Laços Proibidos: As Relações Secretas na Empresa e na Família ( parte 26) !

Um conto erótico de Carlos
Categoria: Heterossexual
Contém 4947 palavras
Data: 05/04/2026 20:03:17
Assuntos: Anal, Heterossexual, Prima

As horas foram passando. Nadamos, fizemos piquenique, brincamos. Foi um dia leve e agradável, daqueles que fazem a gente esquecer tudo o que está acontecendo fora dali. Quando a tarde chegou, trouxe consigo aquele friozinho característico. A água do lago foi ficando cada vez mais gelada, arrepiando a pele e fazendo os músculos se contraírem. Pouco a pouco, fomos saindo da água. Alguns se enxugavam rapidamente nas toalhas, outros já pegavam as mochilas e se preparavam para a descida.

Quando todos já haviam saído, Caio deu um grito:

— Pessoal, presta atenção aqui um pouquinho!

Fizemos uma roda em volta dele. Ele começou a falar com a voz firme:

— A descida parece mais fácil que a subida, mas na verdade é tão difícil quanto. Ainda mais a esta hora: a vegetação começa a ficar úmida e nós estamos molhados. Temos que redobrar o cuidado.

Ele olhou diretamente para mim e para outra moça do grupo.

— Principalmente vocês dois, que não estão com o calçado adequado para trilha.

Acenei positivamente e fiz um sinal de joia com a mão. Senti então uma mão quente tocando meu ombro. Virei-me e era Letícia.

— De boa, Caio. Podem ir na frente que eu vou devagar com ele atrás.

Caio acenou com a cabeça em aprovação. Formamos uma fila e começamos a descer um por um. Eu e Letícia ficamos um pouco mais para trás.

Depois de uns quinze minutos descendo, minha perna começou a queimar e minha respiração ficou ofegante. Letícia, que vinha logo atrás, tocou meu braço com delicadeza.

— Descansa ali — disse, apontando para uma árvore caída na beira da trilha.

Sentei-me e ela se sentou ao meu lado. Ficamos os dois em silêncio. Só se ouvia o barulho suave da natureza: o vento leve nas folhas, o canto distante de alguns pássaros e nossa própria respiração. Ao fundo, bem longe, as vozes do grupo iam sumindo. Não era um silêncio ruim. Era leve, gostoso. Às vezes nossos braços se encostavam sem querer. Minha pele arrepiava imediatamente com o contato quente dela contra a minha, ainda úmida do lago. Sentia o calor suave do corpo dela irradiando, o leve tremor da pele arrepiada dela também, como se aquele toque simples enviasse pequenas correntes elétricas por todo o meu braço e peito. O ar entre nós parecia mais denso, carregado de uma tensão gostosa e silenciosa.

Quando já tinha descansado o suficiente, olhamos para baixo. Não havia mais ninguém e não ouvíamos mais as vozes deles. Levantei-me e ela fez o mesmo. Eu fui na frente, ela logo atrás. No terceiro passo, meu pé escorregou na terra úmida. Perdi o equilíbrio, o corpo inclinou para o lado e caí de lado sobre a vegetação, rolando levemente alguns metros. Não foi uma queda violenta, mas o suficiente para sujar minha roupa de barro e folhas molhadas.

Letícia veio correndo até mim, os olhos arregalados de preocupação.

— Meu Deus, colega! Se machucou?

Com vergonha, não falei nada. Apenas acenei negativamente com a cabeça. Ela estendeu a mão para me ajudar a levantar. Quando nossas mãos se tocaram, veio novamente aquele arrepio forte, uma eletricidade gostosa que subiu pelo braço e se espalhou pelo peito. Quando fiquei de pé, ela viu minha roupa toda suja de barro e tentou limpar, mas só espalhou ainda mais a lama úmida e fria pela minha pele.

Senti uma onda de vergonha subir pelo rosto. Não era dor física — o corpo estava bem —, mas o ego tinha levado um tombo. Estava ali, sujo, desastrado, na frente de uma garota que mal conhecia, sentindo-me ridículo e exposto.

