Largados e Pelados: A Viagem Escolar que Terminou em Uma Ilha Deserta (Capítulo 37)

Um conto erótico de Exhib
Categoria: Heterossexual
Contém 4535 palavras
Data: 24/04/2026 22:24:55

O céu ainda estava claro, com algumas estrelas aparecendo. Tudo calmo, quieto demais, na verdade, tão silencioso que parecia que a própria natureza tinha prendido a respiração. Por alguns segundos, logo após ter ficado tão otimista, as cigarras se calaram, o vento parou de soprar e um calafrio me percorreu todo o corpo.

Então, senti toda a terra tremer debaixo dos meus pés. Olhei assustado para a mata a distância. Centenas de pássaros voaram descoordenadamente quando a terra rugiu.

Era uma avalanche. Vi toneladas de pedra descendo pelo outro lado da montanha, como se ela estivesse se partindo em duas. A poeira se espalhava por todo ar, juntamente ao barulho ensurdecedor. O chão balançou ainda mais forte. Quase cai procurando apoio com os pés. Da entrada da caverna, vários morcegos alçaram voo também: Um sinal claro, até a natureza temia o que estava acontecendo ali.

O pânico tomou conta de minhas ações. Corri em direção a caverna, quase tropeçando com a vibração do solo que chacoalhava meu corpo como se quisesse me jogar para fora do desfiladeiro.

— Carol! — Gritei. O eco rugiu, não tão alto quanto o som das rochas se partindo e pedregulhos se chocando contra o chão.

As garotas estavam ali dentro ainda. Distantes uma das outras, tapavam os ouvidos em pânico diante do estrondo. Andressa estava mais perto da saída e se segurava a uma das paredes da caverna enquanto estendia a mão a Carolina que, assustada e desorientada, mal conseguia manter a compostura enquanto seu corpo vibrava para todos os lados. Dei um passo em sua direção, mas quase cai quando o chão pareceu se inclinar e depois voltar para o lugar no mesmo segundo.

Merda! Praguejei mentalmente. A loira de ouvidos tão delicados parecia ainda pior que eu. O som nos atingia tal qual uma sequência de ondas do mar violento. Tentei correr em direção a ela que, desequilibrada, deu um passo em falso e, tentando andar para frente, só conseguiu tropeçar para os lados.

Que porra é essa? Me questionei diante do tremor incessante. Em segundos, vi Guilherme surgir de um dos túneis da caverna. Ele estava assustado e também muito confuso.

— É um terremoto! — Ouvi Eric surgir daquele túnel distante ao lado de Adrien. Cada um dos rapazes ainda carregava uma bolsa de folhas cheia de rochas. — Vamos, temos de levar isso para fora. — Ele falou para o loiro que, assim como ele, cerrava os dentes carregando tanto peso. Céus, mesmo em uma situação como aquela, ele só conseguia pensar naquelas pedras?

CRAC! Uma rachadura se formou instantaneamente na parede da caverna. Com os olhos, vi ela seguir até o teto. A caverna ia desabar! Percebi na mesma hora e, antes que pudesse reagir, a rocha logo acima de Carol pareceu estourar em milhares de pedaços.

— Não! — Gritei e trotei em sua direção, vendo, o que pareceu ocorrer em câmera lenta, todas aquelas toneladas de cascalho descerem em direção a loira distraída que só gritou e me olhou com espanto.

Não ia dar tempo! Era óbvio. Corri a toda velocidade, mas não estava perto o suficiente para tirá-la dali antes do pior. Entretanto, quando olhei para o lado, vi, a centímetros de distância de Carolina, Guilherme surgir como se tivesse se teletransportado para a zona de impacto. Ele era rápido como um vulto e, em um milésimo de segundo, se jogou contra a moça em um ato tão desesperado quanto sobre-humano.

Os dois voaram para longe da colisão das pedras maiores, desaparecendo em uma nuvem de poeira e onda de impacto que apagou algumas tochas e me arremessou para longe. Quase caí de novo, tossindo com a boca cheia de terra e buscando equilíbrio diante de tanto barulho e tremor. Logo em seguida, o terremoto parou.

— Carol! — Ouvia Andressa gritar atrás de mim. A poeira baixava gradualmente revelando alguns resquícios da luz das tochas e entrada da caverna parcialmente obstruída. Por todo lado, tinham terra e pedras.

