S&M: Leilão

Um conto erótico de Yumi Submissa
Categoria: Heterossexual
Contém 2008 palavras
Data: 19/03/2026 20:47:50

Um a um os senhores de escravos foram voltando às suas mesas enquanto nós permanecíamos de joelhos no chão. Confesso que não tinha graça nenhuma ficar ali de joelhos, sem saber o que aconteceria a seguir. O palco à nossa frente havia sido limpo e um "podium" foi colocado no meio. As jaulas que tínhamos visto no hall de entrada tinham sido carregadas até o local e haviam sido empilhadas. Em seus interiores, seres humanos que por algum desvio psíquico achavam bom ser tratados feito mercadoria, feito escravos, trancafiados numa jaula.

Eu ainda não sabia, mas haveria um leilão, onde aqueles seres enjaulados trocariam de mãos e iriam para o controle de pessoas das quais nada sabiam. E entregariam suas vidas a essas pessoas, para fazerem com elas o que bem quisessem. Isso é uma coisa muito maluca quando você para para pensar. Ok, eu também era uma escrava, mas conhecia meus feitores. Não aceitaria ser vendida assim, sem saber para onde iria.

-Vai haver um leilão de escravos, Yumi - disse minha tia Saori - Esses escravos enjaulados vão trocar de donos e em nada poderão opinar.

Eu tinha muito o que perguntar, mas não podia. Lembra que ela me instruiu, quando chegamos ao evento, que eu não devia perguntar nada, mas que ela me informaria o essencial?

Olhei aquelas pessoas assustadas dentro das jaulas, como se fossem animais sendo levados para ser vendidos numa feira. Será que estavam assustados mesmos ou suas expressões compunham o "cosplay"? Em alguns notei um tom de excitação. Pareciam ter medo, mas também pareciam gostar de sentir o que sentiam. De repente vi em uma das jaulas uma garota que estava ao lado de uma mesa, perto de mim, até pouco tempo atrás. Ela era uma das mais assustadas. Olhei para o lugar onde ela esteve até pouco tempo antes, o lugar agora vazio. Eu tinha visto quando dois homens sussurraram alguma coisa pra ela e ela se levantou, acompanhando-os. Na hora não dei muita atenção. Mas pensando bem, ela talvez tenha sido surpreendida com sua colocação à venda.

De repente me ocorreu um medo terrível... E se eu fosse ser vendida? Eu não tinha sido informada de nada desde que cheguei, e assim, se eu fosse ser vendida também não estaria sabendo. A tensão tomou conta do meu ser. A primeira jaula foi aberta e uma mulher que devia ter entre quarenta ou quarenta e cinco anos foi levada até o pódium. Ela estava de calcinha, sutiã, amordaçada e algemada.

Suas mãos foram soltas e ela recebeu ordens de andar no palco, como se fosse uma modelo desfilando, mas claramente ela não levava jeito ou talvez estivesse muito nervosa. Um chicote cortou o ar e ela foi atingida nas nádegas dando um grito bem alto apesar da mordaça e tentou andar de jeito mais sensual. Ela foi conduzida ao pódio e subiu nele, quando pude ver que ela chorava. Um estilete foi usado e cortou as alças do seu sutiã fazendo seus peitos caírem pesadamente. Eram peitos bem grandes e, na minha opinião, bonitos, e que estavam seguros pelo sutiã. Em seguida sua calcinha foi cortada e jogada fora. Ela recebeu algumas ordens como "abra os braços", "gire", "abras as pernas", "vire de costas"

Em seguida começaram os lances. Ao final ela foi vendida por uns 5 mil reais, mais ou menos.Ela foi descida do palco e se posicionou ao lado da mesa de seu comprador, de joelhos, mãos às costas. Ao todo foram leiloados dez escravos, apenas dois homens e o restante eram mulheres. Um dos homens era nitidamente afeminado e o outro, pelo contrário, parecia muito másculo. Um rapaz de físico bastante privilegiado, que foi comprado por uma dominadora. Tentei imaginar que planos ela teria pra ele e no dia seguinte, quando Saori me contou, fiquei com dó do rapaz. Ela disse que a mulher que o comprou era bastante cruel e que raramente usava seus escravos como machos. Que o mais provável é que o rapaz másculo fosse feminilizado pouco a pouco, convencido psicologicamente e enrabado por consolos e outros homens, forçado a usar maquiagem e roupas femininas. Ela gostava de feminilizar rapazes e sempre adquiria escravos musculosos para esse fim.

A última venda, e a mais cara da noite, foi de uma mulher que devia ter pouco mais de 20 anos, muito bonita, de coxas grossas, típica frequentadora de academia, cujo preço alcançou uns 20 mil reais.

