Pensei Que Iria Comer a Trans, Mas Virei o Viadinho Casado Dela

Um conto erótico de Viadinho Casado
Categoria: Gay
Contém 1329 palavras
Data: 29/04/2026 23:18:05

Eu nunca imaginei que chegaria a esse ponto. Sou casado há doze anos, tenho uma esposa linda, uma vida estável, e sempre me considerei um homem totalmente hetero. Nunca tinha olhado para outro homem com desejo. Mas a curiosidade… aquela curiosidade maldita que cresce devagar e vira um monstro.

Foi num site de acompanhantes que eu a encontrei. O nome dela era Valentina. As fotos eram absurdas: corpo escultural, pele morena brilhante, seios firmes, cintura fina e uma bunda empinada que parecia esculpida. O rosto era de tirar o fôlego — maquiagem perfeita, lábios carnudos, olhos que pareciam prometer pecado. Li os comentários: “a mais bonita da cidade”, “feminina pra caralho”, “experiência inesquecível”. Marquei o horário com o coração acelerado, dizendo a mim mesmo que eu seria o ativo. Eu ia comer ela. Só isso.

Cheguei no motel nervoso, com o pau já meio duro só de imaginar. Valentina abriu a porta sorrindo, vestindo um robe curto de seda preta que mal cobria as coxas grossas. O perfume era doce e caro. Ela era ainda mais linda pessoalmente. Conversamos pouco. Beijei sua boca, senti aqueles lábios macios, a língua quente. Tirei o robe dela e meu queixo quase caiu: o corpo era perfeito, o pau dela já semi-ereto, grande, bonito. Isso me deu um frio na espinha, mas eu disse a mim mesmo que era só curiosidade.

Começamos no sofá. Eu estava em cima, beijando seu pescoço, apertando aqueles seios siliconados. Foi quando ela deslizou a mão pela minha coxa e subiu devagar até apertar minha bunda por cima da calça. Um toque firme, possessivo.

— Que bundinha gostosa… — murmurou no meu ouvido.

Eu ri, desconfortável, mas não afastei a mão. Ela continuou massageando, apertando as bandas, separando-as levemente por cima do tecido. Depois, quando já estávamos nus na cama, ela me virou de bruços. Senti sua língua descer pelas minhas costas, lenta, molhada. Chegou na minha bunda e, sem aviso, abriu minhas nádegas com as duas mãos.

— Não… espera… — eu disse, tenso.

Mas a língua quente e molhada passou direto pelo meu cuzinho. Um choque elétrico subiu pela minha espinha. Era uma sensação estranha, íntima demais, proibida. Meu pau pulsou contra o lençol mesmo assim. Ela lambeu devagar, circulando o anel apertado, enfiando a ponta da língua. Eu gemia baixo, o rosto afundado no travesseiro, sentindo vergonha e prazer misturados de um jeito que nunca tinha sentido.

— Relaxa, amor… sua bundinha tá piscando pra mim — ela sussurrou, rindo baixinho.

Depois me virou de novo e começou o boquete. Chupava meu pau com maestria, fundo, babando. Mas não parava de mexer no meu cu. Um dedo lubrificado circulava, pressionava, entrava só a pontinha. Eu estava perdido.

Então ela subiu, sentou no meu peito e encostou o pau dela na minha boca.

— Chupa, putinho casado.

Eu hesitei. O cheiro era limpo, mas era pau. Era de outra pessoa. Meu coração batia forte. Ela segurou meu cabelo com firmeza.

— Vai, abre essa boca. Você não veio aqui pra ser macho hoje, veio? Chupa como a vadia que você é por dentro.

A humilhação bateu como um tapa. E, estranhamente, meu pau ficou ainda mais duro. Abri a boca. O gosto era salgado, quente. Ela começou a foder minha boca devagar, chamando-me de “putinho hetero”, “maridinho safado que veio dar o cu escondido da esposa”. Cada palavra fazia eu me sentir menor, mais exposto, mais excitado. Eu chupava, babava, os olhos lacrimejando, enquanto ela ria baixinho e me dizia o quanto eu parecia natural com pau na boca.

Depois ela me colocou de quatro, de bruços, com a bunda pra cima. A língua voltou pro meu cu com mais fome. Lambeu, chupou, enfiou fundo. Era molhado, quente, obsceno. Eu gemia alto agora, empinando sem querer. A sensação de ser devorado ali, de ter alguém dominando aquela parte tão íntima e proibida, estava destruindo minhas barreiras uma por uma.

