O pai do meu namorado perguntou se eu dou o cu...

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 6235 palavras
Data: 28/04/2026 00:14:13
Última revisão: 28/04/2026 13:20:05

O sexo com Heitor é bom e mozão tem energia pra várias transas seguidas, ele só não desenvolveu aquele “P” de Putão que eleva um homem ao nível de macho, sabe? Aquela maldade masculina que você vê no olhar do cara, aquela prepotência no quadril, isso ele não aprendeu. Meu gostoso é o famoso soca fofo.

Se eu pudesse dar nota, daria seis ou sete. Meu namorado não trepa, ele faz amor. E tipo, tá tudo bem, tudo ótimo. Heitor sempre se empenha, o foda é que seis e sete não são dez...

De vez em quando meu lado piranha fala mais alto e eu não quero beijo e abraço, só quero tora no cu sem massagem, pra arder e machucar mesmo. Quando tô nesses dias, nem duas transas seguidas com mozão apagam o fogo, e é justamente aí que a nota sete dele acaba tendo o mesmo peso de uma nota quatro, três.

São dias nos quais eu tô exigente, de cuzinho piscando e as pregas clamando por arraste. Dias que eu acordo pensando em piroca e fico desde as seis da manhã querendo dar a bunda e ganhar leitada, até me arrepender de ter pedido pra tomar no rabo. Nesses períodos, a última coisa que eu quero de outro homem é carinho.

Quero leite, cuspe, mijo e mão de macho marcando meu corpo, me usando, me fazendo de puta e me transformando em mero buraco, sem amorzinho. Sem sentimento, sem frescura, sem romance e sem paixão, só barulho de saco no saco, pelo no pelo e trocação de chumbo grosso no olho do meu cuzinho. Só.

Nunca contei nada pro meu namorado, mas ele infelizmente não me satisfaz quando eu acordo vira-lata no cio assim.

Mais ou menos no segundo mês de namoro, Heitor não aguentou esperar e resolveu me apresentar pra família. Mozão marcou um almoço de sábado no casarão em Realengo, eu cheguei lá por volta do meio-dia e fui muito bem recebido por aquela quarentona gordinha e simpática da foto na beira da lagoa.

- Pode entrar, meu bem, fica à vontade. A casa é sua, não se acanha. Prazer conhecer, viu? – ela beijou meu rosto e me analisou de cima a baixo.

- Prazer, dona Selma. Heitor falou bastante da senhora.

- Dona de quê, meu querido? Sou dona de nada e nem de ninguém, me chama de você. Senhora está no céu, hahaha!

- Tudo bem, desculpa. Eu sou Vitor, namo... Namorado do seu filho. – abaixei a voz na hora de falar, porque essa coisa de conhecer os sogros era total novidade pra mim.

- Que foi, tá com vergonha? Fica tímido não, eu sei que vocês tão namorando. Você trate de cuidar bem da minha joia preciosa, viu, Vitor? Esse é o único filho que eu tenho.

- Pode deixar. A senhora fez... Digo, você fez um filho bonitão. Ele é meu galã. – beijei Heitor no rosto e ele me abraçou, sorridente.

Acertei na mosca quando supus que a mulher parda no retrato era minha sogra. E sendo ela minha sogra, isso só podia significar que...

- Mãe, cadê meu pai? – mozão perguntou.

- Ah, você não conhece a peça? Pegou serviço hoje, daqui a pouco tá chegando. – sogrinha mal terminou de falar e a porta da sala abriu de repente.

Antes mesmo de ver o pai do Heitor entrar na cozinha, eu engoli o momento a seco e bateu um calor fudido, uma insegurança fora do normal. É que fui criado pelo meu pai sem muita liberdade, nós não falávamos sobre sexo e eu nunca pude levar namoradinhos pra casa, até por isso acostumei a fazer putaria na rua. Acabou que eu não soube o que fazer, o que dizer e como me portar diante dos pais do meu namorado.

- Sai da frente, sai da frente! Libera o caminho que a mangueira tá cheia, sai! – um homem calvo e bigodudo surgiu, correu por todos nós e foi direto pro banheiro, não parou pra falar com ninguém.

Tão logo ele entrou, o barulho do mijão grosso caindo no vaso sanitário ecoou na cozinha e obrigou Selma a cobrir a pressa do marido, aí ela levantou e foi lá fechar a porta do banheiro. Dois minutos depois, o coroa saiu, ajeitou pica na calça de brim e veio todo sorridente apertar minha mão com a mesma mão que coçou a rola.

- Fala, amigão. Tudo certo? Geraldo, famoso Geraldão. Tem quem chame de Purtuga também. Satisfação.

- Satisfação, seu Geraldo. Legal te conhecer, meu nome é Vitor.

- Vitor, né? Tô sabendo. – o macho terminou de apertar minha mão, cruzou os braços e ficou me olhando, meio curioso. – Tu que é o melhor amigo do meu filho?