Ela perguntou novamente se eu tinha me machucado. Acenei que não. Letícia continuou atrás de mim, às vezes colocando a mão no meu ombro para me dar equilíbrio ou alguma instrução rápida. Continuamos andando.

Depois de mais uns trinta minutos, meu corpo cansou novamente. Sem ela precisar dizer nada, encostei-me numa pedra grande e fiquei descansando. Ela veio e sentou-se ao meu lado. Aquela sensação gostosa do silêncio e dos toques sem querer voltou, ainda mais intensa.

Alguns minutos depois, voltamos a andar. Quando passamos da metade do caminho, meu corpo deu sinal de cansaço outra vez. Letícia incentivou:

— Bora lá, colega. Já passamos da metade.

Respirei fundo e continuei. A trilha ficou mais estreita e úmida. De repente, meu pé escorregou novamente. Dessa vez o tombo foi mais forte: o corpo desequilibrou, caí de joelhos e depois de lado, batendo o quadril e o ombro no chão molhado. A dor aguda irradiou pela perna e pelas costas.

Letícia deu um grito e correu até mim.

— Meu Deus, colega! Agora foi forte!

Ela me deu a mão novamente. Quando fiquei de pé, ela veio por trás de mim, pediu licença e levantou um pouco minha blusa e meu short. Viu os arranhões vermelhos na pele.

— Caramba, agora machucou — disse ela, já tirando uma garrafa de água da mochila.

Ela despejou a água gelada diretamente sobre os arranhões. Senti um choque frio intenso, a pele ardendo levemente com o contato da água gelada na carne exposta e machucada. O líquido escorria frio pela minha pele quente, misturando-se ao barro e causando um formigamento que ia do quadril até a nuca. Enquanto isso, o olhar dela era de pura preocupação, as sobrancelhas franzidas, os lábios entreabertos. Mais uma vez, a vergonha voltou forte: estava ali, machucado, sujo, sendo cuidado como uma criança desajeitada. O ego doía mais que os arranhões.

Eu estava com muita vergonha. Ela olhou para mim mais uma vez e perguntou:

— Mas não tá doendo mesmo?

Olhei para ela e, com uma risada sem graça, respondi:

— Só o ego.

Caímos na gargalhada juntos. Ainda rindo, ela disse:

— Eu tenho uma pomada na minha barraca. Depois que você tomar banho, passa lá que eu te empresto.

Antes de voltarmos a andar, ela veio até mim e pegou na minha mão. O mesmo arrepio delicioso voltou, aquela eletricidade gostosa percorrendo a pele no instante em que nossos dedos se entrelaçaram. Continuamos descendo, ela segurando firme minha mão. Às vezes eu dava algum escorregão e ela ria, eu retribuía. Por dentro, eu estava tenso, com medo de cair e acabar levando ela junto. Mesmo assim, o clima entre nós era leve: conversávamos, ríamos, mas sem perder o foco na trilha.

Depois de mais alguns minutos, chegamos lá embaixo, na planície. Avistamos o acampamento ao longe. Fomos andando até lá ainda de mãos dadas. O sol já descia no horizonte, pintando o céu de tons alaranjados e rosados suaves. O ar estava fresco, mas ainda não escuro — era início de ano, e o entardecer se alongava, deixando tudo com uma luz dourada e quente que refletia nas folhas úmidas.

Quando chegamos no acampamento, algumas pessoas estavam em volta da fogueira se aquecendo, outras já dentro das barracas descansando. Karina estava sentada perto do fogo. Quando nos viu chegando de mãos dadas, ela ergueu uma sobrancelha e abriu um sorriso malicioso, aquele olhar de pura zoeira, como quem diz “te peguei”.

— Ah, ah! De mãos dadas! — provocou ela.

Nós dois olhamos para ela e retribuímos o sorriso. Karina continuou:

— Que demora, hein, vocês dois! De longe eu estava escutando vocês gargalharem. O que vocês estavam aprontando, hein? — disse estreitando os olhos, fingindo desconfiança.

Letícia respondeu rápido:

— Ai, amiga, não é nada do que você está pensando. Eu estava rindo do seu priminho. Ele é muito desastrado!

