09 – Marido me negligencia e acaba corno do filho – Giuliano descobre que a irmã é sua filha e quase faz outra

Um conto erótico de Mamãe Necessitada
Categoria: Heterossexual
Contém 4307 palavras
Data: 28/04/2026 08:03:58

Estávamos na cama descansando após Giuliano, a meu pedido, ter conseguido colocar aquele pau enorme em meu bumbum. Não tudo, mas quase me fazendo sentir mais cheia do que nunca.

Ao invés dos estragos que poderia ter causado ainda obscurecidos pelo anestésico, eu só pensava em quanto tinha adorado todo o ato de possessão e tinha a certeza que iria quer outras vezes. No entanto meu querido filho, estava mais preocupado com os estragos.

– Está doendo mãe? Machucou, perguntou após ter virado de lado para mim e levado a mão espalmando minha polpa arrebitada.

– Só vou saber depois, mas alguma fissura com certeza aconteceu. Do jeito que gostei vou querer outras vezes, falei sorrindo.

– Não sempre, né? Fiquei tenso com medo de te machucar.

– Acho que uma vez a cada duas semanas. Não pode demorar muito para não voltar a ficar difícil como na primeira vez.

– Está bem. Na próxima, quero logo depois de voltarmos da academia com você ainda com a roupa. Assim que a vovó se for, se minha irmãzinha estiver dormindo, vou te pegar ainda suadinha só abaixando a calça até os joelhos.

Mesmo após aquele orgasmo imenso, uma excitação enorme correu meu corpo por mais uma vez sentir o desejo de meu filho por mim, ainda mais da forma que disse que faria. Na verdade, uma alegria gigantesca me tomou como estava virando normal a cada situação que eu sentia que ele jamais me deixaria.

– Seu safado. Adoro essa criatividade.

– Seria safado de verdade se dissesse que iria comer seu bumbum, só abaixando a calça da academia, antes de irmos para a academia. Só que o treino iria render pouco, pois estaríamos cansados e você não poderia sentar em nenhum aparelho, falou sério.

Meu deus. Meu filho tinha muito mais ideias safadas do que seu pai jovem quando era meu namoradinho, mas a verdade é que naquela época a internet não tinha tantas opções de aprendizado de safadezas.

Um gigantesco tesão inundou meu corpo pensando no que falou de estar diante daqueles homens que cobiçavam minha bunda com ela arrombada e cheia de esperma de meu filho, meu homem. Sua safadeza e meu tesão inspiraram minha safadeza.

– Seu safado. Agora me deixou com vontade. Na próxima vez que fizermos isso quero antes de ir para a academia, só que não precisamos esperar até lá e amanhã mesmo você pode encher minha bucetinha antes de irmos para o treino. Aqueles homens que você diz que olham para mim, não vão imaginar que estou cheia de esperma de meu lindo filho.

Giuliano me olhou me dando um enorme sorriso safado, nem precisando responder. Ele se chegou mais perto e começou a dar beijinhos em minhas costas.

– Fiquei tarado com essa conversa. Será que você aguenta um papai e mamãe bem de leve?

Como ele eu também estava excitada.

– Buraco diferente, acho que aguento, falei já me virando e ficando na posição.

Ele foi se limpar e fizemos amor suavemente, trocando juras de amor e beijos apaixonados até que gozamos deliciosamente tendo seu esperma em um segundo buraco me deixando ainda mais feliz e satisfeita.

Na manhã seguinte, não fizemos amor, mas ele quis drenar meus seios. Não precisava mais que os drenasse porque a bebê tomava cada vez mais, mas ele adorava o contato mãe e filho e também meu leite. Quando eu mesmo experimentei meu leite, não consegui entender como ele gostava tanto do sabor, mas pensei que poderia ser porque sendo meu filho, estava programado em seu DNA gostar do leite de sua mãe, como foi seu argumento quando me convenceu a deixa-lo me drenar.