- Melhor amigo não, pai. Eu e Vitinho somos namorados, já te expliquei. Preciso repetir? – Heitor corrigiu.

- Sei... – o cinquentão deu a volta ao meu redor, sacou a mão novamente na calça de brim imunda e parou na minha frente. – Tu é viado mesmo, moleque? De verdade?

- Pai, pelo amor de Deus? O Vitor ainda não te conhece, ele vai achar que você é escroto. Hehehe! – mozão caiu na risada.

- Amor, sossega! Hahaha. – até minha sogra riu e ficou boba com a audácia do marido.

- Tô perguntando sem sacanagem, na boa. Tu é viado mesmo? Sei lá, não tem cheiro de viado. – sogrão alisou o bigode grosso, continuou me analisando e não escondeu nem um pouco a curiosidade. – Tô zoando, moleque! Tehehe! Dá cá um abraço, porra, tu já é da família!

A mudança de humor foi espontânea. Geraldo me deu um abraço apertado, eu senti seu peitoral quente e suado tocar meu corpo e fui soterrado por um curioso cheiro de tijolo. Daria até pra pensar que o pai do Heitor é pedreiro, sendo que ele é eletricista e tava com o cinto de ferramentas preso na cintura, usando luvas de couro nas mãos, botinas estilo EPI nos pés e um blusão imundo.

- V-Valeu pela receptividade, sogro. Hahaha. – eu o abracei.

- Se meu filho tá nessa de pegar homem e disse que te ama, então que seja. Nós é sogro e genro, moleque. Seja bem-vindo aí, se precisar de qualquer coisa... – o paizão sentou no sofá, removeu as botinas e seu chulé com cheiro de tijolo dominou a sala, encharcou minhas narinas.

- Aqui não, homem, falei que não quero casa bagunçada! Vai tirar a roupa no quarto ou no banheiro, Geraldo! – Selma deu esporro no marido.

- Já vou, já vou. Mulher é bicho complicado, tá vendo só? Ainda bem que tu não tem esse problema, Vitor. Hehehehe! – ele me zoou.

- Pai, pega leve nas piadas. Heheh. – mozão pediu.

- Hahahah! Relaxa, amor. É bom que eu vou acostumando, maneiro ver que você e seus pais têm liberdade. – falei.

Como não cresci dispondo da liberdade do Heitor, chegar na família dele e ser tratado abertamente como seu namorado foi chocante demais pra mim. Nunca imaginei ficar com alguém assim antes, namorando em casa, de mãos dadas no sofá, vendo TV e a família em volta. No início foi difícil acostumar, principalmente com as piadas e provocações constantes do meu sogro.

- Vou pegar mais vinho pra gente, guenta aí. – Heitor me deu um beijo e foi na cozinha encontrar a mãe.

Geraldo percebeu que fiquei sozinho na sala, veio pra perto e se jogou no sofá suadão, nem aí pro esporro da esposa. De roupa trocada, ele abriu os braços pra trás na poltrona, deixou as axilas peludas à mostra na minha fuça e eu lutei comigo mesmo pra não manjar o volume descomunal que amontoou no calção.

- Fala, Vitão. Tava louco pra te conhecer, garoto, tu não faz ideia.

- Sério? Heitor falou tão mal assim de mim, sogro? – brinquei.

- Só coisa boa. Contou que tu é gente fina e um moleque doce por dentro, mas posso ser sincero? Olhando daqui, acho que tu é mais fruta do que doce. Heheheh!

- Hahaha! Acertou. E o senhor, pelo que eu tô vendo, gostou de me zoar, hein?

- É na zoação que a gente cria intimidade, Vitor.

- Entendi... Tá certo. – olhei pra ele, ele me olhou e riu.

Naquela época, Geraldão estava em seus 51 anos bem vividos, era um homem robusto, parrudo e braçudo, uma mistura de forte com barrigudo. Branco, calvo, sem cabelo no alto da cabeça, só em volta, com entradas bem evidentes na testa, bigode largo e nenhuma barba no queixo. Ombros malhados de peão eletricista, peitoral cabeludo de paizão de família e as pernas e os antebraços idem, o tipo de macho rústico cujas costas também são peludas.

- Mês que vem vamo fazer um churrasco aqui no quintal, moleque, ainda tamo programando. É aí que eu vou avaliar se tu leva jeito pra entrar na família.

- Opa! Tipo iniciação, é? – fiquei curioso.

- Mais ou menos, quase isso. Já ouviu falar no teste do churrasqueiro?

- Não, nunca. Como funciona?

- Nada de mais, vou te botar de churrasqueiro. Se tu pilotar a churrasqueira de boa e der conta de alimentar os parentes, pode continuar namorando meu filho. Agora, se não conseguir...

- Se eu não conseguir...?

- Nah, deixa quieto. Vai tirar de letra, garoto. Sei que tu dá conta de assar a linguiça sem deixar queimar, dá não? Aposto que dá. – a frase de duplo sentido e o jeito sorrateiro de falar comigo na ausência do filho e da esposa foram a cereja do bolo.