Mostrei minha roupa suja para Karina.

— Meu Deus, o que aconteceu? — perguntou ela.

Letícia respondeu antes que eu pudesse falar:

— Ai, amiga, ele caiu duas vezes.

Karina fez um olhar de preocupação e veio na minha direção:

— Se machucou?

Mostrei os arranhões. Ela olhou e disse, rindo:

— Ah, é só uns arranhões. Queria muito ter visto isso!

As duas começaram a gargalhar e a zoar de mim. Eu revidei:

— Vocês estão rindo porque não é o bumbum de vocês que está doendo, né?

Ficamos ali mais alguns minutos. Depois Karina se levantou, pegou uma sacola no chão e disse:

— Vamos, tonto. Tomar banho antes que escureça e a água esfrie mais.

Eu e Karina fomos para o lado do lago. Letícia seguiu para a barraca dela.

Andamos alguns metros até chegar no lago. Karina olhou para mim e perguntou:

— Será que a água está muito gelada?

— Provavelmente sim!

— Você demorou muito. Por que não tomou banho quando chegou?

— Queria que você esfregasse minhas costas — disse ela, dando uma risada meio maliciosa.

— Sei… — respondi, retribuindo o sorriso.

Ela colocou a sacola no chão e se agachou para testar a temperatura da água. Eu não resisti: cheguei perto, coloquei o pé na bunda dela e dei um impulso, empurrando-a para dentro do lago.

Quando ela caiu, começou a tremer de frio e me xingar:

— Seu filho da puta! Você me paga!

— Hahahaha! Quem mandou você rir de mim! E aí, tá gelada a água?

— Pra caralho!

Ainda rindo, abri a sacola, peguei o sabonete e entrei pelo lado raso. Quando o pé tocou a água, um arrepio violento subiu até a nuca. Cada parte do corpo que entrava na água gelada sentia o mesmo choque: a pele se contraía, os pelos arrepiavam, o frio cortante contrastava com o calor interno do corpo cansado. Quando cheguei até ela, Karina me deu um empurrão no ombro:

— Seu babaca! — disse, fingindo estar brava.

Ela se virou de costas para mim, me deu uma olhada por cima do ombro e disse:

— Esfrega as minhas costas.

Cheguei bem pertinho dela e comecei pelos ombros, descendo bem devagar até chegar naquela bunda maravilhosa, redonda e firme. Ela olhou para trás com uma carinha safada:

— Ei, safadinho! Eu falei as costas, não aí!

Voltei a subir com as mãos, depois desci novamente, devagar. Ela sorriu de novo. Cheguei ainda mais perto. Meu pau, que já começava a endurecer, roçou na bunda dela.

Entreguei o sabonete para uma das mãos dela. Com a mão livre, apalpei sua bunda com vontade, apertando a carne macia entre meus dedos. A outra mão subiu devagar pela barriga dela até alcançar os seios. Enfiei por baixo do biquíni e comecei a apertar de leve, depois com mais firmeza, beliscando os mamilos entre os dedos. Ela soltou um gemido baixo, que foi crescendo conforme eu apertava mais forte.

Com a mão que ainda segurava sua bunda, passei para a frente e comecei a acariciá-la por cima do biquíni. Ela reagiu imediatamente, esfregando a bunda contra o meu pau, que ficou totalmente duro.

Depois de um tempo, enfiei a mão por baixo do biquíni. O contraste foi delicioso: a água gelada do lado de fora contra sua buceta quente, molhada e macia por dentro. Fiz círculos lentos com dois dedos no clitóris. Seu gemido aumentou. A pele, que já estava arrepiada pelo frio, ficou ainda mais sensível agora pelo tesão puro.

Ela então pegou meu pau por cima da bermuda, apertando e apalpando por alguns segundos, sentindo ele pulsar contra a palma da mão. Só depois enfiou a mão por dentro, envolvendo meu pau quente e duro, e começou a me masturbar com a mesma intensidade — ora mais rápido, ora mais devagar, variando o ritmo de forma enlouquecedora.

