Meu nome é Fran, tenho 19 anos e quero contar como me tornei uma vadia submissa viciada em ser humilhada por macho. Sou morena, tenho 1,58m, calço 36, cabelo liso até metade das costas, olhos grandes e esverdeados, pele bem branquinha com uma boca bicuda e rosada.
Sempre fui muito tímida e tive uma criação bem rígida pela minha mãe. Meu pai nos abandonou quando eu ainda era pequena. Alegou que mamãe era uma mulher muito libertina, usava roupas com "pouco pano" e não o servia como esposa obediente, e a trocou por outra mulher. Aquilo foi um baque pra ela, que ficou completamente traumatizada e nunca mais se relacionou com outro homem. Porém, me criou descontando todo o trauma dela e tentando me fazer um espelho do que ela deveria ter sido pra evitar o abandono. Sempre pregou que o dia que um homem me quisesse, eu deveria viver pra agradá-lo, que não importa o que ele peça, eu deveria respeitar e fazer o que fosse mandada, porque isso faz com que ele sempre queira estar comigo. Também me doutrinou a usar roupas folgadas, que jamais salientassem meu corpo e não chamasse a atenção. Meu corpo sempre foi muito sensual. Tenho os peitos grandes e redondinhos, bem empinados e durinhos. Minha cintura é fina e marcada, contrastando com meu quadril largo e coxas bem grossas. E minha bunda desde sempre foi bastante empinada, redonda, carnuda. Se pudesse mostrá-la, tenho certeza que todos os homens iriam olhar com desejo, porque é uma bunda que qualquer mulher teria inveja. Porém, só usava camisetão com numeração maior, calças jeans bem folgadas que nunca marcavam meu corpo e o cabelo estava sempre preso de maneira discreta. Pra completar, eu também não podia usar maquiagem, esmalte ou acessórios chamativos, e ainda usava óculos de armação quadrada e preta. Uma típica nerd que passa bem despercebida. Ou era o que eu pensava...
PARTE 1 - O INICIO DA TRANSFORMAÇÃO
Eu estava no último ano do ensino médio. Eu era muito estudiosa e dedicada. Quase me formando, cheia de sonhos. O principal: ser médica. Estava me dedicando muito a estudar pro Enem e conseguir uma bolsa na faculdade. Numa aula de Biologia, a professora me obrigou a fazer dupla com o Robson para um trabalho. Robson era um negro alto, forte e com cara de marrento. Era repetente, já devia ter seus 21 anos. Era burro como uma porta, sua grande vocação era o basquete, onde era o capitão do time da escola. Estava sempre com seus 3 amigos e companheiros de time inseparáveis: o Cadu, um moreno de olho claro e voz grossa, o Dionatan (Dio), um alemão bem branco e comprido e o Neto, um moreno bronzeado que era filho do diretor da escola. Eram todos sacanas, viviam se metendo em problema e recebendo advertência e em condições normais já teriam sido expulsos, mas como eram todos amigos e um deles era filho do diretor, a escola fazia vista grossa. O Neto tinha ido viajar com a mãe para os EUA, então estaria um mês fora e por isso a professora me escalou pra fazer o trabalho com o Robson. De início achei um absurdo, mas sabendo que faria tudo sozinha, não vi tanto problema. E eu queria tirar nota máxima.
Marquei de irmos até a biblioteca durante a tarde para começarmos a fazer o trabalho. Era um horário que não ficava ninguém por lá, bastante quieto e silencioso. Eu estava pesquisando algo e ele chegou, atrasado obviamente.
- Coé, Franzinha. Demorei um pouco, não é não? - disse ele esbaforido, visivelmente suado
- É, Robson. Uma hora, mas tá tudo bem. Eu já fui adiantando a pesquisa pro trabalho. - falei sem encará-lo
- Vou te dar o papo, Fran. Eu tô perdidinho nessa matéria, o Neto que ia me dar uma força mas foi viajar. Então cê vai ter que me ajudar nessa aí.
- Tudo bem, eu quero tirar nota máxima porque preciso estar preparada pro Enem e vestibulares.
Ele puxou uma cadeira e sentou ao meu lado no computador, estava com um short de basquete e ficou de pernas bem abertas. Naquele instante, isso não me incomodou, apesar de achar esquisito.
