Respondi à saudação de Renata no Whats e a partir daí começamos a desenvolver uma conversa com tons sutis de flerte. Foram alguns dias assim e a intimidade crescia a cada nova troca de mensagens, não que fosse algo vulgar, mas estava claro de que ela estava me dando uma abertura.
Renata disse que era comprometida, mas combinou de não falarmos sobre nossas vidas, pois queria manter privacidade total. Após uns dez dias, a convidei para sairmos, mas exatamente por ser noiva ou casada, a mesma disse que era difícil à noite, mas que poderíamos nos encontrar em um shopping num começo de tarde, e foi o que fizemos.
Estava um pouco frio e chuviscando. Marcamos numa cafeteria dentro de um shopping e para a minha surpresa, Renata apareceu com um visual totalmente diferente do dia em que esbarrou em mim. Estava vestida de maneira elegante com um blazer preto só pendurado sobre os ombros, uma blusinha tomara que caia cor da pele, que alguns chamam de nude e que acabava por destacar a perfeição de seus seios, uma calça também preta e salto alto. Seus cabelos castanhos com luzes estavam soltos e impecáveis, não é exagero dizer que ela chamava a atenção de homens e mulheres.
Já tínhamos criado uma certa intimidade, trocado fotos (vestidos, claro) e por isso, o papo fluiu bem por um bom tempo, até que Renata voltou a ser clara, dizendo que preferia não saber detalhes da minha vida nem que eu soubesse da dela, mas que estava interessada em me “conhecer melhor”, pois havia me achado muito interessante.
Diante daquele convite direto, lhe fiz vários elogios e a convidei para irmos para outro lugar. Já dava como certo que transaria com aquela deusa, mas Renata disse:
-Hoje, eu quero que a gente só converse, até porque se rolar quero ficar por horas, sem pressa, sabe? E não seria possível, porque tenho um compromisso no começo da noite, mas isso não impede que possamos ficar no meu ou no seu carro um pouco.
Aceitei e fomos prontamente para o meu carro. Lá dentro, senti o cheiro leve e delicioso de seu perfume. Como citei antes chuviscava e estava frio. Era estranho não poder perguntar sobre ela e não contar sobre mim, mas isso criava um clima misterioso interessante. Até que finalmente rolou um beijo demorado. Nos meus tempos de adolescente, jamais imaginei que ficaria com uma mulher assim, aliás, com muitas que fiquei em minha vida, mas lá estava eu beijando uma tremenda gata de 27 anos.
Trocamos alguns beijos e num dado momento acariciei seus seios, ela deixou e depois me surpreendeu ao acariciar meu pau por cima da calça, mas ficou nisso. Renata disse que precisava ir e me perguntou se sexta poderíamos nos ver por volta das 14h. Topei evidentemente e fui embora louco para poder comer aquela beldade digna de capa de revista.
Na sexta, não teve erro, após uma rápida conversa, novamente no shopping, fomos para o motel mais próximo. Renata estava com um vestido soltinho e curto, preto e cinza, com um decote generoso e novamente com os cabelos impecáveis.
Ela preferiu ir em seu carro até perto do motel, pois de lá já iria para a sua casa. Quando chegamos próximos, Renata pulou para o meu e entramos.
Já no quarto, passamos a nos beijar em pé, por um momento tive receio de me soltar demais e ela se espantar, pois tinha um jeito de patricinha e eu era do tipo sem limites. Após alisar seu bumbum com calma e de trocarmos uns bons amassos, Renata simplesmente ergueu o vestido, tirando-o por cima e ficando só de lingerie e sutiã brancos. Perfeição é a palavra para definir o que vi. Além de linda de rosto, seu corpo era todo proporcional, nada a mais ou a menos, ali vi que mesmo que existam intervenções estéticas para quase tudo, é impossível superar a própria natureza da pessoa.
