Paola, comida no meio da sala

Da série Esposas Safadas
Um conto erótico de Caio
Categoria: Heterossexual
Contém 2486 palavras
Data: 26/04/2026 15:28:57

Na quinta-feira ela foi buscar o carro, não precisou que eu fosse pegá-la depois das aula. Na verdade na sexta não houve aulas. Eram somente as terças, quartas e quintas.

Não tocamos mais no assunto, nem mesmo no final de semana. Estávamos meio brigados e brigados ficamos calados. Ficou aquele clima de velório por dias. Ninguém dava o braço a torcer.

Continuou na semana seguinte. Ainda que eu achasse cada vez mais estranho o comportamento dela. Passou a sair muito mais bem vestida, perfumada, eu a peguei algumas vezes trocando mensagens longas pelo celular. Os olhinhos de Paola brilhavam enquanto escrevia, mas eu não me atrevia a perguntar com quem ela trocava mensagens. Me convenci de que era tudo fruto da minha imaginação, que ela simplesmente zapeava com alguma colega do serviço ou uma das amigas.

Era isso, com certeza.

Até que chegou sexta-feira, à noite, nós dois dentro de casa. Eu na sala assistindo TV e ela veio da cozinha. Só me dei conta quando ela chegou trazendo um copo quadrado com gelo e uma taça de vinho. Depois trouxe o Chivas e uma garrafa de vinho, também trouxe bandeja de frios.

Não disse nada, só me olhou com aquele olhar de gostosa que só ela tem, sorriu e sumiu. Foi pro quarto. Aproveitei a deixa e me servi do Chivas, fazia tempos que não tomava uns tragos. Nada mais agradável, ainda que tudo aquilo me deixasse ainda mais desconfiado.

Estava nisso, apreciando o sabor da bebida e comendo o que ela trouxera quando Paola me fez quase engasgar. Voltou caminhando como se desfilasse numa passarela, vestida num robe curto que mal chegava a cintura, uma seda dourada, mas sem dar o nó na cintura. Não dava para ver os peitos cobertos pelo tecido, mas o peito e a barriga estavam à mostra. Melhor ainda era a calcinha branca e rendada que ela usava, com as coxas carnudas de Paola aquilo parecia ficar ainda mais provocante.

Parou na minha frente, fez questão de se exibir. Se há uma coisa que a minha esposa adora é se mostrar. Colocou as mãos na cintura, dobrou levemente uma das pernas e ficou gingando se exibindo.

Eu sei que ela adora quando os homens a comem com os olhos, o pior é que eu também gosto de ver como os eles ficam quando ela desfila. Pelo menos algumas vezes eu gosto, nem sempre, ainda mais com tudo o que aconteceu desde a semana passada.

Ela ia, mas eu me antecipe e servi a taça com o vinho.

“Brigada.”

Ela bebeu saboreando o gosto seco do vinho rosé. Tomou alguns goles ainda de pé e depois sentou bem do meu lado. Daquele jeito estilosa dobrando uma das pernas sobre o assento e a outra balançando no ar. Parecia uma gata, ajeitou o robe de modo a me deixar entrever os seios médios surgindo por baixo do tecido sedoso.

Depois me encarous mostrando um sorriso de mulher safada, fazendo um biquinho e aqueles olhos lindos brilhando. Sinal de que já havia bebido antes de chegar no sofá.

“Bebe mais amor.”

“Eu estou bebendo.”

“Põe mais Caio. Cê gosta.”

E me serviu o copo que quase transbordou.

“O que deu em você hoje?”

“Nada! Eu não posso querer namorar o meu marido? Tem combinar primeiro?”

Pensei em falar da briga na semana passada, mas do jeito que estava e como chegou vestida era melhor não perder tempo com bobagens. Ainda mais com o perfume que ela exalava.

Paola cruzou as pernas por cima do sofá e voltou a ajeitar o robe sobre os seios, quase dava para advinhar os mamilos, mas o contorno dos peitos já eram mais que apreciáveis. Ela riu e eu bebi do meu copo quase a metade.

