Cunhada exibicionista tinha um fetiche de free use

Um conto erótico de Not a Number
Categoria: Heterossexual
Contém 2017 palavras
Data: 29/04/2026 23:04:02

Esse é o segundo conto da saga, mas pode ser lido de forma independente.

Me chamo André, e na primeira vez que fui passar a noite na casa da minha namorada, descobri dois importantes fatos, ela e sua família eram exibicionistas, e que eu adorava aquele fetiche.

Após o sexo ardente com minha sogra, fomos tomar banho, ela na suíte dela, e eu no banheiro social. Olhei pro relógio, e ainda eram dez horas da noite. Percebi que estava com muita energia.

Me deixei demorar um pouco no banho, e fiquei lembrando do que tinha acontecido, de como a transa com Júlia tinha sido gostosa. Então lembrei de Bia, minha cunhada, filmando a cena, para que minha namorada, Amy, visse, o que será que Amy pensaria, estava ansioso pra ver a reação dela, afinal tinha sido ela que incentivou tudo isso.

Enquanto me perdia nos pensamentos, Bia, minha cunhada, abriu a porta do banheiro sem cerimônia.

“Oi...?” Indaguei curioso

“Oi, ah, desculpa entrar sem bater, a gente é assim aqui... e já que ta sem ambientando tão bem hehe, jaja se acostuma” falou dando uma risadinha sapeca enquanto falava.

“Toda hora uma novidade, ta divertido... qual a próxima?”

“Me ver mijar, desculpa” disse sentando no vaso e levantando a mão como se fosse um ‘ta dã’.

Bia puxou a mãe quanto ao tamanho dos seios, e ela sentada assim na frente do box, atiçou meu desejo, ela estava levemente curvada sobre as pernas, não dava pra ver nada além do torso, mas naquele ângulo os peitos delas era tudo que me chamava atenção. Enquanto olhava pra ela, meu pau foi ficando duro. O que me impressionou já que eu acreditava ter esgotado tudo com Júlia mais cedo.

“Tem tesão por ver garotas mijando?” a pergunta era carregada de um interesse que eu não captei direito, ainda estava distraído com seus peitos e meu tesão.

“Não, nem to vendo nada, é você mesmo que ta demais nessa pose”

“Ah é? E nessa?” Ela jogou as costas pra trás, e abriu as pernas, deixando tanto a buceta a mostra quando o fiapo de mijo que escorria delicadamente.

“ Melhor ainda” suspirei, tinha terminado o banho e estava saindo do box me secando, bem de frente a ela.

“hmm, já ta pronto pra outra?” perguntou enquanto apontava pro meu pau

“Pelo visto sim”

“Que pena, tenho dono” ela levantou a mão esquerda e pela primeira vez vi a aliança no dedo, fui pego de surpresa, pois não lembrava da Amy comentar nada disso, mas na verdade, ela mal tinha falado da irmã

“Nossa nem sabia, ele também já veio aqui?” primeira coisa que passou na cabeça foi saber quão comum era essa situação naquela casa.

“hahaha, isso que você se preocupa? Não, não, ele sabe que somos nudistas, mas não quis vir muito tímido ele”

“Você não parece tanto, certeza que ele não ia se incomodar com isso aqui?” Falei me referindo a situação, tinha acabado de me secar e ela de mijar, mas ainda estávamos na mesma posição.

“Ele não precisa saber, precisa?” falou fazendo a maior cara de sonsa, por algum motivo isso me deixou mais duro ainda

“Humm, desde que ele não saiba, não importa o que aconteça?”

Ela levantou a aliança de novo “Bom ela é removível, mas não to afim...” ela falou dando uma piscadinha

“Mas gosta de provocar hahaha, vamos sair daqui então” fui saindo do banheiro e trouxe ela pra fora, comecei achar estranho estender aquela conversa la, mas queria investir mais no tópico, ver onde ia.

Saimos, e quando ela entrou no quarto, fui junto, ela parou olhou pra mim e sorriu

“Sinta-se a vontade”

O quarto dela era bem organizado, só a cama estava bagunçada, com o notebook em uma ponta, claramente ela estava deitada ali. Logo em seguida ela se deitou la, com a bunda dela pra cima, atiçando todos meus desejos. A cama era de solteiro então sentei na ponta, na altura da cintura dela, e repousei minha mão naquela bundinha linda.