Eu também tirei a roupa, ficando só de cueca, voltamos a nos pegar, enchi a mão na bunda dela. Pouco depois, ficamos nus. Renata tinha os seios médios quase grandes, aréolas grandes marrons claras, tinha marcas perfeitas de biquíni em cima e em baixo, a boceta era totalmente depilada, suas coxas eram médias e a bunda, puta que pariu, média, arredondada e perfeita. Em termos de corpo, posso dizer que era a melhor com quem fiquei. Rasguei elogios a ela que se sentiu dona de si.
Nos deitamos na cama, eu por cima dela, a beijando, depois ficamos de lado, acariciei seus seios maravilhosos, logo passei a chupá-los suavemente e senti que Renata se arrepiou. Desci minha mão direita até sua boceta depilada e comecei a tocá-la devagar com dois dedos. Continuávamos nos beijando, até que ela demonstrou que também tinha atitude, fez com que me deitasse de costas, puxou minha cueca, dando um belo sorriso ao ver que minha rola já estava dura, segurou a mesma e deu início a um boquete suave, subindo e descendo com sua boquinha, passava a língua por toda base, beijava. Eu olhava aquela mulher linda ali e custava acreditar na sorte que estava tendo. Logo, ela passou a mamar com mais intensidade, depois esfregou meu pau em seu rosto delicado e nos seios.
Pouco depois, a fiz se virar para começarmos um 69, mas antes deixei sua boceta e bunda bem perto do meu rosto e admirei-as, passando a chupá-la em seguida. Renata pareceu adivinhar o que eu gostava e rebolou suavemente em minha cara, o que me deixou mais excitado. Chupei bem sua boceta e até seu cuzinho, o que lhe arrancou alguns gritos de surpresa (o trouxa do noivo ou marido nunca tinha feito isso, descobri depois).
Após uma boa chupada que a deixou encharcada e com um cheiro delicioso, Renata simplesmente se ajeitou por cima de mim, encaixou meu pau na entrada de sua boceta e foi descendo, dando início a uma cavalgada de costas para mim. Eu abri suas nádegas, assim pude ver minha rola sumindo e reaparecendo dentro daquela bocetinha apertada e também seu cuzinho marrom. Foram bons minutos assim, em alguns momentos, ela gemia mais alto, até que pediu para trocarmos, pois queria sentir minha pegada.
Coloquei-a de 4 na beirada cama e fiquei em pé ao lado da mesma. Segurei-a firme pela cintura e passei a estocar firme por um bom tempo. Aos poucos, Renata foi ficando com uma expressão de transtornada, olhava para trás, estava bem vermelha, os olhos semiabertos, a boca também, dando a impressão de estar embriagada e confusa.
-Puta que pariu! Que... foda gostosa essa...Você sabe comer uma boceta. – Disse com a voz falhando.
Segui socando forte e logo ela gozou, rangendo os dentes e berrando para depois se soltar do meu pau, mas continuar de 4, porém agora com a cabeça tombada de lado na cama. Apesar de estar ofegante e louco para gozar também, fiquei inerte admirando o corpo daquela mulher totalmente exposto para mim, era linda demais.
Um pouco depois, ela se sentou na beira da cama e passou a me mamar novamente. Coloquei-a na posição de papai-mamãe e voltei a fodê-la de maneira cadenciada. Ficamos assim por um bom tempo, até que a penetração foi ficando mais forte, assim como os gemidos de Renata que indicavam que a mesma já estava excitada. Abri bem suas pernas e passei a fodê-la de frango assado. Minhas estocadas foram ficando mais fortes, sua bocetinha depilada, que tinha os pequenos lábios e o clitóris médios, estava vermelha. Acabamos gozando juntos, aos berros, mandei muita porra para dentro dela e caí sobre a mesma, pois tinha sido uma trepada demorada e maravilhosa.
Naquela tarde, ainda trepamos mais uma vez e para minha surpresa, Renata aceitou que eu comesse seu cuzinho já no 1ª encontro. Fui bem cuidadoso, pois só tinha a saliva para ajudar, mas consegui enterrar meu pau naquele cu marrom cheio de preguinhas e também o enchi de porra. Foi uma tarde marcante.
