Uma Tímida Entregue à perversidade

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1979 palavras
Data: 03/04/2026 00:49:13

***Essa é a primeira parte da série: Uma tímida entregue à perversidade - Pela narrativa de Larissa

Antes de iniciar essa nova série, quero agradecer aos ótimos feedbancks e pelo apoio que recebi nas oito partes da série Casada Caindo em Tentação com o Primo - pela narrativa de Janaína. Atualmente, ela está no ranking dos cinquenta contos mais lidos no último mês. Bom saber que a história prendeu a atenção de muitos leitores.Lembrando que futuramente, pretendo continuar a saga de Janaína em uma outra série. Mas vamos à primeira parte desta nova série de contos.***

Meu chamo Larissa, hoje estou na casa dos quarenta anos, mas vou contar aqui, algumas situações onde me fez me considerar uma pervertida.

Sou de uma cidade do interior de São Paulo, pele branquinha, cabelos negros até o meio das costas. Desde sempre, uso óculos de grau pra enxergar de longe. Minha altura é de 1,59 sempre tive peitos grandes, quadril largo e uma bunda média, bem redondinha. Tive meu primeiro namorado, chamado Juliano, loirinho, cabelos esvoaçantes. Me sentia bem com ele. Era um rapaz que me tratava bem, me levava pra tomar sorvete, beijava bem e tivemos algumas experiências sexuais agradáveis. Porém, ele precisou ir embora da cidade, pois seus pais aceitaram uma proposta de emprego em outro estado. Eu sofri um pouco, mas segui a vida.

Eu ja estava com dezoito anos, no que chamavam de terceiro colegial, na época. Estava um ano atrasada na escola. Repeti um ano onde sofri um acidente de carro e perdi muitas disciplinas por estar afastada, apesar do atestado médico.

Era inicio dos anos 2000, não existiam redes sociais. A Internet ainda estava na idade média. Um mundo que só quem viveu sabe como era diferente de como é hoje.

Tinha algumas amigas na sala de aula, com quem conversava mais. Lembro que me sentava na segunda fileira, mais ou menos do meio pra trás. Essas minhas amigas sentavam-se na frente.

Sempre fui uma garota tímida. Não tinha malicia, nem muita iniciativa, não era aquele tipo de garota descolada, bem articulada, que se destacava pelo carisma. Acho que por isso que não ficava de conversa paralela e prestava atenção nas aulas.

Em uma aula de biologia, o professor Milton, um homem com cerca de cinquenta anos, pele avermelhada, cabelo curto, usando roupa social, anunciou que daria um trabalho em grupo. O grupo era restrito à quatro pessoas. As seis amigas que se sentavam na frente no qual eu tinha mais contato, formaram um grupo, as outras duas se juntaram a mais duas meninas que se sentavam na frente. Me vi sem grupo, e uma dessas amigas perguntou ao professor se poderia abrir uma exceção pra fazer um grupo com cinco, mas o professor foi enfático em negar.

Quando estava me levantando pra ir ao outro lado para perguntar se tinha algum grupo precisando de mais pessoas, ouvi meu nome vindo do fundo da sala:

-- Larissa! Faz com a gente. Estamos em três.

Me virei e percebi que Michel quem falou. Michel era o gatinho da sala, pele branca, alto, magro, cabelo bem cortado, deixando um topete, ajeitado com gel, um corte que era moda na época... usava um brinco de argola na orelha esquerda.

Fui até o grupo e os outros dois rapazes eram Paulo, pele parda, cabelo curto, deveria ter 1,76 de altura, um pouco mais troncudo que Michel. O outro era Leandro, um rapaz negro, bem retinto, mesma altura de Paulo, cabelo raspado, jogava futebol na escola, entao já chamava atenção pelo físico.

Michel que era o mais falador daquele grupo, iniciou a conversa:

-- Senta mais perto da gente, pra conversarmos sobre esse trabalho.

Eu assenti, e me sentei em uma carteira que estava vazia, próximo deles no fundo.

Eles não eram os Badboys da sala. Também não eram os pegadores da escola. Apesar de Michel ser muito bonito, eles eram um grupo normal, sem muito destaque aparente na personalidade de cada um deles.

Fizemos as anotações necessárias para o trabalho que o professor passou. Uma chatice enorme, mas ninguém queria bombar naquela matéria, então combinamos de no dia seguinte, irmos até a biblioteca da escola, no final da aula, para encontrar livros onde poderíamos retirar as informações pedidas pelo professor.

