Tendências – Cap 1 - Arrisque!

Da série Tendencias
Um conto erótico de Cigana CD
Categoria: Crossdresser
Contém 2891 palavras
Data: 20/03/2026 01:11:53

Tendências – Cap 1 - Arrisque!

Feminização, Menino para Menina, Transição, Crossdresser,

Este episódio ocorreu a algum tempo, não há uso de material ilícito, nem apologias a uso de violência/drogas/pedofilia. Conta a história de Amanda, muito antes dela saber que seria Amanda.

Já era corriqueiro, sempre que minha mãe e eu íamos aos encontros familiares, com tios, tias, primos e primas a tradição mandava, adultos de um lado da casa em suas conversas chatas e falsas e as crianças em outro lado, divertindo-se ou era assim que pensavam os adultos, pois mesmo crianças havia uma idade bem diferente, entre 15 e 17 anos.

As brincadeiras eram sempre divertidas, por vezes brincávamos de pega ladrão, pé na lata, detetive. Outras vezes íamos na vibe esporte, caçada, um vôlei, controle, algumas vezes sem bola, era futebol de botão, tampinhas. Quando estava chovendo ou muito frio, eram jogos de baralho, tabuleiros e o mais clássico dos clássicos STOP.

Os jogos não tinham maldade, eram apenas diversão, mas o problema não estava em jogar, mas sim nas inúmeras vezes de como se dividiam os grupos, ou de qual jogo um ou outro podia ou não podia participar.

Bonecas não eram mais tão atrativas, pros meninos o Falcon, Comando em ação ou qualquer outro brinquedo como carros etc já eram coisas para nós de Crianças, ou seja, éramos o limbo entre ser criança e ser adulto, excluídos por uma classe mais velha, excluindo a classe mais nova.

E aqui começa sutilmente como eu me via, como todos meus primos e primas me viam.

Mamãe era a mais independente de todos os filhos de vovó, a primeira a trabalhar, a primeira a casar, a primeira a se divorciar, só não fui o primeiro neto por mamãe não achar o momento certo, um misto de trabalho e alguns ajustes conjugais.

Papai, tanto quanto ela, eram muito focados no trabalho, até mesmo em casa, ele chegava e já ia resolver algo na casa recém comprada e precisando de reparos e mamãe com os naturais afazeres domésticos, além de alguns outros trazidos do trabalho, quer por ela quer por papai, que mamãe sempre ajudava, ela era 5 anos mais velha que ele, nesse ponto muito mais madura.

Vovó, segundo mamãe certa vez falou, falava, que era preciso ela ter um criança para que alguns problemas do casamento fossem resolvidos, mamãe sempre achava um erro tentar resolver algo que não estava legal, o casamento, com uma gravidez. Mas o tempo foi passando e segundo ela, por um descuido, eu fui produzido, não foi planejado, mas foi uma alegria para mamãe e papai.

Bastou 1 ano e segundo ela começou tudo novamente, desta vez, com um agravante, papai me usava como desculpas para atacar mamãe, desde o você só dá atenção a ele, não sou mais uma prioridade pra você, ser mãe te tornou amarga ou seja, a realidade é que casamento falido, não se resolve e foi isso que acabou por acontecer, no aniversário de 3 anos, segundo relatos de mamãe, papai nos deu de presente a separação, vinda da descoberta de uma amante, uma prima de mamãe, o que afetou a nossa família e parte da família de vovó, pois já era conhecido a fama desta prima dela, papai não foi o primeiro e tempos depois houveram outros o que ajudou no final das contas, tirar a culpa de mamãe, pois quase toda família, ficou ao lado desta biscate de prima.

Dali em diante, éramos eu e mamãe, uma irmã dela e suas 2 filhas, uma mais nova e outra mais velha que eu, e vovó, viúva já antes de mamãe casar.

Os outros 12 primos e primas meus, ficaram no inicio ao lado de papai e a prima, pois pela característica ainda era da família, deixou de ser quando essa prima acabou com ele, em todos os sentidos, separou-se, retirou tudo que ele tinha, deixou ele na sarjeta resultando em seu fim trágico pela depressão. Fato horrível, mas que fez a nova reviravolta nos laços frágeis familiares.

Na ocasião já haviam se passado uma década, ou seja muito tempo sozinhos e a volta da família não foi assim tão impactante, o que foi impactante é que pelas características da educação de mamãe e minhas primas, eu tinha uma educação muito mais suave, era o mais educado, o mais prestativo, era quem mantinha a casa enquanto mamãe se desdobrava no trabalho.