Eu não queria chegar na família do meu namorado pagando de vagabunda, mas a fala do pai dele fez meu cu piscar adoidado no sofá da sala. Aliás, não apenas a fala, todo o visual largado pós trabalho do Geraldão me deixou sedento, eu mal disfarcei as olhadas. Foi impossível não comparar pai e filho.

- “Um é lisinho, só anda cheiroso, de cabelo penteado e engomadinho. O outro vive suado, é relaxado, peludão e tem chulé. Nem parecem pai e filho...” – pensei.

Na cozinha, conversando com a mãe, Heitor e seu hálito fresco de vinho tinto suave; na sala, Geraldo arrotando cerveja, sentado de pernas abertas e ostentando o volume natural da pica no short, mesmo sem querer. Um ogro à moda antiga, do tipo que fala alto, quase gritando, e não sabe rir, só gargalhar alto.

- Responde, Vitão. Tá viajando? – o coroa estalou os dedos na frente do meu rosto e me trouxe de volta à realidade.

- É o quê? Foi mal, me distraí.

- Distraiu? Sei... – ele não se aguentou, pôs a mão dentro do calção e começou a mexer na pica na minha frente, como se fosse a coisa mais normal do mundo. – Perguntei se tu é bom de assar linguiça, picanha. Entende de carne, tu?

- Não sei, eu acho que... – meus olhos percorreram seu peitoral peludo e eu dei qualquer desculpa pra sair dali o mais rápido, caso contrário acabaria cometendo uma loucura. – Preciso ir no banheiro. Licença, sogro, já volto.

- Vai lá... – o pai do Heitor resmungou.

Só que quando o macho é estratosfericamente gostoso, o estrago que ele causa alastra rápido e não há pra onde fugir. A prova disso é que entrei no banheiro, avistei o uniforme suado e recém tirado do sogrão, senti aquele cheiro pesado de tijolo e não consegui simplesmente mijar e sair. Tive que dar uma boa olhada seguida de cheirada na cueca boxer do Geraldão, nas meias chulezentas e nas botinas de EPI.

- Hmmm... Caralho, que covardia... O filho é docinho, o pai salgado e amargo. Assim eu passo mal nessa família, fala sério. – desabafei sozinho.

Só de olhar pra cueca, deu pra saber que pertencia a um coroa parrudo, relaxado e peludão. A costura tava cheia de pentelhos escuros presos, tinha marcas de suor na virilha, jatos de gala ressecada no tecido e borrões úmidos da última mijada que o paizão deu. Uma roupa íntima desgastada, temperada e com muito tempo de saco.

- Que cheiro gostoso da porra... – levei a cueca ao nariz, respirei fundo e botei a testosterona vencida do Geraldão toda pra dentro, mesmo que por alguns segundos.

Senti o pano fofo e úmido onde os culhões dele repousaram durante horas, farejei o frescor do saco ainda impresso na roupa e, novamente, minha mente comparou a genética do pai e do filho. O auge foi quando inalei o chulé potente nas meias do sogrão e minha testa ficou dormente, daí o nariz pegou fogo, meu cu abriu e a garganta secou de repente. Dei linguada na cueca, a língua encheu de sal de macho e o pau subiu.

- “Melhor cair fora daqui.” – achei melhor.

Tô contando sobre como conheci o pai do Heitor que é pra você ver como ele sempre foi esse coroa zoador, piadista e sem vergonha comigo. Eu e Geraldo temos uma relação divertida de genro e sogro, ele é um cara animado e puta pai presente pro mozão, o que me incomoda é que ele é sorrateiro, do tipo que vai comendo pelas beiradas e aproveita quando eu tô sozinho pra vir trocar ideia.

E são sempre ideias tortas. Piadinhas de duplo sentido, comentários sujos sobre sexo, coçadas de saco, apertos na pica, olhadas de rabo de olho, manjadas... Aí quando alguém se aproxima de nós, ele para o papo e muda de assunto, como se nossas conversas fossem segredo, sigilo.

Querendo ou não, isso criou em mim uma espécie de sensação de estar sendo observado: se estamos num dado lugar, seja na casa do Heitor ou num restaurante, me sinto constantemente olhado e vigiado pelo meu sogro. Vira e mexe acontece de eu olhar pra ele e flagrar seus últimos milésimos de segundos me encarando, parece até que ele sabe que eu vou notar, se antecipa e finge que não tá me olhando.

No início do namoro, até achei que tava exagerando na desconfiança e considerei a possibilidade de estar vendo duplo sentido onde não tinha. Sabe aquela frase “a maldade tá na cabeça de quem vê”? Eu tava me sentindo mais ou menos assim, tentando entender se não era a minha imaginação que sempre maldava as atitudes e os papos a sós com o sogrão.