Estávamos ali, só nós dois, cercados pelos sons da natureza e o barulho suave da água correndo e se mexendo com nossos movimentos. Entregues um ao outro, olhos fechados, até que um barulho na margem do lago quebrou tudo. Abri os olhos assustado. Karina também. Era Letícia nos olhando. Seu olhar não era de reprovação: os olhos brilhavam de desejo puro.

Karina deu uma risadinha e continuou me masturbando. Eu mantive o olhar preso no de Letícia enquanto voltava a acariciar a buceta de Karina, que gemeu mais alto. Letícia estava parada, respiração ofegante, peito subindo e descendo rapidamente, os olhos arregalados e vidrados em nós. Intensifiquei os movimentos, olhando diretamente para ela, como se estivesse compartilhando o prazer. Karina apertava meu pau com mais força, me levando ao delírio.

Continuei acariciando Karina até que seu gemido aumentou e ela gozou forte na minha mão, o corpo tremendo na água gelada. Ela não parou de me masturbar. Não demorou muito para que eu também gozasse na mão dela, jatos quentes se misturando à água fria. Durante todo o meu orgasmo, Letícia não tirou os olhos de mim — era como se ela sentisse cada pulsação, cada espasmo junto comigo. Nossos olhares ficaram presos, intensos, carregados de desejo não dito.

Quando o momento passou, Karina soltou uma gargalhada. Olhamos para ela e começamos a rir também. Letícia deu um pulo na água e veio andando até nós.

— Vocês são muito doidos! — disse ela, com uma risada safada.

— Nós, né? Eu vi a senhorita lá só de olho. Até parecia que você queria estar aqui no meu lugar.

— Nada a ver!

— Nada a ver? Seu olhar pro meu priminho te entregou! Hihihihi.

Nós três caímos na gargalhada. Ficamos ali mais um tempo, terminamos de tomar banho, saímos, pegamos as toalhas, nos secamos e corremos para as barracas. Eu e Karina entramos na nossa, fechamos o zíper. Tirei a bermuda e coloquei uma cueca. Karina tirou o biquíni molhado e entro nua debaixo da coberta. Deitei ao lado dela, me cobri e ficamos conversando até pegarmos no sono.

Acordamos com um grito de Caio:

— Galera! A sopa está quase pronta!

Levantamos ainda sonolentos. Coloquei uma bermuda e uma blusa de frio. Ela se trocou também. Quando abrimos a barraca, o cheiro da sopa quente misturado com o aroma de terra molhada e fumaça da fogueira nos invadiu. Pegamos uma vasilha cada um e sentamos em volta do fogo.

Olhei para o lado da barraca de Letícia. Ela estava parada lá, olhando para mim. Fez um sinal com o dedo indicador para eu ir até ela. Levantei, entreguei minha vasilha para Karina e fui.

Quando cheguei, ela estava com um potinho na mão. Sorriu e disse:

— Vira aí, colega.

Virei de costas. Ela pediu licença, levantou minha blusa e passou a pomada nas costas. A pomada estava gelada, causando um arrepio imediato que correu pela coluna. Houve uma pequena ardência nos arranhões, mas logo veio um alívio misturado ao prazer do toque dela — os dedos macios, lentos, espalhando o creme com cuidado. Uma sensação boa, quente e fria ao mesmo tempo. Ela levantou meu short e fez o mesmo nos arranhões da bunda. Senti novamente a pomada gelada, o arrepio, a leve ardência seguida de alívio e aquele toque gostoso que fazia minha pele formigar de prazer.

Terminou, ajeitou minha roupa, deu um sorriso, um tapinha leve nas costas e disse:

— Pronto, colega — acompanhado de uma piscadinha.

Voltamos para a fogueira. Karina já tinha colocado comida para mim. Jantamos. Depois, a galera foi se divertir: uns jogando truco, outros Uno, alguns cantando e tocando violão. Um grupinho de meninas, incluindo Karina e Letícia, conversava e ria.

Fiquei um pouco mais afastado, jogando no celular. Vi quando Letícia se levantou, foi até o cooler, pegou duas cervejas, mas não voltou para o grupo. Passou por mim, deu uma piscadinha e apontou com a cabeça para o lado da caminhonete do Caio. Depois de alguns minutos, me levantei discretamente. Karina me olhou, deu uma risada e uma piscadinha — ela sabia exatamente para onde eu ia.