Eles foram bem educados comigo, não tinha muito contato com eles antes, mas me trataram bem até então.

No outro dia, tudo correu normalmente até voltarmos do intervalo. Eu me sentei perto dos três no fundo novamente, na última carteira da segunda fileira da parede. Michel estava na fileira da parede também na última carteira, Paulo estava na carteira na frente da dele e Leandro na minha frente. Assim que chegamos, o professor da aula de história, ainda não tinha chegado. Foi quando vi Michel pegar sua mochila e falar pro Paulo.

--Eu te trouxe, mas cuidado com isso, pois é do meu irmão mais velho! Se der alguma merda, eu tô perdido.

-- Fica tranquilo, só vou ver hoje e te trago amanhã.

Foi quando Michel tirou uma fita VHS de sua mochila. Na capa, tinha uma mulher morena agachada com uma pica na boca. Um pouco acima, uma ruiva de quatro fazendo uma cara de prazer, com um homem que a penetrava por trás.

Eu fiz uma expressão de espanto. Michel notou e deu um sorriso. Leandro que estava a minha frente, também viu a capa e falou:

-- Caralho, Michel! Me empresta essa porra depois, também!

Michel riu, mas ainda exibia a capa em minha direção. Eu fiquei ruborizada, mas nao conseguia desviar o olhar daquilo. Me lembrei das vezes que havia transado com meu Ex. Já tinha tempo, e senti minha buceta ficar levemente molhada. Michel entregou o VHS pro Paulo, logo que o professor apareceu entrando pela porta. Durante a aula, Michel olhou pra mim e disse:

-- Lari, você também vai querer emprestada?

Me fiz de desentendida e perguntei:

-- O que?

-- A fita,! Percebi que você gostou do que viu!

Leandro e Paulo viraram pra tras e deram um sorrisinho. Eu morri de vergonha, mas respondi:

-- Que nada, só levei um susto quando vi essa capa.

-- Se assustou,mas gostou! Fala a verdade...

Disse Leandro ainda virado pra trás.

-- Ai meninos, parem com essa besteira, vai.

O professor nos deu uma chamada de atenção pela conversa e fui salva.

A aula terminou e conforme combinado, nós quatro saímos juntos da sala de aula para irmos até a biblioteca. Notei uns olhares intimistas, mas até entao, a conversa era cordial. Ficávamos no segundo andar e a biblioteca, ficava no outro prédio, que precisávamos atravessar o estacionamento para chegarmos nele. Entramos no prédio onde ficava a sede administrativa, a diretoria e a biblioteca. Nos identificamos na recepção, falamos que precisávamos dos livros com o assunto solicitado pelo professor Milton e a bibliotecária idosa falou:

-- Os livros relacionados a este assunto, ficam no corredor C, estão entre os livros de genética e biologia.

Só vou fazer uma nova ressalva, que estávamos no início dos anos 2000, nao existiam câmeras de segurança na biblioteca, nem existiam celulares, tampouco acesso à pornografia tão fácil quanto é hoje em dia.

Alguma coisa estava mexendo comigo. Nessa idade, nossos hormônios estão ã flor da pele... Aquelas fotos na capa do VHS, com uma mulher chupando um belo cacete e outra sendo penetrada, mexeram com a minha libido.

Mesmo assim, fui com os três, até o corredor C, indicado pela bibliotecária.

Tinham poucas pessoas nos corredores, porém, no nosso, nao havia ninguém. Nos dividimos para encontrarmos os livros necessários pro trabalho e Paulo, que estava um pouco afastado, falou:

-- Acho que encontrei o primeiro.

Fui até ele, e os outros dois também caminharam em sua direção. Ele estava de fato com o livro na mão, mas falou:

-- Larissa, quer ver de novo?

-- Ver o que?

-- A fita!

--Para con isso, moleque!

Leandro e Michel sorriram. Ele sem a minha permissão, tirou a fita da mochila de novo e vi novamente a capa do VHS. Fiz uma expressão de desejo, que me entregou pros três.

Apesar da ousadia, eles eram cuidadosos. Mas Leandro avançou o sinal.

-- Larissa, quer ver de perto?

Pude notar pela calça azul marinho do uniforme da escola que usávamos, que os três estavam eretos. Entao respondi, tentando desconversar:

-- Meninos, parem com isso!! Vamos continuar procurando os outros livros. Cada um pode levar um rapaz casa.