Não naquele dia pois eu ainda estava com o rabinho bem dolorido, mas na vez seguinte que fomos a academia, antes de minha mãe chegar para ficar com a bebê, ele comeu minha buceta com a roupa que eu usaria para treinar e fui toda melada com um absorvente interno. Foi desconfortável, mas o tesão compensou tudo e fiquei com vontade de mais assim que voltássemos para a casa, mas a bebê não colaborou porque ficou ativa até em seu costumeiro horário de dormir as 7 horas na noite.

Com nós dois muito tarados, não tirei aquela roupa até que conseguimos fazer amor de novo com Giuliano mais uma vez só baixando minha calça em pleno sofá da sala. Sofá que era meu local preferido de fazer amor de um jeito mais intenso pois foi onde fizemos pela primeira vez.

Com sua jovem virilidade e eterno desejo pela mamãe até me acostumei de estar sempre com seu esperma em casa ou quando saíamos, me fazendo me sentir dele mais do que qualquer aliança ou certidão de casamento poderia fazer.

Bem que eu tentava disfarçar minha felicidade e satisfação perto de pessoas próximas que sabiam que eu tinha um marido que pensava mais em trabalho do que na esposa, mas não conseguia, o que me levou a verdadeiramente não me importar se alguém desconfiasse. Nem meus pais que mesmo chocados pouco poderiam fazer e com certeza não iriam suportar se afastar dos únicos netos, ou melhor do neto e da neta/bisneta.

Não demorou ele comeu meu bumbum antes de irmos para a academia e não por estar vazando seu esperma, mas por estar dolorida no cuzinho, foi um treino praticamente perdido para mim, mas adorei Giuliano me olhando o tempo todo tarado e quando voltamos para casa, ainda com a roupa de academia ele se satisfez e me satisfez em minha bucetinha também melada de tesão

Minha irmã mais nova era casada, bem casada até onde me contava, com um bom homem, atencioso, amoroso e bem de vida, mas não tinham filhos e ela me confessou que ele era estéril e que a solução seria uma inseminação artificial ou adotarem, mas ainda não tinham se decidido. Por isso, com tão poucos netos e do modo como amavam Giuliano a quem criaram nos primeiros anos de vida por eu ser muito jovem e estudar, era mais um motivo para meus pais jamais se separarem dele e da bebê também.

Os meses foram passando e me vendo feliz, me cuidando e gostosa, Tales ficava cada vez mais desconfiado, mas não tomava nenhuma atitude. Eu pensava em duas hipóteses para justificar seu comportamento. Ou ele tinha receio de descobrir que eu tinha alguém ou que se descobrisse teria que mudar sua vida e sua relação com o trabalho para me ter de volta e ele não iria aceitar fazer isso. Não mais por remorso, mas eu ficava muito triste por alguém que amei tanto e me amou da mesma forma não dar valor a tudo que tivemos juntos, preferindo o poder e o status de seu cargo.

Quando chegou próximo ao dia da bebê fazer o primeiro ano eu tinha 34 e Giuliano já estava no primeiro ano da faculdade. Seu pai, outra vez estaria fora em uma data especial e tomei a atitude que já queria tomar há meses que era dar o crédito ao verdadeiro pai de minha filha. Não só porque foi seu espermatozoide que a gerou em meu útero, mas porque foi o pai de fato naquele ano ajudando a cria-la e cuidando da mãe dela como um verdadeiro pai faz.

Decidi que faria uma surpresa a Giuliano com a mesma lingerie e a mesma camisolinha de quando o seduzi e ele me engravidou. No mesmo lugar daquele sofá, enquanto me comeria montada nele como daquela vez, iria revelar que a filha era dele e se não ficasse muito bravo por eu ter escondido a verdade, sabia que para comemorar iria me comer a noite toda.

