Era somente um abraço... ou nao? CONTO REAL

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 716 palavras
Data: 03/04/2026 09:01:44

Oi, queridos leitores.

Sempre fui adepto à leitura de contos eróticos — diariamente, inclusive. Mas hoje começo uma nova jornada: colocar em palavras algumas das experiências que já vivi.

Todas as histórias que contarei aqui são reais, com exceção dos nomes, claro, para preservar as identidades. Espero que gostem.

Vamos ao conto.

Me apresentando: meu nome é Ricardo, tenho 36 anos, 1,87m de altura, cerca de 103kg, cabelos pretos e olhos verdes. Como já mencionei, sempre gostei muito desse universo mais provocante — e sempre fui cheio de ideias na hora do sexo (antes e depois também, confesso...).

E foi justamente essa mente criativa que me fez imaginar inúmeras situações ao longo do tempo — algumas ficaram só na imaginação, outras nem tanto.

A história de hoje é uma dessas… que aconteceu, mas ficou no ar, sem saber se teria continuidade.

A outra pessoa envolvida eu vou chamar de Renata.

Renata é uma mulher de aproximadamente 30 anos, cerca de 1,55m de altura, cabelo preto, pele clara e um sorriso… daqueles que chamam atenção.

Conheci ela no trabalho. Ela entrou na empresa no setor da qualidade — o que faz com que tenha contato com praticamente todos os setores, inclusive o meu. Com isso, volta e meia acabávamos nos encontrando para resolver assuntos profissionais.

Mas, sendo bem sincero… minha cabeça nunca foi só profissional.

Desde o começo, já me peguei imaginando situações com aquela baixinha. Já estivemos sozinhos algumas vezes, portas fechadas, e eu ali… olhando para a boca dela, com vontade de beijar sem pensar muito.

Mas tem um detalhe: ela é casada. E eu também estou em um relacionamento. Fora o fato de sermos colegas de trabalho… então, né — contas pra pagar e zero vontade de ser demitido por besteira.

Mesmo assim… não dá pra negar.

Teve dias em que ela aparecia com vestidos mais justos, desenhando o corpo… e aquilo não passava despercebido. O jeito, o olhar, os detalhes… tudo colaborava pra imaginação voar longe.

Mas vamos ao ponto.

Certo dia, eu estava trabalhando sozinho em uma sala. Tinham prestadores de serviço na empresa, e ela estava acompanhando o pessoal. Em determinado momento, eles foram até onde eu estava — fizeram o que precisavam e saíram.

Ela ficou.

Veio até mim e perguntou:

— Ricardo, tu vai sair de férias agora, né? A partir de segunda?

Respondi:

— Sim, graças a Deus… segunda já não estou mais aqui.

Então ela disse:

— Então tu vai ter que me dar um abraço antes de sair.

Confesso que, na hora, não entendi muito bem.

— Um abraço? Mas por quê?

Ela respondeu, sorrindo:

— Porque segunda é meu aniversário.

Naquele momento, tudo fez sentido… e ao mesmo tempo, minha cabeça já foi pra outro lugar.

Pensei: “bom… já que tem motivo, não custa aproveitar um pouco.”

Então falei:

— Então vem cá, deixa eu aproveitar agora.

Fui até ela, me abaixando um pouco por causa da diferença de altura, e a abracei. Envolvi meu braço em volta dela e puxei levemente contra mim.

Senti o corpo dela ali… e não houve nenhuma reação de recuo.

Apertei um pouco mais, com aquele cuidado disfarçado de carinho.

— Meus parabéns então… feliz aniversário. Que todos teus sonhos se realizem.

Ela agradeceu, meio sorrindo, meio sem jeito… batendo levemente nas minhas costas, aquele abraço mais “comportado” da parte dela.

Mas eu já estava ali…

E quis mais um pouco.

— Ah não… vai me dar um abraço assim, de longe? Vem aqui direito.

E puxei ela novamente, dessa vez mais firme, colando o corpo dela no meu.

Naquele instante… minha cabeça já tinha ido longe. Queria levantar ela, trazer na altura do meu rosto, sentir mais de perto… mas claro — ficou só na vontade.

O que aconteceu de fato foi mais sutil.

Soltei ela devagar, olhei no rosto… e ela estava sorrindo. Um sorriso leve, meio desconcertado.

E só.

Nada além disso.

Voltei ao trabalho como se nada tivesse acontecido… mas por dentro, a mente já estava a mil.

E agora cá estou eu, de férias… com essa cena voltando na cabeça mais vezes do que eu gostaria de admitir.

Foi só um abraço de aniversário… ou teve algo a mais ali?

Quando eu voltar, talvez descubra.

Mas quero saber de vocês:

vocês acham que foi só coisa da minha cabeça…

ou ela também quis sentir um pouco mais?

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Comentários

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Devia ter dado um beijo nela e passado a mão na bunda dela bem disfarcado

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