Esfreguei os olhos. A poeira impregnava meus braços, apenas espalhando-se mais em minha face quando assim o fiz. Andressa tossiu, seguida por Guilherme e depois Carol. Quando procurei por meu amigo naquele local, vi suas costas fortes ali no chão.

— Vocês estão bem? — Perguntei, a voz saindo mais alta do que eu pretendia.

Abaixo de Guilherme, Carolina estava estendida de barriga para cima, os olhos arregalados, ainda tentando entender o que tinha acontecido. As pernas dos dois desapareciam sob um amontoado de rochas enormes, blocos irregulares que, à primeira vista, pareciam ter esmagado seus corpos um contra o outro.

— Sim… — Carol respondeu, atônita, como se a palavra tivesse demorado a encontrá-la. Guilherme não disse nada; apenas assentiu com a cabeça, pálido, respirando curto.

Graças a deus! O alívio veio forte demais e quase me fez ceder. Sentei no chão, sentindo o coração martelar no peito enquanto recuperava o fôlego depois do susto. Do outro lado da galeria de rocha, Eric estava agachado, catando as pedras que deixou cair com muita pressa. Adrien não mais estava com ele. Tinha fugido para a saída? Sido soterrado? Não sabia, mas recalculei minhas prioridades de imediato.

Só então observei a cena com mais atenção. Carol e Guilherme, ambos os dois estavam soterrados até o torso, mas a sorte, ou o acaso, tinha sido cruelmente generosa: duas pedras colossais se apoiavam uma na outra acima deles, formando uma espécie de arco instável. Era aquilo que segurava o peso das outras toneladas de escombros, impedindo que Guilherme e Carol fossem esmagados ali mesmo.

— Conseguem sair daí? — Ofereci ajuda. Aquilo não parecia nada seguro e temia por mais um desabamento. Quando me levantei, percebi, abaixo de Guilherme, que ascendeu o peitoral trincado, como se estivesse fazendo uma prancha, Carolina, tão assustada, deixava a vista um dos seios manchados pela poeira e terra. Era de se esperar que as coisas não permanecessem onde deveriam depois de algo assim. Só consegui concluir e organizei minhas prioridades que, no momento, eram vê-la segura e fora daquela caverna.

— Eu vou buscar uma picareta! — Andressa alertou e correu para a saída, cambaleando e muito preocupada com a amiga.

Guilherme se contorceu embaixo da rocha e em cima de Carol esgueirando-se para tentar remover as pernas de dentro do pequeno túnel formado pelas pedras. Me aproximei e o vi aos poucos tendo sucesso, roçando o abdômen trincado e cheio de gomos na barriga da loira e raspando as costas na superfície áspera e arenosa do penedo até que o início da fenda entre seus glúteos musculosos surgiram de lá. Sua saia também parecia ter saído do lugar… Notei e verifiquei Carolina. A dela, ao contrário da roupa improvisada de meu amigo, não abaixou, mas ascendeu em seu corpo e se embolou, como um cinto que ela utilizava logo abaixo dos seios pequenos que, portanto, ficaram claramente mais empinados e juntos daquela forma.

Ele prosseguiu e prosseguiu até que subitamente parou. Meu amigo congelou no mesmo lugar de repente e desviou um pouco o rosto para os lados.

— De-desculpe… — Resmungou baixinho para Carolina. Quando olhei para ela novamente, tinha o rosto muito corado e também evitava contato visual direto.

— Tudo bem… — Ela respondeu quase como se se escusasse também.

Um silêncio surgiu. Os dois estavam imóveis. O que? Por que? Me questionei confuso, mas tal cena me trouxe uma memória. Lembrei de hoje de manhã, quando Guilherme acordou em cima de mim naquela mesma posição em que ele e Carolina estavam. Carol agora sentia o calor de seu abdômen, o movimento de sua respiração… Seu…

Não! A negativa veio à minha cabeça automaticamente. Era como se ainda conseguisse sentir o membro enorme dele roçando na minha coxa. Porra, Guilherme! Você ficou de pau duro em uma situação como essa? Em cima da Carol? Cogitei cheio de ódio e era óbvio, dado o constrangimento presente ali no ar e o rosto corado daqueles dois.

Levantei de imediato e segurei um dos braços de Guilherme. O puxei em minha direção com força, mas ele se agarrava com uma das mãos no chão, me olhando espantado.

