A minha primeira mulher

Um conto erótico de marianinfaclara
Categoria: Lésbicas
Contém 1890 palavras
Data: 27/04/2026 08:24:20

Na maior parte das vezes que ouvia de Rafael sobre as garotas com quem tinha ficado, tudo entrava por um ouvido e saia pelo outro. Existia até um certo desconforto quando eu pensava que seria, em breve, a próxima história para a próxima ficante, mas não encanava com aquilo.

Eis que um dia ele me conta despretensiosamente sobre uma menina em quem ele tinha chegado: Larissa. Ela era uma pretinha linda, magrinha, mas cheia de curvas, com uma boca e sorriso lindos, rostinho angelical e mais baixinha que eu.

"Eu nunca ouvi falar de ela ficar com ninguém, você conseguiu?"

"Infelizmente não. Acredita que ela usou de desculpa que não gostava de homens?"

Aquilo me pegou desprevenida e ao mesmo tempo me encheu de um fogo diferente. Eu queria me aproximar dela, saber se era verdade mesmo que ela não gostava de homens, quem sabe até algo a mais.

Nas semanas seguintes, me afastei um pouco de Rafael e das minhas amigas mais próximas, foquei em me aproximar de Larissa. Cheguei até a trocar temporariamente algumas turmas do cursinho para poder a observar. Quando me senti pronta, resolvi chegar chegando.

Era uma sexta-feira, estava bem disposta e ansiosa pelo final de semana. No mesmo dia iria ao aniversário de uma amiga e no sábado e domingo passaria o dia sozinha em casa.

"Oi, Larissa. Posso falar contigo?"

"Oi, Clara, né? Claro, você precisa de algo de mim?"

"Sabe, fiquei sabendo que você não gosta de homens, é verdade?"

"Eu nem sei ao certo, sinceramente. Digo isso para afastar os caras, na real. O que sei é que me sinto atraída por mulheres."

"Por acaso eu seria o tipo de mulher que te atrai?"

Ela me olhou de cima a baixo, analisou curva a curva do meu corpo até retornar aos meus olhos.

"Com certeza. Mas porque a pergunta?"

"Hoje tem uma festa da outra Clara, você vai?"

"Vou sim, ela é filha do melhor amigo do meu pai."

"Ótimo. Você não gostaria de ficar comigo?"

Ela sorriu meio descrente, parecia interessada, mas claramente tinha alguma coisa a limitando.

"Gostaria sim. Mas minha família estará lá, então vamos combinar pelo menos um beijinho rápido num lugar discreto."

Eu apenas concordei que sim e nos despedimos. A ansiedade pela festa ficou ainda maior, meu corpo vibrava de energia, me produzi ainda mais do que planejava a princípio e cheguei bem cedo.

Chegando lá fui direto até a aniversariante, entreguei o presente e ficamos batendo um bom papo. Minutos depois chegam Larissa e sua família, que vieram diretamente até onde eu estava. Fizeram o mesmo que eu, presenteando e conversando com a outra Clara, depois os adultos entraram para a casa afim de encontrar os amigos e Larissa ficou papeando com nós duas.

A medida que o tempo ia passando, mais e mais convidados apareciam, aos poucos Larissa e eu fomos nos afastando e conversando a sós. Falamos de filmes, músicas, exercícios, paixões; uma conversa trivial entre duas jovens. Eu ia me encantando a cada assunto, ela parecia uma mulher realmente formidável e isso me deixava ainda mais interessada.

"Olha, acho que a rua está cheia de carros e não vai mais chegar tanta gente. Eu vou sair e te esperar no meio deles, você vai na sequência, tudo bem?"

Ela disse isso segurando minhas mãos, eu fiquei toda animada e concordei, quase sem querer a deixar ir para longe. Passados uns poucos minutos, me retirei da festa, procurando Larissa. Ela estava entre duas caminhonetes, me deu um gritinho assim que eu passei para poder alertar.