A partir daí, Renata e eu acertamos de nos encontrarmos sempre às segundas e quando possível às quintas. Já no 2º encontro, ela demonstrou que gostava de ser xingada durante a transa e que eu fosse até um pouco bruto, puxando seus cabelos socando sem dó em seu cuzinho. Vendo que eu tinha uma tara especial por cheiro e gosto, ela enfiava os dedos na boceta e me dava para cheirá-los e lambê-los, passava também na entrada do cuzinho e me oferecia, eu ficava louco de tesão. A cada novo encontro, as coisas ficavam mais quentes, até um plug anal ela arrumou e fiquei enfiando e tirando do seu cuzinho, além de olhar bem de perto. Os encontros duravam horas, mas quando acabavam, a mesma tomava um longo banho, se arrumava meticulosamente e depois se despedia sem muito chamego ou conversinha.
Eu estava fascinado por Renata, não romanticamente, mas por todo o contexto de ser uma mulher linda dessas que parecem capa de revista, trepar para caramba e ainda não estar atrás de compromisso, até porque eu desconfiava que ou ela era de família rica ou seu noivo ou marido era, pois a mesma além de ter um puta carro, se vestia sempre de maneira elegante, com roupas de grife.
Eu tinha diminuído as transas com Ana Paula. Giuliani e ela já tinham dito que estavam criando coragem para um dia irem a uma casa de swing, mesmo sabendo que não seria uma experiência igual a que tínhamos, mas ele queria saber como era ser humilhado por mais de um cara ao mesmo tempo. Mesmo assim, uma vez por semana ou a cada dez dias, a gente transava.
Da mesma forma, seguia com meus encontros com Jessica e como havia muita liberdade dela para me contar como era gostoso transar com Mauro, a quem já chamava de “seu namorado”, não vi problema em após um mês saindo com Renata lhe contar que estava tendo um caso com uma mulher misteriosa, que além de linda, parecia uma personal trainer.
Nós estávamos deitados em minha cama, nus após darmos uma. Notei que apesar de tentar disfarçar, Jessica mudou de expressão, ficando mais séria, mas tentou fingir naturalidade:
-Ah, é? Todo esse tempo, você nunca falou da outra que saía. Essa é especial?
-Acho que não, mas admito que tem sido surpreendente, porque ela tem um estilo meio patricinha, meio mimada, só que na hora H, putz, é bem safada e pelo visto, fazia tempo que não era bem comida pelo noivo ou marido, sei lá.
-Ela é comprometida?
-Sim, mas combinamos de contarmos nada de nossas vidas um para o outro. A gente conversa sobre tudo, mas ela não sabe se sou casado, separado, se tenho filhos, o que faço e eu não sei nada sobre vida dela, exceto que tem alguém.
Jessica ficou meio emburrada e gostei daquilo, pois era prova de que ainda sentia ciúmes de mim, pois, para falar a verdade, toda vez que ela chamava o Mauro de namorado, aquilo me rasgava por dentro do peito. Minha ex perguntou:
-Se esse casinho entre você e ela der certo, como a gente fica? Continuamos a nos encontrar?
Eu a beijei e disse:
-Claro, primeiro porque adoro ter você como minha amante e segundo porque com a garota que te falei é coisa de uma vez na semana, quiçá duas.
Pouco depois, voltamos a trepar novamente e após gozarmos exaustos, suados e exalando sexo. Jessica me perguntou:
-Você gosta mesmo das fotos que te mostro antes e depois de transar com o Mauro?
-Sim, já disse isso, só não sei explicar, me dá um tesão e ao mesmo tempo um ciúme doido, me masturbo pensando em você gozando em outra pica, chupando, e quando transamos, fico com mais vontade, me lembrando do que vi nas fotos.
Jessica ficou em silêncio por uns instantes e depois disse:
-Pois então, vou te fazer uma grande surpresa, essa te deixará louco mesmo.
-O que está pretendendo? Só espero que não seja transar com o Mauro na minha frente, não curto isso, ainda mais com aquele babaca, não quero nem que ele saiba desse meu fetiche.