— Sai logo de cima dela, cara! — Disse-lhe furioso. Meu amigo, todavia, se esforçava em manter-se ali, fazendo força contrária. Era um cabo de guerra que eu e seu braço musculoso fazíamos e, quando percebi que conseguia trazê-lo para perto, arrastando-o junto de Carolina, dei um puxão mais forte.

— Porra cara… Espera… — Gritou Guilherme, notei, em tom atípico, como se controlasse a si mesmo para não gemer. Consegui tirá-los de lá de uma só vez.

A resistência abreviada tão derrepentemente me fez tropeçar para trás e largá-lo. Caí de bunda no chão. Soltei um gemido de dor, ouvindo, simultaneamente, o mesmo som abandonar os lábios de Carol. Olhei para ela de imediato. Ali no chão, o corpo da loira praticamente nu ainda estava debaixo do meu amigo que, em posição de flexão, olhava-a nos olhos muito assustado.

As pernas dela estavam bem abertas e uma das mãos delicadas apertava os ombros largos de meu amigo. Sujos de poeira, aqueles dois desceram os olhos lentamente e eu segui tal movimento. Quando vi o que tinha acontecido, silêncio tomou conta do recinto novamente.

A saia de folhas de Guilherme estava em seus calcanhares e seu pau duro como pedra. Ele suspirou e vi uma gota de suor descer por sua testa. Encarei sua pica ali paralizado onde estava. Enorme, grossa e rígida, havia algo de diferente… Não estava menor, mas a cabeça estava oculta.

Dentro? O susto veio e meu coração acelerou. A buceta de Carolina, rosada, úmida e apertada parecia morder toda a glande daquela rola que, só agora percebia, meu amigo se esforçava para impedir sua entrada enquanto lutava comigo. Eles deixaram que aquilo acontecesse, ou foi um acidente e a culpa era minha? Ambas as possibilidades eram demais para suportar. Meus olhos se encheram de lágrimas. Não! Não! Não! Negava internamente e tentei me confortar. Cogitei se realmente estava dentro ou se meu amigo apenas pressionava a entrada de Carol com sua glande. Ao menos era só a cabecinha na pior das hipóteses. Era possível que nada tivesse mudado ali ainda.

Carolina tremia e se contorcia quando envolveu meu amigo com os dois braços. Ela então virou o rosto vermelho para mim, cerrou os dentes e fechou os olhos. Percebia agora que aquela minha saia de folhas também saira de seu lugar, expondo meu pau que, contra minha vontade, já estava meia bomba. Porra Guilherme! Você está machucando ela! Percebi, mas, ao tentar me levantar novamente, mais um terremoto forte atingiu aquela caverna, me jogando novamente onde estava.

Aqueles dois também tremiam, se esforçando para ficar no mesmo lugar. Congelei no chão frio e oscilante de pedra, vendo as ondas percorrendo a pele de Carolina, sua bunda e coxas chacoalhando fortemente sem parar. Guilherme tentou movimentar o quadril para trás. Estava assustado e grunhiu quando tentou afastar a ponta de seu membro da genitália molhada da moça.

— Espera… — Ela gemeu entretanto e o segurou, enterrando suas unhas nas costas de meu amigo. Guilherme olhou para ela atônito. — Doi… Por favor… Devagar… — Implorou em nítido sofrimento. A coroa da glande de meu amigo estava visível agora. Se dentro, faltava pouco, mas ele parou no mesmo instante de se mexer.

Aqueles dois tentavam seu melhor. A dor de Carolina partia meu coração. Ela era uma moça virgem, afinal, penetrada subitamente pela cabeça grossa e entumecida daquele homem forte naquela caverna abafada em meio a um terremoto. A loira tentava respirar fundo, corpo suado e sujo de terra vibrando fortemente no ritmo das rochas. Os seios balançavam para todos os lados em uma imagem selvagem e erótica espetacular. Aos poucos, o medo foi lhe abandonando e, percebi, seu abraço em meu amigo se tornando menos apertado.

Guilherme também tremia fortemente junto ao solo, da cabeça as bolas que via chacoalhar cada vez mais forte. Seu pau, escuro, duro e cheio de veias tremia intensamente, como um vibrador de altíssima potência. Tal qual um aparelho de som potente brandia molhado levantando centenas de gotículas de água, os lábios de baixo de Carol, escorrendo seus líquidos, oscilavam em volta do mastro grosso de meu amigo.