“E aí, como é que foi a semana rapaz?”

“Boa e sua?”

Ela beberico um gole e balançou a cabeça num sim.

“Foi ótima! Ainda mais ontem à noite.”

Passou o dedo por cima da costura da calcinha ajeitando com a unha vermelha a dobra do tecido, displicente. O foi o suficiente para aguçar meu interessa nos pentelhos de Paola que surgiam por baixo do tecido semi-transparente. Minha cabeça começava a girar, eu nunca fui muito forte para bebidas, ainda que adorasse uma cerveja nos finais de semana. Whiskey eu tomava, mas me deixava sem noção, eu perdia o controle, fala bobagens.

“E o que foi que aconteceu ontem?”

Ela deu de ombros, como se fosse uma pergunta idiota.

“Ora, nada assim tão importante. É que nós fomos convidados para ir a um sítio nesse final de semana. Na verdade eu fui convidada, mas eu disse que iria só se você fosse comigo.”

“Sítio? Quem, onde?”

“Uma casa num condomínio de um dos meu alunos. O Gustavo, lembra?”

Eu demorei uns segundos para processar. Era a bebida fazendo efeito, e também minha memória cada vez pior, mas lembrei da figura.

“O chato metido.”

“Ele não é chato, é só um cara de personalidade forte e simpático”

“Hã! Agora ele ficou simpático.”

“Sempre achei ele simpático. As meninas da minha classe acham ele um gato, também não chega a tanto.”

“E porque esse convite? Só você?”

“Nós dois, se você não for eu não vou.”

“Mais ninguém, só nós dois.”

“Qual o problema? Ele gostou de mim, do jeito que eu dou aulas. E depois o síto é num daqueles condomínio para os lado de Logoa Santa. Pelo que ele falou deve ser chiquérrimo, tem piscina, churrasqueira, quadra de volei e até sauna. Vai dizer que você não quer conhecer?”

“Ainda não entendi porque ele não chamou os outros.”

Eu queria achar um motivo para recusar, mas não queria voltar a brigar com Paola. Ela suspirou e voltou a prestar atenção numa fita da calcinha que ela ajeitou com a ponta da unha.

“Porque teria que convidar muita gente e ele não acha uma boa ir pro sítio assim. Gustavo prefere descansar nos finais de semana.”

“Sei. Não estou gostando desse papo Paola.”

“Disse que se a gente quiser pode até dormir por lá. Tem quarto, tem cama de casal. A gente vai a manhã ceo e volta no domingo, é pertinho amor.”

“Não sei que eu quero.”

“Bobo. Eu tô precisando relaxar, meu trabalho tá muito pesado desde que passei a dar aulas.”

“Você é que quis, não precisava dar essas aulas.”

Paola esganiçou a voz, sinal de que estava começando a ficar nervosa.

“Vai começar de novo com essa estória? Eu já te falei um milhão de vezes o porque. Você está muito chato Caio. Tá ficando velho muito cedo.”

“Eu estou velho, mais de quarenta.”

“Pois eu não, eu ainda me sinto jovem. Ainda tem muita coisa que eu quero fazer nessa vida.”

Achei que ela fosse perder a paciência, ficar puta comigo. Que nada. Respirou fundo e me olhou. Aquele olhar de mulher interessada e muito safada. Olhar de quem queria dizer alguma coisa, mas não em palavras. Desconfiei que o olhar não era só por mim, algo me dizia que havia mais do que apenas um desejo de conhecer um sítio em Lagoa Santa.

“O que foi que aconteceu Paola?”

“Não aconteceu nada.”

“Ainda não aconteceu, mas vai acontecer?”

Paola mordeu o lábio pensando. A gente se encarou mais ainda. Os olhos amendoados dela brilhando, ela falando com o corpo e os gestos. Sinal de que minha mulher queria algo mais de mim.