— Olha como você tá entregando o cuzinho… — ela murmurou entre lambidas. — Todo macho por fora, mas por dentro é só uma putinha que quer levar rola.

Quando eu estava gemendo feito um animal, quase implorando, ela se posicionou atrás de mim. Senti a cabeça grossa e quente do pau dela encostar no meu cuzinho virgem.

— Não… eu nunca… — eu tentei dizer.

— Shhh. Hoje você vai virar mulherzinha pra mim.

Ela passou bastante lubrificante. Pressionou devagar. A dor veio primeiro — uma queimação forte, pressão insuportável. Eu gritei baixo, apertando o lençol. Mas ela não parou. Entrou centímetro por centímetro, gemendo de prazer enquanto eu ofegava, lágrimas nos olhos. Meu cérebro gritava que eu era hetero, casado, macho. Meu corpo, traidor, pulsava de excitação.

Quando ela enfim enterrou tudo, senti uma plenitude absurda. Estava cheio. Dominado. Ela ficou parada um instante, deixando eu sentir cada centímetro pulsando dentro de mim.

Então começou a meter.

No começo devagar, mas logo acelerou. As estocadas ficaram fortes, fundas, brutais. O som da pele batendo ecoava no quarto. Ela segurava minha cintura com força, puxando-me contra si.

— Toma, viado casado! — rosnou, metendo com raiva. — Olha como você gosta de dar a bunda, sua puta sem vergonha!

A dor e o prazer se misturavam de um jeito insano. Cada estocada acertava algo dentro de mim que fazia meu pau vazar sem parar. Eu estava sendo fodido como uma vadia. E o pior: eu estava gemendo feito uma.

— Fala! — ela ordenou, dando um tapa forte na minha bunda. — Fala que você é viado!

— Eu… eu sou viado… — murmurei, envergonhado.

— Mais alto, porra!

— Eu sou viado! Gosto de dar a bunda!

Ela riu, acelerando ainda mais, arregaçando meu cu sem piedade. A dor veio mais forte em alguns momentos, mas ela não parava. Continuava metendo fundo, possuindo-me completamente.

— Diz que de agora em diante sua esposa vai dar pra outros, porque você só quer ser a puta da casa!

Eu resisti um segundo. A humilhação era demais. Mas ela metia tão forte, tão certo, que minha vontade quebrava.

— Minha esposa… vai dar pra outros… — gemi entre estocadas. — Porque eu gosto mesmo… é de dar o cu… ahh, porra…

— De novo, vadia!

— Eu gosto de dar o cu! Sou uma puta! Vou deixar minha esposa dar pra quem quiser porque eu sou viado!

Cada confissão era como uma facada na minha identidade antiga. Eu sentia meu ego hetero se desfazendo a cada estocada. Eu não era mais o marido macho. Eu era a vadia sendo comida, dominada, usada. A sensação de rendição era avassaladora — prazer misturado com vergonha profunda, excitação com culpa, desejo com o medo de nunca mais conseguir voltar a ser “normal”.

Ela me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo ainda mais fundo. Meu pau balançava, babando, sem ser tocado. Eu estava gozando sem gozar, em ondas contínuas de prazer prostático que me faziam tremer.

— Olha pra você… todo arregaçado, gemendo como uma cachorra no cio. Isso que você é agora. Uma vadia com cu viciado em rola.

As estocadas ficaram selvagens. Ela me xingava sem parar: “viado casado”, “puta da esposa”, “buraco ambulante”. Meu cu ardia, latejava, mas eu empinava mais, querendo mais fundo. A dor já não importava. Só importava ser usada.

Quando ela estava perto, segurou meus cabelos com força e meteu com tudo.

— Toma porra, viado casado! Toma no seu cuzinho virgem!

Senti o pau dela inchar e pulsar forte dentro de mim. Jatos quentes, grossos, enchendo meu interior. Ela gozou gemendo alto, esporrando fundo, marcando-me por dentro. A sensação de ser preenchido com porra quente foi o ponto final da minha rendição. Eu tremia, gozei sem tocar no pau, esporrando no lençol enquanto era enchido.

Ela ficou dentro de mim um tempo, ofegando, dando tapinhas na minha bunda vermelha e marcada.

— Bem-vindo ao outro lado, putinha. Depois de hoje, você nunca mais vai ser o mesmo macho que achava que era.

E eu, deitado ali, cu latejando, cheio de porra, o gosto dela ainda na boca, sabia que ela tinha razão.

Algo dentro de mim tinha quebrado para sempre. E, no fundo, eu já queria mais.

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