ajuda dos pés de Josi.

Foi aí que Eva pediu pra Maria mudar de posição, ficando deitada de costas e de pernas abertas para ela. Eva voltou a enterrar no cu da minha namorada, que gemia ainda mais que antes.

- Vem, primo. Vou te recompensar por fazer minha mulher gozar. Tem um cuzinho pra você também. - disse Eva.

Eu entendi na hora, logo fui para trás de Eva. Josi, já recuperada, se levantou e babou bem meu pau para lubrificar. Depois, lambeu a bundinha de Eva e posicionou meu pau na entrada do cuzinho.

- Eu tô judiando da sua mulherzinha. Pode judiar de mim também. - Eva.

Apesar de saber que meu pau era um pouco maior que o consolo que ela tinha levado antes no cu, não me contive. Assim como ela fez, eu enterrei a pica sem muita cerimônia e comecei a foder sua bundinha. O quarto agora era tomado pelos gemidos de Eva e Maria, ambas sendo fodidas no cu.

Maria de perna aberta e com o cu preenchido do consolo de Eva. E Eva sendo enrabada com força enquanto metia em Maria. Josi beijava as duas e abria a bunda da namorada para mim de vez em quando.

Essa posição não durou muito tempo, quando Josi deu um beijo mais intenso na minha mulher ela a agarrou para que não saísse e gozou com a língua de Josi na sua.

Eva parou para admirar ela se contorcendo, enquanto eu seguia no seu cuzinho.

Maria terminou o orgasmo e olhou pra mim, extremamente satisfeita. Foi aí eu eu tirei o pau do cu de Eva e ajudei ela tirar a cinta, que atrapalhava o acesso à sua buceta. Depois de tirar, com ela ainda sobre Maria eu meti na sua bucetinha.

Eva gemeu alto de prazer, eu estava em êxtase, tomado pelo tesão e vontade de gozar. Comecei a meter freneticamente, segurando firme sua cintura e em movimentos pouco contidos. Josi sorria olhando aquilo, já deitada para admirar ao lado de Maria.

- Vou gozar. Vou gozar. - avisou Eva.

- Eu também, prima. - respondi.

- Não tira, por favor.

Eu apenas obedeci o pedido, quando enfiei meu pau pela última vez, na primeira leitada, senti seu corpo e buceta contrairem. Ela gemia gostoso e me apertava a cada jato de porra que eu soltava.

Que gozada, um show para as nossas mulheres que assistiam aquilo pós orgasmo.

Fiquei quase 1 minuto dentro dela após a última gota sair, ainda extasiado com tudo. Eva caiu para o lado quando eu saí de dentro dela e Maria veio me beijar apaixonadamente.

Fomos para o banho juntos, deixando Josi e Eva na cama.

No banho, beijos apaixonados e mais carícias, marcando mais um ponto importante da nossa relação...

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