Olá a todos. Sou casado e amo minha mulher tanto quanto no começo do nosso namoro. Nosso sexo é incrível, transamos várias vezes na semana. Ela é muito boa de cama, adora todo tipo de safadeza. Eu devia estava plenamente satisfeito com nossa vida sexual. Mas eu tinha um segredo. Eu era viciado em ver fotos de homens pelados. Sempre que eu estava sozinho, eu pegava meu celular e corria por redes sociais, daquelas onde era permitido postar nudez e pornografia. Eu podia passar horas vendo fotos de homens pelados. Adorava ficar vendo seus pintos. E não importava se era grande ou pequeno, branco ou preto, com ou sem pele, peludo ou pelado, duro ou mole. Eu gostava de ver todos. E, se eu gostava muito, baixava a foto. Eu devia ter milhares de fotos de homens pelados no meu celular, sem exagero.
Eu tinha esse vício há anos, desde muito jovem. Acho que tudo começou com curiosidade, pra saber como era, se o meu pinto era normal, igual dos outros. Mas, depois que comecei a olhar pintos na internet, não consegui parar mais.
Um dia, estava sozinho em casa, sentado no sofá, curtindo meu passatempo favorito: ver pintos de caras na internet. Eu estava tão compenetrado que não notei minha mulher entrando em casa. Ela devia ter entrado pela porta de serviços. Só notei sua presença quando ela falou bem alto atrás de mim:
- O que é isso?
- Isso o quê? – falei nervoso, apagando a tela do celular.
- O que você estava vendo no celular.
- Não tava vendo nada, tava no instagram.
- Faz cinco minutos que eu estou aqui e você não parou de ver fotos de homens pelados. Até salvou algumas fotos!
- Não é o que você está pensando...
- Então me explica o que é!
Expliquei que tudo começou por curiosidade, quando estava crescendo, e acabou virando um vício.
- Você é gay?
- Claro que não! Te amo, morro de tesão por você, transamos quase todo dia!
- Então é bi?
- Não! Não sei. Acho que não. Não quero transar com esses caras, só quero ver seus pintos. Só isso. Só ver.
- Já transou com um homem?
- Não, claro que não.
- Já pegou no pinto de outro homem?
- Não, eu juro!
- Não sei se eu acredito em você, se confio em você...
- Por favor, eu tô falando a verdade! Eu juro por tudo de mais sagrado! É só curiosidade.
- Deixa eu ver seu celular...
Desbloqueei o celular e entreguei pra ela. Ela rolou a tela e viu as fotos que eu estava vendo. Sentou do meu lado no sofá.
- Mostra o que você tem baixado no celular!
Obedeci. Abri a pasta escondida. Eram 3842 fotos. Ela começou a olhar e investigar as fotos, rapidamente.
- É, até tem fotos de dois ou mais homens pelados juntos, mas nessas eles não estão de pau duro. E não tem nenhuma com homens transando.
- Não tem nada de pornografia gay. E quase todas as fotos são de caras com o pinto mole. Pouquíssimas são com pau duro. Não tenho tesão em caras transando.
- Tira a bermuda.
- O quê?
- Vai logo, fica pelado. Não é pra comparar? Então deixa eu ver o seu pinto também!
- Não, não é assim... – tentei argumentar.
- Fica pelado logo, tô mandando! Senão eu saio por aquela porta e nunca mais volto!
Obedeci. Levantei e tirei toda a roupa, exibindo meu pau duríssimo.
- Você falou que não tem tesão em sexo gay, mas tá de pau duro. Ver pintos te excita?
Fiz que sim com a cabeça.
- Você bate punheta vendo foto de homem pelado?
- Às vezes.
- Quer se masturbar agora?
- Não, não quero, não...
- Que pena! Eu ia adorar ver meu maridinho se masturbando enquanto vê pintos moles de vários caras. Eu acho que até eu ia me masturbar vendo essa cena... – falou, passando a mão na buceta por cima da calça.
- Então tá tudo bem? Você não está brava comigo, decepcionada?
- Olha, não vou dizer que estou achando supernormal, mas se você tá jurando que não gosta de homem, não quer transar com homens, não vai me largar por um homem, e a única coisa é que você gosta de olhar fotos de homens pelados e gosta de se masturbar vendo pintos, acho que a gente pode fazer isso juntos. Apesar de não ficar olhando fotos de homens pelados no celular, gosto de ver homem pelado, gosto de ver pintos.
