Aline e Marcelo se encontraram novamente num motel escondido nos arredores de Curitiba, uma noite de sexta-feira abafada e carregada de tensão sexual acumulada desde o último encontro. Ela chegou primeiro, corpo magro pulsando de ansiedade sob um top justo e saia curta, coxas longas finas já úmidas de expectativa, mamilos rosados marcando o tecido fino. Marcelo surgiu minutos depois, dominante como sempre — 1,78m de presença imponente, braços fortes, barba cheia e olhos escuros predatórios, garrafa de whisky na mão e saquinho de coca no bolso.
A porta mal fechou e ele a prensou contra a parede, beijo bruto com língua invadindo os lábios carnudos dela, barba roçando o pescoço sensível. Preparou linhas grossas de coca na cômoda de vidro — inalou uma com força, pupilas dilatando, depois passou pra ela. Aline aspirou com desespero, o pó subindo como eletricidade crua, misturado a shots de whisky que queimavam a garganta e soltavam o animal dentro dos dois.
— Porra, Marcelo, me domina agora! Puxa meu cabelo e me joga na cama, me dá tapa na cara e me come como uma puta barata! — implorou ela, voz rouca e urgente, olhos castanhos faiscando loucura dopada.
Ele obedeceu na hora: puxão forte nos cabelos pretos longos, arrastando-a até a cama king, rasgando a roupa dela com mãos brutas, expondo seios pequenos firmes, barriga chapada e bunda miúda. Amarroou os pulsos dela na cabeceira com o cinto dele, deixando-a de quatro, vulnerável.
— Você é minha, Aline. Coca, whisky e porrada até gozar — grunhiu ele, virando mais um gole antes de um tapa estalado na bunda, ecoando no quarto.
Outra carreira de coca pra cada, narinas queimando de euforia, e ele mergulhou entre as coxas finas: língua voraz no clitóris inchado, sugadas fortes nos lábios melados, subindo pro cuzinho apertado com lambidas profundas. Tapas ritmados na bunda e na xota, cada um mais forte, fazendo-a arquear as costas magras em gritos histéricos.
— Me bate mais na buceta, Marcelo! Chupa meu cu até eu gozar na tua barba, puxa meu cabelo e me faz tua escrava! — berrou ela, corpo convulsionando, jatos quentes esguichando no rosto dele.
Ele puxou os cabelos dela pra trás com força, forçando a cabeça no travesseiro enquanto metia dedos na buceta e tapas na cara dela — leves mas firmes, o suficiente pra ela gemer de dor e prazer misturados. Vibrador no máximo na xota, língua no cu, prolongando o gozo dela em ondas violentas, whisky escorrendo dos copos na cômoda.
Soltou as amarras, virando-a de bruços e metendo o pau grosso sem aviso — estocadas brutas no fundo da buceta, saco batendo na pele clara, puxões constantes no cabelo pra arquear o pescoço dela. Tapas na bunda vermelha, na cara, nos seios pequenos, enquanto ela cavalgava, unhas cravando os braços fortes dele.
— Me arromba o cu agora, porra! Puxa meu cabelo e tapa minha cara enquanto enfia tudo, me faz gozar gritando! — suplicou Aline, olhos vidrados, corpo magro tremendo.
Ele passou pro cu com lubrificante, devagar no início pra abrir, depois violento, alternando buracos — buceta, cu, boca forçada —, tapas ecoando, puxões de cabelo mantendo-a no lugar. Contra a parede espelhada, ele a fodeu em pé, mão no pescoço fino, outra puxando cabelo enquanto gole de whisky escorria entre os dois.
Num pico insano, ele a jogou de joelhos no chão, pau latejante na cara dela. Tapas leves na bunda e rosto enquanto ela mamava com garganta profunda, engasgando, saliva melando a barba dele.
— Porra, Marcelo, goza na minha boca! Puxa meu cabelo e tapa minha xota enquanto eu engulo tudo, me enche de porra quente! Não para de me usar! — gritou ela entre sucções, punhetando a base com mãos trêmulas.
Ele explodiu com um rugido, puxando cabelo pra trás enquanto jatos grossos enchiam a boca dela — porra escorrendo pelos lábios carnudos, que ela engoliu gulosa, lambendo os restos com gemidos eufóricos, um tapa final na bunda como selo.
Exaustos, caíram na cama suados, risadas roucas entre beijos.
— Coca, whisky e tua porra... me viciou pra sempre, Marcelo — sussurrou ela, corpo mole contra o dele.
Ele sorriu, já preparando mais uma linha, prometendo: "Amanhã tem mais, sua puta".