Tendências – Cap 4 - Não resisti e no fundo gostei!
Feminização, Menino para Menina, Transição, Crossdresser,
Este episódio ocorreu a algum tempo, não há uso de material ilícito, nem apologias a uso de violência/drogas/pedofilia. Conta a história de Amanda, muito antes dela saber que seria Amanda.
Olhei a sacola de compras, meus produtos, tirei e coloquei na mesa de estudos.
Fui pegar minha roupa na sacola que minha prima me deu, assim que tirei minhas roupas, no fundo tinha 2 calcinhas, 1 sutiã e os produtos que ela havia comprado. Tirei os produtos, coloquei na mesa, as calcinhas e sutiã, eu deixei na cama. Com isso tinha praticamente 6 calcinhas, 3 sutiãs, uma mini saia, uma blusinha e anéis e brincos em uma bolsinha pequena, reconhecia alguns produtos de minha prima, mas tinha as coisas que pelo visto todos combinaram de comprar para mim, nas duas lojas.
Retirei pausadamente o vestido, fiquei por momentos me vendo no espelho. Ajustei a meia e coloquei de novo o calçado, olhei a calcinha menor que a minha e por instinto eu troquei, me vesti com ela. O sapato já tinha me dado uma postura diferente, mas a calcinha agora menor parece que estava me chamando, eu não parei de fazer poses e me olhar no espelho, aquilo estava me deixando excitada e muito feliz, lembro que sussurrei alguns elogios e algumas besteiras.
Tirei o brinco, vi a roupa que mamãe havia trazido era um babydoll, bom ... dormir com meus pijamas e maquiada e de sutiã e calcinha não havia o menor sentido, então coloquei o babydoll, me admirei e fui organizar os vestido no cabide, dobrei, a calcinha suja eu coloquei no cesto, o sutiã e calcinha “novos” dobrei ao lado dos produtos ali mesmo na mesa e dormi.
Acordei mais tarde do que o normal, mamãe estava me chamando sentada ao lado da cama, na cadeira de minha mesa, as coisas já haviam sido guardadas, pois rapidamente me virei pra mesa e não vi mais nada, fiquei aliviada de não ver ao mesmo tempo um pingo de tristeza que talvez ela tenha levado. Não conseguia ver as roupas íntimas e o vestido e blusa, nem o que tinha sido pendurado, mas creio que estava atrás dela.
-- Bom dia!
Ela parou um pouco como se fosse pensar o que falar, então sorrindo completou.
– Filha, minha Princesa, fiquei feliz em te ver assim, bom o café está pronto, suas coisas estão no WC, as demais coloquei no armário na última porta Se lave , escove os dentes e venha tomar café. No Mancebo coloquei algo para você vestir se quiser.
Saiu, eu levantei e fui pro banheiro, ela havia organizado tudo novamente, havia um lado menino e um lado menina na pia. Me olhei, havia uma maquiagem escorrida, peguei o lenço e limpei o rosto.
Ao fazer isto como um passe de mágica, agora eu me via menino, e confuso com a roupa que tinha, retirei tudo e coloquei no cesto. Passei pelo Mancebo e percebi que era uma saia e blusa, uma meia e no chão um tênis feminino, que reconheci sendo dela.
Olhei no espelho do guarda roupa, eu nú, abri a gaveta, realmente haviam sumido algumas coisas velhas, o suficiente para dar espaço às coisas da noite anterior, peguei uma cueca, um shorts no armário e uma camiseta esportiva.
Quando entrei na cozinha, foi nítido o espanto de mamão tão igual quando me viu de menina e agora me via de menino, não falou nada, logo por segundos voltou sua feição e sorridente e amável como sempre fomos falando sobre coisas da semana que passou, aulas, trabalho, ou seja uma café natural como todos os outros nestes últimos 12 anos.
Terminei o café, falei que iria jogar um pouco, ajudei a guardar as coisas do lanche, lavei a louça, que era minha tarefa diária e fui para sala da televisão, vi ela indo em direção ao quarto e daí me distraí com o Playstation.