O barulho das pessoas foi ficando distante. Quando cheguei na caminhonete, Letícia estava encostada na lateral. Fui até a traseira, abri a tampa, que fez um estalo seco. Ela veio até mim, bem pertinho. Dava para sentir o cheiro do seu perfume doce misturado ao hálito de cerveja e menta da bala que ela chupava. Peguei-a pela cintura, levantei e sentei-a na tampa da carroceria. Dei um impulso e sentei ao lado dela.

— E aí, colega? Tá doendo o bumbum? Hihihihi.

— Hahaha. Tá só ardendo um pouco.

Conversamos sobre trabalho, faculdade, relacionamentos e diversão. O clima era leve, como se estivéssemos em um mundo só nosso. Às vezes nossos corpos se tocavam e aquela eletricidade gostosa voltava. O tempo passou sem percebermos. Quando olhamos para o acampamento, o pessoal já tinha ido para as barracas. Só Caio ainda organizava algumas coisas.

Desci da caminhonete com um pulo e cheguei bem pertinho dela. Ela abriu um pouco as pernas e eu me encaixei entre elas. Estávamos tão próximos que nossos rostos quase se tocavam. Senti o calor da respiração dela misturando-se à minha, o cheiro dela invadindo meu nariz, os lábios entreabertos tão perto que quase dava para sentir o gosto. Meu coração acelerou, o desejo crescendo forte, o ar carregado de expectativa...

Uma voz cortou o clima:

— Ei, vocês dois! É melhor irem dormir. Amanhã vai ser puxado e não vai dar pra ficar ninguém pra trás.

Olhamos para Caio com o mesmo olhar de frustração e de quem foi pego no flagra.

— Porra, que cara chato — falei, sacudindo a cabeça.

— Ele é muito… Mas ele tem razão. A trilha de amanhã é puxada — disse ela, com um sorriso meio sem graça.

Peguei-a pela cintura, dei um impulso e coloquei-a no chão. Ficamos nos encarando por alguns segundos e caímos na risada. Dei um beijo na testa dela. Despedimo-nos e fomos de mãos dadas até a barraca dela. Depois segui para a minha.

Abri o zíper, entrei e fechei novamente. Karina estava deitada com os olhos fechados, mas percebi que não estava dormindo. Tirei a roupa, fiquei só de cueca e entrei debaixo da coberta. Percebi que ela estava completamente nua. Deitei atrás dela e encostei meu corpo no dela. A sensação da pele quente e macia dela contra a minha foi imediata e excitante. Comecei a esfregar meu pau, já duro, devagar contra aquela bunda maravilhosa e carnuda. Ela sentiu e deu uma jogada de quadril para trás, pressionando-se contra mim. Com uma mão, comecei a fazer carinho: primeiro nos seios, depois descendo pela barriga, sentindo a pele arrepiar sob meus dedos, até chegar em sua buceta, que já estava quente e úmida.

Ela, ainda de olhos fechados, disse:

— Ei, tonto. Nem pensar.

— Ah, vai… só uma trepadinha.

— Ué, não fez nada com a Letícia?

— Não. O babaca do Caio atrapalhou o clima.

— Kkkk, bem a cara dele. Amanhã é puxado, vamos ter que madrugar. Então temos que descansar.

— Eu sei… O inconveniente do Caio falou, mas lembra que você me deve.

— Pelo quê?

— Você disse que se eu fizesse a trilha, você iria me recompensar à noite.

— Já te recompensei lá no lago.

— Ah, não. Punhetinha não vale. Quero algo especial.

— Vale sim.

Só acenei negativamente com a cabeça e voltei a acariciar sua buceta. Vi sua pele arrepiar ainda mais, a buceta ficando mais quente e úmida. Ela deu alguns gemidos baixos, virou a cabeça de lado, abriu os olhos e disse:

— Tá bom. Vou fazer porque não gosto de ficar devendo pra ninguém. O que você quer de especial?