Só que o tempo foi passando, o namoro durando e começaram a acontecer... Coisas. Primeiro foi no churrasco em família, o fatídico dia no qual Geraldão me arrastou pra churrasqueira e quis avaliar pessoalmente a minha habilidade de encontrar o ponto ideal da carne. Ele me deu o garfão, parou atrás de mim, apertou meus ombros e chegou tão perto do meu ouvido que eu sem querer fiquei arrepiado com a aproximação.

- Vai lá, garoto. Mostra que tu sabe mexer uma linguiça, prova pra mim.

- Olha, sogrão, com todo respeito? Isso é serviço pra bofe, né pra mim não.

- Vai dar pra trás agora, Vitão? – o coroa chegou o corpo pra frente, sua barriga peluda tocou minhas costas e senti a protuberância do short dele quase rabiscar minha bunda.

Como sempre, o pilantra esperou Heitor e sogrinha irem na cozinha pra me cercar no canto do quintal. Mais um pouquinho e ele teria me encoxado ali na churrasqueira, meu cu piscou pra caralho na cueca.

- É só virar a carne no tempo certo. Dá uma batida pra tirar o excesso do grosso, ó.

- Grosso? – provoquei.

- É. Sal. – as palavras saíram no meu cangote.

- Não sei se eu tenho essa malícia da carne, Geraldão.

- Tem, tu tem sim. Deixa eu ajudar. – ele pôs a mão no meu ombro esquerdo, deslizou pelo meu braço, alcançou minha mão e segurou o garfão junto comigo.

Nunca fiquei tão tenso na vida, tanto de medo do Heitor ou da Selma voltarem da cozinha e flagrarem a cena, quanto de tesão pelo hálito do meu sogro esquentando minha orelha. Sem querer, o bigodão esbarrou na pele, eu me ouricei e a outra mão do Geraldo apertou minha cintura, como se ele quisesse me acalmar.

- Tá nervoso?

- Não, é que...

- Respira. Eu não mordo... – o safado rosnou. – Só se pedir.

Sentir aquela mão pesada e calejada de eletricista explorar a curva do meu ventre foi pressão demais, minhas pernas tremeram de excitação. A adrenalina bateu, meu cu abriu no short, cheguei devagarinho pra trás e fingi que não senti o volume do caralho dele pincelar meu rabo.

- Anda, garoto. Cadê a habilidade?

- Bom, já que você insiste... – peguei o garfo, virei as linguiças e os salsichões na churrasqueira, tirei o excesso de sal da carne e adicionei também os pães de alho, os queijos coalhos e as kaftas.

- Não tô dizendo que tu manja? Manja e muito... – o filho da puta saiu de trás, veio pra frente e apertou a piroca no calção. – Manja não?

- Ô, se manjo... – manjei a pica na cara dura.

- Se na churrasqueira é assim, imagina cuzinhando. Hehehe! – ele fez questão de frisar a primeira sílaba da palavra.

- Sogro, sogro... Sei não, hein, tô achando muito soltinho. – dei outra olhada no piruzão solto no short.

- O quê? – Geraldão fingiu que não era com ele, balançou a cintura e fez um mundo de caralho sacudir lá dentro, seu calção virou uma barraca completa.

- Esse arroz, olha. Tá soltinho, soltinho. – peguei a panela na mesa.

- BEHEHE! Tu não vale porra nenhuma, seu moleque.

- Eu? Fiz nada, sou inocente. Hahaha.

- É inocente, sim. Muito inocente, tô vendo. Tu gosta é de picanha que eu sei. Olha como segura o pau da kafta... Esse entende muito. Teheheh!

Um pesadelo ficar do lado desse coroa sem ninguém por perto, porque ele sabe fazer a presença ser percebida e eu me sinto à mercê de um espreitador que está a todo momento observando meus movimentos, medindo cada passo meu. Nas horas que eu mais preciso do Heitor, ele tá na cozinha conversando com a mãe e completamente distraído do abutre me cercando no quintal.

- Aí, Vitão. Tô curioso pra saber uma coisa que até agora eu não entendi, será que tu responde?

- Depende. Se for sobre churrasco, tô fora. Hahahah.

- Nah, é que... – ele meteu o olho pra dentro de casa, conferiu se não vinha ninguém e voltou a falar. – Entre tu e o Heitor...?

- O que é que tem?

- Esse negócio de macho com macho é novidade pra mim. Nada contra, mas não conheço muito. Heitor sempre saiu com mulher, agora tá namorando homem. Como é que funciona isso?

- Seu filho gosta de homem e de mulher, sogrão. Ele sente atração pelos dois, por isso você já viu ele pegar mina e agora tá vendo ele com outro cara. Mas olha, posso ser sincero? Melhor perguntar pra ele, eu nem deveria estar falando da vida íntima do Heitor.

- Tá tranquilo, garoto, só quero saber uma coisa. Quem é o homem e quem é a mulher na relação?

- Ah... Hahaha! Somos dois homens, Geraldão. Não tem mulher na relação.