- Porra, Fran, cê é bonitinha mas é mó careta, só pensa em estudo. Não faz mais nada da vida não? Não tem um namoradinho, hein? - disse ele com um sorriso debochado no rosto
- E-eu sou focada no meu futuro, Robson. Quero poder me tornar médica. - falei, constrangida com a pergunta
- Doutora Fran, olha que barato. Hahaha Mas diz aí, doutora, qual vai ser do trabalho?
- Bom... Os temas disponíveis são sistema imunológico, sistema digestivo e sistema reprodutor. Eu tava pensando em pegarmos o digesti..
Robson começou a rir e ficou me olhando, o que me fez olhar pra ele, sem graça.
- Paaara, Fran. Vamos pegar o reprodutor. É muuuito mais daora, cê não acha?
- E-eu... Eu não sei. Os três temas são interessantes, mas não sei se...
- Fran, sistema reprodutor. Tá decidido. Bem melhor falar de pau e buceta do que de intestino, não é? - ele disse gargalhando e me dando um tapinha descontraído na coxa.
Eu corei, não estava acostumada a esse palavreado e não esperava o toque no meu corpo. Ajeitei meu óculos e alisei o cabelo, sem saber direito como reagir.
- Eu... Eu... Eu acho que sim. Não sei por onde podemos começar, apenas. É um assunto um pouco delicado, né? - sorri de forma bem sem graça
Nesse momento, reparei que Robson começou a passar a mão no meio das suas pernas, alisando seu membro. Eu realmente não sabia onde enfiar a cara, aquilo definitivamente não era o que eu esperava pra uma tarde de estudos. Notei que Robson se acariciava enquanto me observava, com uma cara de safado muito estranha. Eu estava como habitualmente me visto, de camisetão preto e calça jeans bem folgada, não inspirava olhares desse tipo.
- Ah, Fran, a gente dá um jeito. Me conta uma coisa, cê já viu um pau antes? - ele disse segurando seu membro e me encarando
- R-robson, o que é isso... E-eu não... Não sei onde você quer chegar com isso
Eu estava muito vermelha e com vergonha. Nenhum homem tinha falado daquela forma comigo antes. Eu ainda era virgem e não tinha hábito de ver qualquer coisa sexual, então a resposta claramente era não.
- Ah, menina. Cê é uma gracinha, olha esse rostinho de boneca, todo delicado. Tá certo que cê se veste toda esquisita, mas é impossível que nenhum cara tenha dado em cima de você antes. Responde: já viu ou não?
Ele estava dando em cima de mim? Estava querendo algo comigo? Isso era totalmente novo pra mim. Gelei e me arrepiei enquanto abria minha boca lentamente pra responder
- N-nã... Não, Robson. Nunca vi nada. - olhei muito discretamente pra ele, sem fitar seus olhos
- Ah, então isso é um problema. Vamos ter que resolver isso pra fazer o trabalho. Cê quer tirar nota máxima, não é? Então precisa saber como é um pau.
- E-eu preciso tirar nota máxima...
- Então dá uma olhadinha aqui, Fran.
Robson se ajeitou na cadeira e baixou seu short, no que pude ver que estava sem cueca, e pegou seu pau na mão, que já estava bem duro. Era grande, bem grosso, comprido, a cabeça maciça e brilhante. A mão dele era grande e mesmo assim ficava pequena enquanto segurava aquele pau enorme. Eu involuntariamente fiquei olhando, atônita, de boca aberta, sem saber como reagir. Estranhamente aquilo me fez subir um calor inexplicável, minha garganta secou e eu fiquei nervosa.
- E aí, Fran, o que acha? Agora cê sabe como é um caralho de verdade.
- M-meu Deus, Robson, e-eu... - comecei a gaguejar sem encontrar palavras
- É bonito? Tá gostando do que tá vendo, doutora?
- É-é... Eu não sei, e-eu... Ele parece...
Robson olhou pros lados, pra se certificar que estávamos realmente sozinhos e me encarou
- Olha bem, Fran. Aproxima mais, repara em cada detalhe - ele dizia enquanto ia movimentando a mão pra cima e pra baixo bem lentamente - Olha pro meu pau e fala o que cê tá pensando
Eu me inclinei pra frente um pouco, olhando fixamente pro pau de Robson quase sem piscar, estava hipnotizada e com a boca aberta, que começava a salivar. Sentia o calor percorrer todo meu corpo como um choque elétrico e a minha buceta começou a ficar molhada, o que me deu um nó no cérebro. O que estava acontecendo comigo? Por que eu não desviava o olhar?