-Não, não é isso, mas tenho uma ideia, só preciso elaborar melhor os detalhes, mas não adianta perguntar, não vou contar.
Fiquei cabreiro, mas o fato de não de ter que estar no mesmo ambiente que Mauro fodendo Jessica, já era um alívio.
No domingo, após deixar Gustavo na casa dos avós, como Jessica havia me pedido, a mesma me mandou uma mensagem:
“Vai sair hoje?”
“Não”.
“Hum. Não vai ver a patricinha?”
“De domingo nunca rola. Te falei, ela é comprometida.”
“Hum. Topa eu ir para o teu apartamento mais tarde?”
Resolvi brincar:
“O que houve? O namoradinho não deu conta do recado? rs”
“Deu sim! Mas ainda tenho fogo e uma surpresinha. Quer ou não?”
“Pode vir então”.
“Ok. Lá pelas nove”.
Tomei um banho, comi algo leve e a esperei. Jessica apareceu bem maquiada e com um vestido verde com um decote muito ousado e apertado. Estava com uma cara travessa. Conversamos um tempo e perguntei qual era a tal surpresa. Ela pegou celular e disse que precisava emparelha-lo na minha TV. Eu a ajudei e pouco depois fiquei realmente perplexo, pois, a julgar pelo começo do vídeo que minha ex clicou parecia ser de uma transa dela com Mauro.
-Você não fez isso!
Jessica riu e disse:
-Assiste então. Filmamos ontem à tarde.
-E ele permitiu? Esse tipo de coisa é muito arriscado.
-O Mauro não topou de cara, ficou com medo, mas combinamos que assim que terminássemos, a gente desfocaria o rosto dele. Dei uma desculpa que só queria assistir depois e apagaria, aí ele relaxou, mas vamos nos sentar e assistir.
Apaguei a luz da sala e nos sentamos no sofá. O vídeo já começava com Jessica com uma lingerie com espartilho e cinta-liga pretas perto da cama. Deixaram o celular fixo, num móvel bem de frente. Descobri depois que tinham ido transar em um apartamento de um primo de Mauro que havia ido passar uns tempos fora do país.
Instantes depois do vídeo começar, Mauro aparece de bermuda e camiseta, já se sentando perto da cabeceira da cama (seu rosto estava realmente desfocado) e logo Jessica também sobe, fica de 4 e passa a beijá-lo. O fiozinho da calcinha atrás era tão pequeno que não cobria totalmente sua boceta nem seu cuzinho. Aquela cena já me excitou, pois além de sexy, minha ex demonstrava estar com tesão, mas o beijo me deixou agoniado.
Mauro começou a alisar a bocetinha dela enquanto seguiam se beijando, e Jessica já começou a acariciar o pau dele por cima da bermuda. Pouco depois, ela o puxou mais para perto da beira da cama, entendi que queria ficar mais perto do celular. Em seguida, arrancou a bermuda do “namorado”, segurou em seu pau que tinha praticamente o mesmo tamanho que o meu, mas era meio envergado para cima, punhetou-o um pouco, olhou para o celular, sorriu e mandou um beijo e logo em seguida, ainda olhando para o aparelho, beijou a cabeça da pica, passou a pontinha da língua com calma e passou a mamá-lo, tentando engolir o máximo que desse.
Nesse momento, meu pau já estava duro, minha respiração ofegante, Jessica olhava para o vídeo e para mim.
Jessica chupou até as bolas de Mauro, o cara era bem branquelo nas partes em que quase não tomava sol, mas tinha um dote de respeito. Após um bom tempo, foi a vez dele retribuir, chupando a boceta da minha ex, nesse momento, não pude ver muito bem, mas os gemidos dela indicavam que o cara estava mandando bem.
