Elias mal conseguia se concentrar na pilha de relatórios sobre a mesa, o escritório ecoando com o burburinho de chamadas e teclados. Aos 38 anos, branco, com 1,80m de altura e um corpo forte moldado por anos de trabalho árduo na empresa de engenharia e obras que fundara com o pai, ele se orgulhava de sua disciplina – ombros largos, mãos calejadas, uma presença que impunha respeito sem esforço. Mas aquela manhã de terça-feira era um turbilhão de reuniões, cada uma mais exaustiva que a anterior. Quando o telefone tocou, ele atendeu distraidamente, esperando mais um fornecedor atrasado. Em vez disso, a voz trêmula do capataz da obra o congelou: "Seu Elias… seu pai sofreu um acidente. Foi grave. Estamos levando ele pro hospital agora."
O mundo parou. Elias cancelou tudo – reuniões, compromissos, o dia inteiro – e correu para o carro, o coração martelando no peito. Dirigiu como um louco até o hospital, a mente girando em memórias do pai, José, um homem de 59 anos, branco, 1,78m, com cabelos quase totalmente pretos ainda, sem sinal de calvície, e um corpo forte como o dele, mantido por anos de exercícios e trabalho incansável. José sempre fora o pilar da família, mesmo após a morte de Joana, três anos antes. Elias chegou ofegante à recepção, exigindo notícias, mas só soube que o pai estava em cirurgia – um andaime desabara durante uma vistoria na obra.
Quase uma hora depois, Juliana apareceu, correndo pelo corredor com os olhos vermelhos. Aos 39 anos, negra, com cabelos ondulados na altura dos ombros, sempre bem cuidados e cheios de vida, ela era o oposto da timidez que mostrava com estranhos – com Elias, era brincalhona, afetuosa, seu corpo esculpido por academia exibindo seios pequenos, um bumbum grande e coxas torneadas que ele adorava. Estivera no mercado quando soube, e agora o abraçava forte: "Meu amor… como ele tá? Me conta tudo." Elias a apertou, sentindo o cheiro familiar de seu perfume, uma âncora no caos.
Logo depois, chegaram os irmãos. Alessandra, a irmã do meio, de 39 anos, branca, com seios grandes e quase nenhum bumbum, mas uma beleza estonteante em seus 1,69m de altura, casada e sem filhos, entrou chorando baixinho: "Elias… o que aconteceu? Ele vai ficar bem?" Alexandre, o mais velho, 40 anos, branco e levemente gordinho, extremamente responsável e religioso, veio com a esposa Caroline e a filha Tífani, murmurando uma oração: "Deus vai proteger ele… vamos rezar juntos."
Horas se arrastaram na sala de espera, o ar pesado com o cheiro de desinfetante e ansiedade. Finalmente, o médico saiu, rosto sério: "José sobreviveu à cirurgia, mas as lesões na coluna são graves. Ele ficará tetraplégico – movimento apenas do pescoço para cima. Vai precisar de cuidados constantes." As palavras caíram como um soco. Todos choraram – Elias sentiu as lágrimas quentes escorrendo, um nó na garganta que o sufocava. Sentaram-se em círculo, conversando sobre o futuro. "Quem vai cuidar dele?", perguntou Alessandra, voz trêmula. Elias ergueu a cabeça, a mente voltando àquele leito de hospital três anos antes, quando Joana, sua mãe, definhava com câncer no pâncreas. Ela fora cuidadosa e amorosa na vida cotidiana, mas na intimidade com José, uma devassa – Elias se lembrava de ouvi-los rindo baixinho à noite, ela zoando o marido sobre seu pau de 20cm, um pouco fino, "puxado do avô angolano, um negro de Angola que te deu esse pau de rei". No fim, fraca mas firme, ela pegara a mão de Elias: "Prometa, filho… cuide do seu pai quando eu me for. Ele vai precisar de você." Ele jurara, os olhos dela brilhando uma última vez.
"Eu cuido dele", disse Elias agora, voz rouca. "Jurei pra mãe… não vou quebrar isso." Seus irmãos assentiram, aliviados – auxiliariam pontualmente, com visitas e ajuda financeira, mas deixariam José com ele. A decisão pesava, mas era inevitável.
Elias partiu para casa, o sol já se pondo. Junto de Juliana, aprontaram um quarto no térreo – contrataram profissionais de saúde para adaptações rápidas: cama hospitalar, equipamentos de suporte, tudo pronto para a alta. Juliana mal se aguentava de cansaço, bocejando enquanto arrumava lençóis, mas Elias era hiper focado, só parando quando era quase meia-noite e tudo estava impecável. Ele se sentou na beira da cama nova, ombros tensos, o peso do dia esmagando-o.
Juliana, percebendo a tensão em seu amado, aproximou-se devagar, mãos suaves nos ombros dele: "Ei… você foi incrível hoje. Vem cá." Eles se beijaram, devagar no início, lábios se unindo como refúgio. Ela começou uma massagem, dedos firmes aliviando os nós nas costas dele, mas o toque evoluiu – a mão dela desceu, roçando o volume em sua calça, punhetando devagar através do tecido: "Deixa eu te relaxar, meu amor… você merece." Elias gemeu baixinho, o pau endurecendo – 18cm grosso, pulsante sob os dedos dela. "Ahh, Juliana… delícia", murmurou ele, puxando-a para o colo.
O beijo se intensificou, e ela ajoelhou, abrindo a calça dele, lambendo a cabeça devagar: "Mmm, meu gostoso… relaxa na minha boca." O boquete era ritmado, língua circulando, sugando com fome – Elias ofegava, mãos nos cabelos ondulados dela: "Ahh, minha linda… continua assim." Evoluiu para sexo bem ali, no futuro quarto do sogro combalido – Elias a deitou na cama nova, missionário primeiro, metendo devagar na boceta úmida dela, estocadas profundas: "Sente isso, amor… delícia de boceta." Ela gemia: "Ahh, Elias… mete mais fundo, meu safado." Trocaram para cowgirl – ela montando, rebolando ritmada, seios pequenos balançando: "Mmm, delícia… goza pra mim." De quatro depois, ele por trás, tapas leves na bunda grande: "Ahh, rebola assim, minha linda… sou louco por você." Por fim, de lado, corpos colados, ele dedilhando o clitóris enquanto metia em seu cuzinho e ela gemia alto.
Ao final, ela o chupou de novo, lambendo até o pau pulsar, bebendo o leitinho quente sem deixar cair uma gota: "Mmm, todo seu, amor… delícia." Juliana sorriu, exausta: "Tô acabada… vem pro banho." Eles se beijaram todo o banho, água quente lavando o suor, Elias murmurando: "Obrigado por tudo, Juliana… você é minha âncora." Enfim, dormiram abraçados, o cansaço vencendo. Os dias seguintes seriam cruciais para José… e para todos eles.