A inquilina massoterapeuta gostosa
Assim que minha esposa teve nossa última filha, a aconselhei a tirar uns dias de férias. Lógico que minha intenção era lhe oferecer um pouco mais de tranquilidade, mas também sozinho em casa, eu iria aproveitar muito melhor o tempo do que já vinha desfrutando.
Combinamos que a viagem que ela faria acompanhariam seus pais e irmãos, mais as nossas meninas para Salvador, afinal ela sempre quis conhecer a Bahia e na data escolhida levei toda a galera para o aeroporto.
Ao voltar para casa, me bateu aquela fome. Sem comida feita, sem lanche, sem nada, pensei em almoçar no Shopping Light, ali na Avenida Paulista seria uma boa opção. Temos uma cobertura ali na Rua José Maria Lisboa.
Peguei a chave do carro, meu celular, minha carteira e me encaminhei para lá. Já dentro do elevador, logo no próximo andar ele vai diminuindo a velocidade para uma pessoa entrar, fato que me causou bastante curiosidade, porque ali, conseguimos alugar o último flat que tínhamos disponível na última semana e o prédio abriga nos 4 últimos pavimentos, apartamentos / flat’s individuais.
Eu com meu celular na mão aguardando a porta abrir, e ela abrindo, naturalmente debaixo para cima, meus olhos não acreditam na potranca que ali estava entrando.
Ela muito bem educada me dá bom dia e entra.
Pelo espelho era possível notar que ela não usava um sutiã ou um top por baixo de um vestido de rapariga de quinta. A mulher era uma cavala do jeito que eu adoro. Sem conseguir ainda localizar qual parte dela seria melhor analisada, ela se vira e me pergunta se eu morava no prédio e se eu saberia dizer onde teria um local para comprar comida.
Eu respondi:
-Olha que coincidência, eu saí de casa exatamente para almoçar no shopping que é aqui na Avenida Paulista e sim, moro no 18º andar. Apartamento 184. E você, é nova por aqui, correto?
Tentando colher informações.
Ela me responde:
-Sim, é meu primeiro dia aqui nos Jardins. Aluguei o flat nº 174 para trabalho. Sou massoterapeuta e vou atender a clientela no flat.
-É algo muito impressionante, porque o flat nº 174 é exatamente o que eu acabei de TE alugar, pode ir ver no contrato, está meu nome e o de minha esposa. Muito legal saber disso. E sendo massoterapeuta, melhor ainda, qual seu nome? Continuava eu.
-Meu nome é Letícia e eu adorei o flat. É grande, espaçoso, tem 3 dormitórios, sendo 1 suíte, tem hidro e ainda vaga na garagem. Só espero que meus atendimentos me garantam ficar aqui por bastante tempo. Me respondeu e riu.
Chegamos no térreo e ela estava a sair, mesmo que se despedindo, a chamei de volta:
-Letícia, se não for te atrapalhar e queira ir até o shopping, poderia te dar uma carona. O que acha? Ela topou e voltou ao elevador.
Ao chegar na garagem, abro a porta do carro e peço para ela entrar. Se ajustou no banco do carona, com muito mais trabalho de não deixar o vestido subir, pois naturalmente, ele parecia encolher. Por muito pouco, não vejo a calcinha dela. Mas isso foi bom. Até ali a situação estava dentro do controle.
Dei a volta, entrei, coloquei o cinto e o sensor apitando. Letícia ainda estava em dúvida se cuidava do vestido ou se colocava o cinto no encaixe. Perguntei se ela queria ajuda. Disse que sim. Ajustei nas duas pontas e com o rosto de frente pra ela não fiz questão nenhuma em disfarçar ter olhado por dentro do decote parte de seus seios que eu já imaginava na minha boca.
Me preparei para dar partida, não antes de mirar, com a ponta dos dedos, e passar pelas coxas dela.
Senti que ela se arrepiou, mas se manteve quieta.
Fomos para o restaurante. No caminho, perguntei como era o trabalho da massoterapeuta, porque eu gostaria muito de passar com ela. Indaguei se ela me atenderia.
-Lógico, porque não?
Perguntei se o namorado dela não tinha ciúmes dela fazendo o trabalho de massoterapeuta com outros homens. Ela me disse que ele não sabia disso. Que ela sempre alimentava a ideia de que, sendo uma representante de evento, ela precisava viajar bastante e dessa vez ficaria uns 6 meses só em São Paulo.
Concordei com ela. Disse que sempre temos um segredinho e não contamos para o namorado ou para a esposa.
-Ah é? Qual o teu segredo? Me perguntou.
-Até o fim do dia, eu te conto, porque agora eu tô morrendo de fome.
Chegando no shopping, ela deu indícios que queria comer no Mc Donald's e não em um restaurante.
Fomos lá no McDonald'se fizemos o pedido. Daí fiz um cálculo de como poderia manchar aquele vestido dela. Isso porque se isso ocorresse, faria questão de comprar outro, mas antes, eu tentaria limpar.
Plano em mente. Pegamos nossos lanches e eu peguei os guardanapos e os envelopinhos de catchup. Buscando analisar a atenção dela, despercebida que estava, abri um desses envelopes e no alvo. Espirrei catchup por cima do decote. Me fazendo de surpreso, peço mil desculpas, pego um guardanapo, corro pra molhar um pouco e volto mais ainda voando para limpar.