- S-sim, ele é muito bonito. - falei, sem pensar, apenas veio uma frase sem filtro e sincera
- Eu tinha certeza que cê ia gamar, nerdzinha. Essa skin de garotinha inocente não me enganava. - Robson sorria de forma bem maliciosa, sem parar de alisar o pau enquanto eu o olhava fixamente - Vai, bota a mãozinha nele pra sentir o calor e a textura, vai.
Eu estava em transe, não conseguia responder por mim. Involuntariamente estiquei a mão bem devagar e segurei aquele mastro duro feito um rocha, sem qualquer experiência, fiquei com a mão parada e olhando pra ela. Sentia o pau dele pulsar, bem quente, as veias marcadas roçando na palma da minha mãozinha.
- Vai, Fran, punheta o teu macho agora, mostra pra mim que cê sabe como agradar o negão aqui
- P-punhetar? - falei, sem entender o que ele queria dizer
- Isso, mexe essa mãozinha de cima pra baixo como eu tava fazendo - Robson falava entre sussurros, pegou a minha mão e começou a movimentá-la por cima do pau - É assim que nós homens gostamos, cê vai se sair bem nisso.
- Tá bom, eu vou fazer - disse, com a voz falhando bem tímida enquanto iniciava o movimento - A-assim?
- Assim mesmo, Fran, dá um trato na rola do negão. Mostra pra mim que cê tá disposta a me dar prazer, vai.
Aquilo soava como um dever pra mim. Eu me sentia numa obrigação de fazer o que ele estava mandando, como se fosse a única coisa que importasse no mundo naquele momento. Eu sentia minha buceta se melecar toda, chegava a respirar ofegante. Por que eu simplesmente não ia embora? Por que eu tinha que fazer isso? E o pior: por que eu estava gostando tanto?
- Isso, Fran, vai acelerando os movimentos. Vai caprichando, sua safada. Me prova o quanto cê tá vidrada na minha pica - Robson dizia fechando os olhos, lambendo os lábios, se contorcendo na cadeira - Fala pra mim, Fran: tá gostando da minha rola?
- E-eu... Eu acho que sim. - falei, de forma contida
- Fala direito, vagabunda. Tá gostando de punhetar a rola do negão ou não? - Robson disse de forma firme
- S-sim, eu tô gostando de fazer isso... - sussurrei, com muita vergonha, mas de forma sincera
- Não, cê tem que falar bem cadela, que é o que você é. Fala abertamente o que cê tá fazendo na piroca do pretão aqui
Aquilo foi demais pra mim, eu fiquei praticamente irracional e só pensava em obedecer ele, do jeito que ele quisesse que eu obedecesse. Meu corpo estava ardendo de prazer e eu queria agradar aquele preto pirocudo a todo custo
- E-eu tô adorando punhetar a sua piroca preta. - falei, sem qualquer filtro
- É mesmo, putinha? Acelera o movimento, então - Robson começou a se mexer mais na cadeira conforme eu ia acelerando a punheta - Quer me punhetar mais vezes depois dessa?
- S-sim, eu quero. Tô gostando muito.
- É mesmo, Franzinha? Quer ser minha punheteira, quer? - ele falava, sorrindo de forma bem maliciosa me olhando
- E-eu quero sim. - falei incrédula com a minha própria sinceridade
- Admite, quero ouvir cê falar com todas as letras que quer ser a punheteira do negão, vai
- E-eu quero ser a punheteira do negão. Quero muito.
- Vadiazinha, sabia que tinha uma puta aí dentro. Vai, cê tá indo muito bem. Vai fazer o negão gozar muito nessa mãozinha.
- G-gozar?
- É, Fran. Cê sabe o que é ejaculação, né? Eu vou soltar um monte de porra na sua mão, porque cê tá fazendo direitinho o seu dever de puta. É uma recompensa por ter agradado seu macho. Cê quer?
Recompensa. Eu me senti poderosa e feliz demais em saber que seria premiada pelo meu desempenho agradando um homem como o Robson. Aquela palavra mexeu muito comigo, eu cheguei a soltar um sorriso largo quando ouvi.