Para isso programei de fazer a festinha em um buffet a tarde e quando acabasse pediria a minha mãe para dormir com ela pois estaria muito cansada com os preparativos. Foi o que fiz e ela teve a festinha do primeiro ano muito movimentada e feliz e estava mais linda e fofinha do que nunca falando algumas palavras e dando alguns passinhos curtos. Mais parecida com Giuliano do que nunca, mas felizmente não era um problema por Giuliano ser parecido com meu marido Tales.

Durante a festa fiz o pedido a minha mãe e como ela adorava ficar com a neta, aceitou na hora dormir com a bebê e me dar um “descanso”, o que eu esperava ser o oposto e ficar esgotada.

A festinha terminou as 8 horas da noite e fomos direto para casa, porque já tinha levado a malinha e entreguei a meus pais. Logo saindo do Buffet eu estava muito ansiosa pela revelação que faria e excitada pelas possíveis consequências.

Quando chegamos propus a ele cada um ir tomar banho separados para ir mais rápido e já colocarmos nossa roupa de dormir, para depois assistirmos algo na TV e animado ele foi para seu quarto e eu para o meu. Seu quarto, só quando seu pai estava em casa, pois quando não estava era só seu “closet” porque seu lugar era comigo em minha cama.

Depois do banho, vesti a mesma calcinha e a mesma camisolinha daquela noite em que com raiva de seu pai por ter esquecido a data de nosso casamento e por estarmos há 3 meses sem sexo, mais de uma garrafa de vinho em meu sangue e com um tesão enorme olhando para meu filho, cópia exata de meu marido quando éramos jovens, perdi a cabeça e os limites e abusei dele tirando sua virgindade. O resultado foi minha gravidez e o aniversário de minha filhinha comemorando um ano naquele dia, 21 meses depois.

Fiquei toda a gravidez resistindo meu desejo de voltar a fazer amor com ele, mas o remorso por trair seu pai e tirar meu filho de uma possível vida normal me seguraram, mas depois dele se propor a me ajudar com as dores horríveis nos seios após o parto fomos nos aproximando ainda mais até o dia que ele me tomou e rasgando minha calcinha fez amor comigo e nunca mais paramos naqueles 8 meses. Pelo contrário, fazíamos cada vez mais e naquela noite ele tomaria posse definitiva de sua mamãe, pois uma mulher só pertence totalmente a um homem quando lhe dá um filho e ele descobriria que já tinha feito isso.

Quando voltei ele já estava sentado no mesmo lugar que sempre gostou de sentar que foi onde eu o montei naquela noite. Sem mais precisar fazer joguinhos, o montei e tirei o celular de sua mão o colocando na mesinha.

– Eu estava vendo as fotos do aniversário, se justificou.

– Eu vi, mas temos algo muito mais importante para fazer, falei começando a me esfregar em seu pau protegido pelo short de dormir e com a calcinha protegendo minha bucetinha que escorria rios de meu caldinho.

Quando disse que tinha algo importante, Giuliano logo deve ter pensado que era fazer amor, sem saber a verdade. Não estando engessado como naquela vez por não saber o que poderia fazer, levou as mãos em meu bumbum e começou a me empurrar e puxar em seu pau que seu sentia crescendo rápido.

– Ahhh Giuliano. Coloca em mim. Preciso muito dele, implorei.

Não dando tempo de ele responder me levantei sobre uma perna que era o único jeito de dar altura e afastei minha calcinha o esperando. Giuliano baixou o short e o liberando colocou como um poste e me posicionei com sua glande entre meus lábios fofinhos bem na portinha, mas antes de me empalar comecei as revelações a conta-gotas.

– Você se lembra dessa camisolinha e essa calcinha por baixo? Foi com elas que aquela noite abusei de você que me arrombou com esse pauzão enorme que eu não sabia que tinha me dando o maior orgasmo de minha vida até aquela noite.