- Eu sei, eu sei... Desculpa a forma de falar, sou meio ignorante. Vocês são mais novos, falam diferente, eu sou de outra época. O que eu quero saber é... – ele olhou ao redor, se aproximou e falou baixo. – Lá na hora, sabe?

- Que hora, sogro?

Entendi claramente o que ele queria saber, mas me fiz de bobo só pra ver até onde a conversa torta ia chegar.

- Quando vocês vão pra cama, tu e Heitor. Quem é que...? – o coroa bateu o verso de uma mão na palma da outra seguidamente, fez barulho e gesticulou sexo.

- Aah, tô entendendo. Entendi o que cê quer. Hahaha!

- Entendeu agora? Hehehe!

- Saquei. Cê quer saber quem é o ativ-

- Foi mal, tava trocando as cervejas na geladeira. Demorei? – Heitor chegou de surpresa e quebrou totalmente a intimidade da conversa.

- Chegou bem na hora, mozão, tamo aqui conversando.

- O que eu perdi? – meu namorado me deu uma cerva.

- Nada de mais. Teu pai quer saber quem é o pass-

- Perguntei pro Vitão como é lá no trabalho, ele tá contando que fastfood é correria. E que tem um tal de Carrasco que não larga do pé dele, não é, Vitão? – Geraldo passou o braço no meu pescoço, me abraçou de lado e olhou no fundo dos meus olhos, indicando claramente qual deveria ser a minha resposta.

- É? – hesitei.

- É, claro que é. – ele bateu no meu ombro.

- É, é... Carrasco é um mala. Ele é desses héteros que pagam de moralistas, mas que no fundo são lobo em pele de cordeiro. Um traste. Vigarista de carteirinha, aquele lá é canalha até o talo. – fiz questão de responder encarando meu sogro, pra ele entender que minha fala também serviu pra ele.

Mais tarde, quando o churrasco acabou e eu fui pro quarto do Heitor, minha mente tava uma bagunça por causa da bebida e confesso que fiquei indeciso sobre o que fazer. Mesmo achando Geraldão um puta gostoso, mozão precisava saber que o pai dele tava me espreitando, o foda é que não encontrei as palavras certas pra contar, fora que me preocupei com a briga que poderia acontecer na família.

Acabou que resolvi não dar essa dor de cabeça pro meu namorado, deixei o churrasco passar e continuei na minha. Mas você sabe, sempre escapa um comentário ou outro.

- Seu pai às vezes é... Meio estranho, né? – puxei assunto.

- Como assim? – Heitor não entendeu.

- Hoje mais cedo, ele mentiu. A gente não tava conversando de trabalho, muito menos do Carrasco.

- Tavam falando do quê?

- Ele quis saber quem é o ativo e quem é o passivo entre nós. – não segurei a boca.

- UHAUHAH! Meu pai é muito fora da caixa, Vitinho. Ele não mentiu, só tá curioso. Coisa de homem à moda antiga, meu coroa não é do nosso tempo. A época dele é outra, ele nem deve ter entendido o que é passivo e ativo.

- Sim, mas pra que ele quer saber da nossa intimidade?

- Ué, normal. Faz parte. Ele é meu pai, quer conhecer o genro que tem. Acho normal perguntar. Se ele não perguntar pra nós, que somos família, vai perguntar pra quem? Não vejo problema nenhum.

- Tá, mas por que ele não contou a verdade quando você perguntou qual era o assunto?

- Sei lá, ué. Vai ver, tem vergonha. Ele deve achar que eu sou que nem aqueles filhos que sentem vergonha dos pais por causa da idade, já viu? Heheheh! Vai por mim, seu Geraldo é de boa. Pode ser meio ogro na forma de falar e de zoar, mas ele é zero preconceito. E digo mais: ele ADORA você, Vitor.

- É... Tá certo, foi mal. É o que eu te expliquei, ainda não acostumei com essa liberdade.

- Relaxa, lindão. Deita aqui, vem. – ele me beijou, colocou minha cabeça em seu braço e me aninhou pra dormir.

Por mais que eu tentasse relevar e deixar passar, a cena do sogrão atrás de mim na churrasqueira rodopiou na minha cabeça por dias e dias, bem como as falas tortas dele. Lembrar que esse macho eletricista ficou curioso pra saber se eu dou a bunda causou euforia, e daí pra frente a convivência entre nós foi se tornando cada vez mais irresistível, tentadora.

Teve uma vez que eu tava lá em Realengo, almoçando com o Heitor na folga dele, e aproveitei pra terminar um trabalho do curso no computador do mozão. Ele foi pra sala terminar de ver Avatar, eu fiquei no quarto usando o PC e devo ter passado uma hora inteira sozinho, só batendo dedo no teclado e pesquisando sobre primeiros socorros na internet. Até que, do nada, me entra aquele cinquentão parrudo e peludão sem blusa.

- E aí, moleque, beleza? Não sabia que tu tava aí, quero atrapalhar não.