- Sim... Sim, eu quero minha recompensa.
- Então fala assim: "goza na minha mão de putinha, meu macho" - Robson se revirava na cadeira enquanto minha mão descia e subia naquela tora que ele tinha no meio das pernas - Fala pra mim, sua puta!
- G-goza na minha mão de putinha, meu macho. - falei sem acreditar que tava usando esses termos pra me referir a mim mesma
- Isso, cadela! Vou gozar, filha da putaaa!
Robson arqueou o quadril e soltou aquela porra grossa, farta, cremosa. Os vários jatos caíam sobre minha mão, meu pulso, me lambuzando todinha. Ele arfava, ofegante, inclinava a cabeça pra trás enquanto despejava seu leite na mão da nerdzinha na biblioteca. E eu ali, sem saber o que fazer, com a mão toda gozada, olhando aquele líquido viscoso e quente sobre minha pele, a minha recompensa.
- Caralho, Fran. O que foi isso, hein? Cê mandou muito bem, que gozada gostosa. Tá de parabéns, viu?
- O-obrigada, eu acho. - disse, com um sorriso de satisfação
- Agora cê tem que lamber pra provar leite de macho. Precisa saber o gosto que porra tem.
- L-lamber? Eu não... Tem certeza?
- Claro, putinha. Vai desperdiçar sua recompensa? Bota a mãozinha na boca e vai lambendo todo esse leite, sua cadela. - Robson falou de maneira autoritária
- T-tá bom, eu vou.
Tirei minha mão do pau dele e levei-a devagar até a boca. Comecei a lamber bem receosa, com medo do gosto não ser bom. Mas lembrei que era a minha recompensa por ter feito meu macho feliz, então chupei aquele líquido viscoso. Era cremoso, dava uma sensação gostosa na língua. Abri bem a boca e fui lambendo igual uma gatinha as costas da mão, a palma, entre os dedos. Robson me olhava com um olhar sacana, de quem tinha conquistado algo grandioso, com um aspecto perverso. Por que eu não oferecia resistência? Por que eu só obedecia sem questionar? Quando terminei de lamber tudo e engoli, ele sorriu enquanto guardava o pau no short e me olhou nos olhos. Se aproximou, ficou com o rosto bem próximo do meu e começou a acariciar meus cabelos de leve.
- Fran, agora é o seguinte. Cê vai ser minha putinha a partir de agora. Eu vou te transformar numa submissa, e cê vai fazer o que eu mandar, ok? - ele falava em sussurros, me olhando com uma expressão séria e firme
- O-ok, Robson. - foi o que consegui responder
- Primeiro de tudo: cê vai me chamar de "meu macho" a partir de hoje. Estamos entendidos?
- S-sim, meu macho.
- Boa garota. Segundo, a partir de amanhã nada de cabelos presos e roupas largas. Quero você se vestindo de forma mais provocante, pode aposentar esse tipo de roupa de rapper aí, tá bom?
- M-mas eu não poss...
Robson segurou firme meu queixo e me olhou com um olhar de desaprovação
- Não quero saber, Fran. Cê é minha puta e vai fazer o que eu mando, cê aceitou. Vai me desobedecer?
- N-não, meu macho. Eu não quis desapontá-lo. Vou fazer como você quiser sim - eu falava sem acreditar que ele tinha esse domínio sobre mim
- Ótimo. E por último, nesse primeiro momento: todo dia cê vai me punhetar aqui na escola, ok?
- T-todo dia? -falei mordendo o lábio sem querer
- Todo dia. Cê adorou que eu sei, vai virar minha punheteira diária, não vai?
- Eu... E-eu vou sim.
- Já é, Fran. Agora eu vou indo que já deu minha hora. Capricha no trabalho aí, já que agora cê tá mais familiarizada com o tema - ele riu, bem debochado - E não ouse me desobedecer, sua puta!
Robson se levantou e deu um beijinho na minha testa, de forma até carinhosa, e saiu. Eu fiquei ali, olhando pro nada, com a mão ainda melecada, a calcinha molhada e a sensação de que tinha passado de qualquer limite. Mas por que eu me sentia tão bem e realizada? Por que meu corpo estava fervendo em imaginar eu agradando o meu macho todo dia e sendo o que ele quisesse que eu fosse? Por que eu tava feliz por ter me tornado a punheteira do negão?
CONTINUA