Como homem que é não devia lembrar dos detalhes de minha roupa, mas só do sexo em que perdeu a virgindade. No entanto, após eu contar seus olhos estavam arregalados olhando para seu pau no mesmo lugar em que começou a penetrar em mim naquela noite, só que com minha bucetinha sem os pelinhos desta vez.

– Ahhhh mãe, porque você fez isso? Agora vou gozar assim que me afundar nela, falou com um tesão ainda maior do que seu tesão habitual.

Fiquei muito feliz com sua reação.

– E porque acha que contei? Também vou gozar quando me enterrar toda como naquele dia. Aliás vou ter que me aguentar porque já estou quase gozando e diferente daquele dia, você pode pegar onde quiser.

Achei que ele ia direto para meus seios ainda com muito leite depois de um ano do parto, mas suas mãos foram para minha cintura e ele inverteu a ordem natural, pois não me deixou empalar sozinha como naquela noite, mas começou a me puxar para baixo me excitando.

As dores da penetração que eu ainda sentia eram menores, mas não muito menores da primeira vez e eu sabia que elas nunca deixariam de existir, mas ao menos as dores pós coito só se manifestavam quando abusávamos.

Durante toda a penetração olhei para ele com desejo que me olhava com uma fome incontida e quando ele estava totalmente dentro como naquela primeira vez, explodimos em um orgasmo imenso com sua uretra encaixada em meu colo do útero com certeza injetando esperma lá dentro como naquela noite, só que desta vez eu estava protegida e não iria engravidar, ou esperava que não acontecesse.

– Estou gozando tão fooooorte filho. Aaaahhhuuuuuu.

– Eu também mãeeeeee.

Não foi menos esperma do que de nossa primeira vez, mas desta vez podíamos gemer e gritar sem nos contermos porque não havia o abuso cheio de remorsos de quando o desvirginei.

Quando meu orgasmo terminou muito além do dele, ainda não nos movíamos e seu pau continuava duro dentro de mim e meu filho expôs toda sua empolgação.

– Não fiquei satisfeito. Adorei você colocar essa camisola e calcinha da primeira vez. Me excitou muito, ainda mais aqui no mesmo lugar e na mesma posição.

– Eu também me excitei, mas não foi só por isso que as estou vestindo. Teve um motivo muito maior, falei com meu estomago embrulhando de tão nervosa com medo que ele não me perdoasse.

– Motivo maior, perguntou curioso.

– Sei que você vai adorar o motivo, mas talvez não me perdoe por não ter contado antes.

Giuliano respondeu como só ele poderia ter respondido mostrando mais uma vez porque eu amava tanto.

– Jamais não te perdoaria mãe, pois se não contou antes teve seus motivos que sei que vou entender.

Uma grande alivio me tomou.

– Eu te amo tanto filho, falei me agarrando em seu pescoço e o beijando apaixonada.

Dentro de mim seu pau pulsava deliciosamente e quando interrompi era a hora da verdade.

– Estou usando a mesma camisola, a mesma calcinha e estamos fazendo amor aqui pois tem a ver com nossa primeira vez. Naquela noite fazia 3 meses que seu pai não tocava em mim e na verdade nunca mais tocou. Menti quando disse que fiz amor com ele depois de 15 dias.

Sendo inteligente, Giuliano logo entendeu e me olhou chocado.

– Quer dizer que sou o p____, p____.

Ele não conseguiu dizer em meio a seu choque e seus pensamentos, então eu disse para ele.

– Sim Giuliano, você não tem uma irmãzinha, mas uma filhinha. Nossa filhinha, falei emocionada pela primeira vez falando livremente.

Seu corpo tremia sob o meu e ele estava branco com o susto, mas claro que tinha que fazer a pergunta que eu já esperava.

– Como.....como meu pai, acha que é dele?