Tinha entrado mais! Percebi. Talvez um ou dois centímetros além da glande sumiram dentro dela que, não mais parecia sofrer, mas controlava os próprios gemidos segurando Guilherme no lugar. Quando ele também procurava o mesmo, o solo instável e trêmulo piorava a situação ainda mais, como se a natureza conspirasse para que aquilo acontecesse. Muito barulho inundava meus ouvidos durante o terremoto intenso e meu sangue todo parecia esquentar e tremer dentro do corpo. Quando reparei, congelado no lugar que estava, era tarde para me controlar. Meu pau estava completamente duro, apontando para cima e balançando intensamente.

Meu amigo puxava o ar, lutando contra a natureza externa e interna. Carol gemia cada vez mais alto e mais intensamente, segurando-se fortemente ao corpo forte de Guilherme. Ela me olhou nos olhos, assustada, arrependida, mas, também notei, arrepiada de prazer. Eu sabia o quão bem dotado era o negão encima dela… 22 centímetros… Nem um terço daquela rola se perdera em meio a carne úmida da buceta de Carol, mas ela sentia intensamente, como nunca sentira nada na vida.

Meu corpo estava quente da cabeça aos pés. Era como se conseguisse sentir o que aqueles dois também experienciavam. A tremedeira do chão me atingia a bunda, fazia meu períneo todo vibrar, fazia meu cu piscar involuntariamente e percorria todo o caminho até a cabeça do meu pau que pingava pré-gozo. Tentei ocultar minha excitação descontrolada com as mãos, mas apenas a sensação de meus dedos na cabeça da minha pica lançou um arrepio que me fez soltar meu membro instantaneamente. Estava com raiva, os ciúmes me corrompendo o coração por completo, mas também tão excitado que mal conseguia me mexer.

Aqueles dois não tentavam mais se afastar, apenas sentindo a intimidade um do outro, procurando ser comedidos e silenciosos. Guilherme empinava a bunda para cima, evitando a entrada de mais de seu músculo duro na garota que, ao mesmo tempo, se agarrava às rochas embaixo de si, lutando para não se deixar levar. O que vocês estão fazendo? Questionei-me do óbvio quando Carol deu uma única rebolada involuntária. Ela gemeu e Guilherme grunhiu.

A consciência abandonou Carolina primeiro. Ela se esfregava em meu amigo, se mexia sentindo a rola enorme e parada latejando dentro dela sem conseguir conter os suspiros de prazer. O terremoto parecia ter ficado mais fraco. Era a chance deles para sair daquela situação. Os braços e joelhos de Guilherme pareciam exaustos, tremendo até mais que o solo. Ele olhou para mim. Um longo silêncio pairou sobre nós dois, até que ele cerrou os dentes.

Aquele olhar…

Era prazer, era medo… e, mais importante.

Parecia me pedir desculpas.

O gemido grave e longo soou pelas paredes da caverna. Guilherme, do nada, meteu o pau dentro de Carol até a metade.

O que? Assustei ao ver a loira mexer também o quadril cada vez mais forte. A pica grossa saiu alguns centímetros e entrou novamente, de novo e de novo.

— Ah! Ah! Guilherme! Oh! — Carolina gemia e rebolava. Guilherme, por outro lado, socava sua pica, suspirando pesado.

Eles estão… Estão? Me perguntei e era óbvio. Começou devagar e depois se tornou cada vez mais intenso muito rápido. Carolina e Guilherme estavam fodendo na minha frente! O terremoto voltou a ficar mais intenso e a caverna estava cada vez mais perto de ceder completamente. Ainda assim, aqueles dois, perdidos protagonizando a cena tão erótica, eram cuidadosos e até um pouco comedidos.

Só ia até metade. Uns 11cm ainda assim entrando e saindo da loira. Talvez fosse aquele o limite dela, da garota virgem e delicada, que, dando para o rapaz forte e grosseiro, criava tamanho contraste.

Carolina abraçava meu amigo, arranhava suas costas, gemia e às vezes até me olhava com o rosto cheio de tesão e culpa. Tomada pela excitação extrema, a vi apalpar Guilherme na bunda com força e puxar seu quadril bruscamente em direção a própria buceta.