Estou simplificando para não tornar o texto maçante, mas a venda envolvia prazos de posse, liberdade relativa, tempo de disponibilidade diária conforme os contratos de cada um. Quem comprava já tinha lido a ficha completa e os termos antes de fazer seus lances. Assim, um preço maior não significava necessariamente que um escravo era melhor ou pior, mas que talvez os termos de sua posse fossem do agrado de quem comprava, como por exemplo, disponibilidade integral, enquanto que outro escravo tinha que ter horários livres para ir a faculdade ou para trabalhar. Enfim, era um grande cosplay de escravidão, uma brincadeira de adultos bem resolvidos e que a qualquer momento ou pela vontade de um deles, podia parar.

Após o leilão as performances continuaram. Algumas bem brutas, que não me agradavam (sou meio baunilha rsrsr), Houve uma de um mestre de shibari bastante jovem, com duas escravas, as quais ele amarrava, pendurava, dava surra de tapas nas nádegas, nas faces, nos seios, e fodia, fodia muito. Fodia a boca delas, o cu, a buceta. Foi uma das performances mais excitantes da noite na minha opinião. Os três eram jovens, bonitos e "fotogênicos".

Se fosse contar tudo que aconteceu nessa noite, ia ficar uma meia dúzia de capítulos só falando dela, por isso seguirei adiante.

Em certo momento, meus senhores Roger e Saori decidiram que era hora de ir embora e saímos. Saori me ordenou para andar de quatro e me senti incomodadinha, mas foi só até chegarmos no corredor de saída. Ela mandou que eu me levantasse e Roger inspecionou minha buceta com seus dedos, pra ver se eu estava excitada. Encontrou-a toda babadinha e dei um gemidinho sacana no contato dos dedos dele. Eu estava doida pra ser usada. Tudo que tinha visto naquela noite tinha me deixado a mil e já tinha chegado naquele evento a mil. Abrí ligeiramente as pernas para facilitar pra ele e até mexi um pouco a cintura me esfregando em seus dedos, me oferecendo pra ele. Minha tia notou e ele também. Quando retirou seus dedos achei que ele ia dar para eu limpar, mas deu para minha tia, que estranhou a atitude e demorou um pouco para lamber os dedos, mas aceitou sua posição de subalterna a ele. Caminhamos para fora, mas nos dirigimos para a direção oposta aonde tínhamos deixado o carro. Roger tinha reservado um chalé para passarmos a noite. Era um chalé, obviamente, temático. Logo que entramos parei para contemplar as paredes, com argolas, chicotes, peças de imobilização e roldanas com cordas no teto para pendurar escravos, além de peças decorativas como cavaletes de imobilização e uma gaiola similar àquela em que os escravos tinham ficados presos antes do leilão.

Roger segurou meu pescoço e me fez ajoelhar, pondo minha cara no chão. Imediatamente empinei a bunda e distanciei os joelhos, como uma escrava deve fazer para agradar seu amo. Ele ordenou que Saori ficasse nua e em seguida segurou em minha ancas e meteu com muita vontade na minha bucetinha. Eu gritei muito alto, de tanta satisfação. Ele estava louco de tesão e começou a meter com muita gana. Tanta que às vezes cutucava fundo na entrada do meu útero e doía bastante. Mas nem por isso eu queria que parasse. Ele estava me alargando pra valer e gozei feito uma vadia logo no começo. Continuei gozando a cada um ou dois minutos.

-Japonesa safada! - ele falava as vezes e continuava metendo. Todo meu sofrimento durante o dia valia a pena naquela hora, principalmente porque logo em seguida ele emendou um "japonesa safada da buceta apertada" e me enchi de orgulho, esguichando gozo,. Gozo mesmo, não mijo como nesses vídeos de internet. Estava muito excitada e quando olhei para o lado vi que minha tia já tinha se despido e olhava, estupefata, o quão empolgado o Roger estava.

-Vem cá , Saori! - ele gritou - deita embaixo dela e lambe a buceta dessa cadelinha!

Saori não gostou. Deu pra notar. Mas obedeceu. Entrou com dificuldade mas não alcançava para me chupar,

Então, ele parou de meter e me mandou sentar na cara dela.

-Vai Yumi! Esfrega buceta na cara dessa outra vadia.