— Cuzinho! — falei, todo animado.

— Mas nem fodendo que eu vou dar o cu sem lubrificante.

Comecei a esfregar seu clitóris com mais intensidade. Seus gemidos voltaram. A buceta começou a latejar e meus dedos ficaram molhados. Percebi que ela estava gozando.

Não dei tempo para ela se recuperar. Joguei o cobertor de lado, coloquei-a de frente, abri suas pernas, me posicionei entre elas e comecei a beijar a parte interna das coxas. A pele dela arrepiou ainda mais. Fui bem devagar até chegar em sua buceta, que já estava bem molhada. Passei a língua por toda ela, deixando-a ainda mais ensopada. Foquei no clitóris, intercalando lambidas e chupadas. Ela segurava meu cabelo, puxando meu rosto contra sua buceta como se quisesse me engolir inteiro. Continuei assim por mais um tempo. Senti ela gozando novamente. Minha boca ficou toda molhada com seu gozo.

Não parei. Continuei sugando o clitóris e enfiei um dedo, depois dois. Ela se contorcia de prazer. Enfiei mais um, depois outro, até ter quatro dedos dentro dela.

— Isso, seu filho da puta! Não para! — implorou ela, gemendo mais alto.

Não demorou muito e ela gozou mais uma vez, dessa vez esguichando na minha cara. Isso me deixou louco de tesão. Ela tremia, o corpo todo contraído. Implorando novamente, disse:

— Vai, seu safado. Come meu cuzinho.

Levantei-me, pincelei meu pau na buceta dela, deixando-o melado com seu gozo, depois passei na entradinha do cu, lubrificando com o melzinho dela. Cuspi na mão, passei no pau e comecei a forçar bem devagar na entrada, sem parar de estimular o clitóris. Ela gemia, misturando dor e prazer. Tentei mais uma vez, mas o cuzinho resistia. Cuspi novamente e forcei um pouco mais.

— Ai, ai, ai… — gemeu mais alto, fazendo uma cara de dor.

Parei.

— Quer que eu pare?

— Não, não, não para! — implorou ela.

Continuei forçando até entrar tudo. Parei e continuei acariciando o clitóris com mais intensidade, deixando o cu dela se acostumar. Quando percebi que ela estava menos tensa e quase gozando novamente, comecei a comer devagar. Ela segurava o edredom com força. Começou a gozar mais uma vez e gemeu alto:

— ISSO, SEU SAFADO! FAZ SUA PRIMINHA GOZAR DE NOVO!

— Psiu, geme baixo, caralho! — falei, colocando a mão sobre a boca dela.

— Vai, caralho! Não para! Come meu cuzinho com vontade, seu cachorro! — resmungou por baixo da minha mão.

Acelerei as estocadas no cuzinho e os círculos no clitóris. Ela soltou um grito abafado pela minha mão e gozou novamente. O corpo ficou mole. Continuei socando até sentir meu próprio corpo estremecer: um arrepio forte na coluna e meu pau soltando vários jatos quentes de porra dentro daquele rabinho apertado e maravilhoso. Caí por cima dela, também mole de prazer. Os dois ofegantes.

Saí de cima e deitei ao lado.

— Porra, meu cu tá doendo pra caramba — disse ela, ofegante, com uma carinha safada.

Dei risada.

— Pega um lenço umedecido na minha mochila — pediu ela, apontando.

Estiquei a mão, peguei os lenços e entreguei um para ela e outro para mim. Nos limpamos. Ela virou de lado, nos ajeitamos em conchinha e pegamos no sono.

Algumas horas depois, ouvimos a voz de Caio ecoando pelo acampamento:

— Acorda, pessoal!

Cutuquei Karina, que acordou sonolenta. Levantamos devagar e fomos nos vestindo.

— Ai… — resmungou ela, fazendo uma careta leve.

— O que foi, tonta? — perguntei, rindo.

Ela estreitou os olhos:

— Você ainda pergunta, né… seu safado.

— Hahaha… Tá doendo?

— Claro que tá. Não muito… mas tá.

— Tá… mas não vem falar que não gostou.

