Eu estava cada vez mais submissa, mais viciada, e o facefuck tinha virado o meu ponto fraco favorito.
No começo era só uma coisa que Pedro fazia pra me dominar. Mas depois de algumas vezes, eu passei a precisar disso. Era a sensação de impotência total que me deixava louca. Quando ele segurava meu cabelo loiro com as duas mãos, enfiava o pau grosso até o fundo da minha garganta e fodia minha boca sem me dar chance de respirar direito, eu me sentia completamente dele. Sem controle. Sem poder. Só uma boca quente e molhada pra ele usar. Aquela impotência me fazia gozar só de ser usada assim — às vezes sem nem tocar na boceta.
A gente ainda se encontrava na faculdade de vez em quando, mas depois de um dia específico tudo mudou.
Foi numa quinta-feira à tarde. A sala de estudos estava vazia. Pedro me mandou ficar de joelhos assim que entrei. Eu obedeci na hora, já molhada só de imaginar. Ele abriu a calça, segurou minha cabeça e começou a foder minha boca com força, bem fundo, igual uma atriz pornô sendo usada sem piedade. Eu babava muito, saliva escorrendo pelos cantos da boca, pingando no meu queixo, no meu pescoço, molhando a blusa de seda branca que eu usava pra dar aula. Quanto mais ele metia, mais baba descia pelo meu colo, entre os meus seios de silicone, até chegar na barriga. Estava tudo grudento, brilhando, me deixando com cara de puta barata.
Ele gemia rouco:
— Isso, sua vadia… engole até o saco. Olha pra mim enquanto eu fodo essa garganta de professora casada.
Eu olhava pra ele com os olhos marejados, engasgando, babando sem parar. Quando ele gozou, foi muito — jatos grossos na minha língua, na minha garganta, transbordando e escorrendo pelos meus lábios. Ele não deixou eu me limpar. Segurou meu rosto e mandou:
— Fica assim. Quero que você sinta minha porra e sua baba no corpo enquanto dá aula.
Eu tentei. Juro que tentei. Mas quando me olhei no espelho do banheiro antes de entrar na sala, estava destruída: maquiagem borrada, baba seca brilhando no decote, fios de saliva grudados no cabelo, cheiro de pau e porra no hálito. Meu rosto estava vermelho, os olhos inchados de tanto engasgar. Eu não conseguia dar aula daquele jeito. Tremendo de tesão e vergonha ao mesmo tempo, mandei uma mensagem pra coordenação dizendo que estava passando mal e fui embora mais cedo.
Naquela noite, em casa, tomei banho três vezes e ainda sentia o gosto dele na boca. Foi ali que a gente decidiu mudar.
No dia seguinte Pedro me mandou mensagem:
“Não podemos mais arriscar na faculdade desse jeito. Vamos pro motel novo, no bairro afastado, perto da rodovia. Lá tem banheiro grande, a gente pode se limpar depois. Mas o facefuck continua, hein? Toda vez.”
Eu concordei na hora. A gente passou a se encontrar só lá — um motel discreto, com quartos grandes, longe de todo mundo que a gente conhecia. Duas ou três vezes por semana eu inventava alguma desculpa (reunião, correção de provas, academia extra) e dirigia até lá.
E toda vez era igual.
Eu entrava no quarto, ele já estava esperando de pau duro. Eu me ajoelhava no carpete, olhava pra cima e abria a boca como uma boa putinha. Ele segurava minha cabeça e começava o facefuck. Agora eu já tinha ficado boa nisso — igual atriz pornô de verdade. Relaxava a garganta, respirava pelo nariz nos intervalos curtos, engolia fundo sem engasgar tanto. Ele adorava. Metia forte, batia as bolas no meu queixo, fodia minha boca como se fosse uma boceta. A baba escorria sem parar: grossa, quente, descendo pelo meu pescoço, molhando meus seios, pingando nos meus mamilos duros, escorrendo pela barriga até chegar nas coxas. Meu corpo inteiro ficava grudento, brilhando, cheirando a saliva e pau.
Ele não deixava eu me limpar durante. Gostava de me ver assim — toda melada, cara de vadia usada, maquiagem destruída, baba escorrendo pelo corpo todo.
— Olha pra você… que puta nojenta e gostosa você virou. Toda babada pra mim.
Depois do facefuck ele me fodia do jeito que queria: na boceta, no cu, me virando, me batendo, me xingando. Só no final, quando eu já tinha gozado várias vezes, ele me deixava ir pro banheiro tomar banho. Aí sim eu me limpava, tirava toda aquela baba seca e porra grudada, me arrumava e voltava pra casa como a esposa perfeita.
Mas o vício estava crescendo. Eu pegava estrada pensando só no momento em que ia estar de joelhos, com o pau dele batendo no fundo da minha garganta, babando inteira e sentindo aquela impotência deliciosa que me fazia sentir viva.
Eu já não conseguia mais imaginar sexo sem aquilo.
A professora Carla tinha virado uma puta viciada em facefuck.
E cada vez que a baba escorria pelo meu corpo, eu me sentia mais dela — mais submissa, mais usada, mais feliz.