– Quando descobri, uma noite que ele estava bêbado, joguei umas lingeries no chão do quarto do lado dele e como nunca lembra de nada quando está assim, quando acordou e viu aquelas lingeries e eu só de calcinha de bruços dormindo, achou que tínhamos feito amor. Quando o agradeci depois para dar mais credibilidade ele foi cara de pau dizendo que se lembrava, mas nunca fizemos nada. Desde aquela nossa primeira noite sou só sua meu, amor.

Desta vez foi ele quem me agarrou e me beijou apaixonado levando meus últimos receios. Quando parou após alguns minutos, envolveu os braços em minhas costas e me segurando se levantou sem deixar seu pau escapar e foi em direção ao quarto.

– Quero um papai e mamãe para comemorar, só que será um papai e mamãe muito safado pois vou te foder forte e a noite toda depois, como naquela noite no hotel.

– Me fode amor. Eu tinha tanto medo que você não me perdoasse e nunca mais fizéssemos amor.

Ele sorriu.

– Uma hipótese bem improvável. Depois você me conta os motivos. O que você fez foi me deixar mais tarado em todas as vezes que fizermos amor. Tenho uma filha com você mãe. Uma filha, falou enquanto já subia na cama e me colocava na posição encaixado em mim entre minhas pernas.

– Você gostou da notícia de ser pai tão jovem sendo que vai aumentar a responsabilidade? Se bem que você foi o melhor pai que ela poderia ter nesse ano.

Ele me olhou achando absurda minha dúvida.

– Adorei mais do que tudo em minha vida porque a amei desde o dia que ela nasceu e agora com só 19 anos tenho a mulher mais linda que já vi e uma filhinha com ela. Só o que me chateou por não me contar antes foi que não pude deixar sua gravidez bem mais gostosa, mas na próxima te prometo que vou te comer até você ser proibida de fazer amor, falou olhando em meus olhos.

Giuliano nem me deixou responder e me beijou começando a me estocar com mais vigor do que tinha começado em qualquer outra vez. Seu pau enorme nunca saía mais da metade porque ele teria que levantar muito o quadril o que tornaria mais desconfortável e eu até preferia o tendo sempre pelo menos a metade em minha bucetinha sedenta.

Seu aviso que me engravidaria de novo e me comeria durante a gravidez, levou meu tesão ao pico e comecei a gozar me debatendo sob seu corpo másculo e delicioso. Nunca tinha me sentido tão pertencendo ao marido que amava de paixão, como me sentia naquele momento pertencendo a meu filho, enfim ciente que era pai de nossa filhinha.

Daquele orgasmo ao último na manhã seguinte eu praticamente fiquei em um outro patamar existencial onde só existíamos eu e Giuliano. Eu saía de um orgasmo, recuperava um pouco e logo ele me fodia fogoso me dando outro. Muitas vezes eu tinha vários pequenos que se fundiam em um só forte e longo antes dele gozar.

A cada ejaculação ele prometia que iria me engravidar de novo justificando que eu era uma mamãe muito deliciosa, que queria me comer barriguda e ter novamente meu leite para se deliciar com ele.

Giuliano fez questão de me deixar a noite toda com a camisolinha e a calcinha e quando queria mamar, só abaixava a alça e sugava deliciosamente meus mamilos. Em meu estado de delírio orgástico, dentro de um orgasmo ou me refazendo de outro, ele me colocou de 4 por duas vezes, de bruços, mais outro papai e mamãe, outro colo e por fim de franguinha assada.

Pela manhã quando acordamos, já fora daquele estado de delírio, ele me deu banho fodendo minha bucetinha ao me encostar no azulejo, depois a lavou muito bem e me fez gozar a lambendo e terminou com um papai e mamãe bem lento porque sabia que eu estava de novo dolorida. Após esse último orgasmo, fora o prazer sexual indescritível eu estava emocionada e feliz por agora sermos uma família com pai, mãe e filha.

Voltamos ao banho para podermos ir buscar nossa filhinha e enquanto me lavava novamente brincou comigo.