- Não vai ser estranho?
- Estranho é, mas e daí? – falou, tirando a calça e a calcinha e acenando pra que eu sentasse novamente ao lado dela.
Com a mão esquerda ela rolava as fotos no celular e com a direita se masturbava. Comecei a acariciar meu pau discretamente, com muita vergonha ainda. Ela comentava as fotos: “que pequeno”, “que grande”, “que veiúdo”, “que peludo”, “que torto”. Depois falou:
- É por isso que você vive me mandando fotos do seu pinto?
- Acho que sim...
- Vamos ver as fotos do seu pinto, então.
Troquei de pasta. Eram 721 fotos do meu pinto. De muitos anos atrás até agora.
Fotos de todos os ângulos, duro, mole. Mais fotos dele mole do que duro. Com pelos, totalmente raspado.
- Você acha pinto mais bonito que buceta?
Só dei de ombros, fingindo desdém.
- Pode falar. Você acha pinto mais bonito que buceta! Por isso tem tanta foto do seu pinto.
- Olha, apesar de só gostar de transar com mulher, penetrar vagina, a vagina é mais pra dento, mais oculta, discreta. Pintos não, pintos são expostos. Tem mais coisa pra ver...
- Fala, quero ver você falando “eu acho pinto mais bonito que buceta”!
Eu hesitei.
- Fala!
- Tá bom... “Eu acho pinto mais bonito que buceta”.
- Eu também acho o seu pinto a coisa mais bonita do mundo! - falou, se abaixando e dando um beijo no meu saco – Agora volta pra outra pasta, pros pintos dos outros caras.
Obedeci.
- Agora quero que você me fale o que gosta nestes pintos, porque baixou cada foto.
E eu fui falando: “porque tem a pele bem longa”, “porque é bem pequeno”, “porque é bem sacudo”, “porque são três caras pelados juntos, de boa, como se fosse a coisa mais normal do mundo”. Até que não resisti e gozei. Gozei muito. Ela acelerou a siririca e gozou também.
- Adorei, quero fazer isso todo dia!
- Todo dia, não. Eu quero te comer todo dia, não ficar só na punheta!
- Tá bom, primeiro a gente brinca assim um pouco e depois você me come!
E passou a ser assim. Todo dia a gente ficava vendo fotos de caras pelados, pintos variados e depois eu metia nela. Era incrível. Ela ficava mais excitada. Eu ficava ainda mais excitado. A gente gozava forte todo dia.
Ela passou a me mandar fotos de homens pelados todo dia. E eu retribuía com fotos do meu próprio pinto. Um dia ela perguntou:
- Você não tem vontade de ver pintos ao vivo, não em fotos?
- De vez em quando eu vejo, tipo na academia...
- Você toma banho na academia pra ver o pinto dos caras?
- Sim – falei envergonhado – mas poucos caras tomam banho na academia.
- Mas alguns tomam?
- Sim, quase sempre dá pra ver um ou dois pintos.
- Ah, safado.
A partir de então, ela começou a ir pra academia comigo, e ela nem gostava de malhar. Mas eu tinha que falar no ouvido dela sempre que eu encontrava um cara de quem eu já tinha visto o pinto.
E, sempre que chegávamos em casa, a gente transava com ela perguntando e me fazendo contar se vi algum pinto no vestiário, e descrever pra ela.
A gente começou, sempre que dava, a viajar para alguma praia naturista. A gente transava antes de sair e passava o dia olhando pros pintos dos caras. O problema é que eu passava a metade do tempo de barriga pra baixo ou na água, tentando esconder meu pau duro. E, quando tava mole, ela me fazia desfilar por toda praia, pra todo mundo ver meu pinto. De volta na casa ou chalé, eu metia nela novamente.
Nossos jogos e brincadeiras ficavam cada vez mais quentes e arriscados. Ela perguntou:
- Alguma vez você já comparou seu pinto com outro, de um colega de colégio ou coisa assim?
- Não, nunca!
- Mas a curiosidade começou exatamente com a ideia de comparação, não é?
- Sim, exato.
- E se eu arranjasse um cara pra vir em casa e mostrar o pinto dele pra gente, pra vocês dois compararem seus pintos?