Foi quando Michel disse:

-- Nós voltamos a procurar, mas só se você deixar a gente te mostrar!

Meu corpo sentiu um arrepio por conpleto. Poderia mandar os três pra puta que pariu, falar na direção da escola o que aqueles três caras estavam insinuando, mas eu queria ver, e com o desejo pulsando, não resisti: e falei, fingindo não gostar...

-- Caramba, gente... tá bom...

Os três fizeram uma expressão de felicidade. No final do corredor, eles tiraram suas jebas pra fora, sem abaixar a calça, segurando até mostrar o saco. Os três estavam eretos. Apesar de termos as mesmas idades, as três rolas já eram bem desenvolvidas. Eles seguravam a calça com uma mao e massageavam com a outra... fiquei hipnotizada vendo aqueles três membros na minha frente, mas com medo de aparecer alguém, consegui falar:

-- Chega, meninos. Já mostraram! Agora vamos voltar a procurar os livros.

Leandro respondeu:

-- Só dá uma pegadinha neles, aí a gente para.

Eu já estava em êxtase, morrendo de vergonha ao mesmo tempo... mas não resisti... apenas assenti com a cabeça.

Michel estava mais perto, entao segurei o dele primeiro, fechando a mão... e ele falou:

-- Dá uma massageada rápida.

Puxei um pouco pra frente, sem muito jeito.

Do outro lado veio Paulo, que pegou na minha mao e levou até seu pau grosso. Fiz os mesmos movimentos, os dois faziam expressão de prazer. Foi quando Leandro falou:

-- É minha vez!

Afastou Michel que colocou seu pau pra dentro e pegou em minha mao e levou até seu membro negro e massivo.

Acho que durou uns dois minutos, estava adorando sentir aquelas pirocas duras na minha mão. Eles soltavam gemidos de prazer. Mas mesmo cheia de tesão, respirei fundo e falei:

-- Chega disso!! Agora vamos encontrar os outros livros!!

Tirei a mao daqueles cacetes e eles concordaram, um pouco contrariados.

Mesmo respeitando a minha iniciativa, enquanto procurávamos os livros, os três vieram atrás de mim, Rente as prateleiras dos livros, Leandro segurou meu peito direito... Vendo que nao o impedi, Paulo segurou o esquerdo e começou a massagear, por cima da camiseta.

Michel vendo a cena, posicionou seu corpo atrás de mim e iniciou uma encoxada na minha bunda, por cima da calça do uniforme, me segurando por tras pela cintura. Naquele momento, tinha meus peitos sendo massageados e um pau duro encoxando minha bunda desesperadamente.

Eu deixei eles me tocarem daquele jeito, até quando tentaram avançar o sinal e pegar por dentro da camiseta, Aí consegui me desvincilhar, e mesmo cheia de tesão e com a buceta molhada, falei:

-- Chega disso, meninos! Senao vou na diretoria reclamar.

Como disse antes, eles nao eram badboys, e aceitaram. Ficaram até com medo da ameaça.

Finalmente encontramos os livros e cada um levou o seu. Antes de irmos embora, Michel falou:

-- Amanhã a gente combina onde e como fazer esse trabalho. Por enquanto cada um tenta encontrar o assunto que o professor passou.

Fui pra casa, meus pai estava no trabalho, minha mae me falou que era pra eu ir pro banho, que o almoço já estava quase pronto.

Foi o que fiz. Tirei meu uniforme, e assim que baixei a calcinha, notei o quão molhada ela estava.

Debaixo do chuveiro, comecei a me tocar, lembrando daqueles três pintos na minha mão.

Meu tesão estava tão intenso que atingi o orgasmo rapidamente!! Que gozada deliciosa...

*** E essa foi a primeira parte da série Uma tímida entregue à perversidade - Com a Narrativa de Larissa.

Espero que tenham gostado.

Tentarei postar a segunda parte em breve.***

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Foto de perfil genéricaMatildenseContos: 9Seguidores: 31Seguindo: 57Mensagem Depois de muito tempo lendo contos por aqui, resolvi começar a escrever. As séries serão baseadas em acontecimentos reais, os nomes de pessoas e lugares obviamente serão trocados. Como sempre preferi ler contos com a narrativa feminina, farei a escrita desta forma. Vou escrevendo aos poucos e espero que apreciem sem moderação.

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