- Tô na paz, sogro, e você? Ah, tô revisando um trabalho do curso. Jogo rápido, só uns retoques. Você não atrapalha, fica tranquilo.

- Show de bola. O ventilador do Heitor parou, acho que é o capacitor. Licença aqui. – ele se meteu entre mim e o armário pra passar.

Eu tava sentado na cadeira do computador, com o cotovelo apoiado no braço dela, e o guarda-roupas do meu lado, portanto qualquer um que quisesse passar precisaria se espremer. Mas sogrão não, ele passou no “foda-se”. Geraldo atravessou com tudo e não se importou com a encoxada violenta que deu no meu braço.

- Opa. Sem querer... – ainda me olhou de rabo de olho, como quem não queria nada.

- Nem vi, desculpa. – paguei de desentendido.

Me fiz de distraído, mas a verdade é que senti o volumão peso pesado amassar meu antebraço e a jeba dele chegou a deslocar dentro do calção suado. Aí subiu aquele cheiro parecido com tijolo e minha boca encheu de água na mesma hora, eu quase babei no teclado do PC. Foi tipo levar uma pincelada no braço, mas de um pincel cabeçudo, roliço e graúdo.

- Diga lá, Vitão. Gostou do churras? – ele subiu na escada e começou a mexer no ventilador de teto.

- Demais, tava tudo gostoso. Enchi o rabo de cerveja, comi à beça. Saí buchudo, hahahah.

- Encheu o rabo, né? Eu vi... – o coroa coçou a pica na minha frente e eu logo percebi o bichão balançando solto, sem cueca por baixo.

Meu sogro desceu da escada pra buscar alguma ferramenta na sala, passou por mim de novo e eu não acreditei que tomei a segunda sarrada seguida em menos de um minuto. E não parou aí, porque o sem vergonha voltou pro quarto, atravessou o curto vão entre mim e o armário, sua piroca praticamente deitou no meu braço e minha pele pegou fogo com a quantidade absurda de piru nas dobras do calção.

- Ih, tu manja de enfermagem? – em vez de passar rápido e desfazer o contato físico, Geraldo parou bem no meio da passagem, fingiu que não viu o caralho imprensado no meu braço e chegou pertinho, pra ler meu trabalho na tela do computador.

- É, eu... – olhei pro meu cotovelo, olhei pra ele e o pilantra não tava nem aí pra porra nenhuma. – Quer que eu saia do caminho pra não atrapalhar, Geraldão?

- Nada, garoto, pode ficar. Termino isso em dois tempos, é jogo rápido. – só então voltou a se mexer, saiu do meu lado e foi em direção à escada no meio do quarto.

Ele subiu nela com a caixa de ferramentas em mãos, seu corpo volumoso bambeou nos degraus e a escada quase deslizou no chão, tudo certo pro Geraldo cair e se esborrachar inteiro. Percebi a situação, levantei pra ajudar e segurei na base da escada, na intenção do meu sogro terminar o conserto do ventilador sem sofrer um acidente.

- Segura pra mim? – o safado apertou o caralho e riu.

- Seguro, termina aí.

Era pra ser apenas uma ajudinha no serviço dele, mas eu dei o mole de olhar pra cima, meus olhos sem querer atravessaram as pernas folgadas do calção e eu vi a ponta da pica balançando na roupa, acompanhada pela sombra de duas bagas imensas. Não deu pra visualizar nitidamente o pau e as bolas, mas ver os contornos da genitália e ficar na altura das pernas peludas foi suficiente pra domar minha atenção.

- Aproveitando que tamo só eu e tu aqui... – ele voltou a dizer. – E aquele papo do outro dia, hein? A gente não terminou.

- Qual papo, sogrão? – torci pro suor escorrer do saco dele e pingar na minha cara, cheguei a lamber os beiços.

- Sobre quem é quem nesse namoro. Ainda tô tentando entender.

- Ah... O senhor ficou curioso mesmo, né? – foi difícil me concentrar na conversa, tendo uma penca de banana sacudindo bem acima da minha cabeça.

- Não precisa chamar de senhor, Vitão. Sou velho, mas nem tanto. E não tô morto, escutou? Heheheh. Tô bem vivo, aliás... Muito vivo. – outra patolada indiscreta e o cheiro do saco do Geraldão bombardeou meu nariz. – Agora desembucha, quem é a fêmea e quem é o macho entre tu e Heitor?

- Então, sobre esse assunto aí... Já que cê quer tanto saber, eu conto. Se fosse pra chutar, quem você acha que faz o quê?

O coroa desceu poucos degraus, pôs a mão no meu queixo e suspendeu meu olhar, pros nossos olhos se fitarem. Ergueu uma sobrancelha, me analisou por alguns segundos e segurou o riso.

- Olhando daqui, tu tem uma cara TERRÍVEL de quem dá a bunda. E dá rindo, dá com vontade. – sua frase disparou meu cuzinho em chamas.