Não joguei muito, logo me cansei e fui para meu quarto, não encontrei nem as roupas no cabide e o tênis, tudo bem dei de ombros, apenas no WC que olhei estava tudo lá do jeito que ela deixou e eu mexi.
Ela passou pelo quarto, falou que ia dar uma saída e voltava para almoçarmos, que não precisava fazer nada que ela iria trazer algo da rua.
Assim que ela saiu, resolvi abrir meu armário e lá estava tudo o que estava no cabide, com exceção a roupa que usei a noite pra dormir e o vestido que usei no jantar. Não estavam no WC, logo deduzi, que haviam sido colocadas para lavar.
Não achei as calcinhas e sutiã ali, mas quando fui mexer nas minhas gavetas, entendi por que elas estavam reorganizadas, na primeira que era só cueca , havia algumas cuecas mais novas e meias mais novas, na segunda onde tinha todas as meias, haviam apenas as lingeries e a mini saia, e blusa, ou seja todas as roupas que mamãe, prima e eu compramos e as que minha prima me deu, ao lado na gaveta um porta jóias com as coisas que minha prima me deu, reconheci o objeto pois estava sempre na cômoda da mamãe.
Ainda em dúvida voltei ao WC, fui no cesto e não encontrei nenhuma roupa suja de menina, bom mamãe acho que entendeu que era para lavar, mas nem eu sabia se voltaria a usar, imagina mamãe até pensei que ela possa ter dado um fim, mas não explicaria por que guardou as outras novas, mentalmente pensei, guardou aquelas por que eram novas e acho que logo iria dar para minha prima.
Já eram 11h30, ela voltou sorridente, trouxe apenas a comida, falou que iríamos sair depois do almoço e assim fizemos, saímos mas ao invés da programação natural de sábado, ela parou em uma imobiliária, me deixou no carro e logo depois veio com umas pastas, colocou no meu colo e falou.
– Veja o primeiro endereço aí, vamos ver nossa nova loja. A partir de hoje vou realizar meu sonho, preciso muito de sua ajuda, meu sócio Jr.
Eu entendi e fiz um gesto de positivo e falei o endereço e uns 15 minutos depois chegamos, era um centro comercial velho, a loja até parecia boa, digo mesmo sem nada, estava pintado, havia 3 salas, uma grande, outras duas pequenas e 2 WC, parecia interessante, mamãe olhando e resmungando anotou algo na agenda e pediu minha opinião.
– Olha, o lugar é legal, só é tão no fundo da galeria sei lá mamãe, parece meio deserta e a senhora viu que a vizinhança não orna com uma loja de cosméticos que a senhora deseja, né?
– Pensei o mesmo, legal que você apenas confirmou minhas decepções com o imóvel, achei nada legal, vamos pra próxima.
Voltamos pro carro, mesma coisa, era perto dali, e nem chegamos a abrir, já da porta de vidro já vimos que era algo detonado, mamãe xingou a moça da imobiliária, ai fomos pro último imovel.
A região era interessante, cheia de lojas, lanchonetes e percebemos 2 colégios ali perto e uma faculdade, isso já foi logo mencionado por mamãe, era uma loja de rua, não era uma galeria, mas eram conjuntos onde o térreo eram lojas e tinham mais 2 andares só, algumas lojas ainda vazias, mas interessante que todas eram novas, amplas.
Abrimos e entramos, um cheiro de novo, essa sala era maior de uns 60 metros quadrados e uma porta que levava a um corredor, com 2 banheiros de um lado e algo parecido com uma lavanderia ou dispensa e do outro lado uma outra sala, havia uma outra porta que levava a algo parecido com um depósito, e com janela para uma área externa onde tinha uma área calçada não coberta, da largura da loja e com 2 metros de fundos.
Mamãe novamente falou.
– Então o que acha?
– Olha, o local é lindo, é bem amplo e arejado, imagino que deve ser o mais caro e parece que está em crescimento, tem colégios, restaurante, mercadinhos, parece bem novo e movimentado, nunca tinha vindo para esse lado da cidade, onde é ?