Ela abriu o notebook sem reagir a minha investida, e começou uma vídeo chamada. Na hora levei um susto. Estaria ela ligando pro noivo? Que situação era essa, pensei em fugir. Mas logo na tela apareceu a foto de outra garota, e ela logo me explicou.

“Já que você quis vir aqui, to ligando pra Márcia, minha amiga do curso. Ela sabe do meu fetiche.”

“Qual fetiche?”

“Free use. Conhece?”

“Sim” Conhecia bem o fetiche, a ideia de poder comer uma menina enquanto ela faz outra atividade, sem que ela reagisse, como se ela servisse apenas pra ser objeto de descarga de desejos masculinos.

“Então...” Ela olhou pra mim e deu uma piscadinha nisso a amiga atendeu.

“Oii garota... e garotão, quem é o gatinho ali?” Marcia atendeu toda sorridente, no quadro do vídeo aparecia apenas meu quadril e pau que estava estalando de duro, mas não meu rosto.

“Esse é o André, diz oi pra ela” me abaixei pra cumprimentar “namorado da Amy, mas ela teve que ir no trabalho, então já sabe né hihi”

“Oie André, que delicia de pau, sabia que a Bia é doida pra ser comida assim em chamada, mas o noivo dela não serve nem pra isso...”

“O Thiago só não é muito mente aberta pra sexo, mas isso é fácil de resolver” Ela falou e passou a mão em minha cintura, como se pra me mostrar como argumento.

“E o Rafa, ta onde hoje?” ela virou pra mim e falou “Rafa é o marido dela”

“Ah o Rafa....” elas continuaram a conversar como se eu não tivesse ali, naquele momento entendi o que era pra fazer. A ideia de comer ela enquanto ela falava com amiga, dando aquele show, era muito estranho, mas muito excitante.

A bunda dela tão macia, que eu estava alisando até agora, apertei com mais força, e como esperado ela nem reagiu, impressionantemente elas realmente estavam conversando. Enfiei um dedo na buceta dela, e estava encharcado, mas então pensei, porque parar ali, subi ele e enfiei no cuzinho dela, na hora ela deu um pulo, e virou pra mim.

“Esse é virgem” deu uma piscada e voltou pra conversa, a Márcia então reagiu

“Nossa, vai dar ele finalmente? Vou gravar esse momento” E começou a gravar a chamada, apesar disso elas voltaram a conversa, mas percebi que agora elas estavam mais distraídas.

A situação tava me deixando muito excitado, pulei logo pra tras dela na cama, e fiz ela empinar a bunda, na câmera so aparecia o rosto dela com a bunda empinada atras com meu pau encostado.

O cu dela piscava de tesão, decidi me controlar e enfiar a cabeça do pau primeiro, era absurdamente apertado, vejo ela enquanto mantinha a conversa puxar algo da cabeceira e passar pra mim, era um lubrificante. Passei bastante no meu pau e no cu dela, e tentei de novo, dessa vez foi muito mais fácil, apesar de ter que fazer força, a cabeça escorregou pra dentro.

A sensação era maravilhosa, muito apertado, espremendo meu pau, não me aguentei e meti tudo, ela gritou, um grito misturado de gemido, mas não reagiu voltou a conversa, mas agora não era mais natural. Comecei a meter num ritmo médio e ela só conseguia falar entre as estocadas.

Meu plano era ir devagar até ela não aguentar, mas quem não aguentava era eu, e deixei meu tesão me dominar, segurei ela pela cintura e comecei a meter com muita vontade. A cada metida meu corpo se chocava no dela, o barulho dos nossos corpos se chocando, num ritmo cada vez mais hipnótico, me fez perder noção de tudo, gemia de tesão, e ela também.

Nossos gemidos misturados, era o único som do quarto, qualquer tentativa de conversa tinha ido pro espaço. Na tela dava pra ver a cara de tesão que Bia estava fazendo, e a Márcia, do outro lado da tela, também estava hipnotizado pelo que via, ela agora estava com os dois pés na cadeira, se masturbando vigorosamente pra cena, infelizmente ela ainda estava de camisa, e a mão da siririca tampava tudo. Mesmo assim ver ela se masturbando aumentou mais ainda o tesão.