Chegou a hora de foderem, mas Jessica, provavelmente, para me provocar disse que antes queria que ele a filmasse bem de perto. Mauro pegou o celular e deu um close na bunda nela, que estava de 4, consegui ver bem o cuzinho e a boceta de minha ex que já estava molhada. A safada rebolava sensualmente, enfiava um dedo na xana e com outro, cutucava o cuzinho, deixando tanto seu comedor como eu doidos.
Em seguida, ela pediu que Mauro filmasse só uma parte da transa. Jessica ficou de 4 na beirada da cama, ele começou a mostrar seu pau indo em direção à boceta dela e em seguida a penetrando. É uma sensação indescritível, eu ainda amava minha ex, e vê-la dando no vídeo era excitante demais, estava quase gozando, mas, ao mesmo tempo, o ciúme me corroía.
Mauro bombou um tempo, mas a imagem tremia muito e ele disse que era melhor deixar o celular em um lugar fixo. Acabou colocando-a na cabeceira do lado esquerdo, encostado em algo, o que permitiu ver bem a cama. Voltaram a trepar de 4, agora com estocadas mais fortes que arrancavam gritinhos de Jessica. Ele a chamava de safada e que era o macho dela. Verdade seja dita, o cara tinha uma boa pegada, não que me intimidasse, pois eu era muito bom, mas entendi porque minha ex gostava de transar com ele, era acima da média em termos de performance.
Em seguida, eles partiram para um papai e mamãe, nesse momento pude ver bem Jessica, o rosto estava vermelho, descabelada, gritando, olhou uma vez para o celular e disse com cara de perversa:
-Me come gostoso, Mauro, me faz gozar nesse pau maravilhoso.
Mauro acelerou ainda mais, arrancando estalos da cama e gritos desesperados de Jessica que gozou alucinadamente. Pararam um pouco, mas ele ainda não tinha acabado. Minha ex teve outra ideia, a de treparem em pé, com ela apoiada na parede, ele por trás e o celular embaixo deles.
Foi uma cena inesquecível e muito tesuda, pois, pude ver bem a boceta dela e o pau dele entrando e saindo ferozmente. Mauro a fodeu como um louco e após alguns minutos deu um urro e parou com a rola atolada até o talo dentro dela. Depois saiu e tive uma outra visão fantástica, a boceta aberta de minha ex e muita porra grossa saindo dela pingando no chão, parecia que não ia acabar mais e ela fez questão de ficar ali com as pernas arreganhadas mostrando, orgulhosa, o gozo de seu macho. Falou pouco para eu gozar sem sequer me tocar.
Aquele vídeo ainda tinha uma segunda trepada deles, onde Mauro simplesmente detonou o cuzinho de Jessica, além de fazê-la gozar mais duas vezes, porém eu só assisti isso depois, pois após ver aquela primeira trepada com um final tão tesudo, não consegui resistir.
Agarrei Jessica e praticamente rasguei seu vestido. Sabia que assim que enfiasse nela, gozaria, por isso, tratei de chupá-la, lambi sua boceta e seu cuzinho que no dia anterior tinham sido fodidos por Mauro, me senti um cuckold, mesmo não sendo mais casado com ela. Minha ex percebendo que eu não aguentaria muito tempo, pediu que eu relaxasse, se sentou com sua bocetona ruiva em meu pau e cavalgou com todas as suas forças:
-Gostou, né? Isso tudo é tesão de corno que gosta de ver a esposa com outro ou no nosso caso, a ex. Fique sabendo que gozo sempre assim com ele e já bebi muitas vezes a porra gostosa do Mauro. Agora, goza, corno safado, goza na boceta que agora é do Mauro, mas também é sua só que depois de usadinha.
Gozei, gozei, gozei! Precisei de um tempo para voltar à realidade, colei meu rosto nos seios de Jessica. Aquilo tinha sido algo surreal.
Demorei um bom tempo para me recompor, mas aquela noite estava apenas começando. Já mais tranquilo. Comi Jessica mais duas vezes na cama e a mesma além de gozar 3 vezes ficou espantada com a minha força.
Foi uma noite épica e os meses seguintes seriam muito bons, mas, no futuro, problemas viriam e Mauro seria o maior deles.