Conquistamos tudo, casa, carro, infra estrutura digna, não nos faltava nada. Eu sempre tinha tudo que pedia, não imediatamente, mas mamãe dosava atender e valorizar o que eu ganhava, isso me moldou a lutar porque desejava, reconhecendo sempre a luta de mamãe em tudo.

Para os primos afastados, eu era “delicado”, “mimado” ... para minhas duas primas eu era esforçado e gentil.

Não sabiam que na verdade eu estava triste por não me sentir como gostaria, eu já tinha vontades e me via deslocado do que eu demonstrava ser.

Mamãe antecedendo os meus 15 anos, sentou-se comigo e perguntou.

- Filho, coincide de você estar próximo aos 15 anos e eu na empresa, já cheguei ao topo de onde poderia chegar, tudo isso graças ao nosso esforço, você me ajudando em tudo sem nunca reclamar e eu me esforçando ao máximo para sempre subir na empresa.

- Sim mamãe, acho que era o que um filho sempre deveria fazer, né?

-- Olha, é o que eu mais me orgulho, você já poderia viver tranquilamente sozinho, falando nisso tenho algumas perguntas que vejo ser o momento.

Ela fez a cara exata de quando tínhamos algo grave a resolver, isso me assustou, pois pela minha cabeça, eu tinha sido pego fazendo algo errado, ou ela percebeu algo errado, na minha cabeça eu seria punido ou repreendido por algo, isso fez eu ficar branco e trêmulo.

- Calma, filho, é o seguinte. Eu vou montar a minha empresa, chegou o momento de fazer o que mais gosto, mas fazer para mim, creio que podemos juntos tocar uma loja de venda de cosméticos, trabalhando tanto tempo na indústria, tenho toda a experiência, contatos e sei exatamente o que falta no mercado e como podemos nos encaixar, já vi a questão financeira e meu FGTS, dá e sobra para montar a loja e ainda temos 1 ano de reservas, tempo que acho suficiente para nosso negócio engrenar.

-- Nossa mamãe, eu não entendo onde eu entraria nisso, mas se acha que é o caminho, a senhora sempre falava disso nas conversas de adultos, então no que eu puder eu ajudo.

- Tá, mas o outro assunto é você?

Seguido de um silêncio e erguida de sobrancelha.

-- Ai mãe , tá me assustando.

-- Calma, você fará 15 anos, é o momento de escolhas e caminhos, ensino médio e universidade, falta 3 anos mas é o momento de alinharmos seu futuro, mas voltamos aos dias de hoje, o que você gostaria de ganhar nos 15 anos, uma festa, um presente especial, diga-me que serei sua “Mãedrinha”.

O tom da conversa parecia que ela estava me testando, ao mesmo tempo que lia a minha alma. Sabia que festa era coisa de debutantes de 15 anos, meninos sabem disso, vendo meus primos era algo tipo ir pra zona, mudar cabelo mais radical, barba por crescer, mudar quarto para adolescente e lógico pensar aonde fazer ensino médio.

-- Não sei mamãe, festas, nem me cabe, presentes eu já tenho tudo que sempre te pedi e você deu na medida do possível e quando achava válido.

-- Sim, mas você não tem nenhum desejo, algo diferente, algo que pensa, sonha, vamos fazer o seguinte, te darei 1 semana, ai voltamos a conversar. Mas pense, é algo para você, não importa o que seja, vamos tentar realizar, pense nisso.

Bom, ela logo me deu um beijo na testa, sussurrou “arrisque” no ouvido e saiu cantarolando.

Parece que mamãe queria me dizer algo, ou que eu dissesse algo, já fazia algum tempo, mas comecei a relembrar de algo do passado, não tão distante. Ela saiu e fui no quarto deitei e de olhos fechados relembrei o que tentava esconder de minhas memórias.

Tendências – Cap 2 - Brincadeira marcante!

Feminização, Menino para Menina, Transição, Crossdresser,

Eu fiquei ali deitado, revendo meus últimos 10 meses, quando em uma brincadeira com minhas primas, elas me maquiaram, estávamos brincando de salão, em todas as outras vezes eu era o cliente que cortava o cabelo, brincávamos de fazer a barba e eu às vezes era o cabeleireiro delas, mas nessa ocasião, elas pediram para brincar de verdade com o kit que minha tia tinha dado a elas, e eu inocente fui.

