Eu Vou Morar com Ele parte 1

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1077 palavras
Data: 05/04/2026 18:25:17
Assuntos: Esposa, Heterossexual

Minha Noite com Fernando: O Fogo que Eu Não Consigo Apagar, virei GP. meu marido sabe.

Meu nome é Letícia. Sou esposa do Roberto, mãe de dois filhos que são o meu mundo. Todo mundo me vê como a mulher certinha, carinhosa, que cuida da casa. Mas ninguém — nem o Roberto, nem meus amantes — sabe o que se passa de verdade dentro de mim. Há meses eu vivo um conflito que me consome: eu amo o Roberto com toda a alma. Ele é o meu porto seguro, o pai dos meus filhos pois verdadeiro nao sei, o homem com quem eu quero acordar pelo resto da vida. Mas o sexo com ele… é carinhoso, é gostoso, mas não me rasga, não me domina, não me faz gritar até perder a voz. Eu preciso de tesão bruto, de ser usada, de sentir um pau grosso me esticando até doer de prazer. Essa é a minha culpa secreta, o desejo que eu escondo até de mim mesma quando olho pros meus filhos dormindo. “Como eu posso ser uma puta assim e ainda amar minha família?” A resposta é simples: eu não consigo parar. E o Roberto nunca vai saber que, às vezes, enquanto ele me fode no final de semana, eu fecho os olhos e imagino um macho me arrombando sem piedade.

Foi assim que conheci o Fernando. Ele é do tipo safado que vive de tramoias, meio gordinho, barriguinha de cerveja, mas com um sorriso que me molha a calcinha na hora. Cara simpática, mãos grandes, voz grossa que faz minha bucetinha pulsar. Ele me convidou pra passar a noite num motel de luxo. No começo eu relutei — pensei nos meus filhos em casa, no Roberto esperando, na culpa que ia me comer viva. Mas ele insistiu, e depois de uma hora só, a gente se entendeu tão bem que eu aceitei. Contei pro Roberto: “Amor, tudo bem, desde que ele pague o justo.” Ele concordou na hora, com aquele olhar de corno feliz que me deixa molhada de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Coisa que ele nunca vai saber: eu já tinha decidido que, se o Fernando fosse bom, eu ia querer mais. Muito mais.

Saí de casa às 21h. Fernando me pegou na frente do portão. Eu vi o Roberto espiando pela janela — meu coração apertou de culpa, mas minha buceta latejava de excitação. No carro, ele já enfiou a mão por baixo da minha saia e sentiu como eu estava encharcada. “Porra, Letícia, você tá pingando pra mim”, ele rosnou. Eu só mordi o lábio e respondi baixinho: “Quero ser sua puta hoje, Fernando. Me fode como o Roberto nunca conseguiu.”

Mal entramos no quarto do motel e já estávamos nos devorando. Beijos molhados, línguas se enrolando, mãos apertando minha bunda enquanto eu rebolava no pau

dele ainda vestido. Eu desci de joelhos, abri a calça social dele com os dentes e puxei a cueca. O pau dele pulou pra fora — grosso, 8cm de diâmetro, 17cm de comprimento, veias saltadas, cabeçona roxa brilhando de pré-gozo. Eu olhei pra cima, olhos nos olhos dele, e engoli tudo de uma vez. Chupei com fome, babando, garganta apertando a glande enquanto ele gemia: “Caralho, que boca gulosa… engole meu pau, sua vadia casada.” Eu gemi em volta dele, sentindo o gosto salgado, o cheiro de macho. Em menos de dois minutos ele explodiu na minha boca — jatos grossos, quentes, enchendo minha língua. Eu engoli tudo, olhando pra ele, lambendo os lábios. “Delícia… quero mais”, sussurrei. Culpa? Sim. Eu pensei no Roberto em casa, mas isso só me deixou mais safada.

Tomamos banho. Eu saí primeiro, enrolada na toalha, cabelos negros molhados caindo nas costas. Ele estava deitado na cama, pau já duro de novo, barraca armada na toalha. Eu subi em cima dele, beijando loucamente, rebolando minha bucetinha molhada na cabeçona. “Enfia, Fernando… me rasga.” Ele era grosso demais, doía um pouco na entrada, mas eu estava tão molhada que, depois de esfregar bastante, a cabeçona escorregou pra dentro com um “ploc” que me fez gemer alto. Eu sentei devagar, sentindo cada centímetro me abrindo, me enchendo. Comecei a cavalgar forte, rebolando, batendo a bunda contra as coxas dele. “Você é meu macho agora… me fode melhor que meu marido!” Ele apertava meus peitos, chupava meus mamilos, e eu gozei pela primeira vez — um orgasmo violento, buceta apertando o pau dele, líquido escorrendo pelas coxas. Ele aguentou quase uma hora até anunciar: “Vou gozar!” Eu pulei fora e abocanhei de novo, saboreando cada jato, engolindo devagar, gemendo de prazer puro.

Acordamos por volta das 4h. Eu estava com um tesão insano. Fui chupar ele de novo. Fernando acordou rosnando, me virou de bruços, me colocou de quatro e meteu tudo na bucetinha de uma vez. Eu gritei de dor e prazer. Ele me socou forte por meia hora, me segurando pela cintura, deixando marcas roxas. Eu gozei de novo, esguichando no lençol, formando uma poça. “Tira a camisinha… me enche”, implorei. Ele obedeceu e começou a lambuzar meu cuzinho com a porra da minha buceta. De repente, ele forçou a cabeçona no meu cu. Doeu pra caralho — eu vi estrelas —, mas logo o movimento virou prazer puro. Eu puxei ele pelo pescoço e sussurrei no ouvido: “Fode tua puta, Fernando… me rasga o cu, me faz gozar de novo e me enche de porra. Eu amo isso, soca forte, meu macho!” Ele bombou mais dez minutos. Eu gozei gritando: “Vai, rasga meu cu, goza dentro, me engravida se quiser!” (Ele não sabe, mas eu fiz laqueadura há tempos — só eu sei que eu queria sentir ele gozando fundo mesmo assim). Ele tirou do cu e encheu minha buceta, jatos quentes, me deixando pingando.

Voltei pra casa de manhã. Roberto estava fazendo café. Eu o beijei com gosto de porra na boca — ele nunca vai saber que eu adorei isso. Sentei à mesa e disse: “Amor, a partir de hoje o Fernando é meu namorado. Não cobrei nada, mas ele me deu R$100. Vou sair com ele toda noite. Clientes de dia, ele de noite. Com você, só duas vezes por semana e nos finais de semana.” Ele ficou puto, mas aceitou. Eu sorri por fora, mas por dentro eu tremia de culpa e tesão. Só eu sei que eu já estava apaixonada pelo pau dele. E o Roberto nunca vai saber que, enquanto eu falava isso, eu já planejava passar mais noites fora do que prometi.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive bola15 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

🙄😒👎🏾👎🏾👎🏾

0 0

Listas em que este conto está presente