“Só vai acontecer se você quiser Caio. Só se você se permitir. Lembra, você disse, mais de uma vez, que se eu topasse você queria. Mas eu só faço se você realmente quiser.”

“Paola, você… não possível!. Você quer dizer que está afim do cara!?”

Ela colocou a mãozinha delicada sobre a minha e puxou. Puxou na direção da sua coxa, depois deslizou até chegar na calcinha rendada. Aquilo, o seu monte, estava mais duro do que o normal, duro e quente. Ela começava a suar. A buceta de Paola mostrava que ela estava afim de alguém e eu sabia quem.

“Você não disse que ia gostar de me ver com outro? De ver alguém me comendo na cama? Não foi assim que você falou da última vez?”

Minha esposa mordeu o beiço e fechou os olhos. Começou a gemer e a mexer a cintura contra os meus dedos. O suor foi crescendo enquanto ela se masturbava na minha frente. Nunca imaginei que Paola se permitisse um momento assim, mesmo comigo ela nunca deixava assistir, mesmo que eu insistisse.

“Ai Caio, amor. Por favor me ajuda.”

“Você quer trepar com cara, é isso? É isso que você quer que eu te ajude? A trepar com canalha do seu aluno. Sua… sua vagabunda.”

“Aiii! Mais, mais, fala mais.”

Ela adorava quando eu falava uns palavrões, xingava e até batia. A buceta de Paola estava cada vez mais molhada e o meu pau crescendo dobrado dentro do calção do pijama.

“Vadia, sua filha da puta. Tá querendo dar pra outro e ainda quer que eu saiba.”

“Não amor, saber só não. Eu quero você veja, lembra? Foi isso que você falou das outras vezes. Me ver pelada dando pros caras. E você ali se punhetando por mim, lembra? Aaah, Caiô! Ai!, Ai!”

Esbofeteei a buceta da minha mulher com raiva, puto da vida do que me dizia. Paola bem que merecia uns tapas na buceta, e ela gostava, como gostava. Ela inflou os peitos, os seios ficaram à vista, ao mesmo tempo que entestava mais ainda o monte peludo. E afastou as coxas. Lindas as pernas da minha esposa.

Puxei de lado o tecido e acabei vendo os pentelhos bem penteados no alto. Formanvam um pequeno triângulo no alto, o restante estava completamente depilado. Dava para ver pele mais escura dos lábios, o grelo escondido no meio. A bucetinha da minha esposa pulsava e brilhava.

“Hummh! Amor!”

“Safada você se depilou pra ele, não foi? Você só quer trepar com o babaca nesse final de semana e na casa dele. Fala, cacete!”

“Eu quero, mas eu quero que você participe. Eu vou adorar dar na sua frente amor. Gozar com você me vendo.”

Esbofeteei Paola com raiva. Espateei a xoxota com gana, querendo ver Paola sofrer, mas isso só deixa a mulher mais excitada.

“Aaaah! Aaaii! Aaaa! Caraca!”

Ela gemia sofrida, gemia gostando, adorando levar uma surra na vulva. A xoxota babada, escorria um suco denso vindo de dentro do útero. Os bicos morenos dos peitos ficaram inchados e grossos, os mamilos pareciam desabrochar com duas lindas pétalas. E ela movendo a cintura como se fosse um cobra enquanto eu massageava os lábios melados da sua vagina.

O tesão estava a flor da pele, a vontade trepar era imensa o que me deixava com ainda mais duro querendo sair de dentro do cação. Nunca vi minha mulher com tanta vontade de trepar com alguém.

Meu cacete doia e o meu tesão subia. Me dobrei e mamei os peitos da vadia. Mordi e suguei enquanto siriricava a buceta da vagabunda. Ela tremia e gemia.

“Mas primeiro com você, amor. Sempre você.”

Falou isso e me deixou surpreso. Achei que bastaria a siririca assanhada para ela ir dormir saciada. Pelo menos isso, pelo menos primeiro comigo.

