A experiência com aquela diva do sexo, foi inesquecível e batia todos os parâmetros até agora. Malu era realmente muito experiente, além de muito linda. E o melhor, eu tinha caído em sua graça. Naquele momento, após nossa relação, nada mais importava nem a presença do jovem magro e de Aninha, que olhavam tudo sem perder um segundo sequer e não tinham falado nada para não interromper nosso ato.
Após o ato e descansar brevemente, resolvi que era hora de ir embora. Levantei e fui ao banheiro. Tomei uma ducha e voltei ao quarto começando a me vestir. Malu, ao me ver vestindp a roupa, perguntou:
- Ué, o que houve? Você não está pensando em ir embora, né? Mal começamos, lembra? Temos a noite inteira. Eu, que até esse momento nada dissera, respondi que era tarde e que não deveria chegar muito além da hora delimitada por minha mar, para que pudesse continuar desfrutando de sua confiança. Malu fez “beicinho”, demonstrando sua insatisfação por eu já ter que ir embora. Aninha aproveitou a deixa e também se vestiu rapidamente e me acompanhou para casa.
Saímos dali de braços dados e percorremos algumas quadras até perto se sua casa, onde tinha um terreno baldio com uma obra inacabada. Há tempos tinham interrompido a construção e não retomaram. Pouco havíamos conversado até ali, quando Aninha rompeu o silêncio.
- Puxa, hoje foi incrível! Até eu vi coisas que me surpreenderam. Tenho certeza que nos ficarão só nisso e mais coisas ocorrerão entre vocês e não quero perder um encontro sequer. Você não seria louco de não me convidar, né?
- Claro que não. Afinal, se tudo isto está acontecendo, é por sua causa. E quero agradecer por ter me chamado para estas aulas. Afinal, o que a levtaça me escolher? Tem outros garotos como eu na escola e na tira roda de amigos. – respondi sorrindo e apertando seu braço.
- Você me transmite confiança. Sei que não sairás por aí falando do assunto. E também, lembra daquele passeio da escola ano passado na piscina do clube municipal? O pacote dentro de tua sunga me deu a certeza final de que você seria a escolha certa.
- Então, vocês estão há muito tempo nessa? Não lembro de ver Malu na cidade antes. E acho que se tivesse visto uma mulher como aquela antes, realmente não esqueceria.
- Com a Malu, faz pouco tempo. Antes, éramos só Carla (que era o nome de nossa amiga, irmã da Malu) e eu, pois Malu morava na capital e depois que foi para lá, pouco ou nunca voltou. Só agora, resolveu conhecer melhor sua cidade Natal e ver suas mudanças. Pensou em fundar um clube exclusivo aqui, mas viu que as pessoas ainda são muito provincianas e deveriam reagir negativamente à ideia.
-Hummmm – gemeu, mordendo os lábios, e fechando os olhos – ainda estou molhada so de lembrar da foda de vcs. Olha so, pega aqui.
Pegou em minha mão e levou até o meio re suas pernas, me fazendo constatar a umidade ali existente. Sorri e fiquei logo de pau durpauE levei sua mão até meu pau e falei:
- E veja só o que você faz comigo.
Aninha olhou em volta, e após constatar que não vinha ninguém, me puxou pela mão para o terreno baldio. Vacilei por segundos, mas sua puxada era forte e relaxei, a seguindo. Ela me disse, após cruzarmos a cerca de arame:
- Deixa eu dar um jeito nisso.
Ao entrar dentro das paredes inacabadas, Aninha foi logo me beijando e abrindo minha bermuda. Ao baixar a bermuda levou junto à cueca e meu pau saltou forte, latejante. Aninha se abaixou e começou a mamar. Estava mamando com fúria, parecia até raiva. Sua boca sugava quase todo para dentro e depois o expelia para fora, me deixando alucinado. De repente, ela tirou o pau da boca e disse;
- Não vou me contentar só com essa chupada, quero você dentro de mim.
E levantando, colocou ais mãos numa parede maus baixa, subiu seu vestido até a cintura e chamou:
- Vem, meu garanhão, me arromba com esse pauzão.
Afastei a calcinga molhada para o lado e fui enfiando o pau devagarinho para não machucar.
Mas ela estava alucinada e pedi para que fosse com tudo, queria ser judiada, sentir o pau rasgando sua buceta. E falava isso quase gritando. Eu, com medo de que alguém ouvisse, tapei sua boca e avancei com mais força, fazendo o pau deslizar naquela caverna muito lubrificada por seus fluidos. Soquei algum tempo, mas a renda da calcinha esfregando no meu pau, causava certa inconveniência. Tirei o pau, que a fez reagir negativamente, com um não gemido e tentando me manter no ritmo. Pedi calma e afastando um pouco, puxei a calcinha pelos fundos, rasgando a parte debaixo e deixando só com as laterais. Voltei a socar o pau e comecei o movimento de entra e sai, com Aninha gemendo, quase chorando e pedindo mais, mais. Não aguentando segurar mais, dei uma acalmada no ritmo e ela pediu para continuar, pois estava próxima de mais um gozo. Voltei a socar forte e ritmado, até gozar dentro dela, sem camisinha, a seco. Logo depois, ela que continuava se mexendo muito, apertou minha pica com as paredes da buceta e gozou escandalosamente, gritando o chorando muito. Tive que segurá-la para que não caísse no chão de areia.
Sentamos sobre minha bermuda e descansamos brevemente. Recuperados, a ajudei a levantar e nos vestimos calmamente, ainda ofegantes. Rimos da situação e saímos tomando o cuidado para não sermos vistos. Deixei Aninha na frente de sua casa e fui rapidamente para a minha, preocupado com a possível reação da mamãe, que deveria estar me esperando. Entrei, procurando não fazer barulho, mas quem engana uma mãe? Logo a luz da sala foi acesa e surgiu mamãe na porta de seu quarto.
- Desculpe a hora, mamãe, é que era muita matéria.
Os olhos dela logo me olharam de cima abaixo, pergunto a seguir:
- E essa areia em tuas pernas e tênis?
- É que jogamos uma bolinha antes da aula, esperando Aninha chegar.
- Jogaram? Quem? Não era do você e Aninha com uma outra amiga.
- Sim, mas apareceram outros três colegas da escola com uma bola e me puxaram para o caminho de areia. Agora, vá dormir, e me deixe tomar um banho, pois estou cansado.
Mamãe resmungou alguma coisa, mas não entendi e nem queria, para evitar mais discussão. Poderia dizer algo incriminador.
Entrei em meu quarto e fui logo para o banheiro. Tirei a roupa e tomei um banho demorado, revivendo na memória todos os eventos daquela noite.
Não consegui dormir direito. A memória não me deixava descansar, não aliviava a tensão e o tesão. Apesar de Aninha estar presente, a figura da Malu não saia de minha cabeça. Cheguei a levantar e sentar junto à janela, olhando a noite escura lá fora, iluminada por poucas luzes dos postes e por uma lua encoberta por ralas nuvens.
Quando finalmente a pressão baixou e consegui relaxar, foi que consegui dormir. Acordei com minha mãe chamando para fazer algo para ela, antes de ir para a escola. Fiz o que ela pediu, tomei um café rápido e saí correndo para não perder o horário da aula. Ao chegar na sala de aula, procurei Aninha, mas não encontrei. Ela ainda não chegara, estava atrasada, o que teria acontecido?
Passei aula inteira em devaneio, pensamento longe, lembrando da noite passada, da Malu, da Aninha... E quem seria aquele rapaz, afinal? Porque estava lá?