Eu obedeci e obedeci empolgada. Era a primeira vez que eu estava sendo tratada numa posição hierárquica superior a Saori e adorei a sensação. Pus minha bucetinha recém arrombada e toda abertinha em cima do nariz e boca dela e a sufoquei. Pensei em falar "chupa minha buça, sua vadia" mas me controlei e acho que foi bom. Saori me lambia e sorvia meus sucos vaginais. Roger não tinha ejaculado e lamentei por isso, pois adoraria estar escorrendo porra para a boca dela. Eu estava muito empolgada, esfregando com força e velocidade a minha buceta na cara da Saori, totalmente controlada pelo tesão imenso que eu sentia quando o Roger segurou no meu cabelo e me fez levantar. Em seguida segurou meu pulso e algemou com uma algema curta, retirando a outra que tinha correntinha longa. Vi que seu pau estava pleno, cheio de veias e pulsando. Tentei imaginar o que ele faria agora.... me enrabaria? Adoraria! Me açoitaria? ótimo! Foderia minha boca? Qualquer coisa vindo dele me agradaria. Menos o que ele fez. Ele me levou até a gaiola de um metro cúbico no meio da sala e me empurrou pra dentro. Mal me cabia lá dentro e em seguida ele fechou a porta e trancou um cadeado. Não há palavras para descrever minha decepção naquele momento.

Saori continuava deitada no chão, onde eu esfregara a buceta em sua cara e ele a ajudou a se levantar para em seguida a empurrar na cama, com a barriga na cama e pés no assoalho do chalé. Se abaixou sobre ela e se encaixou profundamente em sua buceta, exatamente como tinha feito comigo, e começou a bombar com tanta força que fazia barulho dele batendo na bunda dela e os pés da cama rangendo no chão. Saori gritava e incentivava, se sentindo desejada e, principalmente, sentindo um prazer enorme na buceta, como eu tinha sentido até pouco tempo atrás. Eu olhava invejando. Queria ser eu lá. Queria ser só eu e ele para não ter ficado de lado. Fodia com jeito e com força e Saori gritava, gemia, se contraia. Ele parou por um momento e eu sabia o que ia acontecer. Ele ia sodomizá-la. Ela também sabia e já foi logo abrindo as bandas da bunda para recebê-lo. Ele empurrou devagar e foi alargando o cuzinho indo cada vez mais fundo. Depois começou a ir e voltar, primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Eu quis tocar minha rachinha e me masturbar mas, algemada, não alcançava. Sentia meu tesão de voyer crescendo, sem poder participar.

Ele parou e Saori imediatamente se colocou de joelho, se oferecendo para chupar. De fato, deu umas mamadas, mas em seguida vieram para perto da jaula. Ele apontou a rola e ela a masturbou, fazendo esguinchar sua porra em mim, no meu rosto e corpo. Fiquei toda suja de porra. Em seguida, jogaram um edredom em cima da jaula e foram pra cama. Não demoraram a estar fudendo de novo, mas agora eu já não podia ver nada, na escuridão da minha jaula coberta por um edredom. E me pus a pensar porque me sujeitava a isso... Podia estar em casa, com meu namorado, dando pra ele, sendo fodida na boca, na bundinha, na minha bucetinha. Recebendo oral dele... Mas estava ali, presa numa jaula de um metro cúbico,, coberta por uma manta grossa, completamente no escuro, ouvindo meus algozes se amarem e se divertirem...

Continua

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Comentários

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Realmente Yumi é verdade... até agora vc não teve prazer e vantagem nenhuma com o Roger. Saori pode ser submissa, mas recebe muito mais prazer numa noite do que vc desde o início da história. Eu me desligaria e procuraria meu namorado e dava um foda-se bem grande para os dois.

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Pois é...essa é a pergunta....pq???

Será que o seu namorado se tivesse possibilidade não te foderia tão bem como o Roger??? Será que era isso que ele temia qd fazia de tudo para ter separar do seu namorado???

Foi curta história hj!!! Infelizmente...

Sinceramente eu não curto muito esse BDSM mais pesado e sinceramente esse tipo de coisa, leilões e etc, me causa um sentimento muito ruim...será que é apenas cosplay mesmo??? E se for...não é de extremo mal gosto pq a gente sabe o que existe no mundo...trafico humano, sequestro e prostituição infantil forçada e etc...só ver as notícias do piloto de avião preso...

Sinceramente isso depois contra um mundo e um estilo de vida magnífico e que é visto de forma torta por causa de "brincadeiras" como está.

Não estou te culpando e nem querendo ser mais moralista do que sou...e muito menos estraga prazer...estou apenas dando minha impressão...

P mim toda a brincadeira do começo e etc, que realmente era excitante começou a ficar muito além do deveria ser...aquele episódio deles te batendo e te marcando, vc chorando e depois ele dando o pau p vc chupar como consolo...e vc sabendo que eles sabiam que vc queria ver seu namorado e tudo que significava.... sinceramente p mim a partir dai já ficou mais do que eu acho justo p vc!!! E, sinceramente, nunca achei que eles se importam com vc, e é triste apenas....pq uma das pessoas é sua tia...mas...quem sou o julgar...se vc estava ou está feliz com isso...quem sou eu p falar alguma coisa...

Três estrelinhas...mas...essa parte não me desceu bem... novamente...apenas sinto muito por vc!!!

Sinceramente como sempre, te digo isso!!

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