Luisa: Ex namoradinha Parte 2

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 768 palavras
Data: 30/04/2026 13:09:52

​Ela começou a cavalgar de costas, e a visão era de tirar o fôlego. Eu via cada movimento, a forma como ela se entregava, o corpo dela reagindo a cada centímetro de prazer. O tesão era tanto que eu senti que ia chegar no limite rápido demais. Precisei mudar o ritmo. Tirei ela daquela posição, deitei-a por baixo e comecei a ditar o passo, batendo firme, enquanto falava aquelas putarua no ouvido dela. Ela gemia alto, um som que preenchia o quarto e me deixava ainda mais louco.

​Senti que ela estava chegando lá; o corpo dela travou, a buceta apertou como se não quisesse me deixar sair. Perguntei se ela tinha gozado e ela negou, mas o corpo dela dizia o contrário. Queríamos mais espaço, mais liberdade. Arrastamos o colchão para o meio da sala, onde o ar parecia circular melhor, mas o clima só esquentava.

​Ali, no chão da sala, o bicho pegou. Eu batia forte, sentindo cada encaixe, e o desejo de gozar veio como uma onda. "Vou gozar!", eu disse. Ela, no calor do momento, mandou o aviso: "Tira antes, eu não tomo remédio". A gente se envolveu de novo, beijos no pescoço, ela por cima, depois de ladinho... a Luiza era incansável, uma verdadeira ninfomaníaca disfarçada.

​Até que não deu mais para segurar. Fui por cima dela, apertei o corpo dela contra o meu com força e senti o ápice chegar. Gozei dentro. Naquele segundo, o silêncio tomou conta de mim. Fiquei quietinho, diminuindo o ritmo devagar para ela não perceber o que tinha acontecido. "Gozou?", ela perguntou, desconfiada pelo calor diferente que sentiu lá dentro. "Ainda não", menti, mantendo o movimento até sentir que o corpo estava pronto para outra rodada.

​Não demorou muito e o desejo voltou com tudo. Tirei o pau para fora e disse que agora sim ia gozar. Ela pediu nos peitos, mas aquela bunda de quatro na minha frente era um convite que eu não podia recusar. Mirei naquela visão perfeita e deixei tudo ali, vendo o sêmen escorrer pela bunda e pelo cu dela. Foi uma cena que ficou gravada.

​Exaustos, apagamos ali mesmo no colchão da sala. O sol mal tinha aparecido e a gente já estava no round dois. Transamos de novo logo cedo, e mais uma vez, o destino quis que eu gozasse dentro. Dessa vez não teve como esconder; ela sentiu na hora, meu pau amoleceu rápido e o segredo ficou ali entre nós. Foi um risco, uma sorte absurda ela não ter engravidado, mas foi a manhã mais intensa da minha vida.

​Hoje, quando a saudade aperta, eu lembro exatamente de como ela era. A Luiza, com seu jeito único e aquela entrega que poucas pessoas têm, deixou uma marca que o tempo não apaga. Foi bom demais.​Depois daquela última transada da manhã, o quarto ainda cheirava a nós dois. O sol já estava alto quando o choque de realidade bateu, mas a gente ainda se olhava com aquele sorriso de quem tinha acabado de cometer o crime mais prazeroso do mundo. O pau amolecendo dentro dela, o calor que ficou... era o sinal de que aquela maratona tinha chegado ao fim, pelo menos por enquanto.

​Levantamos e o cansaço era o de menos diante daquela satisfação. Ajudei a Luiza a se organizar, vendo ela ajeitar aquele cabelo preto imenso que, depois daquela noite, estava todo bagunçado, selvagem, exatamente como ela foi na cama.

​Entramos no carro e o trajeto de volta foi mergulhado em um silêncio carregado. Eu olhava para ela de soslaio e via a mesma menina de 23 anos, branquinha e tatuada, mas agora com um brilho diferente no olhar. O perigo de levar ela de volta para a casa do cara, o risco de o marido estar voltando da viagem, tudo aquilo só servia como tempero para a saudade que já começava a apertar antes mesmo dela descer do carro.

​Parei na porta, o motor ainda roncando baixo. Ela me deu um último beijo — aquele que fica o gosto na boca por horas — e saiu. Fiquei ali, parado, vendo ela entrar e imaginando quando seria a próxima vez que a gente ia arrastar outro colchão para o meio de uma sala qualquer.

​Eu sabia que tinha mais história por vir. Aquilo era só o começo de uma bagunça deliciosa. Mas, naquele momento, enquanto eu engatava a primeira e me afastava, a única coisa que eu conseguia pensar era na sorte que tive de cruzar com aquela ninfomaníaca incrível na academia. A Luiza era inesquecível, e eu mal podia esperar pelo próximo round. Continua Saudade da luisa

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