Não demorou e o orgasmo de Bia veio com força, ela gemeu muito mais alto, seu corpo todo tremeu, as pernas davam espasmos, e o cu ficou tão apertado, que não pude segurar e gozei ao mesmo tempo. Jorrei tanta porra que nem parecia que tinha gozado momentos antes. A porra esguichava pra fora por falta de espaço, mesmo gozando não queria parar de meter, e tentei ir até o máximo até nós dois não aguentar mais, e quando amoleceu finalmente me soltei, percebi que eu segurava todo o peso dela, ela já havia se rendido a tempo e desabamos sobre o colchão.

“Puta que pariu, melhor sexo da minha vida” Bia falou recuperando o folego

“Olha, foi um dos melhores pra mim hein”

“Márcia garota, ainda ta na siririca? “

“Claro menina, que coisa gostosa, to na segunda aqui” ela falou arfando, completamente focada na masturbação, seu rosto e corpo vermelhos de tesão

Esperamos ela terminar, assim que ela gozou pela segunda vez, se despediu e desligou a chamada, mas não antes, de prometermos repetir ao vivo um dia pra ela.

“Quero gozar mais” Bia falou

Me espantei “Ta com fogo hein”

“Olha quem fala” Ela então começou a se masturbar, mas logo tirei a mão dela e tomei o lugar, enfiei dois dedos na buceta dela e comecei o movimento, tanto tirava e botava, como apertava junto com o polegar na clitóris, movimento esse que gerava uma reação muito mais forte.

Enquanto dedava Bia, e sentia sua buceta ficando mais molhada. Meu Pau também foi ficando duro. Nisso Julia, minha sogra, entra no quarto

“Que foi isso filha, que gritaria foi essa” Julia tinha acabado de sair do banho

“O André mãe, veio direto no meu cu acredita, mesmo eu mostrando a aliança”

“O André sei.... Ta vendo né, o Thiago não da conta do recado, você vai ter que fazer dupla jornada”

“Tava pronto até pra tripla” Falei sorrindo pra ela

Ela ficou meio sem palavras, e depois soltou “Mas é safado mesmo, ainda bem que é gostoso”

Julia então entrou no quarto, se ajoelhou do lado da cama que eu estava, e falou

“Me da ela...” apontando pro meu pau

“Que isso mãe, era pra mim esse aí”

“Você já teve sua vez, fique quieta ai...” disse rindo

Então começou a me chupar, e que chupada deliciosa, meu pau estava meio dolorido, mas ainda assim reagiu para aquele boquete.

Não demorou muito pra Bia gozar, tentei continuar dedando ela, mas agora ela disse que estava sensível demais e pulou da cama fugindo da minha mão. Enquanto isso me ajeitei melhor pra aproveitar o boquete de Julia, chupava de forma sedenta meu pau, o prazer era tanto que meu corpo formigava todo. Segurei a cabeça dela e comecei a guia-la, como se tivesse fudendo sua boca. Bia sentou do meu lado e começou a sussurrar no meu ouvido.

“A boquinha da mamãe ta gostosa é?...”

“Quer goza é...”

“Goza na garganta dela vai seu gostoso, mostra que é homem, despeja tudo na boca dela vai seu puto...”

Os sussurros dela foram mais fortes do que eu e gozei sem cerimonia, dessa vez saiu pouco, mas o prazer me fez contorcer todo, meu corpo todo tremia, não conseguia pensar direito de tanto prazer. E me deixei cair na cama.

“Acho que finalmente domamos a fera hahaha” Julia comentou enquanto se levantava, e limpava a baba que tinha escorrido pelo queixo

“Será, sei não hein. Só sei que to acabada, e com inveja da Amy, vai ter ele todo pra ela”

“Todo não, nessa casa a gente divide...” Julia falou em tom de brincadeira enquanto se retirava do quarto

“Bom vou dormir já, se divirtam aí”

Acenei pra ela enquanto recuperava meu folego.

“Vou lá tomar banho, pode ficar aí, adoro dormir abraçadinha” Bia se levantou, deixou a aliança de noivado na cabeceira e seguiu para o banho.

E eu fiquei lá recuperando meu folego. Decidi esperar

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