Entrou tudo! Notei vendo as bolas apertadas de meu amigo contra a vulva dela. Por um segundo, os ciúmes me abandonaram a cabeça e babei diante daquela paisagem espetacular.

— Isso! — Ela disse baixinho, mas ouvi em meio ao rugido da terra. Guilherme socou forte. Começou a soar agora o barulho de suas bolas batendo contra o períneo de Carol.

Isso! Minha mente gritou, mas me repreendi na mesma hora. Os 22 centímetros entravam e saíam com força, prosseguindo por vários segundos, durante o terremoto e até depois que o tremor subitamente parou. Eu nem mais parecia conhecer aqueles dois que se comportavam agora de forma tão animalesca. Lembrei dos conselhos de Guilherme. Sobre ir devagar. Ele não parecia se recordar de nada daquilo agora.

O gemido deles ecoou pela caverna agora silenciosa e, mesmo sem terremoto algum, vi o corpo de Carol tremer por completo. Ela estava gozando! Guilherme a fodeu até que aconteceu, o fazendo enquanto olhava-a diretamente nos olhos. E então o gemido grosso tão familiar surgiu também. J-juntos?

Guilherme socou sua rola enorme inteira… uma, duas vezes… E parou tocando-a o mais fundo possível. O peitoral dele ficou mais marcado, assim como os músculos de suas pernas e seus glúteos. O rosto de meu amigo se contorceu todo enquanto sua pica grossa latejava toda enterrada dentro da buceta de Carol. Ele estava gozando dentro dela! Percebi chocado e contendo o ímpeto de me masturbar ali diante daquela cena.

Notei, ali na entrada da Caverna, Eric e Andressa nos encaravam, absolutamente chocados com o que viam e ouviam.

Fiquei sem voz e um arrepio me percorreu o corpo. Aconteceu tudo na minha frente! Guilherme tinha penetrado minha garota, a preencheu com sua carga e a tocou mais fundo do que eu jamais seria capaz. Tirou sua virgindade de forma irreparável e a proporcionou uma experiencia mais forte que acreditava também ser capaz de dá-la. Sob ele, ela gemeu muito alto e gozou ainda mais intensamente. O último jato de Guilherme ali aumentou tanto a pressão em seu canal vaginal que, percebi uma gota da porra grossa de meu amigo escorreu para fora dela e desceu pelas bolas de Guilherme.

E então, Guilherme desabou sobre o corpo gostoso de Carol. A loira puxava o ar fortemente com a cabeça no ombro dele. Estavam ambos exaustos, muito suados e a expressão facial de Carolina denunciava: ele a tinha feito ver estrelas. Nada além de um gemido baixinho escapou de minha garganta áspera, por mais que tentasse dizer algo. Eu estava em completo choque, tremendo, perdia o ar sem conseguir conter minha pica que latejava em frente a aqueles dois que me lançavam um olhar assustado e arrependido.

O terremoto voltou mais uma vez com força total. Andressa pareceu ter surgido do nada e me segurou pelo braço.

— Anda! A caverna vai desabar! — Gritou comigo, mas eu mal entendia e fui arrastado, parecendo estar catatônico.

Minha cabeça estava uma bagunça. Testemunhar aquilo me deixou com tesão, mas, ao mesmo tempo, criou tamanha dualidade cognitiva. Sentia raiva e ciúmes, mas não conseguia distinguir exatamente do que ou de quem. Era minha culpa, do terremoto, de Carol ou de Guilherme? Minha cabeça calculava sem tempo. Simultaneamente, sentia que era eu que deveria estar naquele lugar, fodendo Carol. Sua primeira vez deveria ser comigo…

Queria estar encima dela naquele momento…

Mas também embaixo de Guilherme…

Me repreendi e foquei nela. Isso não é justo! A negação infantil veio à minha cabeça de imediato. Andressa ainda me segurava e, instintivamente, tentei afastá-la em pânico, mas a morena se agarrou fortemente a mim, arrastando meu corpo fraco em direção a saída que mal parecia existir. Continuei lutando com ela de forma patética, como se lutasse contra a realidade cruel daqueles eventos. A irracionalidade tomou conta de mim por completo. Não sabia por que, mas tentava me agarrar às paredes da caverna, como se quisesse ficar lá dentro, como se sair por aquela entrada estreita de rochas fizesse tudo aquilo ser real. Toda aquela situação era uma piada de mal gosto do destino.