O cretino não teve qualquer escrúpulo, metralhou sem cerimônia. Foi como se a gente tivesse ganhado intimidade de repente.

- Hahahah! Como assim, tenho cara de quem dá a bunda? Explica.

- Ah, teu jeito... O corpo, a linguagem corporal. Não sei, dá pra perceber. Acertei?

- Quer dizer que cê anda reparando no meu corpo e no meu jeito, é isso? Esse papo tá estranho, sogro.

- Responde à pergunta. É tu que dá o furico pro Heitor, não é? Maior carinha de quem dá o cu rindo, aposto. – Geraldo esqueceu totalmente do que estava fazendo, manteve uma mão no meu queixo e usou a outra pra se patolar.

Ele apertou o volume no short, amassou duas vezes, três, e eu senti que o macho tava doido pra dominar meu queixo, mas se controlou ao máximo pra não fazer isso. Fiquei tão excitado nessa hora que quase abri a boca pra ele cuspir, porém escutamos barulho no corredor, eu recuei e Heitor entrou no quarto logo em seguida.

- Conseguiu consertar, pai?

- Tu não me conhece, filhote? Não sabe o pai que tem? – o cinquentão desceu confiante da escada, acionou o interruptor e o ventilador de teto voltou a girar normalmente. – Lógico que deu certo. Tá aí, acabou o calor.

- Porra, valeu! Salvou. Não vou ter que gastar dinheiro comprando outro ventilador.

- De nada. Deixa eu ir, vou me arrumar pro trampo. – ele deu uma piscadela pra mim, assentiu com a cabeça e saiu do quarto, deixando eu e mozão a sós.

Assim que ficamos sozinhos, a curiosidade veio à tona e eu não segurei a boca.

- Olha, Heitor, desculpa entrar nesse assunto, mas a gente se conhece tem um tempo e eu preciso perguntar.

- Vish, lá vem... – ele suspirou.

- Alguma vez você já se perguntou se o seu pai é infiel?

- Quê? Do nada? Heheheh! Por que a pergunta, lindão?

- Não leva a mal, mas de vez em quando ele vem com uns comentários estranhos, cheio de pergunta curiosa, uns papos nada a ver. Evito comentar porque, né, é seu pai, só que tá foda.

Heitor me olhou bem sério, fez silêncio e eu esperei tomar bronca, imaginei até a gente tendo nossa primeira briga de casal. Porém meu namorado caiu na risada, beijou minha boca e, como sempre, passou pano pro comportamento enxerido do pai.

- O velhote é brincalhão, Vitinho, te falei. É o jeito dele, sempre foi assim. Não precisa se preocupar, ele e minha mãe se amam. Duvido que ele fique caçando mulher por aí.

- Tá, mas você acha que ele teria caso com outro ho-

- Meu pai não tem mulher na rua, se é isso que você quer saber. Ele tem esse comportamento zoador, mas é só isso, tudo que ele faz é brincadeira. Você não pode levar a sério, Vitor. Minha mãe sabe, a família sabe, os amigos, todo mundo que conhece ele sabe.

- Tudo que ele faz é brincadeira? – só me veio a cena da encoxada na churrasqueira à mente. – Tem certeza disso?

- Conheço meu coroa, amor. Tenho um amigo que levava as brincadeiras do meu pai a sério e achou até que ele tava flertando, pra você ver o nível da sacanagem. Ele é assim, adora uma graça. É só não dar confiança, entendeu?

- “Vai ver, teu pai realmente deu em cima do seu amigo e ainda mentiu pra você. Ele te enganou, seu bobo.” – pensei alto, mas não falei nada, nem um pio sequer.

Até porque, se eu falasse, Heitor com certeza apostaria na fidelidade e na índole do pai, ele não acreditaria na minha palavra. Muito ingênuo, coitado.

- Agora vamos falar de nós. Eu acho que você tem que cair menos nas zoações do meu pai e começar a pensar mais em nós dois, coisa rica.

- Mas eu tô sempre pensando em nós dois. Inclusive... – apertei o pau dele no short, senti a ereção e Heitor tentou me conter.

- Não começa de foguinho, Vitor, senão eu vou querer transar e você tá ocupado com o trabalho do curso.

- Sem problema, posso fazer uma pausa. Teu pai não foi trabalhar? Tamo sozinho em casa, gostoso. – ajoelhei, arriei seu calção e a pica meia bomba saltou com tudo pra fora.

Dei-lhe a primeira sugada na cabeça rosinha, o garotão se esticou, ficou na ponta dos pés e revirou os olhinhos, perdido no prazer da chupada. A piroca dobrou de tamanho, pegou na goela e eu quase lacrimejei, daí Heitor tirou ela da minha boca e se justificou.

- Foi mal, me empolguei. Heheheh!

- Foi mal nada, quero na garganta mesmo. Cê é certinho demais, tá na hora de ser menos responsável.

- Pra quê? O quê que eu ganho sendo menos responsável?