– É o Centro revitalizado, por isso tudo meio novo, bom mas e a loja acha que dá ?
– Mãe, acho que sim, dá para ter expositor, balcão, e ainda temos uma sala para estoque ou administração, mas acho que dá sim, nem imagino o que a senhora quer realmente.
– É como uma loja de cosméticos do shopping, mas menos produtos, tipo 1 ou 3 marcas, mas com toda a linha sabe, mas com variedades de cores, uma área para aplicar nas pessoas, uns espelhos, um balcão, uma ou outra poltrona para algum acompanhante sentar-se e muitas prateleiras expondo os produtos com tampo de vidro e alguma outras coisas que ainda não pensei direito.
Ficamos mais um tempo olhando o imóvel, mamãe pegou uma pasta com folhas em branco e começou a fazer um croquis das salas, com uma trena, emprestada pela moça da imobiliária ela tomou algumas notas, medidas das salas, altura, tamanho das janelas, das áreas livres.
Ficou fazendo algumas anotações conforme me perguntava as coisas e opinava, ficamos cerca de 45 minutos neste imóvel, uma eternidade, saímos dali e direto para a imobiliária, ela fez um depósito de caução para reservar a sala e a moça entregou uma lista de uns 20 documentos, mamãe teve um susto, mas a atendente disse que boa parte era certidões gratuitas retiradas da internet, que ao olhar a lista mamãe ia perceber que tinha os links e tudo mais.
Também entregou uma folha com algumas dicas de marceneiros, lojas de cortinas e de maridos de aluguel, em outra folha tinha propaganda só SENAI/SESI sobre empreendedorismo, falou que fazia poucos meses que a imobiliária havia entrado nesta parceria, pois percebeu-se que os imóveis eram devolvidos antes de um ano por falta de planejamento no empreendimento e com a adoção dessa parceria, reduziu pela metade as devoluções em 4 meses que já estavam atuando na parceria.
Mamãe agradeceu e fomos para casa.
Ela já pegou o computador e já acessou os sites de certidões, conseguiu 7 das 10, no mesmo instante, as outras 3 havia um prazo de 5 dias úteis para sair, redesenhou os esboços no computador via paint, colocou as medidas e enviou para as lojas que tinha no folder, indicando o endereço, a ideia do que seria a loja e pedindo orçamentos de mobiliários, cortinas, etc.
Fez 4 emails para as fábricas que conhecia, dizendo de seu novo empreendimento, pedindo sugestões, se havia alguma franquia, embora ela soubesse algumas respostas, mas queria agora como proprietária saber o que poderia ser feito, algo bem diferente do lugar e cargo que ela estava.
Depois de tudo terminado ela pediu para eu vir até a sala, e veio me falar.
– Bom, como deve ter visto, não é brincadeira o que estamos nos propondo fazer, vou precisar de sua ajuda e muito, ainda dá tempo de você desistir, com um pequeno prejuízo é claro, mas se passarmos deste ponto, não haverá mais voltas, então está disposta a me ajudar?
Mamãe sabia que eu não a deixaria na mão, mas me senti confuso com o uso do pronome feminino, mas relevei, acho que o dia anterior a deixou confusa, joguei pro universo que era isso e falei.
– Mamãe pode contar comigo, o que depender de mim para realizar seus sonhos, conte comigo, você já fez muito por mim até aqui, é o mínimo a se fazer.
– Olha lá em, seremos nós duas sozinhas nessa aventura hein?
– Pode contar comigo, respondi no automático, mas logo que respondi ela sorriu e pela erguida de sobrancelha eu percebi que havia respondido muito rápido, acho que nem raciocinei o que ela falou e apenas ouvi, aventuras e algo de sermos só nós, bom ela me abraçou e mandou eu me trocar, que iria fazer algo para lancharmos e assistir televisão.