Ela soltou uma risadinha baixa:

— Esse é o problema… o pior é que eu gostei.

— Percebi… — falei, sorrindo. — Deu pra ver bem.

— Você não presta, né, seu safado.

Terminamos de nos arrumar e saímos. Já sentíamos um cheiro gostoso de café. Sentamos em volta da fogueira, tomamos café. Caio nos reuniu, passou as instruções e logo saímos para fazer mais trilhas, visitar lagos e cachoeiras. No final do dia, vimos um pôr do sol maravilhoso. Foi mais um dia muito agradável.

Ficamos ali mais dois dias. Eu e Karina nos divertimos muito — e quando eu digo “divertimos”, o que realmente rolou foi muito sexo gostoso e sem pressa.

Na barraca, quase todas as noites, assim que o acampamento ficava em silêncio, a gente se entregava um ao outro debaixo das cobertas. Às vezes era rápido e intenso, outras vezes era devagar, com muito toque e gemidos abafados para não acordar o resto do grupo. Eu adorava sentir o corpo quente dela colado no meu, a pele suada, a respiração ofegante no meu ouvido enquanto eu entrava nela com vontade.

No lago, na hora do banho, virava quase um ritual safado. Entrávamos juntos no horário em que a maioria já tinha voltado, aproveitando a água gelada para contrastar com o calor dos nossos corpos. Eu a encostava numa pedra maior, levantava uma perna dela e comia ali mesmo, com a água batendo na cintura, enquanto ela mordia meu ombro para segurar os gemidos. Outras vezes ela me masturbava com a mão dentro da bermuda ou se ajoelhava na parte mais rasa para me chupar, olhando para cima com aqueles olhos safados.

E no meio da mata, quando saíamos escondidos durante o dia, a coisa ficava ainda mais selvagem. A gente se afastava um pouco do grupo, entrava no meio do mato fechado e transava apoiados em árvores, ela de quatro segurando num tronco enquanto eu metia forte por trás, ou ela encostada numa pedra com as pernas abertas. O risco de alguém aparecer deixava tudo mais intenso: o coração acelerado, a adrenalina misturada com o tesão, os sons da natureza abafando nossos gemidos. Em um desses momentos ela gozou tão forte que precisou morder o próprio braço para não gritar.

Foram dois dias leves, cheios de risadas durante o dia e de muito prazer à noite e nos momentos roubados. O corpo dela se tornava cada vez mais familiar e viciante, e parecia que quanto mais a gente transava, mais vontade a gente tinha.

Já entre eu e Letícia, o clima ainda era leve e gostoso. Nas trilhas, ela sempre vinha logo atrás de mim, de mãos dadas, entrelaçando os dedos nos meus com firmeza. Ela me ajudava a manter o equilíbrio nos trechos mais escorregadios, puxando-me levemente quando eu perdia o apoio ou apoiando a mão aberta nas minhas costas. Cada toque dela enviava aquela eletricidade familiar pela minha pele — um arrepio quente que subia pelo braço, descia pela coluna e se concentrava no peito.

Todo dia, depois do banho, ela me chamava. Letícia levantava minha blusa com cuidado e aplicava a pomada nos arranhões das costas. O creme era fresco, quase frio, e deslizava devagar sob os dedos dela, deixando um rastro suave que aos poucos aquecia a pele. Depois ela descia um pouco o short e repetia o gesto nos arranhões da bunda, os polegares fazendo movimentos leves e circulares. Eu sentia cada toque dela mais demorado que o necessário — uma mistura gostosa de cuidado e flerte que fazia meu corpo reagir mesmo sem querer.

Nós não nos beijamos. Não rolou nada além daqueles toques. Mas o clima de flerte entre nós era intenso, carregado, como um vulcão prestes a entrar em erupção. Cada olhar prolongado, cada sorriso cúmplice, cada roçar “sem querer” das mãos ou dos braços alimentava aquela tensão deliciosa que crescia dia após dia.

No último dia, levantamos um pouco mais tarde. Como íamos embora, ninguém tinha pressa. Acordamos sossegados, tomamos café da manhã rindo e brincando.