Ela riu mostrando os dentes brancos, a língua molhada de saliva. Depois me puxou pelos cabelos e ofereceu a boca e lambeu feito louca. Mordi os beiços e a língua querendo mostrar quem era do único dono do seu corpo. O único que merecia meter o pinto por dentro do útero.

“Hmmm! Caiô!”

Meti os dedos ainda mais fundo naquela buceta melada. Paola ficou ainda mais mais louca, mais doida se movendo como se estivesse sendo comida na cama. Era como se estivesse possuída pelo demônio. Comecei a esfregar o seu grelo com o polegar, ela se arrepiou toda e me mordeu a boca num beijo.

Fiz do jeito que ela gostava. Fiz Paola subir pelas paredes, seu tesão no seu pico máximo. Incrível, nem lembrava da última vez que ela ficou nesse estado.

“Vai dar pra ele tudo, vai? Vai deixar ele te fazer de piranha.”

Eu ainda estava puto com ela, mas ela nem se importou. Deu uma gargalhada e me segurou com força entre seus dedos, nem sei como ela me tirou pra fora. Habilidosa acariciou a cabeça com o polegar, sentiu meu desejo molhando o dedo no meu pré-gozo. Depois se dedicou a me torcer o caralho com força entre seu dedos. só para me enlouquecer ainda mais.

“Você quer que ele me faça de piranha, Caio? Que tal se eu chupar o pau dele na sua frente? Você vai gostar amor? É isso que você quer ver, me ver chupando cacete de alguém, diz se não é?”

O pior é que tonto masturbado pela gata tesuda que era minha mulher eu ia ficando ainda mais excitado ouvindo a voz rouca dela no meu ouvido. Comecei a imaginar os dois se pegando num quarto. Ele se afundando nela, um pau muito maior do que o meu excitando Paol. E no final ela gozando como uma cadela

Puto da vida arranquei a calcinha. Puxei Paola até se ajoelhar sobre mim. Nos beijamos como se as bocas estivesse coladas e ela jeitosa empinou a cintura e com dois dedos me enfiou dentro dela.

“Aaaah! Aaaah! Paolinha!”

E começou uma trepada ansiosa. Ela movendo, subindo e descendo e o pau entrando se afundando dentro da bucetinha dela. Aquilo entrando e Paola me engolindo o caralho, o meu tronco indo cada vez mais fundo dentro daquela mulher. A buceta a começou minar um caldo grosso e morno.

“Aainnh! Aaaah! Amor!”

Adorou ouvir Paola gemer quando transa, geme como uma gata no cio. Acabei mamando os peitinhos com fome, ela vibrando e sentando com força no meu pau.

“Oooh! Oooo! Uuuuh!”

Ela veio com força, agarrei suas tetas e ela gozou me molhando mais ainda o cacete. Sem deixar de me beijar oferecendo a língua.

“Uuuufh! Uuuuu! Ooooh!

Enchi Paola de porra, aquela porra cremosa, leitosa e eu jateando a buceta da esposa. Foi tanto que até se assustou com a minha força.

“Caraca, Caio! Tá querendo me engravidar?”

“Devia mesmo. Pra ver se botava um pouco de responsabilidade nessa cabecinha de vento.”

“Háháhá! Háhá! Só eu? E você, seu doente, você que me oferece pra qualquer um. Que implora pra me ver trepando com outro? Só eu sou que sou sem noção?”

“E quem disse que eu quero? Quem falou isso de mim?”

“Você falou. Falou mais de uma vez, um monte aliás. Confessa, no fundo você também quer me ver abrindo as pernas pro Gustavo. Eu sei que você gostou dele, no fundo gostou. É só por isso que eu estou fazendo, só porque você quer. Quer me ver cheia de… de outro homem.”

“Vadia e cínica, é o que você é. Você não vale nada Paola, nada!”

Ela saiu de cima, sentou procurando a calcinha.

“Mas bem você gosta, Caiô.”

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