Depois de um menage delicioso com Eva, minha prima e Josi, sua namorada, as coisas mudaram entre nós. Pouco depois do ocorrido, Eva finalmente saiu da casa dos pais, aceitou a promoção e se estabeleceu com Josi, mesmo sem se assumir publicamente ou parar de frequentar a igreja.
Entre nós, algumas conversas amenas e pontuais, com alguma provocação e lembranças da transa maravilhosa. Com Josi, eu ia mais longe, com o consentimento da minha prima, evidentemente. Sempre que via ela postar alguma foto, comentava vigorosamente, reagia aos storys e ela ia se soltando. Chegando até a mandar uma foto da minha prima com a cara enterrada entre suas pernas.
Eu estava num momento conturbado amorosamente, mas sempre disposto a uma aventura casual. Nesse meio tempo aconteceram até algumas das aventuras que já contei aqui.
Numa sexta qualquer, logo cedo, recebi mensagem da minha prima, perguntando o que ia fazer. Eu não tinha planos, claro, então me coloquei a sua disposição, esperando um repeteco.
"Que ótimo, primo. Olha, a Josi teve uma ideia enquanto a gente transava ontem e falou sobre executar um plano com você, ela vai te explicar direitinho."
Respondi positivamente e minha cabeca comecou a fantasiar os cenários mais sujos possíveis, mas me contive e não contatei Josi, esperando que ela o fizesse.
E fez!
Pós almoço, enquanto eu finalizava as últimas tarefas da semana, recebi um áudio de Josi, bem longo.
- Oi, gatinho. Olha, vou falar tudo num áudio só, se tiver dúvidas, me pergunta tá? - começou - Ontem, Eva e eu estávamos transando e enquanto eu chupava a buceta dela, resolvi enfiar um dedo no cu. Ela reagiu muito bem e pareceu gostar, então eu parei de chupar e masturbei ela com um vibrador, ainda dedando o cuzinho. Ela gemia como nunca e eu fiquei com bastante tesão na bunda dela. Aí pensei de enrabar ela pela primeira vez e queria sua ajuda. Topa vir aqui mais tarde?
- Claro, Josi! - respondi de imediato - Que horas você gostaria que eu chegasse?
- Você consegue vir umas 17:30h? Ela só vai chegar aqui umas 18:00h.
Concordei e deixamos marcado nesse horário. Finalizei na pressa tudo o que precisava, tomei um bom banho e me arrumei. Acabou sendo até cedo, então fiquei enrolando um pouco para não chegar cedo demais. Ainda assim, cheguei uns minutos antes.
Josi me recebeu divina, uma lingerie branca impecável, seu corpo parecia ainda mais bonito que da outra vez e meu pau reagiu assim que a vi. Ela me convidou pra entrar, nos abraçamos e fomos até o sofá, onde ela me contou sua ideia.
- Nunca achei que ia me sentir bem compartilhando minha namorada, mas ela gostou demais da outra vez e eu tambem. - disse Josi.
Eu ri e comentei:
- Foi uma transa maravilhosa mesmo, fiquei muito feliz que tenha acontecido. Tenho percebido a Eva tão feliz, acho que você faz bem pra ela.
Josi comentou, então, sobre os desafios que elas iam enfrentando e os planos de Eva de se assumir de uma vez. E como seu receio era apenas perder o cargo da igreja.
- Enfim, ela está pra chegar e eu queria falar minha ideia, de fato.
Me arrumei no sofá e acenei para que ela seguisse.
- Eu comprei uma daquelas cintas, pra colocar um pinto de borracha. Eu quero tirar a virgindade do cu da minha mulher e, ao mesmo tempo, fazer uma dp nela com você. O que acha?
Meu pau estava quase na testa de tão duro, nesse momento, eu disse que achava uma ótima ideia e ela me abraçou contente, antes de pedir um último favor.
- Olha, ela sempre chega por essas horas, vai pra cozinha quando ela chegar e fica quietinho. Vou receber e atiçar ela, quando ela voltar do banho, nós estaremos na cama.
Assim que Eva avisou que estava no prédio, Josi sinalizou que eu fosse. Entrei e me sentei na mesa da cozinha, que tinha uma porta daquelas suicidas. Ouvi o trinco da porta e então as vozes das duas, me concentrei bem para ouvir.
Eva disse que Josi estava bem gostosa e queria saber o que ela estava aprontando. Josi falou pra ela banhar e vestir o que estava no banheiro, depois negou o pedido da minha prima de se juntar a ela.
Depois que a porta do banheiro fechou, Josi veio até a cozinha e me chamou para que fôssemos para o quarto. Ela me ajudou a tirar quase toda a roupa e então nos deitamos na cama e trocamos alguns beijos e carícias, ansiosos para que aquele banho terminasse logo.
Durante um beijo mais quente, ouvimos a porta do banheiro abrir e os passos de Eva até o quarto, paramos o beijo assim que ela abriu a porta. Ficamos a encarando sorrindo e ela mordeu os labios enquanto admirava a cena.
- Continuem - disse Eva.
Eu segurei o pescoco de Josi e voltei a beijá-la. Apertava seu corpo e deslizava a mão por cada cantinho, enquanto isso. Eva veio até nós e deitou também, nos separando e se colocando no meio. A partir daí eu estava mais uma vez numa posição incrível: duas gostosas na cama me beijando e eu prestes a fodê-las.
- Sabia que tinha alguma putaria em mente. - disse Eva se referindo a Josi, que sorria e não parava de beijar a namorada.
- Você nem imagina, amor. - Josi respondeu e se levantou, indo em direção até o guarda-roupas.