Antes de começarmos a desmanchar as barracas, eu estava sentado tomando meu café. Caio se aproximou e disse:

— Ei, você teve um pouco de dificuldade pra montar a barraca. Quer que eu te ajude a desmontar?

Acenei positivamente com a cabeça. Ele respondeu:

— Quando terminar, é só me chamar.

Foi então que um colega que estava por perto ouviu a conversa e falou, já com um sorriso safado:

— Ei, Caio, cuidado pra desmontar a barraca dele, hein! Eu tava do lado e a noite toda parecia que tinha uma onça no cio lá dentro… tanta movimentação e gemido que nem deixava a gente dormir direito!

Ele disse isso na frente de todo mundo. O grupo inteiro explodiu em gargalhadas altas.

Eu fiquei sem graça na hora, sem saber onde enfiar a cara. O mesmo colega olhou pra mim, ainda rindo muito, e completou:

— Relaxa, amigão! Deus fez as primas pra isso mesmo… pra gente se divertir com elas!

Depois disso, levantei, fui com Caio desmontar a barraca, guardamos tudo na caminhonete e fomos embora. Ele nos deixou no sítio — eu e Karina — e seguiu viagem com o resto do pessoal para a cidade.

Eu e Karina ficamos no sítio com meus tios por mais uns sete dias. Foram dias incríveis, cheios de diversão e muito sexo escondido.

À noite, quando todo mundo já estava dormindo, a gente se encontrava na varanda dos fundos. O silêncio da roça só era quebrado pelo nosso respirar ofegante e pelos gemidos baixinhos que ela tentava segurar enquanto eu a comia devagar contra a parede de madeira.

De dia, aproveitávamos o estábulo, o quarto dela (sempre bem baixinho para não fazer barulho), e até durante as idas e vindas a cavalo. Parávamos em algum lugar mais afastado, amarrávamos os cavalos e transávamos rapidinho no meio do mato, com o cheiro de terra e capim ao redor.

Numa dessas tardes, a gente se enfiou dentro do galpão grande, escondido atrás de uns fardos de feno. Karina estava de short jeans e blusinha fina. Ela me empurrou contra uma pilha de sacos, abriu minha bermuda com pressa e se ajoelhou na minha frente. Sem dizer nada, pegou meu pau já duro na mão, deu uma lambida lenta da base até a cabeça e depois enfiou na boca, chupando com vontade, olhando para cima com aqueles olhos safados. Eu segurava o cabelo dela com uma mão, tentando não gemer alto.

Ela mamava gostoso, fundo, com a língua girando na cabeça, quando de repente ouvimos passos do lado de fora do galpão. Era a mãe dela chamando:

— Karina! Cadê você, menina?

Karina congelou com meu pau ainda na boca, os olhos arregalados. Eu prendi a respiração. Os passos se aproximaram mais. A mãe dela parou bem perto da porta do galpão e chamou de novo:

— Karina! Tá por aí?

Karina tirou meu pau da boca devagar, com uma expressão de puro pânico misturado com tesão, e respondeu com a voz um pouco rouca:

— Tô aqui, mãe! Tô pegando refrigerante pro almoço!

A mãe ficou quieta por uns segundos e respondeu:

— Tá bom, mas anda logo que o almoço já tá quase pronto!

Assim que os passos se afastaram, Karina olhou pra mim, deu um sorrisinho safado e voltou a chupar com ainda mais vontade, como se o risco tivesse aumentado o tesão dela. Não demorou muito para eu gozar forte na boca dela. Ela engoliu tudo, limpou os cantos dos lábios com o dedo e se levantou rindo baixinho:

— Por pouco, hein…

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Comentários

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Fiquei um tempo sumido mesmo, mas não desisti não 😅

É bom demais saber que vocês estavam esperando, de verdade. Isso motiva muito a continuar escrevendo.

Tive que dar uma pausa, mas agora voltei e a ideia é não ficar tanto tempo longe assim. Já tenho mais coisa vindo por aí 👀

Valeu mesmo pelo apoio!

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Excelente contos.

Achei que tivesse desistido do conto.

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