– Então mãe, essa noite prova como gostei da notícia?

Agarrei seu pescoço e dei alguns beijinhos.

– Mais do que todos os pais já ficaram quando descobriram que eram pais. É verdade essa história de que vai querer outro ou foi só para me excitar, perguntei ansiosa.

– Muito sério. Nem pude curtir a gravidez de minha mulher e espero que seja outra menina para não ser gulosa e sobrar muito leite para mim novamente.

Ele ainda usufruía do leite de sua filhinha, mas não era mais tanto.

– Tudo bem. Vou adorar, mas vamos dar um tempo para aproveitarmos nossa vida de casal e você adiantar ou terminar os estudos.

– Eu vou aceitar a proposta do vovô e o ajudar na parte financeira sem precisar sair de casa todos os dias porque agora sou pai de família e não quero mais depender de meu pai. E como vai ser na próxima gravidez ele sabendo que você está gravida sem ter te tocado?

– Temos tempo para pensar nisso e nem sei se ainda estaremos casados e ele anda desconfiado de mim, mas não reage mostrando que o que importa mesmo para ele é o trabalho. Nem se a pílula falhasse, me importaria com isso agora e o deixaria saber e aceitaria sua reação. De certa forma sempre vou o amar, mas não mais como homem.

Terminamos o banho correndo porque Giuliano estava ansioso para se encontrar com a filha. Quando chegamos em meus pais foi até suspeito a forma que ele a agarrou, a abraçou e a beijou várias e várias vezes. Fiquei emocionada por sua felicidade e para meus pais justifiquei que ele tinha tido um sonho ruim com a irmã e por esse motivo tinha aquele comportamento e acreditaram em mim.

No caminho para casa ele dirigia e eu estava atrás com ela.

– Ahhh mãe, não acredito que ela é minha filha e não irmã. Parece um sonho.

– Porque você acha que ela se parece tanto com você. Mesmo você parecendo seu pai, sua avó disse inúmeras vezes que ela é idêntica a você nessa idade. Se quiser pode fazer o DNA.

Eu brinquei, sorrindo, mas como ele estava de costas e não viu, não saiu como eu queria.

– Quando digo que não acredito é pela alegria, não porque duvido do que você falou.

– Nem eu quis dizer isso amor. Foi brincadeira e quando fiz todos os exames para ver se ela estava bem no útero também foi feito um de DNA e dei o cabelo seu e não de seu pai e foi confirmado.

– Você ficou assustada que ia ter um filho meu?

– Fiquei, claro, mas o pior foi não poder dividir com ninguém.

– Nunca mais será assim mãe. Sei que não podemos ficar tendo filhos, mas pelo menos mais um vou querer. Sem pressa como você falou, porque agora quero curtir ainda mais essa lindezinha e também meu tempo com você.

Quando Tales voltou de viagem, não queria mais dormir com ele, mas com Giuliano. Não expus a ele minha vontade esperando um momento melhor, mas como não tínhamos mais intimidade, eu vestia meu pijama de seda de calça comprida e blusa de mangas longas. Como ele sempre dormia cansado e rápido, o esperava dormir e na manhã seguinte ele levantava mais cedo do que eu. Pedi que a funcionária chegasse mais cedo para fazer o café para ele e só ia para a cozinha tomar café com Giuliano antes de ir para a aula. Muitas vezes já tínhamos feito amor após seu pai sair.

A vida continuava com todos seus afazeres, responsabilidades, prazeres e diversão. Algumas semanas depois fomos convidados para o aniversário de meu pai no sitio que coincidiria com um feriado prolongado. Eu nem convidava mais Tales após tantas desculpas de não poder porque tinha trabalho, então só o avisei que estaríamos fora.