Eu fui chegando sem saber bem o que falar, mas nem precisei. Larissa me puxou pela cintura e me beijou com vontade. Era a primeira vez que beijava uma mulher e a sensação não poderia ser melhor. Seus lábios pareciam abraçar os meus, seu corpo era quente, me convidava a ficar mais e mais perto. Senti um calafrio gostoso me percorrer, segurei seu pescoço e cintura, prendendo-a junto aos meus lábios.

De pouco em pouco íamos nos soltando, as mãos ficavam mais ousadas e o fogo subia. A impressão que dava era que um simples gatilho nos faria foder ali mesmo. Mas, infelizmente, precisávamos parar.

"Olha, minha família não vai estar em casa esse final de semana. Vai lá, pelo menos amanhã."

Entre beijos e gemidinhos bem leves, Larissa concordou.

"Eu vou amanhã a tarde, tá? Mas, queria te avisar que sou virgem."

Não sei se é exatamente a mesma sensação que os homens sentem, mas fiquei ainda mais excitada ao saber que perderíamos a virgindade com mulheres juntas. Mais alguns beijinhos de despedida e voltamos para a festa, eu primeiro, ela depois.

A partir daí, não consegui pensar em mais nada, ainda conversei bastante com meus amigos, nos divertimos, mas eu estava em outro mundo. Saí logo depois do parabéns e, assim que cheguei em casa, me tranquei no quarto e me masturbei pensando em Larissa.

No outro dia meus pais saíram cedo, eu mandei um torpedo para ela avisando e com meu endereço. Eram quase 14h quando ela chegou, estava com um vestidinho de alcinha, preto, liso, justo e curto, claramente não usava sutiã, seus seios pequenos, redondinhos e empinados eram realçados pela marca dos mamilos no tecido.

Eu olhei para os lados, verificando se não tinha ninguém na rua para observar, quando confirmei a agarrei pela cintura, dei um beijo cheio de desejo e ansiedade, senti minha calcinha molhar na mesma hora e Larissa relaxar comigo.

Entramos e fomos direto para o quarto, ficamos nos beijando e trocando carícias por um bom tempo, era uma guerra fria deliciosa, onde uma esperava o primeiro movimento da outra para deixar aquele tesão vazar de uma vez.

Em dado momento, eu não consegui resistir, minhas mãos foram cuidadosamente percorrendo do seu pescoço até sua bunda, eu apertei tentando ser delicada e firme. Nesse momento, seus lábios em contato com os meus pararam por um instante, deixando escapar um gemido discreto, seu corpo reagiu se aproximando ainda mais do meu.

Deixei sua boca para beijar sua bochecha, pescoço, dorso, passava a mão por toda a extensão de suas curvas. Delicadamente, fui até a alça do seu vestidinho e a abaixei, Larissa passou o braço por dentro para que ficasse livre, depois ela ficou completamente de costas para a cama e eu fiz o mesmo com o outro lado.

Sentei em cima dela e segui com os beijos e carícias, mas dessa vez usava minha boca para ir abaixando de pouco em pouco seu vestido até que seus lindos peitinhos ficassem a mostra. Passei a língua em um dos mamilos enquanto massageava o outro, ela gemeu mais alto que antes, sua boca estava livre dessa vez. Suas mãos vieram até minha bunda, ela deu um tapinha e apertou.

Estávamos descobrindo juntas como fazer aquilo, meu tesão mal me deixava pensar direito, era tudo instintivo e ia testando e me estimulando com suas reações.

Saí de cima dela para tirar seu vestido por completo, ela ficou toda esticada na cama, seu corpo lindo parecia brilhar. Depois, ela se sentou de frente para mim e foi me despindo também. Quando senti sua língua tocar meu pescoço pela primeira vez desejei gritar que ela fizesse qualquer coisa comigo.

Em poucos minutos, estávamos completamente nuas, com as bucetas ensopadas e desejando mais e mais.

Voltamos a nos pegar deitadas, dessa vez uma com a mão masturbando a outra. Os beijos eram acompanhando de gemidos intensos, nossa falta de jeito era compensada pela vontade e moviamos o quadril para ajudar que a outra tocasse no lugar exato.

Não sei quanto tempo ficamos dessa maneira, mas sei que quando senti ela gozar, com o corpo quase que convulsionando na minha mão e a boca tremendo em contato com a minha, eu percebi que gostaria de sentir essa satisfação sempre que possível.