- O que você ganha sendo tão responsável?

Ele parou, pensou e não soube o que responder.

- Viver não é só ficar seguindo uma porrada de regra tosca, não. A vida também é ousadia. Será que não cansa ser essa pessoa perfeitinha o tempo todo? Vamo errar, eu quero errar junto com você. – mordi a boca dele, fechei seus olhos e o puxei pela mão.

- Aonde você tá me levando? Olha lá, mano... – embora um pouco resistente, ele se deixou levar.

- Sssh. Calma, cê vai ver. Quero testar seus limites. Vou te transformar num putão comedor, lembra que eu prometi? Vem comigo.

Andamos pela casa, passamos na sala e eu percebi que o carro do Geraldão não tava mais na garagem, ou seja, o coroa se mandou pro trabalho. Quando Heitor abriu os olhos novamente, estávamos no quarto dos pais dele; eu de quatro na cama, peladinho, empinado pra trás e de olhos vidrados na rola dura do meu namorado.

- Hoje é sem pena, mozão. Quero de quatrão e no pelo, me enche de leite.

- BEBEU, VITOR?! Na cama dos coroas, tá maluco!? Que bagulho nojento, porra!

- Ah, não pira! Nunca ouviu falar em fetiche, em fantasia? Você tem que se soltar, chega de bancar o certinho o tempo todo.

- Aff, mano, assim você me deixa puto, isso sim!

- Ótimo. Tá com raiva? Desconta no meu rabo, vem logo. Olha como eu tô. – arreganhei as nádegas com as mãos, abri bem a bunda e mostrei o cuzinho piscando, pedindo pica. – Esse rabo é teu, tá no teu nome. Cê sabe, mozi. Vem leitar, vem?

- Eu vou te matar! – ele deu o primeiro passo na minha direção e eu logo soube que ia tomar bonito no cu, só que meu corpo tava pegando fogo e tive a péssima ideia de mudar de lado na cama.

Com a mudança de posição, virei pro lado onde o Geraldão dorme e meus olhos famintos encontraram o uniforme de eletricista jogado no chão do quarto, perto do armário. Ali estavam a calça de brim suada, o blusão encardido, as meias chulezentas e até as luvas de couro, junto com o cinto de ferramentas. Minha mente implodiu.

- Vem cá, amor. – peguei as roupas, Heitor me olhou assustado e parou.

- Você não vai fazer isso comigo, né?

- Se solta, gatão. Já falei pra parar de ser responsável. – comecei a vesti-lo e ele não acreditou na ousadia.

- Essa parada não tá certa, Vitinho. Vestir ao uniforme do meu coroa é nojentão, ele vive suado! Como que você sente tesão nesse tipo de coisa? Tá doido, eca!

- Calma, é só por um minuto. Quero ver você de eletricista, nada de mais.

- Mereço... Pronto, satisfeito? – mozão ficou de pé na minha frente, pôs as mãos na cintura e deu uma voltinha pra eu avaliar melhor.

No final da voltinha, ele flexionou os braços, mostrou os bíceps e exalou um cheiro que atacou minhas narinas. Não era o cheirão de tijolo do Geraldo, mas sim uma mistura da testosterona do coroa com a fragrância doce do meu namorado, resultado totalmente diferente do que esperei. O que eu queria era sentir o cheiro do sogrão no corpo do Heitor, porém a experiência deu errado e fui pego desprevenido.

- Que foi, não ficou do jeito que você queria? – até ele percebeu minha cara de dúvida.

- Não, é que... – eu não soube o que dizer.

- Que bom, vou tirar esse troço.

- Não, calma! Pera, vem cá. – puxei ele pra cama, a gente começou a se embolar e nem assim a testosterona de tijolo do pai do Heitor vingou.

Quanto mais eu respirei, mais meu nariz foi tomado pela mistura do cheiro do paizão e do filho, o que causou sensações mistas no meu corpo. Pra ser sincero, eu nem soube exatamente como me sentir, mas tava com tesão e continuei naquele amasso saliente com o Heitor na cama dos pais dele.

- Melhor a gente sair daqui e ir lá pro meu quarto, bora? Quero transar lá.

- Não, transar não. Você vai me arrombar e vai ser aqui! Tem que ser aqui, trajado nessa roupa. – joguei o rabo pra trás, a caceta me penetrou de quatro e eu vibrei de felicidade, porque mozão só fazia frango assado.

- SSSS! Vai dar merda, Vitinho, se alguém chegar de repente... – ele olhou pra porta, olhou pra mim e se perdeu entre parar e continuar nossa primeira transa sem capa.

- Pensa que não vai chegar ninguém, essa que é a adrenalina! Hmmm!

- Vou só brincar um pouco e depois boto a camisinha, escutou? Nada de bareback, seu puto! FFFF!

Continuação no On Now. Essa história se chama "GERALDO, UM TESÃO DE SOGRO", e tem mais capítulos lá no On Now.

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