Ex-corno Parte 2

Da série "Ex-Corno"
Um conto erótico de João
Categoria: Heterossexual
Contém 981 palavras
Data: 05/04/2026 19:02:46

Foram dias para aceitar a minha condição de corno, com o Evandro e a Carol incentivando e de verdade em um primeiro momento eu adorei, mas é impossível você não se sentir inseguro com essa nova fase, daí veio a proposta de um comedor.

– Amor a Carol disse que tem uns caras, comedores que eu queria experimentar você topa?

– Eu não sei amor, você quer isso?

– Eu quero meu corninho, vai ser muito gostoso

– Eu estou preocupado Ana, o rumo que isso está tomando

– Bobeira, eu nunca te trocaria por ninguém

– Não é questão de trocar Ana, eu acho que estamos indo rápido demais e não estou seguro

– Eu sei que você vai gostar amor, vamos tentar, por favor.

Durante a semana Carol ficava mandando foto do tal comedor, Danilo, tinha uma pica enorme, quase o dobro da minha, um negro forte, o que não facilitava em nada a minha insegurança.

– É de confiança meu caro João, ele come a Carol, você pode combinar que ele respeita os limites do casal. - me garantiu Evandro.

Limites, está aí algo que eu não pensei, e fiquei remoendo essa história de limites, qual era o meu limite nessa história, eu amo a Ana e não vejo meu futuro sem ela, mas também não quero embarcar nisso de olhos fechados.

Do trabalho eu mandei mensagem para ela, dizendo que a gente precisava conversar, ela achou que eu ia desistir de tudo e me esperou de lingerie vermelha, pronta para matar.

Entrei já com ela me jogando no sofá, amarrando o cabelo e chupando minha pica como uma verdadeira puta.

– Fala amor, me diz o que quer conversar enquanto chupo essa pica gostosa

– Porra Ana, assim é covardia

– Gosta que eu deixe ele bem babado?

– Adoro amor, não para minha puta

Ela subiu e me cavalgou

– Fala meu corno, o que você quer, fala para tua puta

– Quero meter com vontade em você cachorra

Senti a Ana gozar na minha pica apertando ela.

– Goza na minha boquinha amor

Depois de gozar nela e tomarmos banho, a gente sentou para uma conversa séria sobre lo imites.

– Amor, estava pensando, tudo bem ter um comedor, mas eu tenho meus limites, eu aceito se você seguir alguns deles.

Na verdade não estava nada bem, mas eu queria deixar ela viver aquele momento, cai no papo de deixar de ser machista, que mulher tem que ser livre, que é gostoso ver sua mulher gozar, que amor e sexo não se misturam...

– Quais ? - ela me perguntou eufórica

– Nunca na nossa cama, se eu ou você se sentir inseguro acaba, para transar sem camisinha só se ele apresentar exames completos, eu não gosto de humilhação, sempre quero saber o que tá rolando, e eu vou poder ter alguém também.

Ela pensou, avaliou bastante.

– Eu aceito, mas eu não quero saber com quem você tá saindo, só que saiu, dentro do fetiche vale quase tudo, fora dele somos uma família e ninguém precisa saber o que tá acontecendo, e quando sentirmos que tá passando dos limites a gente para.

Assim selamos nossas regras, e marcamos com o Danilo, negro pirocudo em um hotel e sentamos os três para conversar.

– Relaxa irmão, eu sou de confiança, e não vou fazer nada que vocês não queiram, qual a fantasia do casal hoje?

– Hoje meu marido vai só assistir - disse ela sorrindo com cara de safada

– Tudo bem para você ?

- Sim, já combinamos antes.

Apertamos as mãos e ficamos batendo papo, até a Ana tomar iniciativa e começar a beijar o Danilo, o homem era escultural, deus negro feito a pincel como diria Alcione.

Ela ajoelhou para tirar a cueca dele e a rola bateu na cara dela.

– Porra amor, olha o tamanho disso, vai me arrombar toda.

Eu tava salivando de pau duro, mas o ciúmes me fazia respirar fundo

– Humm é pesado amor.

Ela mediu e era do tamanho do antebraço dela, era descomunal e mal cabia na boca da Ana. O negão enrolou os cabelos dela na mão e deu um tapa na cara

– Engole até onde aguentar puta

Ele enfiava e ela engasgava

– Olha corno, a puta da tua esposa mamando o comedor negro

Ele virou a cabeça dela para mim e socava na bochecha dela

– Olha pro teu marido enquanto fodo tua boca

Danilo sentou e puxou ela para o colo dele

– Senta devagar para se acostumar com a vara

– Porra meu corninho essa pica vai me deixar toda arrombada, vou ter que ficar uma semana sem te dar

Ela sentava e subia devagar, quando ele percebeu que ela se acostumou, ele levantou ela e colocou aberta no sofá e socou com vontade

Ela gritava e arranhava as costas dele e ele como uma britadeira de cima para baixo deixava ela em êxtase, e acabou esquecendo de mim ali com a mão no pau.

Ele deitou no chão e mandou ele subir, arreganhou a bunda dela e me chamou.

– Vem corno, comer o cu da tua mulher, porque depois que eu comer, nunca mais será o mesmo.

Eu fui no automático, e fizemos uma DP até gozarmos e deixar ela vazando pelos dois buracos e caída no chão. Foi uma noite inesquecível, para mim pelo menos.

Marcamos com Danilo outras vezes, eu assistia e as vezes participava, e com o tempo eles foram se soltando, me provocando mais e eu adorando, talvez tenha sido culpa minha por não impor limites ou pedir que ela trocasse de comedor, a verdade é que eu confiava no Danilo, e no aniversário dela, ela convidou ele para um jantar na nossa casa.

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Foto de perfil genéricaEspectador Contos: 88Seguidores: 113Seguindo: 6Mensagem Tendo a fixar na realidade.

Comentários

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Se fudeu né, nem td mulher consegue separar trepada de amor, pelo visto a sua puta gostou do negão e vc ficou a ver navios kkkkkkkkkkkk.Isso deveria acontecer com tds os cornos otarios q permitem as vagabundas de ter amantes kkkkkk

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