Vi Eric correr também, ajudando Guilherme a se levantar. Meu amigo tirou a pica para fora da moça, auxiliando-a a caminhar em direção a luz também. Ele estava menos duro agora, bem menos que eu. Continuei relutando, como uma criança fazendo pirraça enquanto Carolina olhava para mim assustada e abraçada com meu amigo que a arrastava para fora. Era pra ter sido eu! Ela é minha! Ela era virgem, droga!

Segurei meu membro rígido enquanto Andressa me fazia passar por aquela abertura da caverna. Ela olhou por um segundo, percebendo meu estado.

— Não! Eu não estou…— Tentei me justificar de imediato para ela que apenas me olhava assustada. Era inútil, mas não conseguia aceitar a realidade ainda assim. Meu melhor amigo fodeu Carol daquela forma e eu fiquei de pau duro assistindo. Eu estava fora de mim, mal conseguindo conter meus olhos marejados e os constantes arrepios que sentia sempre que esbarrava em minha rola ereta.

Em segundos a luz me atingiu os olhos. Logo depois, toneladas de pedra obstruíram a entrada da caverna. A montanha rugiu pela última vez. Estávamos a salvo.

Sondei meus arredores. Vi Carolina cansada ali perto do paredão de rochas. Ela se sentou, totalmente fraca e sem sustentação nas pernas onde, notei, uma gota de porra escorria até sua coxa. Andressa me soltou. Estava suja de poeira da cabeça aos pés, ofegante, com adrenalina e o choque presentes em sua face, como também deviam estar estampados na minha. Ainda assim, Andressa estava mais decente que Carolina. Suas roupas se mantinham todas no lugar. Guilherme também respirava pesado. Vestira sua saia e olhava ora para mim, ora para Carol com nítida preocupação estampada no rosto. Eric estava tão coberto naquela poeira cinzenta que até seu cabelo parecia de uma cor diferente. Ao seu lado, uma bolsa feita de folhas estava jogada no chão. Era igual a que Adrien carregava no meio do caos.

Espera… Cadê o Adrien? Me questionei chocado. Ele não tinha conseguido sair a tempo! Lembrei. Ao invés de procurar um local seguro, ficou perdendo tempo carregando aquelas pedras com Eric. Ele não estava morto, estava?

— Merda, perdemos metade da calcita que mineramos. — Surgiu a voz de Eric, um pouco ofegante, mas incomodamente fria como sempre.

— Porra Eric! — Explodi com ele. O garoto me olhou assustado. — Adrien não conseguiu sair e você tá pensando nessas pedras ainda? Como a gente vai tirar ele dessa caverna? — Questionei. Estava furioso com aquele moleque insensível.

— Rochas. — Ele teve a audácia de me corrigir. Nunca fiquei tão perto de socá-lo. Toda aquela situação era culpa dele. Adrien ficou para trás pois o ajudava, pois Eric insistiu que aquelas “rochas” inúteis eram mais importantes que sua segurança. Era também sua culpa todo o resto… Pensei angustiado. Carol e Guilherme transaram… Era a garota pela qual era apaixonado e meu melhor amigo… Eric então me olhou de cima a baixo.

Minhas mãos foram rápidas. Cobri a ereção forte que ainda aparecia ali em minha virilha, escapando pela saia de folhas minúsculas. Que droga! Praguejei mentalmente. Todo mundo tinha visto aquilo, Adrian também, possivelmente. Viram como deixei meu amigo foder minha garota, como só assisti e como tudo aquilo me excitou. Nunca fui tão humilhado em toda a minha vida.

— Que merda de desabamento foi esse afinal? Quando entramos… — Briguei, mas me interrompi sentindo um nó me subir a garganta. Era choro. Engoli da melhor forma que pude. — Quando entramos, você assegurou que essa coisa era segura! — Falei até onde aguentei com o rosto quente de vergonha e ódio.

— Sim. Eu estava errado. — Simplesmente admitiu. Estremeci. Seu corpo todo, rosto inclusive, estava todo cinzento daquela poeira, mas via seus olhos. Mortos e indiferentes como sempre. Inacreditável. — Estamos bem perto da zona de convecção das placas do Pacífico e Australiana, mas não considerei a possibilidade de um terremoto tão forte acontecer justo enquanto estávamos lá dentro. — Se explicou. Não parecia triste, mas também não parecia desdenhar de minha reclamação. Era só isso o que ele ia dizer? Me questionei com raiva.

