Jhonny acordou cedo na manhã seguinte, o corpo forte ainda dolorido da viagem e da noite inquieta, a mente girando entre anotações de estudo e flashes indesejados da calcinha de Suzana. "Foco, cara… são só provas, não uma novela mexicana", pensou, descendo para a cozinha com livros em mãos, determinado a se preparar. O cheiro de café fresco o recebeu, e lá estava Suzana, preparando o desjejum em um vestido leve de verão que mal cobria as coxas, os cabelos cacheados balançando enquanto se movia. "Bom dia! Dormiu bem? Christopher já saiu pro trabalho, mas eu faço companhia… ovos mexidos te serve?" Ela sorriu, voz animada, como se fossem velhos amigos.
Jhonny assentiu, sentando-se à mesa: "Bem, sim… obrigado. Tô precisando de energia pras provas." Ela se curvou para pegar ovos na geladeira baixa, a saia do vestido subindo ligeiramente, revelando a borda de uma calcinha rosa clara, de tecido macio que se ajustava perfeitamente às curvas mulatas, o cós rendado marcando a pele suave. Jhonny viu tudo – um vislumbre rápido, mas o suficiente para notar o modo como o tecido grudava, delineando o contorno sutil da virilha. Seu pulso acelerou: "Merda… de novo? Isso não pode ser de propósito", pensou, desviando os olhos para os livros, um calor familiar subindo pelo pescoço. Suzana, alheia, endireitou-se e continuou tagarelando: "Sabe, a Andressa é uma fofa, né? Baixinha, magrinha, mas com aquela energia que conquista todo mundo. Como vocês se conheceram? Me conta os detalhes! Quero ouvir sua versão."
Enquanto conversavam, Jhonny respondendo com um riso forçado – "Ah, no último semestre dela, ela acabou acompanhando os pais aqui no Rj, né… ela era um furacão, me pegou de jeito. Na hora que eu a vi no campus, me apaixonei. E felizmente ela me notou e logo estávamos indo pra cima e pra baixo juntos, viramos ótimos amigos e logo namorados. Então, tempo depois, eu à pedi em casamento durante um piquenique romântico em um parque que ficava ao lado de uma ótima cafeteria" –, Suzana sentou-se à mesa oposta a ele, cruzando e descruzando as pernas devagar, descontraidamente, como se ajustasse para ficar mais confortável. O movimento abriu um espaço sutil entre as coxas, expondo novamente a calcinha – agora Jhonny notava como o tecido fino se moldava ao monte de Vênus, um relevo suave e convidativo que o fez engolir em seco. "Ei, para de olhar… você é casado, idiota", repreendeu-se internamente, fingindo ler seus papéis, o coração acelerando com a tensão involuntária. Ela se alongou na cadeira, erguendo os braços e inclinando o corpo para o lado, o que fez o vestido subir mais, revelando o cós da calcinha e o modo como ele se encaixava nas dobras da pele morena, um traço úmido sutil sugerindo calor. Em seguida, ela se curvou para pegar uma colher no chão, abrindo levemente as pernas para equilibrar, expondo o centro da calcinha rosa, onde o tecido se esticava sobre os lábios maiores, delineando cada detalhe com clareza – Jhonny sentiu o pau pulsar na calça, uma mistura de culpa e tesão o consumindo. Suzana prosseguia, rindo de histórias antigas: "Ah, Andressa e eu na faculdade… a gente aprontava tanto! E você, Jhonny, é do tipo que aguenta o tranco?" Christopher não estava lá para notar, e o ar na cozinha parecia mais denso, carregado de uma eletricidade que Jhonny lutava para ignorar, respondendo com um "Com certeza… mas agora é foco nas provas". Ela riu, gostando da determinação de seu novo amigo. À noite, Jhonny trocara poucas palavras com Andressa. Ela estava muito ocupada com o trabalho, uma festa importante se aproximava que envolveria toda a direção e o restante da empresa, era algo importante, então aquilo estava consumindo seu tempo.