Comecei a pegar minha prima intensamente, sem deixar que ela reparasse muito no que a namorada fazia. Beijei ela e pressionei meu corpo, fazendo meu pau roçar e pulsar ao encostar. Depois, enfiei a mão até sua calcinha, a buceta dela estava molhada, bem molhada mesmo e Eva comecou a gemer a partir daí.
Já meio sem controle, ela enfiou a mão na minha cueca e retribuiu as dedadas que eu dei, com uma punheta levinha, mas gostosa, depois tirou todo meu pau pra fora e se virou para chamar a namorada:
- Vem, amor. Meu primo já está... - ela arregalou os olhos e abriu um dos sorrisos mais safados que eu já vi.
Enquanto nos pegávamos, Josi preparou a cinta e estava com o pinto de borracha já pronto para enrabar minha prima.
- Vou comer sua bunda hoje, amor. - disse Josi.
Eva se levantou e foi até a namorada, segurou seu pescoço com uma mão e o dildo com a outra e beijou apaixonadamente. Eu me arrumei no meio da cama e tirei a cueca, enquanto assistia as duas se pegando e minha prima sendo despida. Me masturbei um pouco vendo aquela linda cena.
Quando se lembraram de mim, Eva veio e caiu de boca no meu pau, deixando o rabo empinado para a namorada. Josi veio por trás e lubrificou o pinto de borracha, depois socou de uma vez só. A boca de Eva estava cheia com meu pau, mas senti ela querer gritar e apertar com mais força a minha pica. Josi comecou a meter com força na bucetinha da minha prima, que engasgou e tirou meu pau da garganta já todo babado. Ela segurou ele com uma das mãos e punhetava meio sem jeito, apertando com bastante força e gemendo enquanto a namorada rasgava ela.
O quarto era tomado pelo som dos corpos de ambas se chocando e o gemido delicioso de Eva.
Senti ela apertar ainda mais meu pau e dar um longo suspiro, percebi que estava quase, mas foi aí que Josi parou.
- Não. Continua, amor. - disse minha prima, tentando agarrar a namorada de volta.
- Agora não, quero que sente no seu primo. - respondeu.
Eu apenas admirava as duas, como um mero brinquedo para elas. Eva veio e sentou na minha pica, quicou um pouco e parecia estar perto outra vez. Foi aí que Josi subiu na cama e conteu seus movimentos.
- Quietinha agora. - disse Josi, já derramando lubrificante sobre o ânus da minha prima.
Depois de espalhar bem em tudo, ela colocou na entradinha, Eva estava completamente preenchida com meu pau na buceta e se inclinou até deitar sobre mim. Eu sentia ela se arrepiar de vontade e, com a cabeça bem perto do meu ouvido, ouvi seu primeiro grito quando Josi colocou a ponta do cintaralho. Apesar da dor aparente, o que se seguiu foi um gemido delicioso de ouvir, levei as mãos até sua bunda e abri para facilitar o caminho.
Quando chegou até o fim, um silêncio tomou o quarto, eu sentia meu pau ser apertado varias vezes quando a buceta de Eva piscava. Josi se mantinha quieta, esperando a namorada se acostumar com aquele volume no rabo.
Foi aí que minha prima começou a se mexer, um rebolado discreto que indicava que já estava pronta. Josi começou o vai e vem lentamente, meio sem jeito também, mas isso não importava muito, pois Eva parecia delirar de prazer, gemendo como uma cadela. Só de lembrar daquele corpinho delicioso colado contra o meu, empalado pela minha pica e rebolando enquanto a namorada gostosa enterrava no rabo, já me dá vontade de bater uma.
Eva, que já tinha quase gozado outras duas vezes, gozou intensamente e bem rápido. Ela gritava, entregue ao tesão para o deleite de Josi.
Depois do ápice, ela ficou quieta e ofegante, deitou do meu lado assim que Josi saiu de dentro do seu cu e ficou parada olhando para nós.
Quando achei que tudo tinha acabado, senti a mão de Josi no meu pau. Quando olhei, ela se aproximava para um boquete, chupou deliciosamente e depois se deitou entre mim e Eva. Enquanto acariciava e beijava minha prima, ela se posicionou para que eu a fodesse. Enfiei sem muita enrolação na buceta dela.
Éramos Eva, Josi e eu, nessa ordem, deitados na cama. Eva beijava e assistia a namorada, que estava de costas pra mim sento comida com muito vigor. A buceta de Josi parecia faminta, engolindo todo o meu volume e no ritmo que eu ditava.
- Vou gozar. - disse Josi.
- Eu também. - respondi.
Nesse momento, cheguei a me mexer para tirar de dentro dela, mas fui impedido, ela segurou e eu entendi o recado. Josi se atracou na boca de Eva e gozou beijando-a, enquanto eu esporrava dentro da sua buceta. Sentia cada contração dela, que parecia ter um orgasmo infinito.
Quando terminei, segui dentro, ainda que mole, da namorada da minha prima. Eva, que só assistira nós dois e acariciou a namorada, se abaixou até nossas partes e tirou meu pau de dentro de Josi. Senti sua boca beijar e limpar o resto de porra que tinha sobre meu pau, depois ela fez o mesmo com a namorada, que tinha a buceta escorrendo meu leite.
Eu fui o primeiro a me levantar, lavei o oau no banheiro e voltei pro quarto, onde Josi dormia, exausta, e minha prima assistia seu sono.
Eva me acompanhou até a porta depois que eu me vesti, conversamos um pouco, nos atualizamos e ela me deu um abraço longo e bem gostoso. Cheguei em casa realizado, achei tudo magnífico e pensei em uma última coisa a realizar com ambas...
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