Não… Eu estava bravo, praticamente enlutado e agora tentava achar um culpado. Não era justo descontar tudo aquilo em Eric. Se alguém realmente merecia as consequências daquela situação toda, era eu. Não tive atitude com Carol, demorei muito, como meu amigo já tinha bem me alertado e, por isso, colecionava todas aquelas derrotas.

Me afastei. Já era vergonhoso que todos estivessem me vendo ali duro discutindo com Eric depois de ver Carol dando pra outro cara, que eu tenha me comportado daquela forma na frente de Andressa enquanto ela tentava salvar minha vida… Se eu fosse chorar e, sentia que estava perto, era melhor que não fosse ali diante de todo mundo.

— Não dá pra tirar essas pedras do caminho e salvar o Adrien? — Ouvi Guilherme questionar enquanto tentava empurrar para longe o pedregulho que devia ter centenas de vezes seu peso. Eu estava tonto. Mal conseguia olhar na cara dele e, portanto, me sentei em uma pedra mais afastada de todos para respirar um pouco.

— Não sem uma retroescavadeira. São toneladas de rochas. — O garoto sério respondeu. — Aliás, nem sabemos se ele está vivo lá dentro ainda. Não vale o esforço. — Eric concluiu, chocando a todos nós.

— Porra cara, qual o seu problema? Adrien não é seu amigo? — Guilherme brigou. Eric só olhou para ele sem alterar sua expressão facial indiferente.

— Eu… Eu escuto ele. — Carolina disse, ofegante e tentando endireitar a postura torta. Eric pareceu surpreso. — Ele está andando lá dentro, mas não consigo saber o que está gritando. — Explicou. O garoto ficou pensativo por alguns segundos.

— Ei Adrien, se consegue me ouvir, lembra daquela abertura no fundo da caverna? Você vai ter que explorar esse lugar hoje a noite. — O garoto disse em alto e bom som. — Amanhã de manhã, daremos a volta na montanha quando for mais seguro. Talvez a gente encontre outra entrada para a caverna e consiga te tirar daí. — Eric alertou com indiferença.

Parecia um plano perigoso e arriscado, mas que escolha tínhamos, afinal? Esperava que Adrien estivesse bem, que ele conseguisse passar por aquela fresta escura sem ficar preso e que não se perdesse dentro daquele lugar ou se ferisse. Eric tinha razão. Já era noite e o céu se enegrecia cada vez mais. Se fossemos andar pela montanha, era melhor que fosse de dia para evitar mais um acidente cruel e estúpido como aquele.

Esse lugar… É o inferno. Pensei melancólico e tentei controlar minha respiração. Nunca senti aquilo antes, tal falta de ar e tontura… Eu não precisava ser inteligente como o Eric para perceber que estava no meio de uma crise de ansiedade. Meu corpo estava todo sujo de terra, demandando descanso, um banho e uma boa noite de sono. A aceitação tardou mas veio: Talvez eu nunca tenha sido o melhor para ela, afinal… Me depreciei, mas tal sentimento não veio acompanhado por desespero, mas, impressionantemente, uma calma súbita.

A floresta era tão silenciosa à noite… Contemplei e meu nariz finalmente parou de ameaçar escorrer as lágrimas que tentava manter presas aos olhos. Auto-controle ou loucura? Não sabia mais e, naquele momento, nada mais parecia fazer sentido.

*****

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Foto de perfil de ExhibExhibContos: 59Seguidores: 95Seguindo: 0Mensagem Escrevo histórias envolvendo exibicionismo. Meu contato, uma vez que não consigo ver mensagens privadas no site ainda: extremeexhib@gmail.com

Comentários

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Cara...que cena mais erótica e tesuda!! Fiquei duro o tempo todo! Haha adorei, continua!!

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Esse é aquele conto que deixa um sabor agridoce, o relato da transa foi fantástico, mas com o coração apertado do Guilherme ter tirado a virgindade da Carol num ato tão banal e os dois machucando tanto o amigo. Será que pode ter sido um sonho? Torço para que sim.

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