- Quem, um garoto de programa?
- Não, claro que não! Meu irmão!
- Seu irmão! Você está louca?
- Ele é meu irmão gêmeo, a gente dividia o quarto até os 18 anos, quando ele foi pra faculdade no interior. Até lá, eu via ele pelado todo dia, e ele me via pelada às vezes, também. E eu já flagrei ele batendo punheta várias vezes...
- Vocês são irmãos, dividiam o quarto. Até que normal, pra época. Mas, agora, trazer ele aqui em casa pra mostrar o pinto é demais! Nem pensar.
- Tá bom, então.
O assunto morreu, domingo, ao entrar em casa de volta do mercado, ela falou pra eu me sentar que tinha uma surpresa pra mim. Assim que falou, para minha surpresa real, sai do quarto e vem pra sala o irmão gêmeo dela, completamente pelado.
- E aí, cara? Minha irmã falou que você queria ver meu pinto... – falou, parando bem na minha frente, com seu pinto a centímetros de distância de mim.
- Não foi isso! Eu falei que é uma brincadeira nossa, ficar vendo os pintos na praia de nudismo e depois comparar com o dele, mas sempre é bem de longe e a gente queira um para comparar de perto... – falou minha mulher.
- Beleza, então bota o pinto pra fora também e vem comparar.
Eu não sabia o que fazer.
- Tira a roupa, amor. Mostra o pinto!
Sem saber o que fazer tirei a roupa e fiquei pelado na frente dos dois. Meu cunhado chegou bem perto de mim, deixando nossos pintos lado a lado.
- Olha pra cá! – ela falou, tirando uma foto nossa na sequência.
- Não! – protestei.
- Por mim, pode tirar foto à vontade... – falou meu cunhado.
- Nossa, seus pintos são muito parecidos! – falou, tirando uma foto bem de perto – Mesmo tamanho, só o seu tem a pele mais longa – falou para mim – e o seu tem os pelos mais claros – falou para o irmão.
- Pra comparar tamanho, tem que estar duro – falou meu cunhado.
- Calma, depois. Agora, deixa eu tirar mais fotos deles moles. Chega mais perto.
- Assim? – perguntou ele, encostando seu pinto mole no meu, sua perna na minha.
- Isso – falou ela, tirando mais fotos – Pronto, agora podem deixar duro.
- Pega aqui... – ele falou, pegando minha mão e colocando no seu pinto.
- Não! – falei, puxando minha mão.
- Pode pegar. Se ele falou pra pegar, pode pegar... – minha mulher incentivou.
- Deixa o meu duro que eu deixo o seu duro – falou, começando a acariciar me pinto, que começou imediatamente a endurecer.
Com muita vergonha, peguei o pinto dele e comecei a acariciar também. Senti seu saco lisinho, suas bolas. Segurei firme o pau ainda mole, puxei a pele pra cima e pra baixo. Senti endurecendo. Era um sonho sendo realizado. Pegar num pinto de um outro cara, sentir endurecer na minha mão. Puta que pariu.
- Pronto, totalmente duros – ele falou.
Novamente, ela começou a tirar fotos.
- Duro também, praticamente idênticos. Encosta de novo – ela sugeriu.
Ele encostou o seu pinto no meu. Seu pau colado no meu, seu saco esfregando no meu. Ele então se desencostou e sentou no balcão da cozinha. Pernas bem abertas.
- Pronto. Comparações feitas, fotos tiradas, agora eu estou à disposição de vocês, para o que vocês quiserem. Se quiserem continuar só olhando, mexendo, tô de boa. Se quiserem transar comigo aqui, de boa também. Sou pan, transo com todo mundo, menos com papai, mamãe e você, irmãzinha. Mas com você, cunhadinho, eu topo...
- Não! – falei – Prefiro ficar só olhando e mexendo, mesmo...
- Então vem!
Sentei na banqueta e voltei a mexer no pinto dele. Ela veio por baixo e começou a me chupar enquanto batia uma siririca.
Ele olhou pra mim, com aqueles lindos olhos azuis iguais aos da irmã e, sem emitir som, só com o movimento dos lábios, disse: “Chupa. Eu não conto nada. Chupa, vai...”