"Isso foi gostoso."

Disse Larissa, ainda ofegante e se recuperando.

"Foi. Maravilhoso mesmo."

Voltamos a nos beijar por um tempo, mas precisávamos ir mais longe.

"Quero chupar sua buceta."

"E eu quero chupar a sua."

Rimos e fomos nos ajustando, eu deitada por baixo e ela por cima, nunca havia feito um 69, mas confesso que só a visão daquela linda bunda se aproximando do meu rosto, já valia a tentativa. Minha boca se encheu de água, uma vontade que eu nunca havia sentido de chupar alguém.

Eu comecei devagar, tentando entender o que fazer para satisfaze-la. Larissa, no entanto, não perdeu tempo, caiu de boca ferozmente na minha buceta. Não sabia se gemia, se chupava ela, se falava a quantidade de sacanagens que passavam pela minha cabeça, acabei indo num meio termo de tudo.

Nenhuma de nós conseguia se concentrar para chupar ao mesmo tempo que se deliciava com o prazer da chupada da outra. Mas íamos revezando entre linguadas e gemidos. A buceta de Larissa era ainda mais babona que a minha, seu sulco escorria pelo meu rosto misturado a minha saliva, aquilo parecia completar a sensação gostosa.

Eu mantive o controle até onde deu, mas ela ganhou de mim e me entreguei ao prazer por completo.

"Eu vou gozar."

Quando disse isso, senti sua língua quase que me penetrar, ela parecia foder minha bucetinha e aquilo foi o ponto final para que eu chegasse ao clímax. Eu gozei gritando, gemendo alto e com a cara enterrada parcialmente nela. Era uma sensação completamente diferente de qualquer coisa que eu havia sentido, extremamente satisfatória.

Ainda ofegante, percebi ela saindo de cima de mim e se deitando para me beijar outra vez, trocamos mais algumas carícias e sentia que ela queria mais.

"Posso sentar na sua cara?"

Eu mordi os lábios acenando que sim, me contendo para não demonstrar a alegria que senti ao ouvir isso. Larissa foi se levantando aos poucos, até ficar exatamente sobre meu rosto. Ela se apoiou na cabeceira e foi agachando, eu pus a língua pra fora e senti um arrepio na espinha assim que ela encostou no sexo de Larissa.

Ela se segurou bem até a primeira chupada, a partir daí deixou o peso cair um pouco e começou a rebolar na minha boca. Minha respiração era interrompida em alguns momentos, enquanto eu estava a chupando, mas aquilo não atrapalhava, pelo contrário. Me sentia mais e mais motivada, a medida que ela gemia mais e se mexia mais sobre meu rosto também.

Larissa soltou uma das mãos da cabeceira e agarrou meus cabelos, apertando com força. De baixo, eu via sua buceta, sua barriga e seus seios, seu rosto estava virado para cima e ela raramente olhava para mim.

Ela gozou ainda mais intensamente que na minha mão, rebolava como se estivesse cavalgando um pau e gemia feito uma gatinha no cio. Era a satisfação final ver aquela linda mulher em um transe de prazer intenso causado por mim.

Ela perdeu as forças na perna e sentou nos meus seios, depois tombou para trás, aquela posição era estranhamente confortável. Depois que se recompôs, ela veio até meu colo e ficamos quietas, trocando alguns beijinhos e desfrutando do relaxamento.

Larissa só se lavou e vestiu na hora em que precisou sair, me deixou dando um beijo quente na boca e com a promessa de que voltaria no dia seguinte para mais uma rodada... e voltou; não só no domingo, como tantas outras vezes.

Email: marianinfaclara@gmail.com

Instagram: marianinfaclara

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Comentários

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Perfeito o conto, eu gosto tanto dos detalhes, vc é simplesmente sensacional nos seus relatos.

Mais uma vez parabéns!!

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Muito bom. Depois faça uma visita na nossa página. Estamos trabalhando numa série bem safadinha, como seus contos. rs

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Clara...

Bem quente o conto!

⭐⭐⭐

Beijo na virilha😈♥️

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