A noite eu ao subir para dormir, tirei a roupa e bateu-me uma curiosidade, uma vontade de novamente dormir de camisola, babydoll, o tecido a suavidade ficaram marcantes em mim, mas acabei por desistir, do babydoll, apenas coloquei uma das calcinhas e vesti um shorts que tinha por cima, coloquei o sutiã e um camisão de futebol.
Sonhei que estava na loja ajudando minha mãe, mas no espelho não me reconhecia, era bem confuso, acordei todo excitado, no meio da noite, levantei e fui pra cozinha tomar uma água, quando estava voltando, acho que pelo barulho que fiz, mamãe estava vindo ao meu encontro e meio no escuro trombamos, eu deu um grito e cai, reclamei do ombro, mamãe me pegou no colo e me levou para cama, no caminho a feição dela de preocupação tomou um outro tom, não associei na hora, ela me colocou na cama, pediu para guardar, foi no seu quarto e voltou com uma pomada, disse para eu passar no braço, achei estranho ela não fazer, meio que saiu rapidamente.
Quando puxei a camisa, que lembrei que estava de sutiã e passando a mão no calção relembrei que estava de calcinha, o medo e o pânico tomou conta de mim, mas analisando, tinha certeza que se mamãe visse iria falar algo, ela não perderia a oportunidade, afinal ficou insistindo no pronome feminino, imagine se visse, eu por mim tinha certeza que temporariamente estava seguro, mentalizei em tomar mais cuidado, mas não me repreendi
Acordei com mamãe me chamando para o café da manhã, fui no WC escovei os dentes e senti o movimento modificado pelo sutiã, ia retirar quando mamãe gritou da porta do quarto para descer rápido, com medo dela ficar ali, já disse que estava indo e fui assim mesmo comer.
Ela preparou o café, como sempre, inclusive o abraço e beijo na testa que sempre fez, o que achei normal e era algo me me dava uma tranquilidade, só fui me preocupar quando o ao final do abraço ela me olhou de cima para baixo, e acho que a posição não me favorece, mas já rapidamente me movi para mesa e iniciamos o café, com as conversas de sempre.
Em certo momento me desliguei e ela rapidamente falou:
– Terra chamando, está acontecendo algo, que estou falando pela terceira vez com você e não me responde, está tudo bem minha … criança.
Eu estava apenas lembrando do sonho, ela ter parado a frase e encerrado com Criança, me gerou uma dúvida, ela iria falar filha, menina, ou era algo da minha cabeça, será que ela percebeu a noite e hoje que estou de calcinha e sutiã?
– Oi mamãe, desculpe me distraí, o que perguntou?
– Hoje é o prazo para eu desistir do contrato, estamos ok com a proposta?
– Sim claro, com certeza, conte comigo.
– Tá bom então.
Ela ficou me olhando comer, em silêncio, o que me constrangeu, eu acelerei e o melhor era sair dali, tirar a calcinha e sutiã antes que ela me peça algo que possa identificar que não estou 100% seu filho.
Sai rápido, quando estava quase saindo da cozinha ela disse baixinho o suficiente para eu escutar.
– Suba esse calção, filha!
Eu quase tive um troço, ou ela viu na saída, ou já tinha visto e estava apenas me analisando, aí que dúvida e que ódio, me arrependi na hora de ter atendido aos meus desejos irresponsáveis, mentalizei estranhamente que não poderia mais colocar aquele calção, ao invés de me punir por usar calcinha e sutiã, mas isso só tive quando fechei a porta e fui no espelho ver se algo aparecia.
– Ai que burra que eu fui.
Resmunguei e ao mesmo tempo retirei tudo, ficando nú, assim que me ouvi me tratando no feminino, devia ser o efeito da roupa eu tinha que parar com isso.
Não me arrependi, algo em mim gostava, algo em mim ainda estava confuso, mas uma coisa eu sabia, mamãe ainda iria me cobrar esse episódio e o da noite, pois agora não tinha mais certeza se ela estava jogando comigo, não se importando com minhas escolhas ou se estava exatamente eu me deixar levar pela aventura do novo.
De qualquer forma a adrenalina, o tesão provocado era algo que eu gostei e muito.