Lembro-me que a prima mais velha Natália era quem atendia as duas clientes, eu e Lorena, certo momento havíamos já lavado o cabelo, quando secamos Natalia perguntou.

- Primo, podemos brincar hoje um pouco diferente, eu queria treinar maquiagem, pode ser?

-- Tá bom, eu fico sentado vendo, depois dou uma nota, pode ser?

- Na verdade queria maquiar você e Lorena, veja se eu conseguir te transformar em uma menina, é sinal que eu estou no caminho certo da maquiagem, por favor.

-- Ei, me transforme em menina, eu sou menino, você sabe, não é por que nossos primos me zoam, que você vai agora me zoar, puxa vida.

-- Não, por favor, não é isso, é que você é um menino, e eu li que se conseguimos, pela maquiagem, mudar a feição de menino em menina é sinal que a pessoa é profissional, e eu adoraria esse desafio, a Lorena é por um batom e ela já fica princesa, já você é bem mais complicado, vai deixa.

-- Tá, mas isso sai rápido, nossas mães logo nos chamaram pra jantar, e não quero complicações hein.

- Sim é tudo lavável, e tem um creme que passa e remove com um lenço, olhe aqui.

-- Demaquilante, deixa eu ler.

Eu li e vi que ele era para isso, então vi que era só uma brincadeira, minha prima sempre foi legal comigo, muitas vezes brincamos do que eu escolhia e ela dizia que aceitava pois eu não tinha com quem brincar, e eu tinha isso em mente.

Assim sentamos na beirada da cama, e minha prima pegou Lorena e colocou logo em seguida sentada na penteadeira e foi maquiando, ao mesmo tempo que explicava para ela cada produto, pois em breve ela seria quem se maquiar sozinha, disse que minha tia fez assim com ela, por isso ela tinha alguma prática.

Realmente, um lápis, que eu ouvi ela falando, um batom, gloss e pronto minha prima já tinha ficado uns 3 anos mais velha, e confesso muito linda por sinal.

-- Agora é você primo, você viu eu falando com Lorena, então pra ficar menos constrangedor, de eu maquiar um menino, que tal você escolher um nome feminino e eu te chamo por ele, assim acho que você não se constrange entre imagem e pessoa?

-- Mas precisa isso?

- Olha, eu acho que você se sentirá melhor?

- Tá então, deixa eu ver, Karine, pronto me chame de Karine.

--- Hummm é algum crush seu, achei lindo o nome.

-- Derr, sei lá me veio esse nome, quer saber, esquece, vou ficar só olhando.

--- Ah não, eu já estou maquiada, não quero ficar sozinha, KARINE, senta aí e vamos brincar. Disse Lorena pela primeira vez de forma austera, valendo-se de seus 3 anos a mais resultado da maquiagem.

- Tá bom, desculpe, mas por favor, seja rápido.

-- Tá bom, senta aí.

E ela começou, diferente de minha prima ela passou uma pasta, em 5 pontos depois foi esfregando, disse que era uma base, aí foi mudando os produtos, entre pincéis, um que parecia aqueles de fazer espuma de barba, as sem a espuma, usou umas esponjas, e até então o que mudou foi que minha cara saiu as imperfeições e ficou parecendo uma pele de porcelana, bem próxima da dela.

-- Pronto, vamos brincar e aí tiramos. Eu disse.

-- Ei, nem comecei, eu tive um trabalho pra deixar sua pele aceitável, espere, teu cabelo tá me atrapalhando , vamos prender.

Nisso ela foi por uma tiara e eu esbravejei, ai ela falou em por um rabo de cavalo e presilhas e quer saber a tiara era o menos feminino, já tinha visto na escola um moleques mais velhos usando então revi e deixei.

Com a tiara, ela pode mexer mais na testa e foi com um lápis no olho, me assustei e ela falou que ia fazer igual Lorena e eu deixei, ali eu vi uma disputa em ficar mais bonita que Lorena, que era linda por sinal, eu era o patinho feio.

Ela passou algumas coisas que não passou na Lorena, mas ela me virou, do espelho, dizendo que o reflexo estava atrapalhando e assim não estava mais vendo.

Passou uma escova pequena nos cilhos, disse que era pra limpar e aumentar os fios, que não entendi, mas sempre falava meu nome feminino e pronomes femininos que eu ia respondendo as perguntas, ou apenas dizia, sim, entendi, ou repetia a fala dela dizendo pra que servia, era engraçado.

