Eu sou o Gabriel, tenho dezenove anos, 1,70 m, pele clara, cabelos castanhos e olhos também castanhos. Estou no primeiro ano da faculdade de engenharia civil.
No final do ano passado decidi visitar alguns tios e primos no interior do Mato grosso. Moravam numa cidade pequena, cercada por fazendas e sítios, muitas horas além de Cuiabá. A viagem de ônibus foi exaustiva, mas cheguei bem e fui recebido com carinho por todos, inclusive por Hélio, um amigo da família dos meus tios, eu não o conhecia, mas todos diziam que era primo por consideração. Hélio tinha vinte e nove anos e era solteiro, um pouco mais alto que eu, tinha aparência magra, mas era musculoso, usava chapéu e botas, assim como quase todos da região. Eram homens brutos, peões de fazendas, queimados de sol, acostumados a lidar com gado.Hélio disse que no sábado ia inaugurar sua casa nova e disse que eu seria bem- vindo, disse era uma casa simples, mas que foi conquistada com muito esforço. Agradeci o convite e no fim de semana fomos conhecer sua nova casa que ficava a alguns quarteirões dali. Era uma casa pequena, mas bonita com um quintal enorme, quando chegamos já tinha alguns convidados, amigos dele bebendo e assando carne.Hélio disse para não repararmos, que a inauguração era parcial, ainda não tinha quase nada de móveis ele estava dormindo por enquanto num colchão no chão, mas que aos poucos ia mobiliar a casa.Com o passar das horas, entre carnes e bebidas, não me faltavam copos, a todo instante alguém me trazia uma bebida diferente, eu nunca fui de beber, mas no embalo da rapaziada eu me deixei levar e de repente eu já estava aéreo, estava mal, mas continuava a bebericar cada copo que me estendiam. Até que já sem noção de nada ouvi alguém falar:
- Leva ele lá para dentro, deita ele no colchão. Daí em diante não vi mais nada.Não sei quantas horas se passaram, de repente eu abri os olhos e por alguns minutos tentei me localizar, então percebi que tinha alguém deitado atrás de mim, estava de conchinha, seu braço ao redor da minha cintura e sua respiração na minha nuca, então ouvi a voz de Hélio:
- Você está bem, precisa de alguma coisa? Eu disse que estava bem e perguntei onde estavam todos, ele respondeu que já tinham ido embora, como eu não estava bem e estava dormindo resolveram me deixar lá até o dia seguinte. Hélio continuou na mesma posição, de conchinha atrás de mim, ainda com o braço ao redor da minha cintura e eu também não me movi, de alguma forma me sentia confortável sentindo sua respiração quente na minha nuca. Então seu braço me apertou e me puxou um pouco para trás, não resisti ao sentir seu pau duro na minha bunda. Como eu não criei nenhuma resistência ele começou a se esfregar, eu senti sua rola na minha bunda, meu cuzinhocomeçou a piscar e meu pau começou a ficar duro, então senti sua boca na minha orelha, mordiscando o lóbulo, comecei a apertar a bunda contra o volume de sua rola.
De repente eu estava gemendo baixinho, Hélio não falava nada, apenas esfregava a rola na minha bunda e eu correspondia, estava exitado, com um puta tesão, até que ele perguntou:- Você tá gostando?
Quando ele disse isso eu levei a mão para trás e segurei sua rola, ainda dentro da cueca, apertei e gemi, foi então que ele me apertou mais e disse:
- Você quer?
- Sim! Eu respondi com a voz tremula.
- Então tira a roupa.
Só então me dei conta de que estava vestido e ele estava de só de cueca, certamente estava se esfregando em mim desde que se deitou comigo.Tirei a roupa e fiquei nu, ainda embaixo da coberta, então me enfiei mais para baixo, cobrindo a cabeça e encostei a boca na sua rola dura, mordisquei aquela protuberância, senti o cheiro de rola e então comecei a descer sua cueca, senti seu pau quente no meu rosto, úmido pelo líquido de lubrificação. Segurei sua rola , senti aquilo pulsando na minha mão, era grande e grossa, então a abocanhei, comecei a chupar a cabeça e depois fui engolindo e sentia seu pau latejando ocupando todos os espaços da minha boca. Então ele puxou a coberta, a jogou fora do colchão e disse:- Quero ver sua boca na minha rola.
Eu continuei chupando, segurava sua rola e lambia de baixo em cima, desde a cabeça até a base, depois descia até seu saco e engolia suas bolas, depois voltava a chupar a glande. Hélio gemia e segurava minha cabeça, meu cu não parava de piscar, eu sentia o cheiro e ficava mais tesudo, eu estava louco para ser enrabado.