No dia seguinte, Suzana insistiu em levar Jhonny para um tour rápido pela cidade antes das provas da tarde: "Vai te relaxar, Jhonny! Nada como um ar fresco pra limpar a mente." Ela vestia uma saia curta e florida, que dançava com o vento, os cachos soltos ao sol. Christopher se juntou brevemente no carro, seu corpo magro e alto espremido no banco de trás, segurando umas caixas que estava levando pro escritório: "Cuidado com o trânsito, Su. E boa sorte nas provas, cara… se precisar de dica sobre a cidade, me avisa." Jhonny agradeceu: "Valeu, Chris… tô precisando mesmo de uma distração."
No carro, enquanto dirigia, Suzana movia as pernas lentamente no banco do motorista, o movimento descontraído fazia a saia subir o suficiente para expor uma calcinha preta de cetim, brilhante e justa, delineando cada curva de sua intimidade mulata – Jhonny, no passageiro, via flashes repetidos, o tecido reluzindo contra a pele. "Isso tá virando padrão… ou eu tô louco?", pensou, tentando focar na conversa: "Floripa é linda, hein? Andressa definitivamente vai amar voltar pra cá." Quando ela ajustou o espelho retrovisor, alongando o corpo e abrindo levemente as coxas, a saia escorregou mais, revelando o cetim esticado sobre os lábios, com um vinco sutil no centro que o fez desviar o olhar rápido. Em uma parada no sinal, ela se curvou para pegar algo no console, mexeu as pernas devagar, expondo o cós e as bordas da calcinha, o material reluzindo contra a pele morena – Jhonny sentiu um pulso no pau, culpa misturada a um tesão culpado. Christopher, distraído no celular e apoiando as caixas, nem notou: "Ei, Su, vira à direita ali… tem um café bom ali. Vamos tomar um café rapidinho e comer alguma coisa."
Eles pararam em um café movimentado no centro, sentados em mesas externas sob o sol morno. Suzana relaxou na cadeira, abrindo levemente as pernas de forma natural, como se alongasse, a saia floral subindo mais do que o necessário – a calcinha preta ficou à mostra por um momento prolongado, o cetim reluzindo ao sol, expondo o contorno suave e convidativo dos lábios. Jhonny engoliu em seco: "Caralho… todo mundo vai ver", pensou, o estômago revirando com a mistura de excitação e desconforto. Ela cruzou e descruzou as pernas lentamente várias vezes, ajustando a posição, o que revelou flashes repetidos do tecido justo moldando-se às curvas íntimas, incluindo o relevo dos lábios e o modo como ele se encaixava nas virilhas – um traço úmido sutil o deixou corado. Não foi só ele quem notou: um homem na mesa ao lado piscou, desviando o olhar rapidamente com um sorriso envergonhado; uma mulher mais velha franziu a testa, murmurando algo como "Que descuido…" para o companheiro; até o garçom hesitou ao servir o café, corando levemente e gaguejando: "Aqui… o seu latte." Outro cliente tossiu disfarçadamente, ajustando a cadeira. Suzana, porém, continuou conversando animadamente sobre a vida sem filhos e as aventuras com Andressa: "Ah, a gente zoava muito na faculdade, éramos três mulheres fogo na roupa haha… e vocês, Jhonny, pensam em ter filhos após a mudança? Eu e Chris ainda curtimos a liberdade, sabe?" Christopher, sério como sempre, focava no menu: "Liberdade é bom… mas preciso me estabilizar primeiro, né?" Jhonny sentia o estômago revirar com a tensão sexual palpável, questionando se aquelas "descuidadas" exposições eram mesmo acidentais – o burburinho do café parecia ecoar sua inquietação interna, uma faísca de desejo inconfessável se acendendo apesar da culpa por Andressa.
Após o café, Suzana deixou Cristopher no escrtório dele e voltaram pra casa. Jhonny, tentou focar no estudo, mas não conseguiu completamente. A primeira prova foi feita e, ao menos aparentemente, havia sido um sucesso.