Eu nunca tinha pensado em chupar um pinto. Mas ali, com ele na minha frente, seu pinto em minhas mãos, tudo mudou. Eu estava morrendo de vontade de cair de boca, lamber tudo, chupar inteiro. Mas não tinha coragem. Ainda mais com minha mulher ali, me chupando.
Eu até acho que, naquela situação, minha mulher nem ligaria. Mas eu não tinha coragem! Não queria colocar meu casamento em risco, não mais do que já coloquei sendo pego vendo fotos de homens pelados. Fiquei uns bons minutos acariciando seu pinto. Cheguei bem perto com meu rosto, mas sequer toquei os lábios. O cheiro do seu pinto era incrível, inebriante.
Passei a masturbá-lo com bastante vigor. Minha mulher não parou de me chupar. Não demorou muito, avisei:
- Vou gozar!
Não soltei seu pinto. Com a direita punhetava seu pau e com a esquerda acariciava seu saco. Gozei na boca dela enquanto punhetava ele. Ela correu para o banheiro para cuspir minha porra, já que ela não gostava de engolir. Na verdade, nem gostava que eu gozasse na sua boca, mas naquele momento deixou.
Eu não parei de punhetá-lo e ele gozou no meu peito. Ela voltou do banheiro e perguntou:
- Pizza?
- Eu topo! – ele falou.
- Eu preciso de um banho! – falei, indo pro banheiro.
- Eu também! – ele falou, me seguindo e fechando a porta do banheiro.
Liguei o chuveiro e ele entrou no box comigo.
- Eu sei que você não queria fazer nada na frente da minha irmã, mas se um dia quiser me chupar, se quiser que eu te chupe, fazer meia nove, dar pra mim, me comer, qualquer coisa, só vir em casa sozinho. Ela não precisa ficar sabendo de nada...
Não respondi. Nem que sim, nem que não.
Terminamos o banho e voltamos pra sala. Comemos a pizza tomando vinho. Os três pelados. Parecia que só eu estava me sentindo deslocado. Os dois irmãos estavam agindo muito naturalmente.
Depois que ele foi embora, minha mulher não parou de perguntar sobre o ocorrido. “Como foi ver um pinto de perto?” “Como foi pegar num pinto?” “Como foi bater punheta pra outro cara?” “Você não teve vontade de chupar nem um pouco?”
Contei tudo. Que foi muito legal ver um pinto de perto, ao vivo. Que foi incrível pegar num pinto. Que adorei bater punheta pra outro cara, só foi meio esquisito o fato de ser o irmão dela.
Mas menti uma parte. Falei que não tive vontade nenhuma de chupar. Que não chuparia de jeito nenhum. Acho que ela acreditou. E ainda sugeriu:
- Bom, eu achei um tesão. Sempre que você quiser, eu topo chamar meu irmão aqui...
- Acho que já foi o suficiente!
Essa parte ela adivinhou que era mentira. De qualquer forma, transamos bem gostoso naquela noite. Ela sabia que eu ainda estava com muito tesão. Ela também estava...
A partir de então, o irmão dela passou a vir em casa todo domingo, praticamente. Dizia que era chato passar o domingo sozinho, e nunca tinha ninguém pra sair.
Na maioria dos dias, a gente só ficava pelado, mesmo. Comia pizza e tomava vinho, pelados. Eu já estava tão confortável em ficar vendo o pinto dele por horas que até conseguia me controlar e evitar uma ereção.
Mas nos dias em que bebíamos um pouco além, a coisa esquentava. Começávamos a pegar no pinto um do outro, o que virava uma mão amiga bem gostosa. Minha mulher já pegava seu vibrador preferido e ficava assistindo a gente enquanto se masturbava. O mais gostoso era quando a gente esfregava um pinto no outro.
Além dessa rotina semanal, às vezes eu ia sozinho na casa dele. Uma vez a cada dois ou três meses, quando conseguia. Enfim, passei a chupar seu pinto. Ficava chupando por muito tempo. Chupava, lambia, esfregava o rosto, cheirava. Só parava quando ele gozava. E ele me chupava, também. E chupava melhor que a irmã, o desgraçado.
Mas, apesar da insistência dele, nunca rolou penetração entre a gente. Descobri que amo pinto. Olhar, pegar, chupar. E só. Não tenho vontade alguma de ser penetrado. E penetrar, só na buceta da minha mulher!