Então Hélio levantou minha cabeça e eu tirei a boca de sua rola, eu estava babando, ele disse:
- Quero ver o seu cuzinho.Tirei a cueca, montei sobre seu corpo e minha bunda quase encostou no seu rosto, ele abriu minhas nádegas, enfiou o polegar no meu cu, depois passou a língua e logo estava chupando o meu rabo, eu gemia e rebolava, até que voltei a chupar sua rola, num meia nove gostoso. Até que ele me pediu para ficar de quatro. Ele queria me ver submisso, me oferecendo, queria me ver pedindo rola. Eu estava em estase, já não era mais dono de mim, naquele momento eu era daquele macho e ele sabia disso, ´porque quando fiquei de quatro ele deu alguns tapinhas na minha bunda antes de passar a rola de baixo em cima no meu rego,pincelava, encostava a cabeça na entrada do meu cu e voltava a pincelar, aquilo me deixava louco, eu queria ser enrabado e gemia, gritava, rebolava e pedia para ele enfiar, mas ele estava me obrigando a ser sua fêmea submissa, aquela que ele podia fazer o que quisesse e eu, naquele momento era sua putinha implorando por rola. Eu pedia para ele enfiar o pau no meu cu.
Até que de repente senti a cabeça de seu pau na porta do meu cuzinho que piscava sem parar, aquilo foi rompendo minhas pregas, eu gritava, sentia que estava sendo rasgado ao meio, a dor era dilacerante, mas lentamente sua rola ia ocupando seu espaço dentro do meu cu, cada vez mais fundo, eu chorava, sentia as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, eu já não sentia mais tesão, meu pau ficou mole e eu sentia sua rola grande cada vez mais dentro de mim. Até que eleparou com a rola totalmente atolada no meu cu, dizendo:
- Aperta esse cuzinho, morde minha rola.
Eu comecei a contrair o cu, apertando seu pau, ele dava tapinhas na minha bunda e senti uma ereção, meu pau estava ficando duro de novo no momento que Hélio começou a fazer movimentos lentos, ia e vinha devagar, mas logo começou a bombar com força, seu pau começou a entrar e sair em potentes estocadas, batidas fortes na minha bunda me faziam ir para a frente a cada socada. Apesar da dor eu estava me deliciando com aquele macho pauzudo e sentia que estava sendo dilacerado por uma fera selvagem, Hélio metia com maestria, firme e ritmado, eu apertava o rosto no colchão e mordia o lençol, gemia e suava, enquanto a rola de Hélio entrava e saia do meu cu.Eu comecei a gritar e gozei com o pau meia bomba, logo mais o Hélio começou a gemer, me puxou mais para sua rola, a enterrando o máximo no meu cu e eu a senti mais grande, mais grossa, mais pulsante e as esguichadas de porra começaram dentro de mim, ele não parava de gozar, me apertava, gemia e continuava gozando, até que parou, mas não tirou a rola, eu me deixei cair na cama, Hélio caiu sobre mim, mantendo a rola no meu cu que ardia muito. Ele beijou minha nuca, me fazendo arrepiar e continuou ali, em cima de mim, eu estava arfante, suado e sentindo um certo desconforto no cu, que certamente estava arrombado ainda mantinha uma rola enfiada, mas já não estava mais tão dura, sentir o peso do macho em cima de mim era uma sensação deliciosa.Quando ele saiu de mim olhei para sua rola já quase mole e vi que mesmo flácida era grande, a cabeça rosada estava inchada e parecia maior ainda. Por alguns instantes ficamos ali sem dizer nada, até que fomos tomar banho.
Acordamos já passava das onze horas, nos vestimos e Hélio me acompanhou até a casa dos meus tios, lá chegando riram ao nos ver e me perguntaram se eu estava bem. Mesmo com o cu todo esfolado não deixei transparecer, almoçamos e o dia seguiu sua rotina. Nos dias seguintes nos encontrávamos com frequência, mas não tivemos oportunidade de conversar sobre o ocorrido, meus parentes estavam sempre presentes e mantivemos a discrição.Quando ele saiu de mim olhei para sua rola já quase mole e vi que mesmo flácida era grande, a cabeça rosada estava inchada e parecia maior ainda. Por alguns instantes ficamos ali sem dizer nada, até que fomos tomar banho.
Acordamos já passava das onze horas, nos vestimos e Hélio me acompanhou até a casa dos meus tios, lá chegando riram ao nos ver e me perguntaram se eu estava bem. Mesmo com o cu todo esfolado não deixei transparecer, almoçamos e o dia seguiu sua rotina. Nos dias seguintes nos encontrávamos com frequência, mas não tivemos oportunidade de conversar sobre o ocorrido, meus parentes estavam sempre presentes e mantivemos a discrição.Três dias depois eu estava me despedindo para voltar para São Paulo, estavam todos lá, meus tios, primos e Hélio, todos me abraçaram e me desejaram boa viagem. Hélio porém me deu um olhar de cumplicidade e disse que quando eu voltasse a casa já estaria montada e teria cama de verdade, rimos e eu entrei no ônibus. Durante a viagem, olhando as paisagens eu pensava no ocorrido e sentia meu cuzinho piscar. Eu já tinha transado com rapazes do meu círculo, rapazes educados e nossos relacionamentos eram de igual para igual, mas com Hélio foi diferente, descobri o que realmente é ser dominado por um macho, ser submisso, sentir a pegada forte, sentir a rola grande dentro de mim. Foi uma experiência diferente, mais natural, sem enredo. Então tive a certeza de que nada mais seria igual.Por: JCastelhano