E eu não sou mais a mesma.
Depois que saí de casa, deixando o Thiago de joelhos chorando no chão, eu me senti poderosa. Livre. Molhada de raiva e tesão ao mesmo tempo. O Enzo me mandou mensagem no mesmo dia: “Quarto reservado no mesmo hotel. Quero você aqui hoje à noite. Sem limite.”
Eu fui. Porque agora eu decido. Eu mando.
Cheguei no hotel com o coração acelerado, bucetinha já latejando só de imaginar. Enzo abriu a porta de terno, olhos famintos. Eu entrei, fechei a porta com o pé e empurrei ele contra a parede.
— Hoje eu mando, Enzo. Você pagou caro… mas eu sou a dona da buceta que você quer. Entendeu?
Ele sorriu, mas eu vi o pau dele inchar na calça. Eu tirei o vestido devagar, ficando só de calcinha preta fio-dental e sutiã rendado. Peitos empinados, mamilos duros. Desci a mão e esfreguei a bucetinha por cima do tecido, já molhada.
— Olha como tá pingando… tudo isso é seu. Mas só quando eu quiser. Agora tira a roupa e senta na cama.
Ele obedeceu. Pau grosso pulando pra fora, cabeça brilhando de baba. Eu subi no colo dele, esfregando a bucetinha quente e melada direto no pau dele, sem deixar entrar ainda.
— Sente como tá quente? Meu marido vendeu isso pra você… e agora eu tô aqui, traindo ele de novo… e adorando cada segundo.
Enzo gemeu, mãos apertando minha bunda carnuda. Eu rebolava devagar, clitóris roçando na cabeça grossa do pau dele.
— Porra, Camila… você tá tão molhada…
— Cala a boca e chupa meus peitos enquanto eu decido quando vou sentar nesse pau.
Ele obedeceu. Boca quente sugando meus mamilos, mordendo de leve. Eu gemia alto, rebolando mais forte, lubrificação escorrendo pelo pau dele inteiro. Meu conflito interno explodia: *Eu traí meu marido… destruí meu casamento… mas nunca me senti tão viva, tão desejada, tão puta e poderosa ao mesmo tempo.*
De repente meu celular vibrou. Thiago. Mensagem atrás de mensagem:
“Amor, por favor, volta pra casa. Eu te amo. Eu errei pra caralho. Me perdoa. Eu vou fazer qualquer coisa.”
Eu ri alto, mostrei o celular pro Enzo e continuei rebolando.
— Olha o corno correndo atrás. Ele tá chorando agora… enquanto eu tô aqui molhando seu pau.
Eu respondi pro Thiago na frente do Enzo, voz alta pra ele ouvir:
“Você me vendeu, Thiago. Agora eu sou puta do seu chefe. E tô adorando. Se quiser me ver, vem pro hotel. Quarto 412. Mas só olhando. Eu mando em tudo agora.”
Enzo riu. Eu levantei um pouco, posicionei a cabecinha grossa na entrada da minha bucetinha e desci devagar, centímetro por centímetro, gemendo alto:
— Ai, caralho… tá me rasgando… tão grosso… mete tudo, Enzo… me arromba enquanto meu marido lê isso!
Ele segurou minha cintura e socou pra cima. Estocada funda, brutal. Eu gritei de prazer, unhas cravando no peito dele. Comecei a quicar forte, bunda batendo nas coxas dele, barulho molhado ecoando no quarto inteiro. Buceta apertando o pau dele, lubrificação escorrendo pelas bolas.
— Isso… fode sua puta comprada… mais forte! Quero gozar com esse pau dentro de mim!
Ele metia como louco. Eu rebolava, apertava, gemia o nome dele alto. Gozei pela primeira vez em menos de cinco minutos, esguichando no pau dele, corpo tremendo inteiro, lágrimas de prazer nos olhos.
— Eu te odeio… odeio o Thiago… mas eu amo essa buceta sendo usada assim!
Ele me virou de quatro, meteu de novo, mão puxando meu cabelo. Estocadas fundas, brutas, pelve batendo na minha bunda. Eu empinava mais, rebolando contra ele:
— Mete tudo… enche minha bucetinha… quero voltar pra casa com sua porra escorrendo!
Ele gozou forte. Jatos quentes, grossos, enchendo meu útero. Eu senti cada jato, buceta pulsando, leite branco escorrendo quando ele tirou o pau. Eu me virei, limpei ele com a boca, chupando devagar, olhando nos olhos:
— Isso… prova o gosto da mulher que seu funcionário vendeu.
Dormimos grudados, suados, molhados. No meio da noite ele me acordou metendo devagar por trás. Eu gozei de novo, gemendo baixo.
No dia seguinte, Thiago apareceu no hotel. Eu abri a porta só de robe aberto, corpo marcado de chupões, bucetinha ainda inchada e brilhando.
Ele caiu de joelhos no corredor, lágrimas nos olhos, voz quebrada:
— Camila… amor da minha vida… eu errei. Eu te amo mais que tudo. Me perdoa. Eu vou largar tudo, vou te dar o mundo. Não me deixa. Eu sou um corno idiota… mas eu te amo.
Eu olhei pra ele. Meu coração apertou. Culpa, amor antigo, raiva, desejo… tudo misturado. Eu segurei o queixo dele, levantei o rosto dele:
— Levanta, Thiago. Olha pra mim. Você me vendeu. Me transformou nessa puta. E agora… eu gosto de ser assim. Eu mando. Se você quiser ficar na minha vida, vai ter que aceitar isso.
Ele chorou, beijou minha mão:
— Eu aceito. Eu te amo. Qualquer coisa.
Eu abri o robe completamente, mostrei a buceta inchada, ainda com resquícios da porra do Enzo:
— Olha o que ele fez comigo ontem à noite. Tá vendo? Eu gozei quatro vezes. E eu vou continuar. Mas você… você pode assistir. Pode limpar. Pode me amar mesmo assim. Porque agora eu decido.
Thiago tremia, pau duro na calça, lágrimas caindo. Ele beijou minha coxa, subiu devagar, língua lambendo a bucetinha melada do Enzo. Eu segurei a cabeça dele, gemendo baixo:
— Isso… lambe o que seu chefe deixou… prova o gosto dele na minha buceta… e me ama mesmo assim.
Ele lambeu tudo, devagar, chorando e gemendo. Eu gozei na boca dele, leve, enquanto olhava pro Enzo que assistia da cama, sorrindo.
Meu conflito interno ainda latejava: *Eu amo o Thiago… mas eu amo mais esse poder. Essa liberdade. Essa buceta sendo desejada por dois homens ao mesmo tempo.*
Eu segurei o cabelo do Thiago, puxei ele pra cima e beijei ele com força, provando o gosto do Enzo na boca dele:
— Você me tocou o coração hoje, corno. Mas eu mando. Eu fodo quem eu quiser. E você vai aceitar… porque você me ama.
Thiago assentiu, olhos brilhando de amor doentio, vergonha e tesão:
— Eu aceito, amor. Eu sou seu.
Eu sorri, fechei o robe e olhei pros dois homens.
— Ótimo. Agora os dois vão me foder juntos. Porque eu quero. Porque eu mando.
E ali, no quarto daquele hotel, eu me entreguei de novo. Mas dessa vez… eu estava no controle.