Olá, caro leitor. Quero me apresentar antes de contar os fatos que aconteceram na minha vida. Tenho 35 anos, sou casado e não tenho filhos. Tenho 1,80 m de altura, sou um pouco gordinho, peso 105 quilos e sou branco. Meu nome é Fernando e sou dono de uma transportadora em uma cidade do interior de Mato Grosso.
Agora que me apresentei, vamos a essa história real que aconteceu comigo e mudou minha vida. Era um sábado, dia 25 de janeiro, às 11h40. Minha esposa, Dona Jaqueline, estava sem fazer nada em casa. Ela tinha 34 anos, era branca de cabelos pretos, uma gordinha de peitos grandes, coxas grossas e um bumbum também grande.
Como estava perto do almoço e não tínhamos nada pronto, decidi pedir uma marmita para nós dois. Não daria tempo de prepararmos algo, pois às 14h30 eu precisava buscar o caminhão para o meu funcionário viajar. Liguei para o restaurante e uma moça de voz doce me atendeu; sua voz era maravilhosa, muito gostosa de ouvirA moça atendeu e disse com aquela voz suave:
— Boa tarde! Restaurante Sabor Caseiro, em que posso ajudar?
Eu confesso que por um momento até me perdi no que ia falar, só de ouvir o jeito que ela me cumprimentou. Respirei fundo e respondi:
— Boa tarde... Eu gostaria de pedir duas marmitas caprichadas para entrega, por favor me chamo FernandoEla respondeu com aquela voz que parecia um carinho nos ouvidos:
— Com certeza, senhor Fernando!Cerca de 20 minutos depois, fui buscar as marmitas. Chegando lá, deparei-me com a moça: uma linda mulher branca, de cabelos castanhos-claros e um par de olhos castanhos. Ela tinha seios fartos e empinados; era gordinha, mas um pouco menos que minha esposa, com um bumbum empadinho e uma simpatia contagiante.
Nós trocamos olhares, nada muito fixo, mas trocamos. Ela me atendeu, perguntou meu nome e me entregou as marmitas.
Naquele dia chovia muito. Eu tinha me molhado todo ao voltar para casa; até para entrar no meu carro acabei me molhando bastante. Almocei com minha esposa, que estava insuportável naquele dia. O tempo passou, olhei a hora e já eram 14h10. Peguei meu carro e fui buscar o caminhão.
No caminho, encontrei a moça cruzando bem na frente do meu carro. A chuva continuava forte e lá estava ela atravessando a rua. Em um instante, para não ser atropelada por um carro, ela caiu no chão — um tombo feio de se ver. O carro nem parou, então eu tive que parar para ajudá-laEla ficou assustada, ensopada pela chuva e com as mãos sujas de lama. Quando me viu parando o carro e descendo para ajudá-la, arregalou os olhos, reconhecendo-me da entrega das marmitas. Com a voz ainda mais doce, mas agora trêmula de susto, ela disse:
— Nossa, é o senhor do pedido! Que susto eu levei... muito obrigada por parar, aquele carro quase me pegou!
Ela se machucou bastante com a queda. Perguntei o seu nome e ela me disse que se chamava Fabiana. Sem pensar duas vezes, ajudei-a a levantar, coloquei-a no meu carro e a levei direto para o hospital. Chegando ao hospital, ela viu que seu celular havia quebrado na queda. Fiz a entrada dela e pedi o número de algum familiar; ela me passou o do namorado. Liguei e expliquei que a Fabiana tinha sofrido um acidente e precisava dele ali no hospital. Ele, como um idiota, respondeu que não conseguiria ir, pois estava com muito trabalhoQuando contei que o namorado não viria, os olhos dela se encheram de lágrimas. Ela baixou a cabeça, respirou fundo e disse com a voz embargada:
— Eu já devia imaginar... Ele sempre coloca o trabalho acima de tudo, até de mim.
Ela parecia decepcionada e muito triste. Olhou para mim, ainda com dor por causa dos ferimentos, e agradeceu novamente:
— Se não fosse o senhor, Fernando, eu nem sei o que seria de mim ali naquela chuva.
Liguei para a mãe dela, que apareceu dez minutos depois, toda preocupada. Assim que ela chegou, expliquei tudo o que tinha acontecido e como encontrei a Fabiana caída na chuva. Eu já estava muito atrasado para o meu compromisso. Afinal, precisava buscar o caminhão para o meu funcionário viajar às 14h30 e o tempo tinha voado com toda aquela confusão no hospital. Mesmo com pressa, ela me pediu um último favor: que a ajudasse a ir ao banheiro. Como ela estava muito machucada e a mãe ainda estava resolvendo a papelada, não tive como negar. Ajudei-a a ir ao banheiro. Ela entrou e eu fiquei segurando a porta para ela. De fora, pude ouvir o som dela tirando a calça, enquanto o silêncio do corredor do hospital deixava tudo mais nítido. Quando ela foi tirar a calcinha — uma peça preta, modelo fio-dental —, acabou se desequilibrando e caiu novamente ali dentro do banheiro. Abri a porta e a encontrei ali, com a calcinha nos joelhos; sua buceta exposta, com alguns pelos aparentes, mostrava lábios carnudos projetando‑se para fora ….
Não havia como não encarar aquilo; meu membro reagiu imediatamente, pois o odor de sua vagina preenchia o ambiente.
Continua…….