Depois voltou ao olhos e senti mexendo mais ao lado do olho, veio com um estojo de cores mais vibrantes e vi que passou algo na bochecha, uns riscos no nariz e por fim veio com o batom, mas diferente de Lorena, ela passou um lápis, achei estranho e ia levantar e ela disse.

- Calma Karine, não terminei, apenas fiz o contorno, agora que vem o batom.

Nisso ao invés de batom ela veio com um frasco comprido, mexeu girou e tirou um pincel como se fosse aqueles de esmaltes e foi passando, eu notava que era cheiroso, sentia ele nos lábios e um pouco acima e abaixo, no final ela usou um mini ventilador e logo após expirar algo foi secando.

Assim que terminou, falou.

-- Karine do céu, você esta linda menina.

Disse isso, me pegando pela mão e me girando para me olhar no espelho da penteadeira, ao mesmo tempo que puxou minha prima pro meu lado.

Era incrível, havia ali duas adolescentes com seus 17 ou 19 anos, eu não acreditava, do pescoço para cima, eu era linda, do pescoço para baixo era muito estranho, grotesco, minha prima Lorena logo falou.

-- Nossa, você está linda Karine, olha, jamais imaginaria você assim, lógico que as roupas quebram o encanto”.

- Verdade, pareço um monstro assim, eu disse tentando me virar de lado e esconder minha roupa, o que fez minha prima NATALIA dar um grito.

-- Já sei, vamos terminar o visual.

-- Mas você já passou tudo, não tem o que fazer mais Natália.

Ela falou, esperem aqui as duas, volto já, não saiam daí.

Ela fechou a porta e ficamos eu e Lorena nos admirando, sentamos na cama e ficamos de mãos dadas , ela mais falando e eu apenas ouvindo, me elogiava, falava que eu estava linda e eu fui ficando mais mole, mais solta e confesso gostando dos elogios, afinal eu me sentia melhor assim.

Natália entrou, e já foi tirando uma foto, que nos assustou e sem eu aceitar abriu rapidamente seu lado do guarda roupa, retirou dois vestidos e jogou na cama.

-- EU vou sair, se troquem, 5 minutos e já volto.

Nem deu tempo de eu argumentar, Lorena rapidamente ficou de sutiã e calicnha e colocou o vestido na minha frente, eu fiquei vermelho de vergonha, ai ela me olhou e falou.

-- Eu NÃO SEI VOCÊ, mas já chegamos aqui, que tal tentar o vestido.

-- Mas não é certo, meninos não vestem vestido.

-- Sério, olhe seu rosto, você vê um menino, se colocar o vestido, verá que é uma menina, logo meninas vestem vestido, por favor.

Eu fui e meio no íntimo com medo mas gostando, coloquei parte do vestido, o meu era de fechar atrás, aí quando Lorena foi fechar, falou, olhando pro espelho.

-- Karine, vai ficar feio sem o enchimento do sutiã, por favor, vamos colocar, eu pego um meu antigo com enchimento, verá que ficará linda, e tem outra coisa, sua cueca vai marcar o vestido, veja em mim, como a calcinha fica mais suave e deixa o vestido mais lindo.

Sem eu poder reagir ela pegou a máquina e tirou a segunda foto.

Realmente, eu pareceria um menino de vestido, sem peito, de cueca, na minha mente tirar os traços de menino iriam evitar esse choque, eu fiz que sim com a cabeça e ela me deu uma calcinha dela que combinava com o sutiã de bojo, segundo ela me disse, era uma calcinha parecida com a dela, nada pequena, mas marcava a poupa da bunda.

-- Tá, olhe pra lá, só vire quando eu falar.

Tirei a cueca, dobrei junto com minha roupa, escondendo ela e pus a calcinha, ao subir foi me dando uma sensação diferente, gostosa e inesquecível, no sutiã, pelos gemidos, resmungos e bocejos, não tive escolha.

-- Lorena me ajuda aqui em cima, pode virar.

Ela rindo, mas não ofensivamente, me ajudou, ajustou o tamanho, apertou meus seios, reajustou, fechou e aí fechou o vestido.

-- Pronto, ponha essa meia e esse sapatinho, e vamos chamar Natalia.

Bom, o que era um sapato feminino para quem estava 100% já menina. Lorena tirou uma foto nossa com a máquina usando o espelho, depois eu tirei uma foto dela e ela tirou mais uma foto minha. Terminamos e gritamos o nome de Natália.

O que aconteceu depois foi um choque, pelo jeito que gritamos, quem apareceu foi minha mãe e tia, e segundos depois Natália.

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