Ela toda gentil, dizendo que isso acontecia e eu me aproximando e segurando a gola do vestido com 4 dedos da mão esquerda para dentro e o dedão para fora, sentindo pelo tato a maciez daquele obra prima, de pau duro feito uma rocha e com a mão direita, o guardanapo deslizando sobre o tecido suportado por dois belos amortecedores. Foi um toque sutil como se fosse sem querer, então ela nem percebeu. Ela agradeceu toda preocupação e pediu para atacamos os lanches.
Degustando um Big Mac, pedi para ela continuar como funciona o trabalho de massoterapeuta. Se a faria massagem tailandesa, aquela que massagista e cliente ficam integralmente pelados e a massagem é feita com o corpo se esfregando no outro.
Ela diz que é sua especialidade. Isso me deixou com um tesão acima da média.
Perguntei se poderíamos agendar para assim que voltássemos para o prédio. Disse ela que poderia ser a hora que eu quisesse.
-Podemos ir? A pressa já me dominava.
-Bora! Respondeu a cachorra.
Nos levantamos e vejo a mancha no vestido novamente e proponho que ela aceite, como um pedido de desculpas, um novo vestido que comprariamos antes de chegarmos no prédio.
Ela agradece mas disse não precisar. Eu insisto. Digo que precisaria fazer minha consciência se acalmar. Ela topa.
Fomos numa loja que eu sabia o que eu queria dar para aquela mulher. Chegando lá, a vendedora, muito gentil, achando que éramos marido e mulher, sugere em comprar algo pra fazer minha mulher feliz.
Letícia toda envergonhada. Escolhe um modelo e diz um número. Recomendei que ela escolhesse um número menor pra ficar muito mais bonita. Letícia diz que o número correto já vai ficar muito justo, um número menor, nem ela respiraria.
Perfeito. Ela escolhe, experimenta e leva. Peço para vendedora me pegar mais uma unidade. Letícia diz que não. Que é muito caro. Na verdade, nem precisaria comprar nenhum. Eu fiz questão e disse que logo saberia o motivo de comprar os dois.
Ela ficou me olhando sem me entender, mas voltamos. Entramos no carro, a luta do sobe e desce do vestido, mesmo novo, continuava.
Chegamos no prédio. Perguntei se poderíamos então ir para a sessão e Letícia responde que sim. Eu preparava em mente, uma surpresa pra essa vadia gostosa.
Chegamos no apartamento. Fechadura com biometria, ela entra, eu atrás. Foi só ela colocar as chaves em cima da mesa, que eu puxei o braço esquerdo dela para trás, virando-a de frente pra mim. Seus olhos eram de susto, mas ela está cerceada de espaço. Não consegue sair dessa encurralada. Olho bem para o olhar dela e digo:
-Eu te disse que você saberia depois do motivo de ter te comprado dois vestidos, certo?
Ela só balança a cabeça em sinal positivo.
Minhas mãos que estavam cercando a potranca segurando a parede vão até a direção de seus seios avantajados seios. Com a ponta dos dedos, acariciou ainda a pontinha do Iceberg e se fecham na gola do decote. Pra falar a verdade, aquele tecido era muito vagabundo porque eu sabia que ele rasgaria muito fácil e foi o que eu fiz.
Enquanto olhava pra ela e ela sem dizer nada com a boca e sim com os olhos mal esperava que eu fosse rasgar aquele vestido tão rápido que ela até perdeu o equilíbrio momentaneamente. Pronto! Estou de frente para um mulherão da porra.
-A porra de massagem que eu quero é muito beijo na boca e você cavalgando em cima de mim. Eu sentado e você de frente com essas melancias na minha cara. Tu entendeu?
Disse isso a ela com o pau rasgando a cueca.
Me aproximo dela. Ela sem nenhuma palavra quando me envolve com um abraço. Minha boca encosta na dela. O beijo sai. Ela beija com calma, bem lentamente. Com suas mãos segurando meu rosto, passa a me mordiscar, o que é prontamente proibido.
-Letícia, não faça isso. Não mordisca porque se ficar roxo, minha mulher pode ver e me questionar.
Ela entende e fica só nós beijinhos. Beija a boca, meu pescoço, muitas e muitas vezes. Depois de um tempinho, ponho minha mão naquela bunda tão grande quanto uma semana inteira e arranco aquela calcinha.
Já comi muita mulher, mas aquela cavala tinha um bucetão gigante de gostoso.
Disse a ela pra me levar pro quarto. Lá dentro, essa vadia vira uma demônia possuída de tesão. Tira toda minha roupa, cai de boca no meu pau, senta em cima do meu pau, sem camisinha sem nada. Tava muito bom, mas não poderia arriscar daquele jeito. Mas tava muito bom demais.
Eu deitado. Ela por cima num vai e vém muito gostoso. A vadia estava enxarcada, no meu ouvido era falava:
-Me fode tão gostoso que toda vez que vc foder tua mulher, vc vai lembrar de mim. Enquanto tua mulher tiver gemendo e dizendo que te ama, vc estará pensando em mim. De como me fodeu gostoso.
De tanta vontade e sem camisinha, não pude pensar duas vezes, prestes a gozar, jogo essa vadia pra cama e subo nela.
Ela me pergunta oque aconteceu quando eu gozo 3 jatadas de porra na cara dessa puta.
Ela adorou. Disse pra voltar amanhã, porém, amanhã já tenho compromisso com a minha amante oficial.
Tomei uma ducha e disse que voltaria.