Além de meus pais, nós e minha irmã com o marido, alguns tios e tias, primos e primas também se hospedariam na casa e para nos deixar mais confortável por causa da bebê e ela não acordar ninguém durante a madrugada se chorasse, fomos colocados em um pequeno apartamento anexo no fundo da lateral direita da casa quase formando um “L” e a piscina e área de lazer encaixadas nesse espaço.

Quando minha mãe avisou que ficaríamos lá, fiquei feliz pois poderíamos fazer amor durante as noites sem ninguém nos ouvir, mesmo que no quarto fossem duas camas de solteiro. Quando chegamos, fomos um dos primeiros e já nos instalamos. Mamãe veio ao pequeno apartamento nos acompanhar e dar palpites, mas deu uma notícia maravilhosa.

– Flavia, queria dizer para vocês que contratei algumas ajudantes e não vou me cansar, então posso dormir com minha netinha em meu quarto e deixar vocês dormirem, já que não costumam dormir direito.

Gostei tanto da notícia que tive que disfarçar.

– Se é que vamos conseguir dormir, né mãe. Com a janela bem de frente para a piscina e área de lazer.

– Já combinei com seu pai que como vai ter festa e piscina durante o dia todo, após as 10 da noite quero silencio.

– Então está bem mãe. Eu com certeza vou aproveitar. Vamos ver se o Giuliano também consegue não ficar até tarde conversando com os tios e primos.

Na verdade, primos de segundo grau. Ele gostava dos primos, mas eram mais novos e com certeza ele tinha coisas melhores a fazer.

Até o horário de dormir todos chegaram e antes de dormir estávamos excitados por estarmos em um lugar diferente e ter a família lá do ladinho, então fizemos amor em uma das camas, mas em silencio porque a janela poderia deixar passar os ruídos naquela noite quieta do interior.

Na manhã seguinte não fizemos nada e após colocar o biquini e uma saída de banho corri para amamentar a bebê e não demorou Giuliano veio atrás saudoso da filhinha. Observar como ele a amava e cuidava dela me fazia perceber que o maior erro de minha vida tinha sido o maior acerto. Eu tinha um jovem fogoso que me amava e me satisfazia e que era o melhor pai do mundo. Como poderia ser um erro?

*****

Próximo Capítulo - Irmã pede para deixar o sobrinho a engravidar

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Autor Casa dos Contos a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Podia ter o plot do pai dele ser gay, e ele descobre por presenciar, e por isso que ele perdeu o desejo pela mulher dele, depois ele confronta o pai e ele vai embora de vez

0 0
Foto de perfil genérica

Quando algo vai mudar??? Fazer o cara de otário desse jeito é legal??

Pq não separa??? Ela crítica o cara, mas o filho aceitou o carro...ela vive no bem bom...

Enfim...não costumo concordar com o filhotico...mas que merda!!!

0 0
Foto de perfil genérica

Bubu23, Manfi82, Picudo22 e Filhotico. Você tem muitos perfis, mas os contos seus são bem fáceis de identificar. Porque ser um hater dos contos dos outros? Cuide dos seus. Que lugar para despejar ódio. UM site de contos eróticos?

0 0
Foto de perfil genérica

Olá Manfi82. Quantos perfis você tem? Pelo jeito tem vergonha de dizer que está gostando e fica lendo e fazendo criticas com perfis diferentes. Seja bem-vindo também nos próximos. Você vai gostar e pode criticar as novidades que irão acontecer

0 0
Foto de perfil genérica

Eita Giuliano sortudo. Agora vai querer engravidar a mãe novamente rsrsrs

obs: não entendi essa frase no final "Próximo Capítulo - Irmã pede para deixar o sobrinho a engravidar" vamos ter algum conto de tia e sobrinho, Autor?

0 0
Foto de perfil genérica

Puta de merda

0 0
Foto de perfil genérica

Confessa que você está adorando Filhotico. kkk. Já estamos no capitulo 9 e você vai ler até o último sem perder nenhum.

0 0