Continuando o relato anterior
O boquete da Mika era incrível. Não se fazia de rogada, não importasse o estado que eu estivesse, e mágica em fazer o cara delirar de tesão.
Seu boquete, com a língua e boca macia, exploradora. Meu pau estava mole de ter acabado de gozar. Já no sofá que fica perto da piscina, deitei e mika veio por cima fazer seu maravilhoso boquete. Lento, explorador, evoluindo conforme ele voltava à vida dura de um pau sedento por buracos. Eu acariciava seu corpo branco, sua bunda maravilhosa em formato de pera, e dedilhava sua bucetinha, ainda molhada de porra, fazendo-a aumentar o ritmo em sintonia. Não demorou, é verdade para gozar novamente, e Mika adorava o sabor da minha porra, sugando até a última gota.
Ficamos ali trocando carícias e pouco depois fomos tomar uma ducha. E nessa hora toca a campainha. Eram os sobrinhos do caseiro que viriam cortar a grama do sítio, e havia esquecido. Nos vestimos e os recebemos. Zé Carlos e Renato, ambos altos, magros e negros, e tímidos.
Renatinho e Zé Carlos, dois jovens dos seus 20 e poucos anos. Eles olharam pra Mika e cada centímetro do seu corpo, ignorando completamente o que eu falava pra fazer.
- Entenderam o que eu disse, ou estão com alguma dúvida, disse olhando na direção que olharam. Não havia ciúmes com Mika.
- Não Sr Raphael. Desculpe, e parabéns
Mika, esperta já emendou.
- Ah obrigada meninos, que bom que gostaram do que viram. Ambos não sabiam onde enfiar a cara, de vergonha.
- Meninos, não tenham vergonha, eu adorei o elogio, e o Raphael não tem ciúmes. Podem ficar em paz.
Sabíamos que dali viria uma putaria deliciosa. Os meninos limparam a grama numa velocidade absurda e num capricho jamais visto, pois avisamos que eles poderiam ficar na piscina após terminarem.
14h, fizemos um almoço rápido, leve, e os chamamos. Após o almoço, eu os dispensei para que pudessem curtir a piscina. Mika nos avisou que iria trocar o bikini para aproveitar o resto do dia.
Eles não vieram com sunga. Falei que poderia ficar de cueca mesmo, mas precisariam tomar uma ducha. Mika da varanda viu tudo e se deliciava com a visão. Eu fui pra piscina e fiquei esperando ela.
Descendo de bikini branco, com uma saída de tule, Mika parecia estar pelada pra nós. A cor do bikini estava muito próxima a da pele, e imediatamente os meninos estavam de pau duro na piscina. Ela bem esperta ligou umas músicas de ecléticas, e entrou na piscina. Fez questão de abraçar os meninos, dançando coladinha, rebolando e sarrando com eles.
Não demorou para ela começar a puxar papos picantes com eles, cercar para ver se topariam uma putaria, etc. Apenas com olhares entre eu e Mika, sua excitação estava nas alturas. Sem papas na língua, ela já soltou
- Meninos todo mundo tá animado aqui hein? Vou ter trabalho hein Rapha
- Vai.... Ô se vai.
- Meninos, já vi que estão de pau duro há algum tempo, e eu aqui indecisa com tanto homem gostoso, com água na boca
- Eu não sou tudo isso não, os meninos são jovens musculosos aí... tem 50kg de puro musculo molhados
- 10kg de pica, ou vocês não acharam que percebi, safadinhos?
Mika em dois movimentos se livrou do bikini e me abraçou, dando um beijo. Era um sinal de confiança. Desceu minha sunga, jogou longe e olhando para os meninos, lambeu meu pau da base até a cabeça, e começou a fazer seu maravilhoso boquete.
Rapidamente os meninos tiraram as cuecas, e vieram em nossa direção.
Ambos tiraram suas cuecas, e já estavam ali esperando um boquete também. Renato já se aproximou, puxando ela para fazer um boquete. Zé carlos, segurando seu quadril, já mirou na bunda dela
- Calma rapazes. tem pra todo mundo.
Mika chupou de forma intercalada os três. Porém Zé carlos já logo no primeiro contato da boca da Mika já explodiu em gozo.
- Tadinho... não se preocupe meu anjo, é normal.
Mika foi na ducha lavar o rosto e a boca e voltou sorrindo, leve. Voltou concentrada em colocar todo mundo em ponto de bala, inclusive o Zé Carlos, fazendo seu boquete aladin. Renato pegou uma camisinha, apontou e logo estava comendo a buceta da Mika, com força, vontade. Ela revirava os olhos enquanto chupava o Zé carlos e era fodida pelo Renato.
Eu fiquei de boa ali perto, recebendo umas chupadas intercaladas, mas não demorou para Mika apontar que iria gozar. Renato a penetrava forte, rápido e ininterrupto, e também não demorou a gozar, preenchendo a camisinha
Mika estava absolutamente absorta de extase, e quando gozou largou um pouco Zé Carlos, e veio me chupar forte, rápido, profundo, gemendo com meu pau na boca, completamente louca de tesão
- Ai amor, que delícia de presente!
Zé carlos, que nesse momento estava em ponto de bala, duro como uma pedra, não a deixou nem descansar, e já desceu pra piscina, beijando seu pescoço, e apontando seu pau na bucetinha dela, deslizando a jeba e preenchendo todo o espaço recém ocupado pelo irmão.
Zé Carlos, mais "romântico" fodia Mika de forma mais compassada, mais lenta, e Mika sentia sua pica bater no útero, equanto as bolas batiam nas coxas. Mesmo tendo acabo de gozar, Mika logo começava a tremer e gemer alto. Eu ali na beira da piscina, deitado na borda, recebia o melhor boquete da vida.
Mas algo mudou. Zé Carlos queria mais, e Renato já queria meter novamente e não queria sua boca....
Continou no próximo